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Em 1935, foram decretadas 3 Leis na Alemanha Nazista: Lei da Bandeira do Reich, Lei do Cidadania do Reich e a Lei da Proteção do Sangue e Honra Alemães. Essas leis pavimentaram o caminho legal para a exclusão e perseguição dos judeus da sociedade alemã. Esse conjunto de leis ficaram conhecidas como:
Leis Fascistíssimas.
Leis de Nuremberg.
Tratado de Trianon.
Congresso de Viena.
Constituição de Weimar.
O fotograma a seguir é do documentário “Triunfo da Vontade” da cineasta Leni Riefenstahl, utilizado como instrumento de propaganda pelo regime nazista.

Cena de Triunfo da Vontade. Riefenstahl, L. (1935).
Uma característica dos sistemas totalitários que é bem representada na imagem é
a mobilização das massas e a disciplinarização da sociedade.
a participação popular no processo de tomada de decisão política do regime.
a adesão espontânea da sociedade aos programas político-identitários do nazismo.
a repressão aos dissidentes do regime, considerados inimigos internos da nação.
o monopólio privado dos meios de comunicação e a censura das informações sobre o regime.
“Dada sua visão darwinista de política mundial, os nazistas consideravam uma alta taxa de natalidade essencial para a saúde da nação. (…) Tão logo chegaram ao poder, entraram em ação para eliminar o que pensavam ser as causas do declínio da taxa de natalidade e para fornecer incentivos às mulheres para ter mais filhos. O primeiro alvo foi o grande e ativo movimento feminista da Alemanha, que foi rapidamente fechado e teve as suas associações constituintes incorporadas à entidade nacional feminina do Partido, a Organização das Mulheres Nacional-Socialistas (NS-Frauenschaft). As lideranças feministas radicais, inclusive Anita Augspurg e Lida Gustava Heydmann, pioneiras da campanha pelo voto feminino, foram exiladas; independentemente do resto, suas convicções pacifistas colocavam-nas em risco de detenção e aprisionamento. As feministas mais conservadoras, como Gertrude Bäumer, que dominara o movimento na década de 1920, retiraram-se em ‘exílio interno’ autoimposto, deixando o campo livre para mulheres de convicção francamente nazista”.
EVANS, Richard J. O Terceiro Reich no Poder. O relato mais completo e fascinante do regime nazista entre 1933-1939. São Paulo: Planeta, 2011. P.583.
O parágrafo acima refere-se ao contexto da Alemanha sob o domínio fascista nazista. Marque a alternativa totalmente CORRETA sobre as premissas da política do III Reich sobre as mulheres, o casamento e a família.
Baseada na união absoluta entre o tradicionalismo conservador, de base cristã, e o modernismo nazista sobre o controle da sexualidade unicamente na esfera privada.
Fundada nas diferenças parciais entre o tradicionalismo conservador, de base cristã, e o modernismo nazista, concretizando-se exclusivamente na Lei para Prevenção de Prole com Doenças Hereditárias na esfera pública.
Baseada na defesa dos interesses individuais da raça alemã e na ideia de regeneração da nação por meio de uma política voltada para a esfera privada que culminou na Lei para a Proteção do Sangue Alemão e da Honra Alemã.
Baseada na defesa dos interesses coletivos da raça alemã e na ideia de regeneração da nação por meio de uma política de controle social nas esferas pública e privada.
Fundada nos interesses da burguesia socialista alemã, na defesa dos princípios liberais de respeito à individualidade e nas ações em favor da liberalização da sexualidade com apoio do Escritório de Genealogia do Partido Nazista.
Analise o excerto abaixo.
A Segunda Guerra sino-japonesa foi marcada, primeiramente, pela brutalidade do exército japonês em relação ao chinês, uma vez que o primeiro voltava-se violenta e indiscriminadamente contra civis e militares. Além disso, uma segunda característica desse conflito foi a incapacidade dos exércitos chineses de organizar uma resistência eficaz contra os exércitos inimigos.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/segunda-guerra-sino-japonesa.htm . Acesso 07 ago 21.
O excerto refere-se aos conflitos ocorridos na década de 1930 que antecederam a Segunda Guerra Mundial e, no âmbito da política interna chinesa, permitiram
a formação de alianças entre grupos comunistas e invasores japoneses.
a deterioração do governo socialista implementado na revolução chinesa.
a composição de guerrilhas nacionalistas apoiadoras da dominação externa.
a trégua entre comunistas e nacionalistas em resistência da defesa chinesa.
