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Em paciente portador de Mal de Parkinson, o principal objetivo durante o tratamento fisioterápico é:
aumentar a resistência muscular dos membros superiores.
aumentar a potência da musculatura abdominal.
aumentar as amplitudes dos movimentos das articulações dos membros inferiores.
aumentar a amplitude de movimento da articulçoes têmporo-mandibular.
aumentar a coordenações de todos os movimentos,dando ênfase também, à marcha.
Paciente do sexo feminino, com 32 anos de idade, 1,70m de altura, 62 Kg, sinais vitais normais, apresenta edema difuso em ambos os membros, e está em fase de tratamento de filariose. A pele apresenta-se em bom estado e não há presença de varizes ou pontos dolorosos. Assinale a programação fisioterápica adequada para o caso:
hidroterapia, seguida de caminhadas de 20 minutos, duas vezes ao dia.
massoterapia centrípeta, exercícios de Ratchow-Buerger e meias elásticas de média compressão.
massoterapia centrífuga, manobra de Van Der Mollen e meias elásticas de grande compressão.
massoterapia centrífuga, fonoforese e exercícios de deambulação.
eletroendosmose, meias elásticas de baixa compressão, banho-de-contraste.
Paciente de 70 anos, com a Síndrome de Arnold-Chiari, é portadora de artrose bilateral de joelhos e queixa-se de dor. A abordagem fisioterápica mais indicada é:
exercícios de alongamento para os flexores de joelho, caminhadas diárias para prevenção do sobrepeso e massoterapia para proporcionar relaxamento, evitando a fadiga.
exercícios isométricos para o grupo extensor e de alongamento para os flexores dos joellhos, exercícios de coordenação e equilíbrio para melhorar a marcha.
exercícios de iso-stretching para melhorar a musculatura extensora do tronco, acompanhados de alongamentos, tanto do grupo flexor quanto do extensor da articulação coxo-femoral, para melhorar as amplitudes dos movimentos dos joelhos.
exercícios de resistência progressiva para os membros superiores e para a musculatura abdominal, e alongamento do grupo adutor da coxa.
caminhadas diárias para prevenção do sobrepeso, alongamento da musculatura posterior e lateral da coxa, seguido de exercícios de resistência progressiva para o grupo extensor do joelho.
Para um paciente jovem que foi submetido a uma meniscectomia no joelho direito, a programação fisioterápica mais adequada para a fase aguda do quadro é:
compressas quentes sobre o joelho afetado de 1 em 1 hora, enquanto durar o quadro edematoso, seguidas de movimentos suaves no joelho.
crioterapia sobre o joelho operado e eletroterapia com corrente russa na coxa, com o membro em extensão, para se obter contrações isométricas e evitar atrofia muscular.
utilização de bicicleta estacionária, durante dez minutos, com movimentos suaves do pedal, para se evitar atrofia muscular do membro afetado.
eletroterapia com corrente interferencial tetrapolar sobre o joelho afetado, para se evitar atrofia muscular.
uso precoce dos banhos-de-contrastes, para se evitar a formação de edemas no joelho operado, e mobilização passiva com carga mínima.
Uma paciente com 45 anos de idade, com diagnóstico de Firomialgia, apresenta queixa de dor mais da na região interescapular. Assinale a iva que corresponde à terapia correta
Uso de Thera-Band, para aumentar a força muscular dos rombóides maior e menor.
Uso da Estimulação Elétrica através da Corrente Farádica, para aumentar a força muscular.
Uso do Sistema em Suspensão, para eliminar a ação da gravidade, e conseqüentemente a diminuição do esforço do músculo trapézio fibras médias.
Exercícios na Roldana de Teto, para aumentar a força muscular do músculo elevador da escápula.
Exercícios de alongamento para a musculatura de tronco, principalmente da região citada.
Além do uso de termoterapia profunda na região cervical e da cinesioterapia ativa para esse segmento, deve-se fazer exercícios de alongamento para o membro superior afetado e exercícios de liberação para a escápula.
Deve-se fazer uso da crioterapia nos locais de dor e orientar repouso.
São recomendados exercícios de alongamento para a musculatura extensora do segmento cervical, acompanhados de repouso dessa região, por meio do uso de colar cer
O TENS se apresenta como a terapia mais eficaz.
Deve-se usar o TENS associado a exercícios de fortalecimento da musculatura extensora da cabeça e do pescoço.
Paciente do sexo feminino, costureira, com 67 anos de idade, 1,50m, 55 Kg de peso e sinais vitais dentro da normalidade refere dor na preensão e apresenta, ao exame físico, sinais sugestivos de periartrite, com presença de nódulos de Eberden e Buchard, estando sob tratamento reumatológico. O tratamento fisioterápico mais adequado é:
compressas geladas e mobilização passiva de todas as falanges dos dedos.
ultra-som pulsátil, de 3 MHz, 1 W/cm2, com técnica subaquática e mobilização passiva das falanges. Orientações para atividades termoterápicas domiciliares duas vezes ao dia.
atividades com bolas de borracha, para fortalecer a musculatura dos dedos, e de coordenação, como jogos de encaixe.
eletroterapia com corrente russa, para aumento da força de preensão e incremento da circulação dos dedos.
ultra-som contínuo, de 1 MHz, 1 W/cm2, com técnica de acoplamento direto e mobilização passiva das falanges. Orientações para atividades termoterápicas no lar duas vezes ao dia.
