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Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando objetivos a atividades realizadas na terapia de crianças com Distúrbios do Espectro do Autismo.
(1) Estimular contato interpessoal.
(2) Adequar as funções comunicativas.
(3) Adequar o contexto comunicativo.
(4) Ampliar as iniciativas de comunicação.
(5) Adequar as habilidades discursivas.
( ) Aceitar qualquer meio de expressão. Estimular o uso de dois meios comunicativos ao mesmo tempo.
( ) Envolver obrigatoriamente duas pessoas, com movimentos corporais ou trocas de turno.
( ) Propiciar oportunidades para identificação e reparação de quebras comunicativas, introdução e manutenção de tópicos.
( ) Situações simétricas, divertidas e movimentadas e situações-problema (lápis sem ponta, carrinho sem roda).
( ) Compartilhar mais, controlar menos. Planejamento de flexibilidade.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é
1 – 2 – 3 – 4 – 5.
2 – 1 – 5 – 4 – 3.
2 – 1 – 5 – 3 – 4.
1 – 2 – 4 – 3 – 5.
2 – 1 – 4 – 5 – 3.
A Paralisia Facial (PF) requer tratamento especializado visando ao reestabelecimento da mímica facial. Julgue as seguintes afirmativas:
I-A aplicação do método mioterápico para abordar o paciente com PF promove a atividade muscular e sua manutenção, retarda a atrofia muscular e estimula a fisionomia natural do indivíduo, já que os movimentos realizados estão baseados na mímica facial.
II-A mioterapia, além de aumentar a circulação sanguínea, maximiza a oxigenação dos tecidos.
III-Na reabilitação, são aplicadas técnicas para facilitação do movimento, inibição dos padrões anômalos e coordenação dos movimentos complexos.
IV-A estimulação precoce da mímica facial após a instalação da PF mostra-se eficiente no reestabelecimento funcional depois da reinervação no nervo facial.
São corretas as afirmativas:
I, II e III.
II, III e IV.
I, III e IV.
todas as afirmativas estão corretas.
A paralisia facial, central ou periférica, gera um impacto funcional e estético importante na mímica facial. No exame específico da musculatura da face é importante estabelecer se há alguma movimentação muscular. Por meio da avaliação clínica é possível observar no paciente com bom nível de consciência se a paralisia facial é central ou periférica. Considerando o local da lesão, a central caracteriza-se pela paralisia
da parte inferior da hemiface contralateral.
da parte inferior da hemiface ipsilateral.
da hemiface contralateral.
da hemiface ipsilateral.
Na investigação clínica para o Transtorno do Espectro Autista (TEA), pode haver uma deficiência intelectual (DI) associada, a qual deve sempre ser investigada. Ao encontro disso, sabe-se que a deficiência intelectual é caracterizada por déficits nas áreas social, da cognição e da capacidade adaptativa. Os indivíduos com esse transtorno também apresentam estereotipias e alterações comportamentais que podem ser bastante severas. Em alguns casos, os transtornos globais do desenvolvimento são os mais comumente associados ao autismo infantil. Nesse sentido, a prevalência aponta que 40% das pessoas com DI apresentam critérios diagnósticos para TEA e que até 70% de indivíduos com quadro de autismo clássico apresentam DI. Diante do exposto, durante a avaliação clínica de indivíduos com suspeita de um transtorno global do desenvolvimento, deve-se:
I - Descartar o levantamento minucioso do histórico perinatal. As lesões cerebrais associadas (com ou sem crises convulsivas) não interferem na investigação clínica para DI.
II - Indivíduos com DI sem causa definida devem ser investigados para uma aberração cromossômica (cariótipo) e/ou para a síndrome do X frágil.
III - Indivíduos com alterações morfológicas devem ser investigados para a existência de uma síndrome genética. A interconsulta com um serviço de genética médica é recomendável.
É correto o que se afirma em:
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I, II e III.
II e III, apenas.
