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Analise as afirmativas abaixo em relação à sociedade da Antiga Roma.
1. A sociedade romana era matriarcal e caracterizava-se pela pouca hierarquização.
2. Os Clientes, grandes proprietários, eram a classe dominante.
3. Os Plebeus, embora numerosos e importantes na economia romana, eram desprovidos de direitos políticos nos primeiros séculos da História de Roma.
4. As cidades do Império Romano tinham na escravidão a base da sua economia.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
São corretas apenas as afirmativas 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
Assinale a alternativa correta a respeito da democracia grega.
O sistema democrático grego nasceu em Atenas a partir das reformas de Clístenes.
A participação política dos escravos era permitida unicamente na Assembleia Popular (Eclésia).
Na democracia ateniense permitia-se a participação de todas as classes sociais nas decisões políticas.
Embora considerados de segunda classe, os “Periecos”, por seu poder econômico, formavam a classe mais poderosa e importante na Antiga Atenas.
As mulheres, independentemente da classe social, tinham ampla participação na vida política das cidades gregas, principalmente em Atenas.
“O antigo Oriente Próximo – também chamado de Ásia Ocidental ou Ásia Anterior – abrangia o Egito, a Arábia, a Síria, a Palestina, a Mesopotâmia, a Armênia, o Irã e a Ásia Menor. Foi nessa região que surgiram as primeiras civilizações da Antiguidade” (Aquino, 2008). Sobre a Antiguidade no Oriente Próximo, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A organização social e política dos hebreus pode ser caracterizada por diversidade tribal e autonomia comunitária, não conseguindo organizar o Estado em um governo centralizado.
( ) O Egito Antigo destacou-se pela centralização política em torno do faraó, arquitetura monumental e forte integração entre religião e poder através de um Estado Teocrático.
( ) Os fenícios consolidaram-se como sociedade urbana e mercantil, desenvolvendo navegação avançada, comércio de longa distância e o alfabeto fonético que influenciou culturas posteriores.
( ) O Império Persa implementou uma administração centralizada com políticas de respeito à diversidade cultural, consolidando uma das primeiras formas de império multiétnico.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
F – V – V – V.
V – F – V – V.
F – V – F – F.
V – F – F – F.
F – F – V – V.
Considere a seguinte citação:
“A expressão ‘invasões bárbaras’, consagrada pela tradição historiográfica, deve ser problematizada, uma vez que sugere uma ruptura brusca e unilateral. A pesquisa contemporânea tem evidenciado que o processo de instalação dos povos germânicos no interior do Império foi mais complexo, caracterizado por acomodações, negociações e formas variadas de integração.” SILVA, Gilvan Ventura da. O fim do mundo antigo: uma discussão historiográfica. Dimensões, n. 17, 2005, p. 28).
Sobre o fim do Império Romano, assinale a alternativa correta.
A desagregação do Império Romano pode ser explicada exclusivamente pela pressão militar dos povos germânicos, que impôs colapso súbito às instituições romanas.
A incorporação dos povos germânicos ao exército e ao sistema político romano contribuiu para mudanças estruturais que fragilizaram a unidade imperial.
O processo de ruralização econômica foi irrelevante para a queda, uma vez que o comércio mediterrânico permaneceu sólido e estável até o século V.
O colapso do Império ocorreu sem relação com crises internas, devendo-se exclusivamente à expansão do cristianismo e sua oposição à ordem imperial.
O fim do Império pode ser compreendido como fenômeno externo ao mundo romano, uma ruptura total provocada por fatores alheios às suas transformações sociais.
No início do século XVI, a unidade do cristianismo ocidental, até então hegemonizada pela Igreja Católica Romana, foi rompida por um movimento conhecido como Reforma Protestante. Iniciado por críticas teológicas e morais à Igreja (como a venda de indulgências), o movimento rapidamente ganhou conotações políticas e sociais, levando à fragmentação religiosa da Europa. A Igreja Católica reagiu a esse movimento com sua própria reforma interna, a Contrarreforma. Sobre as doutrinas e características desses movimentos, assinale a alternativa correta.
