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A vertigem posicional paroxística benigna (VPPB) é um distúrbio comum e benigno que causa curtos episódios de vertigem em resposta a mudanças na posição da cabeça. Em relação à VPPB, é correto afirmar:
Normalmente, as vertigens vêm acompanhadas por outros sintomas como: náuseas ou vômitos, zumbidos e perda de audição progressiva.
Apesar de benigna, a VPPB resulta de uma disfunção do cerebelo e pode vir associada à incoordenação motora.
Os episódios de VPPB são desencadeados pelo deslocamento dos otólitos que estão incrustados nos canais semicirculares para o sáculo e o utrículo, durante movimentos bruscos da cabeça.
O tratamento consiste principalmente no uso de medicamentos que atuam no sistema nervoso central.
O diagnóstico da VPPB normalmente é realizado com a identificação dos sintomas, das circunstâncias em que aparecem e com a manobra de Dix-Hallpike.
A paralisia facial é a perda temporária ou permanente dos movimentos da mímica facial, em decorrência do acometimento do nervo facial. São vários os fatores que influenciam a evolução das lesões do nervo facial. Entre as alternativas a seguir, qual pode ser considerada a condição que mais frequentemente provoca paralisia facial?
Paralisia idiopática.
Trauma.
Mononucleose infecciosa.
Herpes zóster.
Tumor cerebral.
A Encefalopatia Crônica Não Progressiva da infância - ECNP é uma condição neurológica (lesão) de caráter irreversível que provoca incoordenação das ações musculares, acarretando dificuldades na manutenção das posturas e realização de movimentos típicos pela criança. O fonoaudiólogo atua como membro da equipe multidisciplinar e precisa ter o domínio dos conteúdos pertinentes à sua área de atuação nessa condição patológica.
Com relação à temática, analise as informações identificando se são verdadeiras (V) ou falsas (F) e marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Uma das alterações fonoaudiológicas na ECNP está relacionada à sucção devido à insuficiência (ou mesmo ausência) no controle do terço anterior da língua, acarretando, por exemplo, dificuldade para deslocar o bolo alimentar na cavidade bucal.
( ) A maioria dos pacientes com ECNP apresenta refluxo faríngeo normal; apenas nos casos mais graves se constata deglutição com aspiração.
( ) A ênfase da atuação fonoaudiológica na ECNP está na área da Motricidade Orofacial, porém, o profissional também deve incluir em seu planejamento terapêutico (conforme a necessidade individual do paciente) atividades que envolvam: voz, prosódia, educação psicomotora e estruturação da linguagem.
( ) As dificuldades motoras inerentes ao quadro clínico dificultam o desenvolvimento dos sistemas sensoriais, o que implica na necessidade de se incluir na terapia a estimulação das percepções visual, auditiva, gustativa, olfativa e tátil.
( ) O estímulo proprioceptivo intraoral não está indicado para os casos de ECNP, pois a manipulação das estruturas internas desencadeará os reflexos, condição que poderá dificultar a evolução dos movimentos intencionais da criança.
F – V – V – F – V
V – V – F – F – V
F – F – F – V – V
V – F – V – V – F
F – V – F – F – F
As comorbidades que podem coocorrer com a dislexia do desenvolvimento são o transtorno do
deficit de atenção e hiperatividade, os transtornos da comunicação, o transtorno do desenvolvimento da coordenação e o transtorno de ansiedade.
deficit de atenção e hiperatividade, o transtorno do desenvolvimento de linguagem e o transtorno neurodegenerativo.
desenvolvimento de linguagem, o transtorno do deficit de atenção e hiperatividade, a deficiência auditiva congênita não corrigida e a deficiência visual congênita não corrigida.
deficit de atenção e hiperatividade, a discalculia e a afasia de Wernicke.
deficit de atenção e hiperatividade, a discalculia, as dificuldades acadêmicas associadas a um quadro de psicose e o transtorno de ansiedade e depressão.
A paralisia cerebral é definida como qualquer desordem caracterizada por alteração do movimento secundária a uma lesão não progressiva do cérebro em desenvolvimento. O evento lesivo pode ocorrer no período pré, peri ou pós-natal. Assinale a alternativa que corresponde a principal causa da paralisia cerebral infantil.
Prematuridade.
A termo.
Anóxia pós-perinatal.
Anóxia pré-natal.
Anóxia perinatal.
A Paralisia de Bell consiste na paralisia do VII par craniano (Nervo Facial) de forma aguda e causa idiopática, e é classificada como paralisia facial periférica. Sobre esse tipo de paralisia, é correto afirmar que:
é decorrente da lesão dos neurônios motores inferiores e causa plegia ou paresia do quadrante inferior da face ipsilateral à lesão, acometendo parcialmente os músculos da expressão facial.