Entre outras afecções, as lesões do nervo facial (VII par) podem acarretar a paralisia de Bell, cujos sintomas incluem
capacidade de fechar as pálpebras e diminuição do tamanho da fissura palpebral.
paralisia dos músculos faciais contralaterais, mantendo-se a normalidade do ângulo da boca e achatamento da prega nasolabial.
perda do reflexo córneo-palpebral.
sensibilidade a sons de alta frequência, sem paralisia do músculo estapédio na orelha média.
produção de lágrimas em excesso, maior produção de saliva e perda do paladar nos dois terços ipsilaterais da língua.
Em doenças neurológicas degenerativas, traumatismos cranioencefálicos e acidentes vasculares encefálicos, a disartria tem caráter evolutivo.
Certo
Errado
É doença crônica da laringe onde a camada superficial da lâmina própria é expandida por muco espesso conferindo-lhe aspecto gelatinoso. Está associado ao tabagismo e acomete, preferencialmente, mulheres, as quais apresentam a voz mais grave. Suas características histológicas nem sempre conseguem diferenciá-lo das demais lesões benignas da laringe, havendo necessidade de técnicas histológicas adicionais. A patologia descrita é denominada:
Pólipos vocais.
Nódulos vocais.
Edema de Reinke.
Tumor vocal.
Tumor de glote.
É uma alteração cromossômica, acompanhada de múltiplas alterações congênitas, que podem gerar diversas complicações no desenvolvimento neurofisiológico e motor dos indivíduos que apresentam esta síndrome, tais como hipotonia e disfunções motoras dinâmicas, dentre as quais destacamos o aumento do tempo de reação, movimentos lentos, atraso no desenvolvimento motor, déficits de equilíbrio postural e de co-contração de musculatura agonista e antagonista, Aspectos como hipotonia, fraqueza muscular e hipoplasia cerebelar vêm sendo sugeridos como causa do atraso no desenvolvimento motor (aquisição dos marcos motores) para crianças que apresentam o quadro de:
Síndrome de Usher.
Síndrome de Wanderburg.
Síndrome de Down.
Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Síndrome de Rett.
Criança de três anos de idade, sexo masculino, pais sem queixas quanto à audição e desenvolvimento neuropsicomotor, nunca frequentou escola. Nasceu a termo, sem intercorrências, é filho único e tem contato esporádico com outras crianças. Os pais referem que a criança fala algumas palavras, mas não gosta de ser tocado, costuma não responder ao chamado, parece viver num mundo isolado, não gosta de brinquedos, passa a maior parte do dia na tela e grita bastante. Durante a sessão fonoaudiológica foi possível notar dificuldades de linguagem que comprometem a sua interação social, apresentou ecolalia, linguagem idiossincrática e movimentos estereotipados com as mãos. Assinale a alternativa que apresenta a que quadro esse comportamento é mais compatível.
Transtorno do espectro autista
Desvio fonológico
Distúrbio fonético
Desenvolvimento típico, pois meninos demoram mais para falar
Distúrbio específico de linguagem
Diante o novo panorama da COVID de 19 no mundo, no contexto que tange à atenção primária a saúde, o Ministério da Saúde adotou estratégias de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Considere os itens abaixo e a seguir assinale a alternativa correta:
I – Criação do Informatiza APS, que faz parte da estratégia de saúde digital do Ministério da Saúde - Conecte SUS, com o objetivo de prevenir e reduzir a propagação do Covid-19 e, manter a segurança do cidadão e do profissional.
II - O Informatiza APS foi autorizado pelo Ministério da Saúde com o intuito de proporcionar o atendimento dos profissionais de saúde de nível superior da Atenção Primária, o uso das tecnologias da informação e comunicação para a realização das teleconsultas.
III - O registro dos dados da teleconsulta de Fonoaudiólogo na APS está incluído no procedimento 03.01.01.025-0 (atendimento à distância, suporte assistencial, consultas, monitoramento, diagnóstico clínico ambulatoriais, realizados através de tecnologia da informação e comunicação - TIC)
Os Itens I, II e III estão corretos.
Apenas o Item II está correto.
Apenas o Item III está correto.
Apenas os Itens I e II estão corretos.
Apenas os Itens I e III estão corretos.
"O fonoaudiólogo pode auxiliar a criança desde o processo diagnóstico, ao identificar precocemente os sinais que podem indicar o risco para o Transtorno do Espectro Autista- (TEA)".