A Contrarreforma (Concílio de Trento) foi um movimento de conciliação que aceitou as principais críticas de Lutero, abolindo o Tribunal da Inquisição e o celibato clerical, e adotando a 'justificação pela fé' como doutrina oficial.
A Reforma Anglicana, promovida na Inglaterra por Henrique VIII, foi um movimento de natureza estritamente teológica, que buscava purificar a Igreja das influências do papado e adotar os princípios do anabatismo, como o batismo adulto.
O Calvinismo, desenvolvido por João Calvino, rejeitava a ideia de predestinação e defendia que a salvação era alcançada exclusivamente através das boas obras e do sucesso material, sendo a doutrina preferida pela nobreza feudal.
A doutrina luterana defendia a 'justificação pela fé', afirmando que a salvação é alcançada pela fé do indivíduo em Deus, e não pelas obras (como caridade ou compra de indulgências), e propunha a livre interpretação da Bíblia.
As civilizações da Antiguidade Oriental e Ocidental desenvolveram-se de maneira distinta, refletindo formas de organização política, econômica, social e cultural próprias de seus contextos geográficos, climáticos e históricos. Enquanto as civilizações orientais frequentemente se estruturavam em Estados centralizados e sociedades agrícolas, as ocidentais desenvolveram cidades-estado e experiências democráticas ou republicanas, com diferentes contribuições para a cultura, ciência e direito. Relacione as civilizações da Coluna A com suas características correspondentes na Coluna B:
Coluna A − Civilizações
1.Mesopotâmia
2.Egito
3.Grécia Antiga
4.Roma Antiga
Coluna B − Características
(__)Civilização marcada por cidades-estado, filosofia, teatro e experiências democráticas em Atenas.
(__)Estrutura política centralizada no faraó, agricultura dependente do rio Nilo e construção de monumentos como pirâmides.
(__)Primeiro grande Estado centralizado da Mesopotâmia, com códigos legais, escrita cuneiforme e economia agrícola irrigada.
(__)República e Império com forte sistema jurídico, engenharia avançada e expansão territorial através da guerra e conquista.
Assinale a sequência correta de cima para baixo:
2, 4, 3, 1
3, 4, 1, 2
2, 3, 4, 1
3, 2, 1, 4
A sexualidade na Grécia Antiga era estruturada por normas sociais que refletiam a organização patriarcal da pólis e a separação dos papéis de gênero. Relações entre homens eram comuns, especialmente no contexto da pederastia, e estavam associadas a ideais pedagógicos e aristocráticos. Com base no texto e no contexto histórico da sexualidade grega, indique a opção correta.
A pederastia grega era uma relação estritamente pedagógica, sem qualquer dimensão sexual, sendo aceita unicamente como um vínculo de aprendizado entre um homem mais velho e um jovem aprendiz.
As relações homoeróticas na Grécia Antiga eram amplamente condenadas, e os homens que mantinham tais práticas eram socialmente marginalizados, visto que a sociedade grega valorizava exclusivamente a heterossexualidade.
O casamento na Grécia Antiga era baseado no amor romântico, e as esposas tinham liberdade para escolher seus parceiros e participar ativamente dos banquetes filosóficos e simposia.
A sexualidade na Grécia Antiga era regulamentada por um sistema de leis rígidas que proibiam qualquer tipo de relação extraconjugal, tanto entre homens quanto entre homens e mulheres.
Diferente das concepções modernas de sexualidade, na Grécia Antiga a identidade sexual não era rigidamente definida, e as relações entre homens não implicavam que eles se identificassem como pertencentes a uma orientação específica.
Analise o trecho abaixo.
"Os gregos conferiam a esse ponto extremo o nome de Colunas de Hércules, em memória às aventuras mitológicas do seu conhecido herói, o qual, num dos seus 12 trabalhos super-humanos, teria aberto à força o contato entre o Atlântico e o Mediterrâneo empurrando as montanhas para que pudesse passar. Aquém desse ponto era o mundo conhecido; para além dele, raras as informações nutriam histórias fantásticas e temores atávicos." (NETO, José Maria. G. S.; Para além das colunas de Hércules: o Atlântico na Antiguidade. In. Teixeira da Silva, F. C.; Leão, K. S. S.; & Alves de Almeida, F. E. Atlântico: a história de um oceano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2013. p. 24.)
