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Nas laringectomias parciais são considerados três fatores básicos que levam à aspiração:
não elevação da laringe, não adução das pregas vocais, alteração do segmento faringoesofágico.
elevação da laringe, não adução das pregas vocais, alteração do segmento faringoesofágico
não elevação da laringe, adução das pregas vocais, alteração do segmento faringoesofágico.
elevação da laringe, adução das pregas vocais, alteração do segmento faringoesofágico
Em pacientes com ressecção parcial do véu palatino deve(m) ser
realizada emissão de fonemas fricativos.
realizada estimulação térmica morna.
realizados exercícios dessa região
realizada fonação não sussurrada
deve incentivar, antes da cirurgia, as massagens no palato duro, facilitando a correção cirúrgica e a cicatrização.
deve informar aos pais que, no período pós-operatório da queiloplastia, o lábio superior da criança não deve ser tocado visando a um resultado estético e funcional mais adequado.
prevê o fornecimento de informações e orientações aos pais já no período pré-natal.
prevê o acompanhamento fonoterápico tradicional por anos a fio, até que o paciente realize todas as correções cirúrgicas, protéticas ou ortodônticas necessárias ao seu caso.
prevê, nos casos de distúrbios articulatórios compensatórios, como o golpe de glote e a fricativa faríngea, a correção da alteração anatômica (freqüentemente alteração da oclusão) sem a necessidade de fonoterapia.
São fatores orgânicos do distúrbio articulatório: causas ambientais, uso prolongado de chupeta e(ou) de mamadeira, problemas emocionais e vícios de articulação.
A sucção, por um período prolongado, do polegar ou de outros dedos pode alterar a arcada dentária e levar a uma deglutição atípica.
São alterações da mastigação: a trituração com os dentes, a mastigação bilateral e com lábios ocluídos e a mastigação silenciosa.
hipertonia de musculatura elevadora de mandíbula, por conseqüência de uma alimentação pastosa.
A sucção das bochechas pode causar alterações da arcada dentária do tipo mordida aberta lateral com alteração muscular. Quando ocorre unilateralmente, pode causar disfunção da articulação têmporo-mandibular.
o distúrbio articulatório, pois, estando todo o sistema
sensório-motor alterado quanto ao tônus e à mobilidade, o
indivíduo não consegue produzir determinados fonemas
(principalmente /
A deglutição é a principal função do sistema estomatognático. Segundo Ferraz (1996), um indivíduo realiza cerca de 400 movimentos de deglutição em um período de 24 horas, e existem evidências de que as crianças deglutem mais que os adultos.
A avaliação direta do paciente quanto às funções neurovegetativas, discriminação auditiva, sistematicidade das trocas fonêmicas em várias situações e estruturação de linguagem faz parte da avaliação do distúrbio articulatório.
Em um sentido mais amplo, a deglutição atípica envolve engolir e mastigar inadequadamente, além de alterações musculares e funcionais dos órgãos fonoarticulatórios associados à deglutição.
A avaliação indireta do paciente, por meio do relato dos pais quanto à postura, mobilidade e tonicidade dos órgãos fonoarticulatórios, está incluída na avaliação do distúrbio articulatório.
O hábito de sucção dos lábios acarreta alterações respiratórias e da mandíbula, provocando deglutição atípica.
Segundo Altmann (1990), a deglutição atípica caracteriza-se por qualquer alteração no padrão adulto de deglutição. Nesse caso, a ponta da língua, em vez de tocar a papila palatina, projeta-se por entre as arcadas dentárias.
A indicação ou não de faringoplastia será definida em avaliação clínica e(ou) instrumental, somente após a eliminação dos distúrbios articulatórios compensatórios.
A terapia fonoaudiológica deve ser feita com base em exercícios miofuncionais para a adequação do tônus, postura e mobilidade dos órgãos fonoarticulatórios e de funções neurovegetativas, como mastigação, deglutição, sucção e respiração.
É competência do fonoaudiólogo, sempre que julgar necessário, encaminhar o paciente para profissionais afins — como otorrinolaringologista, ortodontista, neurologista, psicólogo etc. — munido de um relatório simples e objetivo das alterações fonoaudiológicas encontradas.