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A criação do Sistema Único de Saúde (SUS) como uma política universal para todos constitui-se em uma das mais importantes conquistas da sociedade brasileira no século XX. Consagrado na Constituição Federal de 1988, nos seus artigos 196 a 1981, o SUS deve ser valorizado e defendido como um marco para a cidadania e o avanço civilizatório. É importante salientar que a enorme desigualdade social existente no País produz vulnerabilidades que, ao lado do envelhecimento da população, aumentam o consumo dos serviços de saúde.
A saúde, como direito previsto pela Constituição, estabeleceu um sistema essencialmente público e único, reservando ao setor privado um papel complementar, ou seja, de atuar onde o sistema público não estivesse presente, mediante necessidades explícitas sob a decisão e a regulação do SUS.
A sociedade deve reconhecer a diferença entre direito à saúde e poder de compra de serviços de saúde; reconhecer o significado do SUS como uma conquista social que garantiu ações de atenção básica, de vigilância em saúde, de emergência e que tem 75% da população como usuária exclusiva. Tarefa difícil para os tempos individualistas, mas necessária se o Brasil escolher, nessa encruzilhada complexa, o caminho futuro de uma sociedade solidária e democrática.
A democracia envolve um modelo de Estado onde políticas sociais protegem os cidadãos e reduzem as desigualdades. A democracia participativa no âmbito da saúde é uma diretriz que valoriza a participação social, fortalece a cidadania e contribui para assegurar o exercício de direitos sociais, o pluralismo político e o bem-estar como valores de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, conforme prevê a Constituição.
(RIZZOTO, M. L. F. et al. Justiça social, democracia com direitos sociais e saúde: a luta do Cebes. Revista Saúde em Debate, n. 116, jan.-mar. 2018 (adaptado) - https://saudeemdebate.org.br/sed/article/view/491/23)
Segundo o texto, duas características da concepção da política pública analisada, um marco da democracia e da cidadania no Brasil, são:
Universalismo e igualitarismo.
Nacionalismo e individualismo.
Paternalismo e filantropia.
Revolucionarismo e coparticipação.
No texto da Constituição aprovado finalmente a 24 de fevereiro de 1891 […], a Igreja foi forçada a resignar-se: casamento civil, ensino leigo, secularização de cemitérios, recusa de direitos eleitorais aos religiosos ligados por voto de obediência (exime-se, portanto, o clero secular da cláusula restritiva).
(Sérgio Lobo de Moura e José Maria Gouveia de Almeida. “A Igreja na Primeira República. In: Boris Fausto (org.). História geral da civilização brasileira, tomo III, 2o vol., 1990, p. 327-328)
Esses tópicos da primeira Constituição republicana
impediram a participação política da hierarquia católica ao longo da República.
foram suspensos pela Constituição de 1934 com a adoção do regime do padroado.
impuseram o beneplácito do poder executivo federal às Bulas papais.
sujeitaram legalmente os bens dos mosteiros aos interesses do Estado.
referiam-se às relações entre o Estado e as instituições religiosas.
Em relação ao período da ditadura militar no Brasil, julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS ou FALSAS:
1.(__)Em 1964, os militares brasileiros deram um Golpe de Estado e depuseram João Goulart, na época, presidente da República.
2.(__)O período da ditadura militar no Brasil foi marcado como uma fase de forte perseguição aos opositores políticos, censura aos meios de comunicação e alinhamento na política externa aos interesses dos Estados Unidos.
3.(__)O governo ditatorial brasileiro não se envolveu na Operação Condor, uma vez que não desejava fazer alianças com países como Paraguai e Argentina para promover repressão política na América Latina.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
1.V, 2.V, 3.F.
1.V, 2.V, 3.V.
1.F, 2.V, 3.F.
1.V, 2.F, 3.V.
Quem foi o primeiro prefeito do Município de Fagundes Varela?
Luiz Zardo.
Benjamin Frata.
Jean Sottili.
Claudia Tomé.
Alberto Bassani.
No que se refere a aspectos político-administrativos e econômicos da trajetória histórica de Rondônia, assinale a opção correta.
No governo do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Território Federal de Guaporé passou a denominar-se Território Federal de Rondônia.
A ferrovia Madeira-Mamoré, popularmente chamada de Ferrovia do Diabo, decorreu do Tratado de Petrópolis, que determinou a incorporação de Rondônia ao território brasileiro.
A transformação do território federal de Rondônia em estado de Rondônia foi iniciativa do breve governo de Jânio Quadros, aprovada pelo Congresso Nacional em votação simbólica.
O nome do estado de Rondônia é uma homenagem ao Marechal Cândido da Silva Mariano Rondon, celebrado desbravador dos sertões nortistas e defensor da ocupação do território ainda que à custa do sacrifício indígena.
O ciclo da borracha amazônica, do qual Rondônia foi expoente, expandiu-se no contexto da Segunda Guerra Mundial em contínuo e permanente crescimento.