Essa imagem do Atlântico como um misto de temor e pânico, mas também, fascínio e maravilhoso que flertava com o absurdo e o irreal tem uma longa história nas narrativas do Ocidente. O seu nascimento está conectado a uma série de questões e contextos desenvolvidos pelas civilizações da Antiguidade clássica, em particular, а grega. Nesse sentido, assinale corretamente a opção que apresenta corretamente a tese defendida pelo autor em seu texto.
O imaginário sobre o Atlântico era uma maneira de desmerecer os cartagineses que, a partir de suas colônias na costa do atual Marrocos, realizavam expedições até a altura das ilhas Canárias para a exploração de pescado e tintura de púrpura.
A idealização do Atlântico era fruto da cosmovisão greco-romana de que o oceano aberto, sem terra à vista, ou seja, sem seres humanos, por exemplo, era um local que propiciava nos homens do mar (os tripulantes) o apreço pela barbárie.
Ο fantasioso em torno do Atlântico mostrava que aquela massa de água era um mundo de cabeça para baixo, somente possível em um ambiente não helênico e, quanto mais não helenizado o oceano parecesse, mais helenizada se tornava a paisagem conhecida, isto é, mais especial os povos da Grécia pareciam.
O oceano Atlântico era estranho e gerava apreensão porque era, na verdade, segundo pesquisas atuais, um espaço de conquista fenício, os quais buscavam minas de estanho na costa das ilhas britânicas e das terras escandinavas, ou seja, depreciar o oceano era diminuir o papel histórico da Fenícia.
A ideia de um Atlântico maquiavélico era uma maneira de contrapor aquela enorme massa de água ao Mediterrâneo, um território marítimo considerado civilizado e moldado pelas instituições da pólis grega, em particular de Atenas e Roma.
Durante a realeza, e nos primeiros anos republicanos, as leis eram transmitidas oralmente de uma geração para outra. A ausência de uma legislação escrita permitia aos patrícios manipular a justiça conforme seus interesses.
COULANGES, F. A cidade antiga. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
A conjuntura sociopolítica da Roma Antiga, conforme apresentada no texto, foi contestada pelos
monarcas, que queriam expandir o código jurídico.
plebeus, que almejavam participar da vida política.
nobres, que desejavam superar a relação de dependência.
camponeses, que aspiravam diminuir a jornada de trabalho.
estrangeiros, que ambicionavam acessar os espaços públicos.
Com a participação dos dórios, a união de quatro aldeias próximas, no sudoeste do Peloponeso da Grécia Antiga, deu origem à cidade de:
Siracusa.
Atena.
Macedônia.
Esparta.
A história de Roma Antiga pode ser dividida em dois grandes períodos: a República e o Império. A República Romana, que durou aproximadamente de 509 a.C. a 27 a.C., foi marcada por um sistema político no qual o poder era compartilhado entre os senadores e os magistrados, e pela constante expansão territorial através de conquistas militares. Com o advento do Império Romano, o governo tornou-se autocrático, centralizando o poder nas mãos do imperador, enquanto Roma se expandia ainda mais, atingindo seu ápice territorial. O Império Romano, que teve início com Augusto, trouxe grandes inovações, mas também enfrentou sérios problemas internos e externos que contribuíram para sua queda.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a transição entre a República e o Império Romano.
A transição da República para o Império Romano ocorreu sem grandes conflitos, de forma gradual, com o Senado e as assembleias populares aceitando pacificamente a ascensão de Augusto ao poder.
O final da República Romana foi marcado pela ascensão de Júlio César como ditador perpétuo, e sua morte foi um fator decisivo para a instauração do Império Romano.
A principal característica do governo imperial foi a total descentralização do poder, com as províncias tendo grande autonomia em relação ao imperador.