é decorrente da lesão dos neurônios motores superiores e causa plegia ou paresia do quadrante inferior da face contralateral à lesão, acometendo parcialmente os músculos da expressão facial.
é decorrente da lesão dos neurônios motores inferiores e causa plegia ou paresia de toda a hemiface contralateral à lesão, acometendo todos os músculos da expressão facial.
é decorrente da lesão dos neurônios motores superiores e causa plegia ou paresia de toda a hemiface ipsilateral à lesão, acometendo todos os músculos da expressão facial.
é decorrente da lesão dos neurônios motores inferiores e causa plegia ou paresia de toda a hemiface ipsilateral à lesão, acometendo todos os músculos da expressão facial.
A sintomatologia da Paralisia Cerebral (PC) indica a persistência de reflexos primitivos demonstrados muitas vezes pelas reações exacerbadas, alterações nos planos de movimentos e da integridade do sistema sensorial acarretando disfunções alimentares de maior ou menor relevância no quadro clínico global do paciente. O sistema sensório-motor oral poderá se apresentar de diferentes formas dependendo do tipo da Paralisia Cerebelar (PC): PC Espástico, PC Atetoide, PC Atáxico. (...)
Fonte: (RIOS, Jacintho de Azevedo. Fonoaudiologia Hospitalar. Coleção CEFAC. S. Paulo. Cap. X. p. 100/1.)
Com base nos tipos da PC (Relação dos sintomas e o comportamento global da criança), analisando as características da "PC Atáxico", analise as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso).
(__)Tônus bem aumentado.
(__)Padrão respiratório inconsistente.
(__)Tremores de movimento e déficits perceptuais.
(__)Coordenação e balanço pobres.
Marque a alternativa com a série CORRETA.
V, F, V, F.
F, F, V, V.
F, V, F, V.
V, V, V, V.
Após o diagnóstico de TEA e a comunicação à família, deve-se iniciar imediatamente a fase do tratamento e da habilitação/reabilitação. O projeto terapêutico a ser desenvolvido deve resultar: do diagnóstico elaborado; das sugestões decorrentes da avaliação interdisciplinar da equipe e; das decisões da família. Todo o projeto terapêutico, portanto, será individualizado e deve atender às necessidades, às demandas e aos interesses de cada paciente e de seus familiares. Sobre o processo de reabilitação multiprofissional ao indivíduo com TEA, analise as afirmações a seguir:
I - A escolha do método a ser utilizado no tratamento e a avaliação periódica de sua eficácia devem ser feitas de modo conjunto entre a equipe e a família do paciente, garantindo informações adequadas quanto ao alcance e aos benefícios do tratamento, bem como favorecendo a implicação e a corresponsabilidade no processo de cuidado à saúde.
II - A avaliação sistemática do processo de habilitação/reabilitação deve ser pautada pela consideração da linguagem, dos sentimentos, dos pensamentos e das formas que o paciente tem de se relacionar com as pessoas e com o seu ambiente, bem como pela melhoria e pela ampliação das capacidades funcionais do indivíduo em vários níveis e ao longo do tempo.
III - No atendimento à pessoa com TEA, a rotina clínica não influencia (horários, espaço clínico, participantes da sessão, instrumentos, o diálogo como ponto fundamental de inserção da pessoa).
IV - No contexto do atendimento ao adulto e ao idoso com TEA, o foco do atendimento deve se voltar à integração e ao acesso aos serviços, à comunidade, à inserção no mercado de trabalho e ao lazer.
É correto o que se afirma em:
I, II, III e IV.
III, apenas.
I, II e IV, apenas.
I e II, apenas
II, III e IV, apenas
A paralisia facial pode ter características centrais, devido a lesões situadas acima dos núcleos faciais do tronco cerebral, ou periférica, devido a uma lesão a partir dos neurônios motores periféricos. As características dessas paralisias faciais são:
na paralisia facial central, é comum a queixa com relação ao lacrimejamento.
na paralisia facial periférica, toda a hemiface contralateral à lesão é afetada.
na paralisia facial central, é afetado o terço inferior da hemiface contralateral.
a paralisia facial periférica é também denominada de supranuclear.
Dependendo da modalidade sensorial envolvida, definemse os três principais tipos de agnosia, que são:
visual, auditiva e tátil
tátil, olfatória e auditiva
gustativa, olfatória e tátil
auditiva, gustativa e visual
Segundo Ortiz (2010), os dois tipos principais de apraxia são a ideatória e a ideomotora. É correto afirmar que a apraxia ideatória consiste em
um deficit na habilidade de sequencializar comandos motores necessários ao posicionamento correto dos articuladores durante a produção voluntária da fala.
um distúrbio na performance dos movimentos necessários para o uso de objetos.
uma inabilidade para sequencializar os movimentos dos braços, pernas, mãos e pés durante uma ação voluntária.
um deficit na habilidade de sequencializar movimentos voluntários não verbais da língua, lábios, mandíbula e outras estruturas orais associadas.
uma inabilidade de fazer uso de um objeto ou gesto, devido à perda do conhecimento de suas funções.
