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Em uma paciente idosa, 74 anos de idade, acometida por um acidente vascular encefálico da artéria cerebral média esquerda, ocorrido há quatro meses, a qual apresenta marcha domiciliar com andador de rodas anteriores, percebe-se a presença de espasticidade de leve a moderada em membro inferior e ainda um pé equino varo ao apoiar o pé direito no solo, com tendência de entorse de tornozelo em inversão. A paciente não flexiona o joelho ou dorsiflexiona o tornozelo voluntariamente, apesar de ter mobilidade articular preservada, observada quando se consegue inibir a espasticidade. Considerando a indicação de uma órtese para melhorar o padrão de marcha e permitir uma deambulação mais segura dessa idosa, sugere-se como prescrição, órtese tornozelo pé, confeccionada em polipropileno resistente,
em posição neutra de tornozelo e região subtalar, médio pé e ante pé, fixada por velcros.
fixada em 15o de dorsiflexão de tornozelo e posição neutra de região subtalar, médio pé e ante pé, fixada por velcros.
fixada em 10o de plantiflexão de tornozelo e posição neutra de região subtalar, médio pé e ante pé, fixada por velcros.
fixada em 10o de dorsiflexão e 10o de eversão da região subtalar, médio pé e ante pé, fixada por velcros.
articulada em tonozelo somente permitindo plantiflexão de 15o , em posição neutra de tornozelo e região subtalar, médio pé e ante pé, fixada por velcros.
A escolha da ortese para membros inferiores adequada obedecerá a critérios de acordo com as dificuldades apresentadas pela criança e objetivo funcional a ser facilitado.
Sendo assim, os seguintes tipos de orteses correspondem às respectivas indicações:
I. Ortese dinâmica tornozelo-pé diminui a flexão plantar excessiva, melhora os membros inferiores e pelve durante ortostatismo e marcha.
II. Ortese articulada tornozelo-pé permite a dorsiflexão livre interrompendo a flexão plantar durante a marcha.
III. Ortese não articulada tornozelo-pé indicada para permitir o movimento de dorsiflexão livre durante o ortostatismo e a marcha.
IV. Ortese supramaleolar para estabilizar o tornozelo e limitar o movimento da tíbia em crianças que deambulam.
V. Orteses de reação ao solo indicada quando a extensão completa do joelho não pode ser alcançada passivamente.
Estão corretas as afirmativas
Ao indicar o uso de uma órtese para membros inferiores, o fisioterapeuta deve considerar:
I. amplitude de movimento e alinhamento do pé.
II. controle estável do tronco e cinturas.
III. presença de desvios ortopédicos na coluna vertebral.
IV. nível funcional da criança.
V. Controle de movimento nos membros inferiores.
Estão corretas as afirmativas
Uma discreta inclinação posterior do conjunto assento/encosto da cadeira de rodas (tilt posterior) leva à(ao)
sobrecarga na coluna lombar devido ao consequente aumento da lordose.
prevenção de quedas da cadeira quando esta é parada repentinamente.
tendência à extensão do quadril em cadeia cinética aberta.
Nos casos de sequelas espásticas, as órteses podem ser utilizadas para posicionamento, prevenindo retrações musculotendíneas, ou para funcionalidade.
Uma órtese toracolombosacral (TLSO) está contraindicada para controlar as fraturas e as dores por compressão associadas à osteoporose da coluna dorsal vertebral, por gerar mais limitações que benefícios.
Presença de lesões em maléolo lateral, com o uso da órtese tornozelo-pé (AFO) podem ser causadas por desabamento do pé em eversão do tornozelo na fase de apoio da marcha.
Está indicado no pós-operatório o uso de crioterapia por meio de criocuff.
Sobre o pilar utilizado em próteses é correto afirmar que:
transmite o peso corporal do usuário do encaixe para o joelho.
o exoesquelético é feito de alumínio e apresenta uma parte externa rígida e moldada de forma a imitar o contorno da perna.
o endoesquelético consiste de um pilar central de alumínio ou plástico rígido.
a prescrição do exoesquelético é mais frequente que a do endoesquelético.
a aparência do exoesquelético é mais natural e permite mudanças na angulação da prótese.
Pacientes com fraturas cervicais estáveis, sem compressão nervosa e sem incapacidade clínica adicional, podem obter grande estabilidade na região cervical superior com o colar do tipo Philadelphia.
A órtese Parawalker é indicada para pacientes portadores de traumatismo raquimedular e mielodisplasias com lesões compreendidas entre os níveis T1 e L2.
As contra-indicações ao uso do TENS são:
dor diagnosticada, trabalho de parto, epilepsia; seio carotídeo.
dor diagnosticada; marcapassos; epilepsia; seio carotídeo.
dor não-diagnosticada; marcapassos; epilepsia; trabalho de parto.
dor não-diagnosticada; marcapassos; seio carotídeo; pele normoestésica.
dor não-diagnosticada; marcapassos; epilepsia; primeiro trimestre de gestação.
Com o teste de Ober positivo, o músculo reto femoral do lado testado deve ser alongado.
O declínio da resposta à utilização do TENS, em função do tempo de uso, implica em
diminuição.
aumento.
não alteração.
oscilação para mais e menos.
aumento e estabilização.
Os cuidados com as áreas de pressão na confecção de órteses de membro superior têm como prioridade
determinar o grau de limite do arco de movimento.
assegurar estética da órtese e prevenir áreas de fricção.
limitar somente os movimentos específicos que se deseja controlar.
prevenir o risco de queimaduras, em especial em crianças e pacientes com alteração de sensibilidade.
observar áreas com alterações circulatórias e de sensibilidade.
Sobre amputações é correto afirmar que:
o trauma é a primeira causa de amputações.
a principal causa é a doença vascular periférica.
indivíduos que apresentam amputações por trauma costumam ser jovens, com prevalência igual entre os sexos.
os acidentes de trabalho costumam ser a maior causa de amputações por trauma.
a instituição precoce de tratamento adequado não influi no nível final de reabiltação.