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Por meio de um acelerômetro rudimentar formado por uma mola ideal à qual está presa uma massa de 50 g, deseja-se saber a aceleração de subida de um elevador (a partir do repouso até atingir a velocidade final). Para tanto, primeiro mediu-se, ainda no solo, fora do elevador, a deformação da mola em relação ao seu comprimento natural, tendo sido obtido o valor de 5,0 cm. Em seguida, já dentro do elevador, com a mola nele fixada, mediu-se novamente a deformação da mola durante o período em que o elevador subia, com aceleração constante. Nessa nova situação, obteve-se uma deformação de 5,5 cm.
Com base na situação hipotética descrita, e assumindo o módulo da aceleração gravitacional local como igual a 10,0 m/s², assinale a opção que apresenta a aceleração do elevador.
1,0 m/s²
1,2 m/s²
1,5 m/s²
2,0 m/s²
2,2 m/s²
Para determinar a aceleração de um elevador, fixou-se em seu teto uma mola ideal, conectada a uma massa. Na mola, com o elevador em repouso, mediu-se uma elongação de 5 cm; já com o elevador em movimento ascendente e acelerado, a elongação era de 6 cm.
Admitindo que a massa seja de 100 g, a aceleração do elevador, em m/s², é de:
0,5
1,0
1,5
2,0
Um bloco de massa MB = 3,00 kg é impulsionado por uma mola ideal comprimida por uma distância x = 0,40 m, com constante elástica k = 300 N/m. O bloco desliza sobre uma superfície horizontal sem atrito e colide frontalmente com uma esfera sólida de massa me = 1,00 kg, inicialmente em repouso. Após a colisão, a esfera é lançada horizontalmente para a direita, caindo de uma plataforma de altura h = 1,25 m.

Considerando que a colisão é perfeitamente elástica e que a aceleração da gravidade é g = 10,0 m/s², é correto afirmar que, na figura, o alcance (d) horizontal da esfera, em metros, ao atingir o chão é de
1,20.
2,30.
2,80.
3,00.
3,90.
Em um experimento de laboratório, um bloco de massa 2 kg desliza sobre uma superfície horizontal sem atrito com velocidade constante Vi. À frente do bloco, encontra-se uma mola ideal de constante elástica k = 2000 N/m, fixa em um suporte.
O trecho da superfície onde a mola está instalada possui atrito, com coeficiente de atrito cinético µ = 0,5. Ao atingir a mola, o bloco inicia o processo de compressão até parar momentaneamente, atingindo uma deformação máxima de 10 cm.
Imediatamente após a parada, a mola empurra o bloco de volta. O bloco percorre novamente o trecho com atrito e é arremessado para fora da mola com uma velocidade final Vf.
Considerando a aceleração da gravidade g = 10 m/s², determine │Vf - Vi│ aproximadamente.
3,0 m/s.
3,31 m/s.
1,31 m/s.
0,31 m/s.
0,031 m/s.
Em uma demonstração das Leis de Newton, um professor mostrou aos alunos como a posição dos objetos em uma plataforma pode interferir nas condições de equilíbrio dos corpos. Para tanto, ele posicionou dois blocos sobre uma plataforma de densidade uniforme e peso próprio de 10 N, conforme a fi gura a seguir. O bloco A possui massa de 25 kg, enquanto o bloco B possui massa de 75 kg. A plataforma é apoiada em seu centro de massa por uma cunha, a qual exerce uma reação de apoio composta por uma força verti cal de 10 N para cima e uma força horizontal, com valor não identificado, que garantem o equilíbrio da barra. Na posição mostrada, foi colocada uma mola apoiada no solo sob uma das extremidades da barra. Quando o equilíbrio foi estabelecido, observou-se que a mola foi comprimida por uma distância de 25 cm.

Considerando que a mola não perde suas condições elásticas e que a aceleração da gravidade é g = 10 m/ s2, é correto afirmar que a sequência que apresenta corretamente os valores da constante de mola (k) e da posição (b), em N/m e m, respectivamente, são:
2,0 × 103 / 4,0.
3,0 × 103 / 6,0.
4,0 × 103 / 5,0.
5,0 × 103 / 3,0.
6,0 × 103 / 7,0.
Um microrrobô de 0,5g usado em cirurgias minimamente invasivas é impulsionado por uma mola biocompatível com constante elástica k = 200 N/m. Se a mola é comprimida em 2,0 mm e o robô deve subir uma artéria vertical enfrentando uma força de resistência viscosa constante de 0,05 N, qual a altura máxima aproximada que ele atinge?
h≈0 mm
h≈1,0m
h≈7,3 cm
h≈7,3 mm
h≈0,73 mm
Um bloco de massa M está colocado sobre uma superfície com a qual tem atrito desprezível. Sobre esse bloco, põe-se um outro de massa m, que possui, com o primeiro, atrito entre suas superfícies de contato. O bloco superior está preso a uma parede através de uma mola de constante elástica k = 10 N/m. Aplica-se então no primeiro bloco (o inferior) uma força F = 3 N, a qual faz um ângulo θ com a horizontal, como ilustra a figura a seguir:

Estando o sistema em iminência de movimento, é correto afirmar que a deformação sofrida pela mola é de
(Considere cosθ = 0,6 e senθ = 0,8.)
0 cm.
18 cm.
24 cm.
30 cm.
45 cm.
No laboratório de física experimental básica da Universidade de Cambridge, o estudante Newton dispõe de um cronômetro, uma mola e um objeto de massa conhecida. Desejando determinar a massa de um objeto desconhecido, ele monta um sistema massa-mola capaz de oscilar. Com o auxílio do cronômetro, Newton observa que o período de oscilação do sistema é de 2 s quando utiliza a massa desconhecida e que o período aumenta em 1 s quando uma massa adicional de 3 kg é acrescentada. A partir desses dados, Newton concluiu que a massa desconhecida, em kg, é igual a:
4,2 kg
2 kg
4 kg
2,4 kg
Uma esfera de aço é suspensa a uma mola ideal de constante elástica k. Depois de amortecidas as oscilações, a esfera fica em repouso com a mola aumentada em 12 cm em relação a seu comprimento original. Corta-se a mola em duas, de modo que o pedaço maior tenha 2/3 de seu comprimento original. A seguir, suspende-se a mesma esfera a esse pedaço maior. Depois de amortecidas as oscilações, a esfera fica em repouso com o pedaço maior da mola aumentado em x em relação a seu comprimento original.
Esse aumento de x é igual a
4 cm.
6 cm.
8 cm.
9 cm.
10 cm.
No trecho 1,0 < x < 3,0, como U(x) diminui com o aumento de x, temos dxdU < 0. Nesse caso, é correto afirmar que a força é negativa (aponta para –x), com módulo de, aproximadamente, 4,5 N.
Certo
Errado
Um fio condutor retilíneo e homogêneo, que possuí 20 cm de comprimento e 10 g de massa, está apoiado horizontalmente sobre uma mesa. Uma mola ideal e de massa desprezível, inicialmente em repouso (condição de equilíbrio), está conectada exatamente no meio deste condutor, como mostrado na figura A. No instante em que uma corrente elétrica (i) de 4 A começa a circular pelo fio, o apoio da mesa é retirado e ele fica suspenso horizontalmente por meio da mola, como mostrado na figura B. Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas da frase abaixo. Adote a intensidade da aceleração da gravidade no local igual a 10 m/s2 , a constante da mola k igual a 10 N/m, a resistência elétrica do fio igual a zero e a ação da gravidade sobre o sistema.
Sabendo que o fio está inserido em um campo magnético (B) perpendicular e uniforme de 0,5 T, pode‐se concluir, corretamente, que após a corrente elétrica começar a circular pelo fio condutor, a força magnética Fm estará dirigida verticalmente para _______ e a mola sofrerá uma deformação igual a ______ cm.

cima ‐ 3
cima ‐ 5
baixo ‐ 5
baixo ‐ 4
Considere o bloco A de massa igual a 4 kg, inicialmente em repouso, apoiado sobre uma superfície horizontal x, perfeitamente lisa, e preso a uma mola ideal de constante elástica 150 N/m, conforme a figura a seguir.

Esse bloco A é então afastado 0,50 m de sua posição inicial (x = 0) e abandonado, em t = 0, passando a oscilar em movimento harmônico simples (MHS) de período T.
No instante t = T um outro bloco B, colide inelasticamente com o bloco A. Forma-se assim um sistema AB, de dois corpos, que passa a oscilar em MHS com período T’ = 2T. Considere que, na colisão, os blocos A e B se comportem como um sistema isolado de forças externas e que imediatamente antes da colisão, a velocidade de B era de 2 m/s.
Nessas condições, a amplitude de oscilação, em metro, do sistema AB será igual a
0,40
0,50
0,60
0,70
Analise a figura abaixo.

A figura acima apresenta um sistema em equilíbrio transicional e rotacional, constituído de um bloco homogêneo de massa m, pendurado em uma barra de massa desprezível na posição horizontal, a qual está presa nas suas extremidades a duas molas ideais A e B. As molas A e B possuem constantes elásticas iguais a k, e comprimentos naturais Lo,A e Lo,B, respectivamente (Lo,A > Lo,8). Nessa situação, as molas A e B sofrem distensões iguais a △LA, e △LB, respectivamente, e as distâncias horizontais das molas ao ponto de sustentação do bloco são XA e XB, conforme indicado na figura. Se a diferença LoA - LOB = △LA, a razão XA / XB é igual a:
1/3
1/2
2/3
1
2
Um bloco de massa m está preso a uma mola de constante elástica k e é puxado para esticar a mola uma distância A a partir da posição de equilíbrio. O bloco é então solto a partir do repouso e, devido a um amortecimento, ele para após algumas oscilações em uma posição de equilíbrio final xf, (menor que A). Considerando a aceleração da gravidade local como g e desprezando o atrito com o ar, determine o módulo do trabalho realizado pelo amortecimento durante o movimento, em termos de k, A e xf.
21k(A2 − xf2).
k(A − xf).
2k(A − xf).
21k(xf2−A2).
Impossível determinar sem o coeficiente de amortecimento.
É muito comum nas aulas de Física modelarmos situações do cotidiano envolvendo análise de forças no movimento, desconsiderando atritos e massas de cabos e roldanas. Porém, em muitos desses casos, tais idealizações diminuem a possibilidade de fazermos previsões assertivas sobre os eventos e a quantificação das grandezas envolvidas. Um exemplo dessa situação pode ser visto na situação abaixo, em que se dispõe de dois blocos idênticos de massa 500 g e de uma roldana de massa 250 g e raio de 10 cm.