“Embora se constitua num tema clássico da História do Tempo presente talvez um dos fenômenos históricos com a mais ampla e contraditória bibliografia, o fascismo conheceu uma vigorosa retomada de interesse após o final da década de 1980, com novas abordagens e teorias explicativas.”
(SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. Fascismo. In: SILVA, Francisco Carlos Teixeira da; MEDEIROS, Sabrina Evangelista; VIANNA, Alexander Martins. Dicionário crítico do pensamento da Direita: ideias, instituições e personagens. Rio de Janeiro: MAUAD. 2000. p. 170)
Para analisar o contexto da nova produção historiográfica sobre o nazismo, devemos considerar que
o fim da guerra fria resultou na interrupção da devolução de arquivos alemães aprisionados pelos EUA após o fim da Segunda Guerra Mundial.
a Reunificação alemã resultou no fechamento de arquivos e perda de documentos oficiais nos arquivos da Alemanha Oriental e Ocidental, o que gerou obstáculos para a pesquisa.
o distanciamento no tempo proporcionou uma abordagem objetiva sobre os fascismos na Europa, livre das paixões e emoções do imediato pós-Segunda Guerra Mundial.
o ressurgimento dos movimentos fascistas na Europa exigiu novas pesquisas que revessem a estreita relação dos fascismos com a conjuntura do pós-Primeira Guerra Mundial.
os estudos atuais sobre o fascismo têm abandonado as perspectivas de abordagem relacionadas à História Cultural em benefício da História Diplomática.
Observe a imagem e responda o que se segue.

Jovens fascistas na Marcha do Triunfo passam por Mussolini, na Itália, em outubro de 1935 Foto: Topical Press Agency / Getty Images
No que diz respeito ao fascismo, é correto afirmar que:
Trata-se de uma organização política militarista fundada no início do século XIX, com influência em países europeus até os dias de hoje.
Conseguiu, em determinadas regiões da Europa, consolidar-se como um movimento de massas em um período de crises que pôs em xeque os preceitos básicos da democracia liberal.
Buscou a adesão das massas cooptando pessoas de todas as raças em busca da unidade nacional.
Por se tratar de um movimento internacionalista, buscava a ascensão coletiva dos países dominados por regimes totalitários.
Na economia, grandes multinacionais alemãs de sucesso, famosas e presentes até hoje, tiveram relação com esse sistema totalitário entre os anos 30 e 40 do século passado. Elas admitem que se beneficiaram de políticas do governo nazista, ou mesmo da proximidade com seus líderes, e hoje lamentam a situação no passado. Volkswagen, BMW e Mercedes usaram trabalhadores forçados de campos de concentração durante o regime nazista na Alemanha. A grife Hugo Boss confeccionou uniformes para o exército alemão antes e durante a Segunda Guerra Mundial. O Deutsche Bank confiscou bens de judeus no mesmo período e vendeu ouro de vítimas do Holocausto. Muitas dessas empresas financiaram estudos para revelar fatos obscuros do próprio passado e pagaram compensações a vítimas do Holocausto por meio da “Erinnerung, Verantwortung, Zukunft” (Lembrança, Responsabilidade e Futuro), fundação criada no final dos anos 1990 por empresas alemãs e o governo do país com o objetivo de indenizar escravos, trabalhadores forçados e outras vítimas do nazismo.
Disponível em: https://economia.uol.com.br/ noticias/redacao/2017/09/12/empresas-nazismo. htm#:~:text=Economia-,Volks%2C%20BMW%2C%20 Hugo%20Boss%3A%20essas%20e,outras%20gigantes%20 ajudaram%20Alemanha%20nazista. Acesso em: 10 abr. 2022.
O século XX foi marcado por novas relações políticas e econômicas, conforme é exemplificado na reportagem.
Por meio dos estudos das informações apresentadas na reportagem, os estudantes poderão constatar que
a presença atual do autoritarismo se justifica pela atuação e respaldo de investidores famosos no mercado mundial.
houve favorecimento e apoio de grandes empresas capitalistas ao governo totalitário alemão, que hoje buscam reparar tais erros.
a vitória militar nazista na guerra foi articulada por vários setores empresariais, interessados em lucrar com suas redes de apoio.
o intervencionismo nazista conflitou com os interesses dos empresários, que buscaram, porém, por meio de outras estratégias, enriquecer diante do crescimento desse governo.