Segundo Ortiz (2010), na avaliação de um paciente com apraxia de fala como sequela neurológica, em relação aos aspectos sequenciais da fala, uma análise revela três tipos fundamentais de erros: antecipação, reiteração e metátese. Assinale a alternativa que explica o erro e apresenta um exemplo de metátese.
Substituição de um fonema que apareceria na cadeia da fala, por exemplo, o paciente fala “lanela” em vez de “panela”.
Inversão sequencial dos fonemas dentro da palavra, por exemplo, o paciente falou “lapena” para “panela”.
Repetição de um fonema que já apareceu na cadeia da fala, por exemplo, o paciente emitiu “panepa” em vez de “panela”.
Troca de fonemas na sequência normal de aparecimento, por exemplo, o paciente falou “panepa” em vez de “panela”.
Emissão repetitiva de um fonema que já ocorreu na cadeia da fala, por exemplo, o paciente falou “napela” em vez de “panela.
Mulher, 53 anos, com quadro clínico caracterizado por fatigabilidade acentuada após atividade muscular contínua, havendo melhora da força muscular após um período de repouso. A fraqueza muscular é flutuante com piora no final do dia e com acometimento das musculaturas ocular, facial e bulbar. Apresenta os seguintes achados em avaliação fonoaudiológica: aumento da nasalidade, refluxo nasal, dificuldade em controlar o bolo alimentar na boca, presença de resíduo em valéculas e hipofaringe após a deglutição e presença de aspiração devido à fraqueza das estruturas envolvidas. Diante dessas alterações, é possível suspeitar de um quadro de
Esclerose Lateral Amiotrófica.
Síndrome de Guillain-Barré.
Distrofia muscular de Duchenne.
Distrofia de Becker.
Miastenia Gravis Autoimune Adquirida.
Na prova calórica realizada com estímulo de ar, após cada estimulação térmica observamos a presença de nistagmos. Desta forma, na pesquisa do nistagmo pós-calórico na temperatura de 24 graus esperamos encontrar:
Nistagmo para baixo ao estimular o labirinto esquerdo e nistagmo para cima ao estimular o labirinto direito
Nistagmo para a direita ao estimular o labirinto direito e nistagmo para a esquerda ao estimular o labirinto esquerdo
Nistagmo para a direita ao estimular o labirinto esquerdo e nistagmo para a esquerda ao estimular o labirinto direito
Nistagmo para cima ao estimular o labirinto esquerdo e nistagmo para baixo ao estimular o labirinto direito
Paciente apresenta dor de garganta, sobretudo no início do ato de deglutição, e refere disfonia progressiva. Ao exame laringoscópico é evidenciado edema, eritema difuso (principalmente na porção vibratória das pregas vocais), dilatação dos vasos submucosos das pregas vocais, especialmente junto às bordas livres e, ainda, formação de muco espesso. Médico explica ao paciente que pode ser resultado de abuso vocal, infecção viral ou bacteriana, inalação de irritantes, como no tabagismo etc. Qual provável diagnóstico laringológico?
Laringite sicca.
Laringite aguda.
Candidíase laríngea.
Tuberculose laríngea.
Paciente, sexo masculino, 50 anos, apresenta ptose palpebral, diplopia, disfagia, disfonia e dispneia, decorrentes do aumento de fraqueza e de fadiga dos músculos estriados voluntários a situações de esforço. Relata que seus sintomas são flutuantes, e que pioram no decorrer do dia, ou mesmo, no decorrer de uma determinada atividade. Às vezes, inicia sua alimentação sem dificuldade, mas não consegue finalizá-la pelo aumento da fraqueza e da fatigabilidade na musculatura mastigatória e/ou faríngea. Qual provável diagnóstico nosológico?
Síndrome de Guillain-Barré.
Esclerose Lateral Amiotrófica.
Miastenia Gravis Auto-imune.
Distrofia miotônica de Steinert.
São achados fonoaudiológicos são esperados em um paciente com doença de Parkinson:
I. Redução da pressão sonora.
II. Aumento dos tempos máximos de fonação.
III. Menor variação de frequência fundamental.
IV. Presença de tremor vocal.
Quais estão corretas?
Apenas I e IV.
Apenas II e III.
Apenas I, III e IV.
I, II, III e IV.
