Questões de Concurso sobre Solos

 
 
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De acordo com a Embrapa Clima Temperado, os citros adaptam-se bem a praticamente todos os tipos de solos. Desta forma, podem ser cultivados em solos arenosos e argilosos, bem como em solos com texturas intermediárias. A cultura requer, porém, solos:


I. Pouco profundos.

II. Porosos.

III. Bem drenados.


Estão CORRETOS:


A

Somente os itens I e II.


B

Somente os itens I e III.


C

Somente os itens II e III.


D

Todos os itens.

É denominado estrutura o arranjo ou disposição das partículas que estão presentes no solo. Existe um tipo de estrutura que é característico das areias e pedregulhos, predominando as forças da gravidade na disposição das partículas que se apoiam diretamente umas sobre as outras. De acordo com a maneira pela qual os grãos se agrupam, a estrutura pode ser mais densa ou mais solta, o que é definido pelo "grau de compacidade". Esta estrutura é a:


A

avo de abelha.


B

alveolar.


C

granular simples.


D

floculenta.


E

em esqueleto.

Na metodologia de dosagem Marshall, a temperatura do Cimento Asfáltico de Petróleo (CAP), quando misturado ao agregado, deve ser tal que sua viscosidade esteja situada entre 75 e 150 sSF (segundos Saybolt-Furol). Independetemente do asfalto utilizado, a temperatura não deve ser superior a

A
145 ºC

B
152 ºC

C
177 ºC

D
183 ºC
Considera-se como orgânico o material do solo que apresenta o seguinte teor de carbono orgânico:

A
0,8 g kg-1, avaliado na fração terra fina seca ao ar por método adotado pela Embrapa Solos.

B
8 g kg-1, avaliado na fração terra fina seca ao ar por método adotado pela Embrapa Solos.

C
800 g kg-1, avaliado na fração terra fina seca ao ar por método adotado pela Embrapa Solos.

D
80 g kg-1, avaliado na fração terra fina seca ao ar por método adotado pela Embrapa Solos.

No esquema a seguir são mostradas duas curvas granulométricas (A e B), correspondentes a misturas asfálticas a quente utilizadas em pavimentação. Analise-o.

Imagem associada para resolução da questão


Em função da distribuição dos grãos, as misturas apresentadas no esquema são:


A
Camada Porosa de Atrito (CPA) para a Curva A e Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) para a Curva B.

B
Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) para a Curva A e Areia Asfalto Usinado a Quente (AAUQ) para a Curva B.

C
Areia Asfalto Usinado a Quente (AAUQ) para a Curva A e Camada Porosa de Atrito (CPA) para a Curva B.

D
Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) para a Curva A e Camada Porosa de Atrito (CPA) para a Curva B.
Uma amostra de solo arenoso apresenta um índice de vazios de 0,51. Sabendo-se que o índice de vazios máximo e mínimo é, respectivamente, 0,80 e 0,50, conclui-se que

A
o material está em estado fofo.

B
o material está próximo do peso específico aparente seco máximo.

C
o material está próximo do peso específico aparente seco mínimo.

D
o material está num estado medianamente compacto.
Uma amostra do ensaio de determinação de densidade real em agregados miúdos deve conter

A
250 g do material retido entre as peneiras de aberturas 4,8 e 0,075 mm.

B
350 g do material retido entre as peneiras de aberturas 4,8 e 0,075 mm.

C
400 g do material retido entre as peneiras de aberturas 4,8 e 0,075 mm.

D
500 g do material retido entre as peneiras de aberturas 4,8 e 0,075 mm.
O controle de compactação objetiva comprovar se as propriedades do solo compactado estão obedecendo aos padrões definidos no laboratório. Para isso, fixam-se

A
o peso específico aparente seco a ser atingido e o teor de umidade de compactação.

B
o peso específico aparente úmido a ser atingido e o teor de umidade de compactação.

C
o peso específico aparente seco a ser atingido e o teor de umidade do material saturado.

D
o peso específico aparente úmido a ser atingido e o teor de umidade do material saturado.
O Índice de Suporte Califórnia está dado pela relação entre a resistência à penetração de uma amostra de solo compactado e

A
a resistência à penetração de uma amostra do mesmo material, compactada na energia modificada.

B
a resistência à compressão simples de uma amostra do mesmo material, compactada na energia modificada.

C
a resistência à penetração de uma amostra de brita graduada, adotada como padrão de referência.

D
a resistência à penetração de uma amostra de argila rija, adotada como padrão de referência.
O teor de umidade é a relação entre a massa ou o peso da água e a massa ou o peso dos sólidos. Com base nesta definição, pode-se concluir que

A
a umidade é uma propriedade intrínseca do solo.

