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Objetividade é um dos conceitos centrais do campo da Epistemologia e da Filosofia da Ciência e está associada à crença na possibilidade de um conhecimento que se refira à natureza da realidade e que seja capaz de afastar, mesmo que parcialmente, quaisquer obstáculos, não importa sua proveniência, que dificultem a consecução desta meta.
Sobre a objetividade marque a alternativa correta.
É a referência que permite uma escolha racional entre explicações distintas ou mesmo opostas a propósito, de um dado objeto ou processo.
Permite, igualmente, que contemos, sobretudo, no campo das ciências, naturais e/ou sociais, com uma instância de aferição de nossas teorias acerca da subjetividade.
Inexistindo qualquer objetividade, estaríamos confinados, individual ou socialmente, no domínio de nosso corpo.
Entendida de forma ampliada, a ideia de objetividade não ultrapassa, o âmbito de uma fronteira disciplinar específica.
Assinale a opção correta acerca do racionalismo.
No racionalismo, entende-se que os sentidos fornecem ao homem um conhecimento certo e indubitável do real.
No racionalismo, considera-se mais a matéria do conhecimento que a sua forma.
No racionalismo, nega-se que haja ideias inatas, ou formas a priori no conhecimento humano e que se deva partir de axiomas para se construir a ciência.
Do ponto de vista metafísico, no racionalismo afirma-se que nem tudo tem a sua razão de ser, ou seja, que há algo de não inteligível na realidade.
No tocante à questão da origem do conhecimento, o racionalismo é a doutrina que ensina que todo conhecimento certo provém, necessariamente, de princípios a priori, irrecusáveis e evidentes, e que, por si sós, os sentidos não podem fornecer senão uma ideia confusa e provisória da verdade.
São atributos da Tendência Racionalista (contemporânea) sobre a Teoria em Ciência:
I - Está onipresente na pesquisa e autoriza as hipóteses, as observações e as experiências.
II - É induzida das observações, que ditam fatos.
III - Tem papel primordial na seleção e mesmo na avaliação dos dados.
Estão corretas as afirmativas:
I, II e III.
II e III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
Segundo o racionalismo, todo e qualquer conhecimento é embasado na experiência e só é válido quando verificado por fatos metodicamente observados.
Nas práticas arcaicas, o discurso não constata o real, ele performativamente o faz ser. (...) No discurso 'racional' diz-se que as coisas são tais; logo, diz-se a verdade: subordina-se a verdade ao real que ela enuncia. (...) A passagem às práticas racionais de veridicidade pode, portanto, ser descrita como uma inversão: da autoridade do mestre como abonador da realidade daquilo que ele fala à autoridade da realidade como abonadora da veridicidade do que diz o locutor.
No texto supracitado, Francis Wolff aponta uma das várias diferenças fundamentais entre o discurso racional e o discurso arcaico ou mítico. A partir dele, é correto dizer que no discurso
racional a verdade e a realidade estão subordinadas a seu enunciador.
mítico a verdade impõe-se a partir da realidade das coisas, a despeito do mestre que o profere.
racional a verdade depende de práticas rituais que instituem a própria realidade.
racional a realidade é instituída performativamente pelo elocutor.
racional a verdade é subordinada à realidade das coisas que se busca descrever.
O empirismo afirma que todos os conhecimentos originamse da razão e, por isso, também é chamado de racionalismo.
A crítica à identidade pessoal tem relação com a posição racionalista de Hume, fundamentada nos conceitos de impressão e idéia.
Pode-se falar de uma forte base racional na filosofia do conhecimento de David Hume.