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Em cirurgia de cabeça e pescoço quando são ressecados toda a cartilagem tireóidea, prega vocal, ventrículo e prega vestibular do lado acometido, podendo incluir a epiglote e uma das aritenóides com preservação da subglote, pode-se afirmar que se trata de uma:
laringectomia supracricóide.
laringectomia frontolateral.
laringectomia frontal anterior.
hemilaringectomia.
cordectomia.
“O paradigma da saúde e da promoção da saúde representa transformações importantes nos pressupostos, diretrizes, políticas, concepções e práticas em saúde pública/coletiva, com repercussões na formação e nos papéis sociais dos profissionais da saúde.” (Penteado & Servilha, 2004.)
Sobre prevenção e promoção em saúde, é correto afirmar que
a atenção básica caracteriza-se por ações de saúde individuais de prevenção de agravos.
os centros de atenção psicossocial (CAPS) são serviços públicos de saúde voltados à atenção básica.
a audiometria tonal limiar faz parte da bateria de exames voltados para a prevenção da saúde do trabalhador.
a prevenção de saúde considera a relação saúde-doença como processo, um recurso aplicável à vida cotidiana das comunidades.
a promoção de saúde busca grupos e fatores de risco específicos para as doenças, na criação de estratégias que melhorem a qualidade de vida da população.
As limitações impostas pelas laringectomias, combinadas a outras modalidades de tratamento, como a radioterapia, implicam, fisiologicamente, em alterações das funções vitais, como respiração, proteção das vias aéreas inferiores e da fonação. Considerando as limitações decorrentes do tratamento do câncer de laringe, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Para o restabelecimento da produção vocal nos casos de laringectomias parciais verticais, destacam-se estratégias que estimulem a ação esfinctérica da laringe, pois a atividade vibratória não pode ser utilizada.
( ) Manobras de deglutição e estimulação sensorial oral, associadas à manipulação da consistência e do volume do bolo alimentar, fazem parte do processo de reabilitação nas laringectomias parciais horizontais.
( ) Estimular a ação esfinctérica da laringe, além de auxiliar diretamente na produção vocal, também colabora para a efetividade da função de deglutição e, consequentemente, melhora a função pulmonar, importante na reabilitação nos casos de laringectomias parciais verticais.
( ) Deglutição incompleta seguida de sonorização (Boone, Mc Farlone, 1988.), tosse com tentativa de emissão de som vocálico ao final e ataques vocais bruscos associados à técnica de empuxo são exemplos de estratégias que podem estimular a ação esfinctérica da laringe.
A sequência está correta em
V, F, V, F
F, V, V, V
V, V, V, V
F, F, F, V
F, F, V, V
Há várias situações que envolvem o atendimento fonoaudiológico, em microcirurgias laríngeas. O paciente deve ser encaminhado para fonoterapia no pré-operatório (teoricamente, seria melhor para a reabilitação vocal), mas costuma ser encaminhado somente após a cirurgia (realidade na prática clínica). Acerca da atuação fonoaudiológica, em casos de microcirurgia laríngea, assinale a afirmativa INCORRETA.
A presença de edema no pós-operatório de microcirurgia laríngea provoca grandes desvios vocais e a terapia de voz confidencial não é recomendada.
O trabalho do fonoaudiólogo pode ser de natureza educacional nos casos em que a cicatrização pós-microcirurgia ocorre de forma adequada e a voz se recupera sem desvios importantes.
Nos quadros de hipofunção laríngea, como, por exemplo, após a remoção de edema de Reinke, o paciente pode apresentar um quadro de tratopatia funcional e as várias técnicas universais podem ser utilizadas.
Dos problemas de natureza orgânica, o que provoca os piores desvios vocais é a presença de rigidez ou a escara cicatricial no local da remoção cirúrgica. Podem ser utilizadas técnicas de variação de frequências e mudanças posturais.