B
a umidade varia de 0 a 100%.

C
a umidade oferece informação do nível de ocupação dos vazios do solo com água.

D
a umidade depende do estado em que se encontra o solo.
Durante o procedimento do ensaio Marshall, devem ser produzidos corpos de prova de, aproximadamente,

A
800 g de peso e altura de 60,5 ±1,3 mm.

B
1000 g de peso e altura de 63,5 ±1,3 mm.

C
1200 g de peso e altura de 75,5 ±1,3 mm.

D
1200 g de peso e altura de 63,5 ±1,3 mm.
Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, para a realização do ensaio de compactação no cilindro pequeno, o número de camadas necessário para a energia normal, intermediária e modificada de compactação é, respectivamente:

A
3, 5 e 5

B
3, 3 e 5

C
5, 5 e 5

D
3, 3 e 3

Em um solo, o nome que se dá para a razão entre o volume de vazios e o volume total de uma amostra do solo é:


A

grau de compactação.


B

umidade.


C

plasticidade.


D

grau de aeração.


E

porosidade.

“[...] se instala em meio úmido em virtude de condições especiais de sua base rochosa, relevo e hidrografia, ou da ação antrópica, através do uso predatório de recursos. Um dos casos mais conhecidos é o da região sudoeste do Rio Grande do Sul (municípios de Quaraí, Alegrete e Cacequi), onde a prática agrícola em regiões de arenito Botucatu acabou expondo a rocha matriz, originando extensos areais e campos de dunas, sem que as médias pluviométricas sofressem alteração significativa”.

(CONTI, José Bueno. Clima e Meio Ambiente. São Paulo: Atual, 1998, p.75)


O processo de transformação ambiental descrito no texto é denominado


A

lixiviação.


B

arenização.


C

salinização.


D

desertificação.

Considerando os coloides do solo, assinale a afirmação verdadeira.

A
As substituições isomórficas de Al3+ por Mg2+, assim como as de Si4+ por Al3+, originam as cargas dos coloides minerais.

B
As argilas silicatadas são constituídas por lâminas de tetraedros de alumínio e octaedros de silício.

C
As camadas de argilas silicatadas do tipo 2:1 são constituídas por duas lâminas de octaedros e uma de tetraedro.

D
O ponto de carga zero (PCZ) da caulinita ocorre numa faixa de pH alcalino, portanto, a prática da calagem não influencia a geração de cargas variáveis neste mineral.

Três classificações das unidades do relevo brasileiro foram formuladas em períodos distintos e por geógrafos diferentes: Aroldo de Azevedo, Aziz Ab’Saber e Jurandyr Ross. Cada uma delas foi feita levando em conta determinados critérios. (Lucci, 2015). Sobre essas três classificações do relevo brasileiro, analise as assertivas abaixo:


I. A partir da década de 1940, adotou-se a classificação do geógrafo Aroldo de Azevedo, que dividia o Brasil em planaltos e planícies e definia essas unidades a partir das altitudes.

II. Na década de 1960, o geógrafo Aziz Ab’Saber estabeleceu uma classificação que considerava, além da altitude, os processos geológicos responsáveis pela formação do modelado terrestre.

III. A partir da década de 1990, a classificação do geógrafo Jurandyr Ross associou as informações altimétricas com os processos de erosão, sedimentação e gênese, integrando-os às estruturas geológicas nas quais ocorrem. Assim, o relevo brasileiro passou a ser classificado em depressões, planaltos e planícies.


Quais estão corretas?


A

Apenas I.


B

Apenas I e II.


C

Apenas I e III.


D

Apenas II e III.


E

I, II e III.

A análise granulométrica de um solo indica que 90% do material é retido na peneira n. 200. Logo,

A
o material é grosso.

B
o material é fino.

C
a porcentagem de areia é de 90%.

D
a porcentagem de argila é de 90%.
Os ensaios de caracterização de dois solos finos, denominados solo A e solo B, indicaram o limite de liquidez LL de 70% e limite de plasticidade LP de 40% para o solo A. Já o solo B tinha limite de liquidez LL de 55% e limite de plasticidade LP de 25%. Sabendo-se que a umidade natural dos dois solos é de 50%, conclui-se que

A
os solos estão no teor de umidade natural, o solo A é mais consistente que o solo B.

B
os solos estão no teor de umidade natural, o solo B é mais consistente que o solo A.

C
o solo A tem consistência mole.

D
o solo B tem consistência média.
O teor de umidade de solo no ponto de transição de sólido a semissólido define o limite de

A
contração.

B
plasticidade.

C
liquidez.

D
Atterberg.
   
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