Ocupou um dos principais cargos no governo nazista, o de Ministro de Propaganda, além de ser um dos braços direito de Adolf Hitler. Seus diários, embora tenham algumas evidências de manipulação, contêm informações importantes sobre as estratégias e determinações nazistas que, após 1945, ajudaram autoridades e estudiosos do tema a esclarecerem algumas lacunas sobre o período. Sendo assim, importantes fontes documentais para a história mundial:
Heinrich Himmler.
Joseph Goebbels.
Rudolf Hess.
Reinhard Heydrich.
Adolf Hühnlein.
O bebê “ariano ideal” que aparece na capa de uma revista da propaganda nazista, em 1935, era, na verdade, judeu
A revelação foi feita pela própria pessoa na foto, Hessy Taft, hoje com 80 anos. A mulher doou uma cópia da revista ao Museu do Holocausto, em Jerusalém, como parte da campanha Recolhendo Fragmentos, lançada em 2011 para estimular pessoas a doarem materiais ligados ao holocausto para que sejam protegidos pela posteridade. Hessy Taft, cujo sobrenome de solteira é Levinson, nasceu em Berlim em 1934, filha de pais judeus originários da Letônia [...]. Em 1935, a mãe de Hessy e sua tia a levaram para ser fotografada por Hans Ballin, um renomado fotógrafo em Berlim. Sete meses mais tarde, para surpresa da família, a empregada dos Levinson disse ter visto a foto da pequena Hessy na capa da revista nazista Sonnie ins Hous (Raio de Sol na casa, em tradução livre). A fotografia havia sido escolhida em um concurso promovido pelo Departamento de Propaganda Nazista, chefiado por Joseph Goebbels. A melhor entre cem imagens clicadas pelos melhores fotógrafos alemães representaria o “bebê alemão ariano ideal” e seria capa da revista. Sem que a família Levinson soubesse, Ballin submeteu a foto de Hessy e de outros dez bebês. A ironia de a fotografia trazer uma bebê judia foi motivo de piada durante muito tempo na família. A foto da menina também foi redistribuída em cartões postais em todo o país e até na Lituânia.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/07/140702_bebe_ariano_judeu_fl. Acesso em: 28 out. 2022.
O relato descrito na reportagem é uma importante fonte histórica para discutir e refletir sobre a ascensão de governos extremistas e suas ideologias na Europa do século XX.
A situação descrita revela a
dificuldade de propagar o antissemitismo na Alemanha nazista.
capacidade dos judeus europeus de se infiltrar na política nazista.
proximidade cultural entre os povos que ocupavam o território alemão.
contradição do nazismo, que se pautava em argumentos pseudocientíficos.
Considere o fragmento abaixo:
"A tentativa totalitária de conquista global e de dominação total foi a solução destrutiva para todos os nossos impasses. Sua vitória pode coincidir com a destruição da humanidade; onde quer que ele [o sistema totalitário] tenha dominado, ele começou a destruir a essência do homem. E, no entanto, voltar as costas para as forças destrutivas do século é de pouca utilidade (...) E se é verdade que nos estágios finais do totalitarismo um mal absoluto aparece (absoluto porque ele não pode mais ser deduzido de motivos humanos compreensíveis), também é verdade que sem ele nós nunca conheceríamos a natureza verdadeiramente radical do Mal."
(Fonte: ADVERSE, H. HANNAH ARENDT E AS ORIGENS DO TOTALITARISMO. . Sapere Aude, v. 13, n. 26, p. 389-400, 10 jan. 2023.)
Com base no texto, é incorreto afirmar sobre a forma de governo totalitária:
A figura de um líder é cultivada e sua vontade é considerada inquestionável.
Geralmente, há uma figura central, um líder carismático, que exerce autoridade absoluta sobre o Estado.
O Estado controla a imprensa, os meios de comunicação e a educação para garantir a disseminação da ideologia oficial e suprimir informações relacionadas ao regime.
O Estado exerce controle sobre organizações sociais, sindicatos, instituições religiosas e outras formas de associação civil para garantir a democracia.
Os governos totalitários promovem uma ideologia oficial, muitas vezes por meio de propaganda intensiva, que serve para implementar suas políticas e ações.
Leia os documentos a seguir.
I. Propaganda da “Iberia – Linhas aéreas espanholas”, nacionalizada em 1944, elaborada por ocasião do lançamento da linha para América do Sul.

II. Como penhor desta nova etapa de aproximação cultural entre Espanha e os povos americanos, o Estado inaugura hoje simbolicamente o início da construção do Museu da América que muito em breve será emblema comemorativo e ao mesmo tempo indício perpetuo da nossa comunidade espiritual. Toda a vida histórica e presente das nações irmãs se refletirá nas salas deste Museu para que nossa juventude tenha sempre em mente a gigantesca contribuição para a história da civilização mundial. Contribuição gigantesca, na verdade, que só o estudo poderá libertar das brumas sinistras de uma lenda produzida pelos inimigos da Espanha.