A fim de identificar a ocorrência de discrepâncias nas idealizações, são realizadas duas análises. Na primeira, chamada de caso 1, idealizamos um modelo no qual desconsideramos todos os atritos e não consideramos a massa dos cabos, nem a massa da roldana. Em uma segunda análise, caso 2, mesmo sem considerar a massa dos cabos e o atrito no eixo da roldana, para buscar maior aproximação com a realidade, passamos a considerar a massa da roldana e o atrito oferecido pela superfície de contato, admitindo que o coeficiente de atrito estático tem o mesmo valor do atrito cinético, com valor de u=0,1.
Dessa forma, é possível encontrar o módulo da tensão T no caso 1, aqui nomeada de T1, e a tensão T no caso 2, nomeada de T2. Qual a diferença entre T1 e T2?
0,024N
0,49N
1,47N
2,94N
Durante séculos, navegadores observaram que o nível do mar não permanecia estável, mas apresentava oscilações regulares ao longo do dia. Hoje, sabe-se que esse fenômeno decorre de interações gravitacionais. Sobre essa dinâmica, assinale a alternativa correta.
O fenômeno é explicado pela movimentação atmosférica, já que a pressão do ar é suficiente para elevar grandes massas de água em escala planetária.
A rotação da Terra elimina outros efeitos externos sobre os oceanos, razão pela qual as marés se repetem de forma idêntica em todos os pontos do globo.
A diferença da força gravitacional da Lua sobre regiões da Terra gera deslocamentos periódicos de água.
Corpos de grande massa, como o Sol, podem influenciar o comportamento oceânico, sendo desprezível a ação de corpos de menor porte.
O alinhamento do eixo terrestre em relação à eclíptica explica, de maneira isolada, a alternância entre maré alta e maré baixa.
Um bloco de 400 g está conectado a uma mola fixada a um suporte e repousa sobre uma superfície horizontal sem atrito. Um segundo bloco, de 100 g, desloca-se com velocidade desconhecida e colide com o primeiro bloco, unindo-se a ele. Após o impacto, o sistema resultante passa a oscilar em movimento harmônico simples. A aceleração máxima do sistema após a colisão é 10 m/s2 . Sabendo que a constante elástica da mola é 200 N/m, assinale a alternativa que apresenta a velocidade do bloco de 100 g antes da colisão.
0,5 m/s.
1,0 m/s.
1,5 m/s.
2,0 m/s.
2,5 m/s.
Examine a figura abaixo.

Um semicírculo metálico de massa m e raio R, submetido a uma aceleração da gravidade de módulo g, encontra-se pendurado pelas suas extremidades por dois suportes, conforme mostrado na figura acima. O semicírculo está submetido a um campo magnético de módulo B que atravessa perpendicularmente o seu plano no sentido indicado na figura. Determine o valor do módulo da corrente elétrica i que deve ser gerada através do semicírculo para que não haja tensão mecânica nos suportes e assinale a opção correta.
2.B.Rm.g.
2π.B.Rm.g.
B.Rm.g.
4.B.Rm.g.
π.B.Rm.g.
Sobre a lei de Hooke, assinale a informação INCORRETA:
O sinal negativo na equação indica que a força elástica é de caráter restaurador, buscando sempre afastar a mola de sua posição inicial.
O sinal negativo na equação indica que a força elástica é de caráter restaurador, buscando sempre retornar a mola à sua posição inicial.
A força elástica é calculada multiplicando-se a constante elástica pela deformação da mola.
A constante elástica está associada à facilidade ou dificuldade de provocar deformações na mola.
A lei de Hooke descreve o comportamento elástico de um material, como uma mola, quando sujeito a uma força.
Durante um longo voo de avião, um passageiro entediado usa elásticos, desses de prender dinheiro, para pendurar um objeto (seu telefone celular) na poltrona em sua frente, de modo que o objeto e o elástico só têm contato com os pontos em que estão afixados. Por um tempo, o objeto fica em repouso em relação ao acento. Porém, em certo momento, o passageiro percebe que o objeto se desloca para cima e o elástico se encurta sem que nada esteja em contato com o objeto, além do elástico. Assinale a afirmação física válida, considerando o referencial do passageiro:
Há uma força, além daquela do elástico, sendo aplicada no objeto, que o faz subir.
As Leis de Newton não são válidas no referencial do passageiro para este fenômeno.
O objeto pendurado está variando sua massa de modo que sua inércia varie.
Aforça aplicada pelo elástico obedece à Lei de Hooke, ou seja, ela varia com o tempo.
O avião está descendo e a força peso que atua no objeto está diminuindo.