No pós-operatório de qualquer intervenção laríngea, pode-se observar uma discrepância entre a avaliação anatômica e o resultado funcional obtido, que seria a principal característica a ser considerada numa disfonia de natureza psicogênica.
A atuação do fonoaudiólogo no ambiente hospitalar vem aumentado. Dentro deste contexto podemos afirmar:
I. A Fonoaudiologia Hospitalar é a área da Fonoaudiologia que atua com o paciente ainda no leito de forma precoce, preventiva, intensiva, pré e pós-cirúrgica, dando respaldo técnico e prático à equipe multiprofissional, esclarecendo que o objetivo maior é impedir ou diminuir as sequelas nas formas de comunicação, que a doença de base possa deixar.
II. A atuação do fonoaudiólogo no berçário de risco tem como objetivo promover o ganho de peso, instalar as funções estomatognáticas de forma adequada, minimizar riscos de sequelas no desenvolvimento global e incentivar o aleitamento materno
Apenas I é correta.
I e II são corretas.
Apenas II é correta.
I e II são incorretas.
Em relação às queimaduras de face e pescoço, é INCORRETO afirmar que a(s)
queimaduras radiantes são provocadas por exposição ao: sol, raio-x e raio gama.
queimaduras podem ser causadas por agentes: térmicos, químicos, elétricos ou radioativos.
queimaduras podem ser classificadas quanto a: etiologia, profundidade, extensão e período evolutivo.
fase de proliferação aguda do processo de cicatrização inicia-se em 6 a 8 dias e conclui-se em 8 a 12 meses.
infecção pode impedir, nas queimaduras parciais, sua cura rápida, pela destruição dos anexos, levando à ulceração e cicatrização de segunda intenção.
Dentre os traumas de face, as fraturas do côndilo mandibular, geralmente, ocorrem por impacto na região anterior da mandíbula, podendo ocorrer com ou sem desvio do fragmento condilar. As alterações fonoaudiológicas que podem ocorrer nos casos de fratura unilateral do côndilo são
limitação total dos movimentos mandibulares, mastigação bilateral, articulação da fala sem desvio no percurso e o repouso mandibular pode estar assimétrico com apoio de língua preferencialmente do lado da fratura.
limitação parcial dos movimentos mandibulares, mastigação bilateral, articulação da fala sem desvio no percurso e o repouso mandibular pode estar assimétrico com apoio de língua preferencialmente do lado da fratura.
limitação total dos movimentos mandibulares, mastigação bilateral, articulação da fala com desvio no percurso e o repouso mandibular pode estar assimétrico com apoio de língua preferencialmente do lado da fratura.
limitação total dos movimentos mandibulares, mastigação unilateral do lado não afetado, articulação da fala com desvio no percurso e o repouso mandibular pode estar assimétrico com apoio de língua preferencialmente do lado da fratura.
limitação parcial dos movimentos mandibulares, mastigação unilateral do lado afetado com redução da amplitude do movimento, articulação da fala com desvio no percurso e o repouso mandibular pode estar assimétrico com apoio de língua preferencialmente do lado da fratura.
Na avaliação e reabilitação fonoaudiológica do paciente queimado de face e pescoço, é INCORRETO afirmar que
o trabalho multidisciplinar é sempre importante para a recuperação dos pacientes queimados.
deve-se, sempre, verificar o conforto e desconforto respiratório que a queimadura está causando.
a limitação dos movimentos e expressões faciais pode ser observada durante a avaliação fonoaudiológica.
na fase aguda, o tratamento fonoaudiológico inicia-se após os cuidados preliminares e a estabilização do quadro clínico.
os indivíduos sempre estão com sondas de alimentação, por isso não se deve avaliar, em um primeiro estágio, as funções de sucção, mastigação e deglutição.
São orientações repassadas para a reabilitação do paciente após cirurgia de fenda palatina, EXCETO:
Sucção correta: nunca oferecer chupeta e/ou mamadeira.
Mudança na alimentação: oferecer dieta de acordo com o desenvolvimento cronológico.
