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Disfagia não é uma patologia, mas sim um sinal ou sintoma de alguma etiologia. Selecione uma opção que caracteriza a disfagia na fase faríngea.
Incapacidade de lateralizar o bolo.
Regurgitação nasal.
Aspiração após a deglutição.
Refluxo gastroesofágico.
As alterações no fechamento do esfíncter velofaríngeo impactam diretamente as funções de deglutição e fonoarticulação, sendo caracterizadas como
estase na transição faringoesofágica, com risco de aspiração, voz monótona e alteração da modulação vocal
limitações de lateralização da língua durante a mastigação, estase em vestíbulo e imprecisão articulatória
dificuldade de abertura de boca, hipernasalidade, imprecisão articulatória e prejuízo na projeção vocal
perda da pressão intraoral, estase na cavidade oral e faringe, hipernasalidade e nasalização de fonemas orais
alteração da mobilidade de língua em relação ao palato duro, voz pastosa e distorção de fonemas linguodentais
A mastigação é o ato de morder, triturar e mastigar o alimento. É um ato fisiológico completo que envolve atividades neuromusculares e digestivas. Tem evolução gradativa, dependendo dos padrões de crescimento, desenvolvimento e amadurecimento do complexo craniofacial, sistema nervoso central e guias oclusais. Analise as seguintes afirmativas:
I - São quatro os músculos envolvidos na mastigação: masseter, temporal, pterigóideo lateral e digástrico.
II - São três as fases da mastigação: incisão, trituração e pulverização.
III - Durante o desenvolvimento da mastigação, entre cinco e seis meses de idade, a língua amassa os alimentos contra o palato e os movimentos são verticais.
IV - A mastigação com o padrão adulto, ou seja, movimentos rotatórios, bilateralmente e selamento labial, ocorre a partir do momento em que a criança completa dois anos e seis meses.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
IV, apenas.
I, II e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II, III e IV.
Pacientes que deglutem normalmente ao início da refeição, mas apresentam dificuldades progressivas em vista da fadiga e da fraqueza mastigatórias, podem apresentar indício de
coreia de Hungtington.
poliomiosite.
esclerose múltipla.
síndrome de Guillain-Barré.
miastenia gravis.
De acordo com os princípios básicos de avaliação e reabilitação das disfagias, é correto afirmar que
a manobra de rotação de cabeça para o lado pior é indicada para pacientes que apresentam alterações musculares unilaterais.
quando ocorre uma alteração na fase preparatória oral, pode-se esperar que o paciente aspire após a deglutição.
a manobra postural cabeça para trás é indicada para pacientes com atraso da deglutição faríngea, com fechamento laríngeo reduzido e com redução da retração de base.
a manobra com queixo para baixo é indicada para indivíduos que demonstram dificuldades em ejetar o bolo da cavidade oral para a faringe.
a disfagia esofágica é abordada exclusivamente por fonoaudiólogos.
A disfagia é um distúrbio da deglutição que pode ser decorrente de impedimentos neurológicos ou estruturais. Diante do exposto, NÃO poderia desencadear em uma disfagia:
Demências.
Encefalopatias.
Tenossinovite e estenosante.
Traumatismo de cabeça e pescoço.
Embora os sintomas da disfagia sejam comuns entre todas as faixas etárias, sua presença aumenta com a idade. NÃO se refere a um sintoma da disfagia em idosos:
Pigarro frequente.
Hipertrofia de coanas.
Constante perda de saliva pela boca.
Desconforto torácico, quando deglute.
Sobre os principais objetivos da avaliação fonoaudiológica na paralisia facial, analise.
I. Descomprimir o nervo facial.
II. Dissociar os movimentos associados dos músculos.
III. Identificar a musculatura envolvida e a fase da evolução da paralisia.
Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)
I, II e III.
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e III, apenas.
Em relação às fissuras, marque a afirmativa INCORRETA.
A otite média é a alteração otológica mais frequente nos portadores de fissura palatina.
Uma das deformidades congênitas mais comuns é a fissura palatina, que pode ou não estar associada à fissura labial.
O diagnóstico e o tratamento das malformações, como as fissuras labiopalatais, só poderão ser eficientes se ocorrer de forma multidisciplinar.
As crianças com fissuras labiopalatais podem apresentar uma fala nasalizada e com uso de algumas compensações para produção de alguns sons.
O tratamento fonoaudiológico da criança com fissura visa um atendimento precoce, mas não deve estimular o aleitamento natural e/ou artificial.
Sobre as possíveis alterações causadas pela respiração oral, analise.
I. Alterações das funções orais e neurológicas.
II. Alterações craniofaciais, corporais e neurológicas.
III. Alterações neurológicas, cardiológicas e craniofaciais.
IV. Alterações craniofaciais, dos órgãos fonoarticulatórios, corporais e das funções orais, dentre outras.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) alternativa(s)
I e III.
I, II e III.
II e IV.
I.
IV.