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Ao atuar no berçário e(ou) alojamento conjunto, o fonoaudiólogo deve alertar os pais e profissionais da área quanto à importância do aleitamento natural, aos hábitos orais e quanto ao desenvolvimento da audição e da linguagem.
No período pré-natal, o objetivo do fonoaudiólogo, como membro da equipe interdisciplinar, é orientar a gestante quanto ao aleitamento materno, às etapas de alimentação e ao desenvolvimento da linguagem e da audição
A solicitação de avaliação fonoaudiológica nos traumas de face é realizada pela equipe de cirurgia bucomaxilofacial. Nesses casos, o atendimento visa à adequação das funções do sistema estomatognático - deglutição, mastigação, respiração e fonação - exclusivamente no período pré-operatório, não sendo indicada no pós-operatório imediato.
Nas fraturas graves do terço médio da face, com comprometimento nasal importante, verifica-se a ocorrência de anosmia (perda total do olfato) que não interfere nas fases da deglutição.
As lesões nos ossos e tecidos da face implicam seqüelas funcionais e estéticas em diferentes graus, conforme o local, o tipo e a extensão da lesão. A solicitação de avaliação fonoaudiológica nos traumas de face freqüentemente tem sido realizada pela equipe de cirurgia bucomaxilofacial. Em relação a esse assunto, assinale a opção correta.
O atendimento a esse tipo de trauma visa à adequação das funções do sistema estomatognático - deglutição, mastigação, respiração e fonação - apenas no pósoperatório imediato.
Nas disfagias orofaríngeas mecânicas, o trabalho fonoaudiológico não consiste em orientar o paciente quanto à consistência mais adequada do alimento, nem quanto à necessidade de fracionamento das refeições, mas no que se refere à adequação dos utensílios e às manobras posturais facilitadoras de deglutição e protetoras das vias aéreas.
Nas fraturas mandibulares, caso o paciente permaneça alimentando-se por via oral no pós-operatório, são necessários o incentivo da ingestão oral e o reforço das orientações realizadas no pré-operatório.
No período pós-operatório imediato, a atuação fonoaudiológica deve ser iniciada independentemente da gravidade do quadro e das necessidades do paciente.
O paciente com queimadura na face, hospitalizado e ainda com muita dor, submetido à alimentação por via oral, tende a limitar os movimentos de mandíbula, tanto para a apreensão dos alimentos como para a realização da mastigação, levando a retrações teciduais que mais tarde prejudicarão a realização das funções estomatognáticas. Para prevenir que isso ocorra, o Fonoaudiólogo orienta a equipe de enfermagem para realizar mastigação
rápida, com amplitude de movimentos
rápida, sem amplitude de movimentos.
lenta, com amplitude de movimentos.
lenta, sem amplitude de movimentos.
A atuação inicial do Fonoaudiólogo em maternidades, junto às mães que amamentam pela primeira vez, consiste em observar a coordenação entre
sucção e deglutição.
respiração, sucção e deglutição.
respiração e deglutição.
respiração e sucção.
O fonoaudiólogo que atua em um hospital de cirurgias reparadoras da face, mais especificamente com crianças com fissuras labiopalatinas, deve observar as seguintes considerações, EXCETO:
São comuns os sentimentos controversos nos pais de bebês fissurados no que se refere à insegurança e rejeição.
A adequação da hipernasalidade e de uma boa condição de articulação da fala são aspectos a serem abordados na terapia fonoaudiológica.
A baixa incidência de alterações de orelha média nas crianças com fissuras labiopalatinas não justifica a inclusão de avaliação audiológica no protocolo do hospital.
Os familiares de bebês com fissuras labiopalatinas devem ser orientados em relação à alimentação, a fim de garantir a nutrição e favorecer um desenvolvimento saudável.