Massagens: melhorar a cicatrização e estimular a musculatura.
Aprender a absorver: beber no canudinho.
Musculatura orofacial: estimular o tônus (isotônicos) e/ou aumentar a massa (isométricos).
A fonoaudiologia hospitalar é uma área de atuação relativamente nova a ser implantada em vários estados do país. Além disso, a complexidade do ambiente hospitalar e as especificidades do atendimento, dependendo da unidade em questão, devem ser consideradas, pois o atendimento ambulatorial difere do atendimento em enfermaria e este do atendimento em UTI.
Em relação ao atendimento em UTI de paciente traqueostomizado, indique a alternativa CORRETA:
O insuflamento do cuff deve ser acima de 40 mmHg para ser eficiente na obstrução do escape de ar. A fisioterapia é a área responsável por esse manejo.
Durante o atendimento fonoaudiológico, o cuff deve estar sempre insuflado para evitar que ocorra penetração/aspiração de alimento durante a abordagem direta.
Cuff é uma espécie de balonete utilizado em pacientes com traqueostomia quando na UTI e dependentes de ventilação mecânica. Ao ser insuflado, impede a passagem de ar entre a cânula e a parede traqueal.
O desmame do paciente da cânula da traqueostomia é um trabalho interdisciplinar entre a fisioterapia e o serviço social, em função da angústia que a falta de ar pode gerar no paciente.
No manejo do desmame deve-se passar da cânula metálica para a plástica com e sem cuff, e com aumento gradual de calibres.
Paciente, 78 anos, internado há 10 dias, é portador de doença de Parkinson e necessita fazer angioplastia. Está desnutrido e apresentou quadro de pneumonia. Médico solicita avaliação fonoaudiológica. Analise as hipóteses a seguir:
I. Paciente pode estar com quadro de disfagia associado à doença de Parkinson.
II. Paciente apresenta nível de compreensão rebaixado, confusão mental, alteração de linguagem escrita, flacidez de musculatura de OFA, deglutição comprometida para sólidos.
III. Disfagia pode ser induzida por medicamentos neurolépticos. Os antidepressivos geralmente causam secura na mucosa da boca e a diminuicao da saliva compromete a manipulação do bolo alimentar, além de provocar sonolência, diminuição o estado de vigília e comprometendo a deglutição segura.
IV. Disfagia pode ser decorrente da idade em função de rebaixamento da força muscular, deficiência na mastigação (ausência de dentes, prótese mal adaptada).
Quais hipóteses são compatíveis com o quadro desse paciente?
Apenas I e II.
Apenas III e IV.
Apenas I, II e IV.
Todas
Apenas I, III e IV.
Imagine que um fonoaudiólogo tenha sido contratado para implantar o serviço de fonoaudiologia num hospital voltado para o atendimento do idoso. Para tanto deverá:
I. Propor palestras informativas sobre temas relacionados à atuação da fonoaudiologia hospitalar para toda a equipe, bem como treinar os atendentes de enfermagem sobre o manejo do paciente disfágico.
II. Ao longo do primeiro ano do serviço, registrar a demanda em cada unidade hospitalar (neurologia, cardiologia, oncologia, clínica geral, cirurgia, ambulatório), o número médio de atendimento realizados versus o número de fonoaudiólogos atuante e o tempo médio (em dias) a fim de realizar um planejamento a curto, médio e longo prazo.
III. Como garantia da produtividade do serviço, registrar o tempo médio entre a passagem da via alternativa de alimentação e a solicitação da avaliação da deglutição, bem como o número de sessões decorrido até a introdução, de forma segura, da alimentação por via oral.
IV. Implantar o ambulatório de disfagia para realizar o acompanhamento do paciente idoso pósinternação, com vistas a reduzir o índice de reinternações.
Está(ão) CORRETA(S):
Todas as assertivas.
Apenas as assertivas I, II e III.
Apenas as assertivas II, III e IV.