Discurso pronunciado por S. E. Generalíssimo Franco, Chefe do Estado espanhol com motivo da inauguração do presente curso escolar e da Cidade Universitária de Madri no dia 12 de outubro de 1943.
Assinale a opção que interpreta corretamente os documentos I e II em relação ao seu contexto de produção e circulação: a Ditadura de Francisco Franco na Espanha.
I e II enaltecem a história da Espanha ao interpretar positivamente seu passado imperial, tendo a conquista territorial americana como seu principal elemento constitutivo.
I publiciza o atraso tecnológico dos meios de transporte aéreos espanhóis ao associar aviões às caravelas do século XVI, enquanto II glorifica investidas militares espanholas na América.
II responde às denúncias internacionais sobre as violências cometidas no passado colonial, enquanto I transfere a responsabilidade aos portugueses, representados pela Cruz de Malta a vela.
I e II apresentam críticas em relação ao colonialismo ibérico na América, interpretado como uma política conservadora, à luz dos ideais liberais.
Na década de 1930, os regimes totalitários tiveram um crescimento significativo em alguns países, como Alemanha, Espanha, Itália e Japão, tanto em número de adeptos quanto em expansão, através de anexações territoriais. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
A Itália buscou recuperar o domínio sobre a Renânia e os Sudetos.
Hitler estendeu suas pretensões territoriais para o norte da África.
Salazar, na Espanha, conseguiu conter os nacionalistas e saiu vitorioso da Guerra Civil.
O Japão invadiu a China com objetivo de anexar a Manchúria.
Mussolini anexou o território austríaco.
As discussões em torno dos revisionistas iluminavam também os debates sobre as fontes utilizadas e a serem utilizadas para compreender a experiência nazista. Não havia prova documental que poderia afirmar – sem nenhuma dúvida – que a solução final teria sido o resultado de uma política do partido nacional socialista alemão, ordenada por Hitler e aceita pelos centros de poder. Os sobreviventes dos campos de concentração silenciaram ao longo de décadas, receosos de que seus testemunhos parecessem inverossímeis, e o jogo das memórias perseguia os que buscavam compreender o passado para lhe conferir algum sentido diante da profusão de imagens, restos e esqueletos que vinham à luz onde menos se esperava. (CARDOSO; VAINFAS, 2012, p. 23)
Quanto aos movimentos totalitários na Europa durante a primeira metade do século XX, considere os itens a seguir:
I- Nazifascismo é o termo usado para denominar o nazismo alemão e o fascismo italiano, que foram duas doutrinas de extrema-direita que surgiram na Europa no século XX e têm contexto histórico e ideológico semelhantes.
II- Os regimes nazifascistas chegaram ao poder em momentos de sérias crises na Alemanha e na Itália. Essas crises, econômicas e sociais, foram consequências das perdas provocadas pela I Guerra Mundial e da Crise de 1929.
III- Os estados nazifascistas eram governados de forma autoritária por Hitler (líder nazista) e Mussolini (líder fascista) e foram ditaduras extremamente repressoras, responsáveis pelas mortes de milhares de pessoas.
IV- A propaganda é uma peça fundamental nos regimes nazifascistas porque mantinham e construíam narrativas positivas sobre o regime, e negativas sobre os “inimigos”.
É CORRETO o que se afirma em:
I, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II, III e IV.
Segundo Hobsbawm, o fascismo compartilhava nacionalismo, anticomunismo e antiliberalismo com outros elementos não fascistas da direita. Vários desses, notadamente entre os grupos reacionários franceses não fascistas, também compartilhavam a preferência pela violência de rua como política. Diante disso, assinalar a alternativa que indica a grande diferença entre a direita fascista e a não fascista:
Os fascistas não apelavam aos que se consideravam vítimas da sociedade.
O fascismo rejubilava-se na mobilização das massas e mantinha-a simbolicamente na forma de teatro público.
O fascismo era necessariamente um movimento tradicionalista.
Os fascistas não denunciavam a emancipação liberal e não desconfiavam da influência da cultura moderna.
Relativamente ao fascismo italiano, assinale a opção correta.
Para os apoiadores da doutrina fascista, comunistas eram amigos e aliados que tinham ideais comuns.