A República Romana foi caracterizada por um sistema absolutista de governança, onde o Senado tinha pouco ou nenhum poder sobre as decisões do governo central.
O Império Romano foi instituído sem modificações no sistema político, continuando com o modelo de governo republicano, mas com uma maior centralização do poder nas mãos de um grupo de senadores.
A respeito dos fatores internos e externos que contribuíram de forma mais significativa para a queda do Império Romano Ocidental, assinale a alternativa correta:
Uma combinação de fatores internos, como decadência moral, corrupção e perda do sentimento cívico, juntamente com pressões externas causadas pelas invasões bárbaras e problemas econômicos decorrentes da desorganização administrativa.
A propagação rápida do cristianismo, que provocou um isolamento cultural e uma perda de coesão social no Império Romano Ocidental, tornando-o vulnerável às invasões internas e externas.
Uma súbita e inesperada crise de peste que destruiria grande parte da população e das forças militares, agravando as tensões internas e facilitando as invasões bárbaras.
A resistência quase invencível dos povos bárbaros, que inviabilizou qualquer tentativa de reconquista ou defesa efetiva, aliada à ausência de alianças políticas duradouras entre os romanos.
A deterioração ambiental causada por desmatamento em larga escala, que comprometeu os recursos agrícolas essenciais, levando à crise alimentícia que facilitou as invasões externas no Império Romano Ocidental.
No período de expansão e consolidação de Roma, as transformações políticas, sociais e culturais foram intensas. O processo de conquista territorial trouxe riquezas, mas também acentuou desigualdades e tensões internas que contribuíram para a crise da República e, posteriormente, para o surgimento do Império. Nesse contexto, as vivências culturais romanas expressaram tanto a influência de povos conquistados quanto a consolidação de uma identidade própria. Diante esse cenário histórico, marque a alternativa CORRETA:
O contato com povos conquistados, como os gregos e egípcios, influenciou profundamente a cultura romana, especialmente nas artes, filosofia e religião.
A expansão territorial romana promoveu a igualdade social e política entre patrícios e plebeus, fortalecendo a República e evitando conflitos internos.
As reformas dos irmãos Graco garantiram estabilidade duradoura à República Romana, consolidando uma sociedade mais justa e equilibrada.
O declínio de Roma foi exclusivamente causado por invasões bárbaras, sem relação com fatores econômicos e sociais internos.
As chamadas “Civilizações Potâmicas” desempenharam um importante papel para a formação da cultura ocidental.
Assinale a alternativa em que são relacionadas unicamente civilizações Potâmicas e seus legados.
Sumérios, hititas e gregos: primeiro código de leis, democracia.
Sumérios, acádios e babilônios: primeiro código de leis, escrita cuneiforme.
Babilônios e romanos: primeiro código de leis, democracia.
Acádios e babilônios: sistema sexagesimal, alfabeto.
Gregos e Romanos: primeiro código de leis, escrita cuneiforme.
Assinale a alternativa que combina, com coerência, cidadania ateniense e expansão dos direitos em Roma durante o Principado.
Atenas com participação cívica de nascidos de pais cidadãos, Roma com ampliação jurídica municipal e poder do princeps sob fachada republicana.
Atenas com acesso político de todos os residentes, Roma com retirada de direitos municipais e extinção definitiva do Senado.
Atenas com voto indireto por estamentos, Roma com cidadania restrita às legiões e supressão de magistraturas urbanas.
Atenas com representação obrigatória por renda, Roma com direitos civis apenas nas colônias e veto amplo à municipalização.
Sobre as transformações socioeconômicas que marcaram o período de transição da Antiguidade Clássica para o Feudalismo na Europa ocidental, assinale a alternativa correta.
Ocorreu um grande florescimento do comércio de longa distância e das atividades urbanas.
Houve um processo de ruralização, com o declínio das cidades e o fortalecimento de grandes propriedades rurais.
A economia passou a ser predominantemente baseada na manufatura têxtil em larga escala nas cidades.
Fortaleceu-se a servidão coletiva estatal em detrimento da escravidão individual.