(Por:Karla Batista.Fonoaudióloga)-(https://jadeautism.com/fonoaudiologia-e-autismo/#)
Considerando a base de conhecimentos científicos sobre o TEA, explicados pela profissional mencionada, marque a alternativa INCORRETA:
Além de auxiliar no diagnóstico, a relação entre fonoaudiologia e autismo pode fazer parte de um plano de tratamento, sendo importante envolver as famílias durante o processo, tornando-se imprescindível, explicar as dificuldades, começando pelo aconselhamento aos familiares da criança com TEA, pois o tratamento deve ser feito de forma gradual e natural.
A identificação do TEA não vem só quando a criança começa a falar, já que "antes mesmo da emissão verbal, as dificuldades de comunicação apresentadas pelas crianças com TEA podem ser atribuídas à sua inabilidade em se conectar com o interlocutor, sendo tal dificuldade observada na inconsistência ou mesmo na ausência do contato ocular".
Antes do desenvolvimento da fala, nota-se que as crianças com TEA sempre conseguem responder à comunicação não-verbal com bastante habilidade.
Além da dificuldade de manter a conexão, existe o prejuízo na atenção compartilhada. "Devido ao padrão restrito e repetitivo de interesses e atividades, a criança tem dificuldade em partilhar dos interesses propostos pelo interlocutor, logo não usufrui da principal função da comunicação, que é tornar algo em comum".
Disartrias são perturbações da articulação associadas à alteração do controle muscular dos mecanismos da fala devido a lesões ocorridas no sistema nervoso central, que perturbam a articulação de todos os fonemas, cuja emissão intervém na zona lesionada.
(LIMA, R. Alterações nos sons da fala: o domínio dos modelos fonéticos (2008). Revista Saber e Educar, 13, 149-157.)
Sobre "As Disartrias", marque a afirmação INCORRETA.
A dificuldade de expressão é permanente e uniforme e, geralmente, o paciente é consciente do seu problema.
Incluem-se também atividades como a de mastigação, deglutição, sucção ou mesmo sopro.
Esta disfunção ou dificuldade é observável no nível da articulação e resulta em flexões na articulação no sentido menos amplo da palavra.
Além da dificuldade ou impossibilidade para articular um fonema, o portador de disartria ainda apresenta dificuldades para mobilizar os seus órgãos da área perioral, qualquer que seja a finalidade de quem deles pretende servir-se.
A Atrofia Muscular espinhal é classificada pela idade de início e máxima função motora adquirida. A Atrofia identificada no período pré-natal é classificada como
Tipo 0
Tipo 1
Tipo 2
Tipo 3
Tipo 4
As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) requerem gerenciamento e cuidados permanentes. O que deve ser levado em conta no enfrentamento das DCNTs?
A transição demográfica, caracterizada pelo aumento das taxas de natalidade e progressivo aumento da expectativa de vida, traz desafios constantes à definição de novas políticas públicas.
A diversidade de doenças crônicas consideradas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), incluindo desordens mentais e neurológicas, doenças bucais, ósseas e articulares, desordens genéticas e patologias auditivas e oculares.
A faixa etária em que há maior incidência das DCNT é a infância, por isso representa o seguimento que recebe maior atenção em saúde.
As ações educativas voltadas para as DCNT são realizadas mediante o reconhecimento da comunidade envolvida e identificação das doenças prevalentes no território.
A linha de cuidado integral de uma dada DCNT visa traçar o itinerário da pessoa na rede de saúde levando em conta os equipamentos disponíveis para a assistência.
Qual é a síndrome resultante de um efeito mecânico e, portanto, extrínseco, ocorrido durante a formação fetal na qual o indivíduo apresenta fenda palatina, hipoplasia da mandíbula, micrognatia, glossoptose, malformação do pavilhão auricular e deficiência auditiva mista?
Síndrome de Hurler.
Síndrome de Treacher Collins.
Síndrome de Down.
Síndrome de Pierre Robin.