Sob o regime fascista, Benito Mussolini se colocava como líder máximo da nação, “il Duce”, impondo perseguições, morte e tortura aos comunistas e aos demais opositores políticos.
O fascismo é uma doutrina de extrema-esquerda.
Eleições diretas, democracia liberal e independência dos poderes eram consideradas elementos essenciais para a organização política do estado fascista italiano.
Durante a existência do regime, o fascismo e Mussolini não possuíam respaldo algum das massas populares.
Os mecanismos de contenção para uma eventual expansão germânica, inscritos nas cláusulas restritivas do Tratado de Versalhes, operaram desde a implementação da política nazista, estabilizando a segurança europeia e encontrando, sobretudo na Conferência de Munique (onde fora decidida a anexação da Tchecoslováquia), o intenso e bem-sucedido protagonismo da Liga das Nações.
Certo
Errado
A Guerra Civil Espanhola foi a culminância de um processo que se iniciou com a ditadura de Primo de Rivera (1923-1930). Sendo assim, sobre as classes que sustentaram o regime de Primo Rivera, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A classe militar.
II. A classe dos grandes proprietários rurais.
III. A classe da burguesia.
IV. A classe religiosa (clero).
Todas estão corretas.
Todas estão incorretas.
Apenas I está correta.
Apenas I e II estão corretas.
Apenas III e IV estão corretas.
Observe o gráfico a seguir. Ele mostra, em milhões, o quantitativo de desempregados na Alemanha entre 1928 e 1932.

(Fonte: BRENER, Jayme. 1929, a crise que abalou o mundo. SP: Ática, 1996, p. 26.)
Assinale a afirmativa que descreve corretamente aspectos da crise que contribuiu para a ascensão do nazismo na Alemanha.
O Tratado de Versalhes (1919) agravou a situação econômica do pós-guerra e retirou a soberania política da Alemanha, transferindo-a às potências vencedoras e aumentando o revanchismo.
O pagamento das dívidas de guerra e o fechamento das fábricas que produziam armamentos levaram à hiperinflação e a uma taxa de desemprego que triplicou entre 1930 e 1932.
A crise de 1929 repercutiu no quadro político alemão, fortalecendo o partido comunista, que obteve o maior número de assentos no parlamento nas eleições de 1932.
O apoio eleitoral ao partido nazista, minoritário até as eleições de 1930, disparou em 1932, em um contexto de grave crise social e aumento do desemprego.
Na República de Weimar, o presidente era indicado pelas potências que derrotaram a Alemanha na Primeira Guerra, por isso Hitler, como chanceler, dissolveu o parlamento em 1933.

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Internet: <http://www.ensinarhistoria.com.br>.
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A Marcha sobre Roma, evento ocorrido em 1922 e ilustrado na imagem acima, consistiu em um(a)
celebração da unificação italiana, no contexto do pós-guerra, com a ascensão de Vittorio Emanuele ao poder.
momento no qual a oposição ao fascismo chegou a seu auge, o que fez com que o rei destituísse Mussolini, que acabaria voltando por meios ilegais.
marcha ocorrida quando um grupo de fascistas manifestou-se a favor de Mussolini, pedindo ao rei que o convidasse para ser primeiro-ministro.
movimento que levou Mussolini ao poder, destituindo o rei Vittorio Emanuele e proclamando a República.
“Nem todo movimento reacionário é fascista. Nem toda repressão – por mais feroz que seja – exercida em nome da conservação de privilégios de classe ou casta é fascista. Por outro lado, o conceito de fascismo não se deixa reduzir aos de ditadura ou de autoritarismo”.
Adaptado de KONDER, Leandro. Introdução ao fascismo. Rio de Janeiro: Edições do Graal, 1977. p. 4.
A partir do trecho, pode-se afirmar que o fascismo é
uma ideologia pautada na divisão e autonomia dos poderes, formulada por um líder nacionalista, capaz de angariar o apoio das massas populares.
um sistema de governo em que o cidadão participa da vida política ao se submeter aos interesses do Estado, considerado o órgão que representa a coletividade.
uma forma de comportamento político preocupado com a humilhação imposta a uma comunidade e organizada por um partido militante nacionalista, de base popular, que repudia as liberdades democráticas.
uma doutrina política baseada no princípio da ação popular, apoiada por nacionalistas de esquerda, em confronto com os interesses de setores conservadores, dos quais buscam retirar o monopólio dos meios de coerção.
um fenômeno cujo êxito resulta da capacidade de propor mudanças sociais e projetos de engrandecimento econômico-militar que são negociados em parlamento e apoiados por coligações partidárias majoritárias.