Por volta de 700 a.C., as cidades gregas começaram a se desenvolver, bem como seu comércio marítimo e sua produção agrícola. Isso foi propiciado, em parte, pelo Império Assírio, que estava cada vez mais poderoso e sedento por produtos importados. Nesse contexto, as cidades gregas foram, aos poucos, se transformando em cidades-estados. Dentre essas cidades-estados, destaca-se Esparta, que se caracterizou
por sua democracia direta e sua ampla participação política.
por seu sistema militarista e sua educação voltada para a guerra.
pela construção de um sistema educacional voltado para o desenvolvimento social.
pela promoção do comércio marítimo com o Império Assírio.
pela criação de uma sociedade igualitária sem classes.
Grécia e Roma são exemplos de grandes civilizações. A Grécia Antiga foi uma civilização que se desenvolveu no sul da Europa, de modo mais preciso na Península Balcânica. Essa civilização é conhecida por sua rica história e cultura, de modo especial no campo da política e filosofia. Nesse sentido, a democracia ateniense, que se iniciou por volta do século V a.C., era caracterizada, especialmente,
pela participação exclusiva dos cidadãos do sexo masculino, somente adultos.
pela inclusão de todos os que habitavam a cidade, até mesmo escravos, mulheres e estrangeiros.
pela criação da Ágora, que era marcada por ser o espaço racional da Grécia, isto é, um espaço destinado aos mortos e aos deuses.
pela centralização do poder político nas mãos de um governante monarca.
por uma ausência de forma de organização política, visto que os pensadores ainda estavam preocupados em discutir os preceitos da arché.
“Assim, Roma designa uma cidade antiga e todo um império, um imenso conglomerado de terras que, no seu auge, se estendia da Grã-Bretanha ao rio Eufrates, do Mar do Norte ao Egito. ‘Todos os caminhos levam a Roma’, ditado dos próprios romanos para dizer que todas as estradas conduziam à cidade de Roma, considerada o centro do mundo. Assim, Roma significa, ao mesmo tempo, uma cidade e um Estado.”
(FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2001. p. 49.)
Roma legou diversas inovações à civilização ocidental. Nesse sentido, é correto afirmar que
o sistema político romano, por ter sido baseado no autoritarismo imperial, não teve qualquer influência nas estruturas institucionais das democracias modernas.
as leis romanas formaram a base para o desenvolvimento do direito ocidental, sendo fundamentais para a organização das sociedades modernas.
a arte e a arquitetura romanas foram apenas reproduções passivas da cultura grega, não deixando contribuições originais ao patrimônio cultural do Ocidente.
a sociedade romana era marcada pela completa integração social, não apresentando conflitos de classe nem distinções entre grupos étnicos ao longo de sua história.
a expansão territorial romana não teve impacto duradouro sobre as línguas europeias, pois o latim foi rapidamente substituído após a queda do Império.
Sobre as interpretações historiográficas acerca do fim do mundo antigo, podemos observar que diferentes correntes de pensamento procuraram compreender as complexas transformações que culminaram na desagregação do Império Romano do Ocidente. Tais interpretações envolvem perspectivas que vão desde análises política e administrativa, passando pelos aspectos culturais e religiosos, até abordagens econômicas e sociais. Sobre esse assunto, assinalar a alternativa INCORRETA.
A Escola dos Annales introduziu uma abordagem inovadora ao destacar a importância das temporalidades múltiplas na análise histórica, superando o conceito de linearidade temporal da história tradicional.
O conceito de Antiguidade Tardia, segundo Henri-Irénée Marrou, valoriza a fusão dos valores clássicos romanos com os cristãos e bárbaros, destacando a continuidade cultural em vez de rupturas abruptas.
Os historiadores iluministas reforçaram a ideia de decadência do Império Romano ao associá-la ao atraso cultural e religioso que caracterizou a Idade Média.
A visão marxista sobre a desagregação do Império Romano priorizou os aspectos culturais e religiosos em detrimento de análises econômicas e sociais no período de transição.