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Os passos a serem seguidos na técnica de extubação, após a aspiração traqueal e oral, são:
fortalecer a fixação do tubo orotraqueral, diminuir a pressão do cuff, solicitar uma expiração profunda e retirar o tubo.
fortalecer a fixação do tubo orotraqueral, esvaziar a pressão do cuff, solicitar uma inspiração profunda e retirar o tubo.
retirar a fixação do tubo orotraqueal, aumentar a pressão de cuff, solicitar uma inspiração profunda e retirar o tubo.
retirar a fixação do tubo orotraqueal, aumentar a pressão do cuff, solicitar uma expiração profunda e retirar o tubo.
retirar a fixação do tubo orotraqueal, esvaziar a pressão do cuff, solicitar uma inspiração profunda e retirar o tubo.
A indicação de Pressão Positiva Contínua nas vias respiratórias (CPAP) em neonatologia é recomendada para todos os casos abaixo, EXCETO:
taquicardia.
apneias recorrentes.
retrações torácicas.
controle de dor, se houver.
bradicardia.
A pressão positiva no final da expiração (PEEP) é o tratamento de escolha para síndromes, como Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Um efeito indesejado dessa pressão é a(o)
distensão dos alvéolos normais.
redistribuição do excesso de líquido extravascular.
melhora da relação ventilação x perfusão.
aumento da complacência pulmonar.
recrutamento de unidades alveolares colapsadas.
Em pacientes com via aérea artificial, a mensuração e o ajuste da pressão do balonete são fundamentais para evitar vazamentos ou estenose traqueal. Para evitar a incidência de estenose traqueal, a pressão no balonete do tubo orotraqueal deve estar entre
20 e 30 cmH20
30 e 35 cmH20
35 e 40 cmH20
40 e 45 cmH20
45 e 50 cmH20
São vantagens da ventilação mecânica invasiva em neonatologia, EXCETO:
reduzir o desequilíbrio ventilação x perfusão.
manter a pressão de oxigênio sanguíneo normal.
diminuir o trabalho respiratório, evitando fadiga muscular.
reexpandir áreas de atelectasia.
diminuir o retorno venoso e débito cardíaco.
Abaixo estão relacionados fatores que contribuem para a dependência da ventilação mecânica, EXCETO:
espaço morto aumentado.
fraqueza ou fadiga da musculatura respiratória.
instabilidade cardiovascular.
complacência diminuída tanto do tecido pulmonar como da parede torácica.
agitação psicomotora.
Todas são medidas da ventilação do paciente com SARA, EXCETO:
Hipercapnia permissiva.
PEEP elevadas.
Utilização de surfactante artificial.
Utilização de manobras de recrutamento alveolar.
Posição PRONA para otimização da ventilação alveolar.
Em pacientes com síndrome do desconforto respiratório agudo, recomenda-se ventilação mecânica com um volume corrente alto (superior a 6 mL/kg de peso corporal predito) e uma manutenção da pressão de platô superior a 30 cmH2O.
Instabilidade hemodinâmica, tubos nasogástricos, obesidade mórbida e escape aéreo são contra-indicações absolutas da ventilação mecânica não-invasiva.
O aumento da PaCO2 pelo aumento da ventilação alveolar e o aumento da PaO2 pelo aumento da oxigenação arterial são objetivos da ventilação mecânica.
Os modos de ventilação com pressão de suporte (PSV) e a ventilação mecânica controlada (CMV) caracterizam-se por ser obrigatoriamente modos controlados de suporte artificial.
A modalidade ventilatória denominada ventilação mandatória intermitente (IMV) permite intercalar ciclos espontâneos do paciente com ciclos assistidos em intervalos regulares.
A hiperinsuflação progressiva, a presença de distúrbio na troca gasosa e a função muscular esquelética anormal são fatores que não contribuem para a limitação ao exercício no paciente portador de DPOC.
Edema pulmonar, hipotensão arterial e isquemia miocárdica são considerados efeitos adversos durante a intubação traqueal.
A principal diferença entre a ventilação mecânica invasiva e a ventilação mecânica não-invasiva é o modo ventilatório.
As doenças neuromusculares, a síndrome de Guillain-Barré e o trauma da medula espinhal são indicações da ventilação artificial domiciliar prolongada.
O barotrauma, a redução do volume sistólico e a traqueomalacia são considerados efeitos adversos da ventilação mecânica invasiva.
A redução do espaço morto, a melhora da higiene brônquica e a preservação da laringe são as principais vantagens da traqueostomia em relação à intubação traqueal prolongada.