As lesões organofuncionais são formações benignas. O diagnóstico diferencial entre algumas dessas lesões e as alterações estruturais mínimas da cobertura das pregas vocais é, muitas vezes, difícil, porém essencial para a elaboração de um plano terapêutico correto para o paciente. Fatores causais, características laringológicas e alterações vocais auxiliam nessa tarefa; entretanto, muitos desses aspectos são comuns a diversas lesões. Sobre as lesões organofuncionais, assinale a afirmativa correta.
Os pólipos são lesões de massa geralmente bilaterais, de configuração endofítica, podendo ser sésseis ou pediculados, com tamanhos e coloração variados.
As úlceras de contato são escavações unilaterais, algumas vezes bilaterais, que ocorrem na mucosa que cobre o processo vocal da cartilagem tireoidea.
O edema de Reinke é uma lesão difusa na camada superficial da lâmina própria, de coloração rosada. Não representa degeneração, inflamação ou hipertrofia.
Os nódulos são lesões de massa, benignas, unilaterais, com característica esbranquiçada ou levemente avermelhada, que se desenvolvem na camada profunda da lâmina própria, decorrentes essencialmente do abuso vocal.
No Transtorno do Espectro Autista (TEA), existem comportamentos que são incomuns e que não são bons preditores de TEA, porque várias crianças com TEA não os apresentam e, quando os têm, costumam demonstrá-los mais tardiamente. Em alguns casos, são observados comportamentos atípicos, repetitivos e estereotipados severos, o que indica a necessidade de encaminhamento à avaliação diagnóstica mais detalhada. Dito isso, em relação ao comportamento motor, analise as afirmações a seguir:
I - Exibem movimentos motores estereotipados: flapping de mãos, "espremer-se", correr de um lado para o outro, entre outros movimentos.
II - Têm ações atípicas repetitivas: alinhar/empilhar brinquedos de forma rígida; observar objetos aproximando-se muito deles; prestam atenção exagerada a certos detalhes de um brinquedo, demonstram obsessão por determinados objetos em movimento (ventiladores, máquinas de lavar roupas etc.).
III - Possuem sensibilidade exagerada a determinados sons (como os do liquidificador, do secador de cabelos etc.), reagindo a eles de forma exacerbada.
IV - Têm dificuldade de se aninhar no colo dos cuidadores.
É correto o que se afirma em:
I, II, III e IV.
III e IV, apenas.
IV, apenas.
I e II, apenas.
III, apenas.
A paralisia facial periférica é uma manifestação com uma diversidade grande de fatores etiológicos que gera grande impacto ao paciente tanto funcionalmente quanto em aspectos psicossociais. A paralisia facial pode ser dividida em três fases: fase flácida, fase de recuperação do movimento e fase de sequelas. A intervenção fonoaudiológica nos casos de paralisia facial periférica visa desde manter algum grau de tônus muscular e simetria em repouso a facilitar o retorno dos movimentos dos músculos da mímica facial, possibilitando a recuperação das imagens física e emocional do indivíduo. Sobre a atuação fonoaudiológica na paralisia facial periférica, é correto afirmar que:
Como a musculatura reinervada tem um limiar de fatigabilidade mais alto do que a musculatura normal, o trabalho muscular na fase das sequelas deve ser cauteloso. Diante disso, o fonoaudiólogo precisa estar atento ao estabelecer o número de repetições de cada estratégia, respeitando a resposta de cada paciente.
O trabalho da mobilidade muscular, quando a hemiface afetada começa a apresentar algum movimento, dá-se através da realização de exercícios isométricos, em que não há alteração da dimensão ou comprimento do músculo. Sendo assim, o paciente deve ser orientado a realizar movimentos da mímica facial repetidas vezes, trabalhando a mobilidade muscular.
Nas fases flácida e de recuperação do movimento, a conscientização e concentração do paciente durante a realização dos exercícios são importantes, para que ocorra controle voluntário, promovendo a conexão do sistema nervoso central com o exercício, possibilitando, assim, a reprogramação neural. Desta forma, o uso do espelho pode ser um recurso interessante, pois por ser um recurso de feedback favorece maior controle do movimento.
Quando há regeneração completa da lesão do nervo facial, pode ocorrer um crescimento axonal que não acompanha o direcionamento perineural original, tendo como sequelas mais comuns as diadococinesias, diminuição da amplitude do movimento e contraturas. A intervenção fonoaudiológica, nesses casos, visa a reprogramação do controle motor, alongamento e relaxamento da musculatura em contratura, além do aumento da amplitude dos movimentos.
O uso da compressa fria na hemiface afetada visa o estímulo à contração da musculatura paralisada por meio do arco reflexo de propriocepção e exterocepção. Com a apresentação do estímulo frio, a condução nervosa é realizada pelas fibras aferentes somáticas gerais do nervo facial. Em seguida, há conexão com o núcleo motor do nervo facial, no tronco encefálico. Por fim, ocorre a contração da musculatura da face devido ao estímulo das fibras eferentes do nervo facial.