Apenas as assertivas III e IV.
Apenas as assertivas II e IV.
Paciente de 87 anos, internada com pneumonia de repetição (terceira em 12 meses), apresenta sequelas motoras, cognitivas e de linguagem decorrentes de AVC hemorrágico ocorrido há 1 ano. Na avaliação clínica fonoaudiológica da paciente internada, identificou-se que a paciente:
I. Apresenta dificuldades de deglutição tanto da fase oral como faríngea, expressas por mobilidade de OFA comprometida, diminuição de elevação de laringe, lentificação de trânsito oral do alimento, resíduos de alimentos no vestíbulo, engasgos frequentes para todas as consistências de alimentos.
II. Não se comunica verbalmente, mas consegue obedecer a ordens. Sua deglutição está preservada para alimentos líquidos, apresentando engasgos para alimentos pastosos e sólidos.
III. É fluente oralmente, com déficit de compreensão e de memória, dificuldade de deglutição, com comprometimento de vedamento labial e velofaríngeo, presentes na ingestão de alimentos sólidos.
IV. Está desnutrida, desidratada, com desorientação espaço – temporal; a deglutição encontra-se preservada.
Está(ão) CORRETA(S) apenas:
As afirmações I e III.
A afirmação I.
As afirmações II e IV.
A afirmação II.
As afirmações II, III e IV.
Em um hospital, está sendo implantado o programa de detecção precoce do câncer de boca, uma vez que no mapeamento realizado identificou-se que o diagnóstico é feito tardiamente, quando os tumores se encontram em estádios III e IV.
Com base nesse caso, é CORRETO afirmar.
Em um hospital, está sendo implantado o programa de detecção precoce do câncer de boca, uma vez que no mapeamento realizado identificou-se que o diagnóstico é feito tardiamente, quando os tumores se encontram em estádios III e IV. Com base nesse caso, é CORRETO afirmar.
O exame da cavidade oral deve ser realizado
pelo médico, cirurgião dentista e /
O programa de prevenção deve realizar uma vasta campanha de esclarecimento com distribuição de panfletos informativos sobre os sintomas iniciais do câncer de boca, para que a população possa fazer o autoexame e assim uma primeira triagem é realizada. Os casos suspeitos devem ser encaminhados ao médico oncologista.
O clínico geral deve solicitar exames laboratoriais a todo paciente integrante do grupo de risco, uma vez que são exames imprescindíveis na avaliação do tumor em estágio inicial, quando ainda não é possível a identificação por meio da palpação.
O câncer de boca não é uma doença grave se diagnosticado precocemente, com baixa incidência de recidiva e de metástases.
Nos casos de pacientes queimados, pode-se afirmar que
as sequelas na face e no pescoço podem constituir uma máscara cicatricial flácida gerando problemas à estática e à dinâmica faciais.
na fase aguda, desde que seja possível avaliar o paciente, é importante priorizar a avaliação das funções estomatognáticas e prevenir possíveis sequelas funcionais.
o comprometimento funcional resultante é exclusivo da destruição cutânea causada pela ação direta do calor.
atendimento no leito é direcionado ao trabalho com o tecido tegumentar resultante da queimadura, com o objetivo de aumentar a retração tecidual.
aumentar a abertura da boca do paciente que apresenta microstomia garante a funcionalidade das funções orais.
Com relação à atuação fonoaudiológica em UTI neonatal, pode-se afirmar que
somente a videofluoroscopia da deglutição pode constatar se o bebê está apto para se alimentar por via oral.
a sucção não nutritiva não deve ser associada com a hora da mamada, pois pode desorganizar a musculatura orofacial.
sabe-se que, mesmo quando o bebê tem dificuldade de pegar o seio materno, não deve-se utilizar bicos, chupetas e dedos de luva para estimulá-lo.
a estimulação da sucção não nutritiva e/ou da sucção nutritiva deve ser feita com a participação da mãe sempre que possível.