Durante uma avaliação fonoaudiológica das funções estomatognáticas, o profissional observa que após a mastigação e deglutição do alimento há um acúmulo em vestíbulo bucal. Qual é a condição muscular compatível com este achado?
Hipotonia do músculo masseter.
Hipertonia do músculo masseter.
Hipotonia do músculo bucinador.
Hipertonia do músculo bucinador.
Os dados de prevalência do autismo têm aumentado muito nas últimas décadas, por isso, faz-se necessária a compreensão sobre este transtorno.
Marque abaixo a alternativa CORRETA quando se trata do atendimento inicial de uma criança com suspeita de autismo.
Na entrevista inicial, é importante aconselhar a família sobre a maneira como este paciente pode ser melhor abordado no meio doméstico e social.
O ambiente que a criança está inserida, inicialmente, é irrelevante para a construção da história clínica do paciente.
As informações fornecidas pela família influenciam ou podem até desvirtuar a avaliação fonoaudiológica.
A coleta de dados precisa incluir informações sobre a história mais remota da criança, inclusive período pré-gestacional. De uma maneira mais aprofundada possível, sobre a rotina, preferências, interação e repulsas.
Processos de saúde e doença da criança, desenvolvimento adequado ou não, serão abordados posteriormente na avalição fonoaudiológica.
Para a avaliação fonoaudiológica de paciente com paralisia facial periférica, considere a fase flácida como aquela que aguarda a regeneração do nervo facial e a fase de sequelas após a regeneração do nervo facial. Na fase de sequelas, com relação à avaliação dos movimentos de olhos e lábios, podem ser evidenciados, respectivamente,
fechamento natural sem força; filtro labial desviado para o lado não afetado.
queda do supercílio; queda da comissura labial para o lado afetado.
piscadas assincrônicas; protusão desviada para o lado não afetado, com diminuição do movimento.
lacrimejamento excessivo durante a mastigação; protusão desviada para o lado comprometido.
fechamento natural sem força e forçado incompleto; rima labial ausente ou apagada do lado comprometido.
Aos adultos ou idosos com TEA, alguns aspectos devem ser considerados, principalmente aqueles com déficit de comunicação, podendo-se utilizar métodos diretos e indiretos à avaliação. Sobre essa temática, analise as afirmações a seguir:
I - Os métodos indiretos de avaliação incluem entrevistas e questionários a familiares e cuidadores.
II - No caso dos métodos diretos, podemos observar o indivíduo em seu ambiente natural e real (atentando às suas escolhas e formas de engajamento) ou podemos apresentar situações de teste de preferência, nas quais um ou mais itens ou atividades são avaliados simultânea ou sucessivamente.
III - Na avaliação dos riscos vividos pelo indivíduo adulto ou idoso com TEA, a presença de comportamentos auto e heteroagressivos pode apresentar lesões internas, que devem ser avaliadas pela equipe médica. Esses comportamentos colocam em risco o paciente e familiares e devem ser extensivamente discutidos pela equipe formas de tratamento e gerenciamento.
IV - Déficits nas áreas de comunicação, autocuidado e autopreservação também podem ser críticos e devem ser avaliados para melhor tratamento e gerenciamento dos riscos.
É correto o que se afirma em:
I e II, apenas.
I, II e III, apenas.
I, II, III e IV.
III e IV, apenas.
IV, apenas
Os tumores encefálicos primários podem ser classificados conforme a localização do seu aparecimento em supratentoriais e infratentoriais ou de fossa posterior. Sabendo disso, as sintomatologias motoras representativas da localização do tumor supratentorial localizado no lobo frontal são:
Distúrbios motores: hemiparesia hipotônica com dificuldade na habilidade motora, atrofia muscular que pode preceder o déficit motor.
As sintomatologias são afasia ou disfasia do tipo posterior, afetando a área de Wernicke e broca.
Alterações nas funções dos pares cranianos: diplopia, estrabismo, disfagia bulbar, disfonia, vertigens e paralisia facial periférica.
Distúrbios motores: hemiparesia ou hemiplegia, paresia ou paralisia facial central isolada, disfasia ou afasia motora, hipercinesia ou bradicinesia, ataxia do membro inferior contralateral.