Um paciente portador de DPOC foi submetido a uma cirurgia e apresenta um quadro de infecção respiratória. Nesse paciente, a toilete tráqueo-brônquica constitui fator importante para manter a permeabilidade das vias aéreas e, conseqüentemente, permitir as trocas gasosas, para a remoção das secreções no pós-operatório. Sobre a toilet nesse paciente, podemos afirmar que:
1)A aspiração contínua e por tempo prolongado das secreções tráqueo-brônquicas e orofaríngeas pode levar à hipoxia.
2)No pós-operatório, o repouso prolongado e as posições antiálgicas favorecem o "clearance" muco ciliar, impedindo a retenção de secreções, e reduzem os volumes e capacidades pulmonares.
3)A tosse forte é indicada no pós-operatório, para tratamento da infecção respiratória, evitando atelectasia e facilitando a remoção das secreções, sem fa de igual pressão.
Está(ão)correta(s) apenas:
2.
1.
3.
1 e 3.
2 e 3.
Paciente do sexo masculino, com 50 anos de idade, 83 Kg, 1,68m, motorista de táxi, sinais vitais dentro da normalidade, queixa-se de dor em queimação na região posterior da coxa, impedindo o movimento de flexão do tronco quando está em pé. Ao exame físico, constatou-se Manobra de Laségue positiva. A programação fisioterápica mais adequada para o caso é:
infravermelho na região afetada e alongamento da musculatura anterior da coxa.
ultravioleta na região afetada e alongamento da musculatura posterior da coxa.
ultravioleta na região afetada e alongamento da musculatura posterior da coxa.
laser de Ga/As, com tiros de 1 Joule no trajeto do nervo ciático, aplicação de TENS, com técnica radicular e exercícios de alongamento dos ísquio-tibiais.
laser de He/Ne, com tiros de 5 Joules no trajeto do nervo ciático, aplicação de TENS, com técnica local e exercícios de encurtamento dos ísquio-tibiais.
Uma paciente de 50 anos, portadora de Lúpus Eritematoso Sistêmico, apresenta osteoporose e um quartralgia mais intenso nos membroinfeores. Quanto ao tratamento fisioterápico indicado para o caso, é correto afirmar que:
1) não se utiliza a cinesioterapia como tratamento. a hidroterapia é um recurso indicado. utilizam as contrações as devem ser evitados. Es ta(s)
2) o fisioterapeuta deve estar atento à fotossensibilidade apresentada por esse tipo de paciente.
3)a hidroterapia é um recurso indicado.
4) os exercícios que concêntricas e excêntrica.
está(ão) correta(s) , apenas:
4.
1.
2 e 4.
1 e 3.
2 e 3.
Ao tratarmos um paciente com luxação anterior de ombro devem-se evitar os seguintes movimentos:
adução e rotação interna.
Com relação aos alongamentos, é correto dizer que
se deve permanecer na posição de alongamento no máximo 10 segundos.
se deve permanecer na posição de alongamento entre 15 e 30 segundos a fim de inibir o reflexo das fibras musculares extra fusais.
as fibras musculares extra fusais somente são inibidas após 2 minutos de alongamento.
as repetições rápidas e bruscas são o melhor método de alongamento.
tempo de permanência em postura de alongamento não influencia a distensibilidade muscular.
fortalecimento da musculatura do quadril com ênfase na adução.
treino de ortostatismo na prancha ortostática e fortalecimento da musculatura do quadril com ênfase em glúteo médio.
treino de marcha, ganho de ADM passiva, fortalecimento da musculatura do quadril com ênfase em adutores.
fortalecimento da musculatura global do membro afetado, treino de marcha, evitar a adução além de linha média, bem como a flexão do quadril acima de 90o.
fortalecimento dos membros inferiores globalmente sem descarga de peso.
O uso do gelo, também denominado de crioterapia, é muito utilizado em lesões do sistema músculo-esquelético. Portanto, na fase aguda de uma lesão, é utilizado
Com relação à avaliação de pacientes internados em UTI, pode-se dizer que
o fisioterapeuta deve somente preocupar-se com o quadro respiratório.
não é da responsabilidade do fisioterapeuta prevenir escaras de decúbito, pois isto é de responsabilidade da enfermagem por estar dentro de uma UTI.
o fisioterapeuta deve seguir somente os parâmetros médicos, não necessitando de uma avaliação de sua parte.
o fisioterapeuta somente poderá realizar manobras de higiene brônquica na presença de um médico intensivista.
o fisioterapeuta tem por obrigação realizar uma avaliação minuciosa, observando, inclusive, aspectos dermatológicos, osteomusculares, nível de consciência e quadro respiratório.