Em um hospital da cidade, uma criança de 2 anos foi atendida com o seguinte histórico: não fala, comunica-se com gestos e é muito agitada. O médico otorrinolaringologista realizou otoscopia, que se apresentou sem alterações. A criança foi encaminhada para avaliação audiológica cujos resultados foram: ausência de reflexo cocleopalpebral com a utilização de agogô, localização lateral do som do tambor em forte intensidade. A audiometria em campo livre, com a utilização de tons modulados, apresentou respostas auditivas em 500 HZ, na intensidade de 85 dBNA. Nas demais frequências não houve resposta auditiva. A timpanometria apresentou-se do tipo A, segundo a classificação de Jerger, com ausência de reflexos acústicos e emissões otoacústicas, bilateralmente. Na avaliação dos potenciais auditivos de tronco encefálico, foi observada presença de onda V apenas em 99 dBHL, com tempo de latência absoluta da onda aumentada. As demais ondas não foram observadas em ambas as orelhas. Considerando o desenvolvimento da audição e o caso descrito acima, analise as afirmativas a seguir:
I. Tendo em vista que os resultados sugerem presença de surdez, a amplificação sonora monoaural é indicada. O equipamento de amplificação deve ser intracanal e não há necessidade de controles especiais de ganho ou saída acústica máxima.
II. A criança atendida apresenta resultados que indicam perda auditiva de grau profundo, bilateral, do tipo neurossensorial.
III. Os resultados são compatíveis com otosclerose de origem genética, por isso, um procedimento médico e cirúrgico é indicado.
IV. Como existem diversas formas de compreensão da surdez é importante orientar a família sobre o fato de que formas diferentes de atuação são possíveis, permitindo e incentivando-a a decidir sobre a abordagem que lhe pareça ideal.
V. A possibilidade da realização de uma cirurgia para realização de implante coclear (IC) não é considerada, pois a idade da criança ainda não permite.
Está(ão) CORRETA(S):
Apenas as afirmativas II e III.
Apenas as afirmativas II e lV.
Apenas as afirmativas I e V.
Apenas as afirmativas I, II e IV.
Apenas as afirmativas I e II.
Em relação às laringectomias, temos as parciais e as subtotais. Essas podem ser didaticamente divididas em: Laringectomias parciais horizontais; Laringectomias parciais verticais e Laringectomias subtotais. Dentro da subdivisão das laringectomias parciais verticais podem ser citadas todas as alternativas abaixo, EXCETO:
Supraglóticas.
Cordectomias.
Fronto-laterais
Hemilaringectomia.
O atendimento fonoaudiológico hospitalar é uma prática em expansão em vários serviços e, entre tantos aspectos a serem trabalhados, encontra-se o câncer de cabeça e pescoço, que, em algumas situações, é tratado por meio de radioterapia. A radioterapia acarreta efeitos agudos na deglutição. As sequelas agudas observadas são alteração da mucosa, mucosite, xerostomia, alteração ou perda do paladar e sensibilidade, inapetência, odinofagia, emagrecimento, desidratação e dermatite. O fonoaudiólogo contribui com a equipe, reforçando orientações para minimizar os efeitos negativos da radiação, incluindo
prescrição de um fármaco que estimule a secreção salivar e a utilização de antifúngicos tópicos e sistêmicos.
suspensão de anestésicos, analgésicos, anti-inflamatórios e agentes antimicrobianos.
indicação cirúrgica e suspensão de antimetabólicos.
identificação e diagnóstico de obstrução respiratória, pneumonia e necrose da língua; encaminhamento para tratamento cirúrgico.
suspensão do álcool e do tabaco, hidratação abundante, suspensão de alimentos irritativos e utilização de saliva artificial; monitoramento da audição do paciente, devido à ototoxidade do tratamento.
O grau de fixação da traqueia à pele, causada pelo uso da traqueostomia, depende exclusivamente do tipo de incisão e das técnicas cirúrgicas realizadas.