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Arthur Schopenhauer desenvolve uma filosofia centrada no conceito de vontade e de representação.
Segundo o filósofo, a vida humana, por conta da vontade, é
dor sem tédio.
tédio sem dor.
felicidade livre da dor e do tédio.
oscilação entre dor e tédio.
Sobre a divina trindade, abordada por Santo Agostinho, analise as proposições abaixo, julgando (V) para verdadeiro ou (F) para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) O amor perfeito é o doador, que tem em Cristo (o Deus feito homem) o vértice supremo.
( ) A vontade livre é a que escolhe o bem inferior em vez do superior, isto é, não vive para Deus.
( ) O homem é pessoa, isto é, indivíduo irrepetível.
V / F / V
F / F / V
V / V / F
F / V / V
V / F / F
“A Vontade que, considerada puramente em si, destituída de conhecimento, é apenas um ímpeto cego e irresistível – como a vemos aparecer na natureza inorgânica e na natureza vegetal, assim como na parte vegetativa de nossa própria vida – atinge, pela entrada em cena do mundo como representação desenvolvida para seu serviço, o conhecimento de sua volição e daquilo que ela é e quer, a saber, nada senão este mundo, a vida, justamente como esta existe.”
(SCHOPENHAUER. O Mundo como Vontade e Representação. São Paulo. UNESP, 2005, p. 357)
A partir da filosofia de Arthur Schopenhauer, o mundo fenomênico expressa:
a racionalidade do cosmo.
as incertezas da Vontade.
a natureza do ego de cada um.
a justiça inequívoca da Vontade.
as objetificações da Vontade.
Sobre a licitude ou ilicitude de matar qualquer ser vivente, conforme o entendimento de Santo Tomás de Aquino na obra Tratado da Justiça, assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) A vida e a morte de plantas e animais não está subordinada ao homem.
( ) Poderia por vezes ser bom matar um pecador quando se tenha degradado até o nível do animal.
( ) Quem por ordem divina mata um inocente não peca, como também não peca Deus.
( ) Para o homem é lícito tirar a vida dos animais somente para fins de legítima defesa.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
A filosofia tomista teve ampla influência na história da filosofia prática. No que diz respeito ao suicídio, conforme o entendimento de Santo Tomás de Aquino no Tratado da Justiça, assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) O suicídio é contra a natureza.
( ) O suicídio é lícito quando uma mulher o comete para evitar uma violação.
( ) Só Deus pode decidir sobre a vida humana.
( ) O suicida comete uma injustiça contra a comunidade.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:


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Leia o texto a seguir:
“Perguntando se o livre-arbítrio vem de Deus, conclui que sim, sendo que quando se age mal é porque se fez a escolha errada. Santo Agostinho procura assim dar conta da relação entre a natureza humana criada por Deus, a vontade livre que Deus deu ao homem e a possibilidade de o homem escolher entre fazer o bem e o mal. Sem a vontade livre o ser humano não seria responsável por seus atos” (MARCONDES, Danilo. Textos básicos de ética. RJ: Zahar, 2007. p.53-54. Adaptado).
Segundo o texto acima, para Santo Agostinho, é fundamental que os homens tenham livre-arbítrio, para que Deus não

é uma substância metafísica, tanto quanto o Bem.
é uma entidade historicamente variável e relativa.
pode ser combatido por meio do aperfeiçoamento intelectual.
é uma patologia emocional a ser curada pelo remédio certo.
manifesta-se como desvio ou corrupção em relação à vontade divina.
Nesse texto, Hume afirma que
os autores dão um salto na argumentação, passando sem explicações do plano do ser para o plano do dever ser.
os autores dos sistemas de moral cometem um erro linguístico ao escrever é ou não é onde o correto é escrever deve ou não deve.
todos os sistemas de moral da história da filosofia buscaram provar a existência de Deus.
os sistemas de moral desenvolvem argumentos consistentes ao operar o salto argumentativo do plano do ser ao plano do dever ser.
(...) quanto mais virtuoso um homem é, mais severo e desconfiado é o seu comportamento, de maneira que, em última análise, são precisamente as pessoas que levaram mais longe a santidade as que se censuram da pior pecaminosidade.
(Freud, S. O mal-estar na civilização)
Freud faz a afirmação acima, argumentando que
o santo não elimina seus sentimentos agressivos, apenas os põe sob a inspeção do superego.
o virtuoso e o santo, para livrar-se da culpa inconsciente, assumem conscientemente a sua perversão sexual.
a autocensura do santo livra-o do mal-estar inconsciente que caracteriza o desenvolvimento civilizatório.
a severidade e a desconfiança são, inconscientemente, virtudes essenciais ao ego do homem virtuoso.
o homem, enquanto ser humano, peca, mas especialmente os virtuosos e os santos.


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Se o mal não é uma substância, o homem pode, em algum momento, praticar o mal sem se vincular à matéria, segundo Santo Agostinho, e, portanto, pecar.
Agostinho pertence àqueles pensadores cristãos que afirmam categoricamente a incompatibilidade entre fé e razão.