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“O fascismo não se baseia de forma explícita num sistema filosófico complexo, e sim no sentimento popular sobre as raças superiores.” (PAXTON, 2007)
I- Os regimes fascistas não toleram contradições, discordar é o mesmo que trair.
II- O pensamento fascista estimula a xenofobia e o racismo.
III- O povo, no fascismo, é considerado uma entidade única e sempre há consideração ao ponto de vista de cada indivíduo.
Após identificar a legitimidade das sentenças sobre o Fascismo, assinale a alternativa que apresenta a resposta CORRETA
I e II apenas.
I e III apenas.
I, II e III.
III apenas.
II e III apenas.
O contexto histórico em que o livro Mein Kampf foi escrito por Adolf Hitler foi marcado:
pela vitória alemã na Primeira Guerra Mundial, que terminou em 1918
pelas imposições feitas pela Alemanha aos derrotados no conflito
pela derrota alemã na Primeira Guerra Mundial e por uma profunda crise
por um acelerado processo de recuperação econômica da Alemanha
Num quadro de profunda crise econômica, social e política, emergiram ao fim da Primeira Guerra Mundial e da crise de 1929, dois regimes. Ambos, para se legitimarem junto à opinião pública, propunham-se a alterar – pela força, se necessário – uma ordem mundial que consideravam injusta e prejudicial aos seus interesses nacionais. No plano interno tratava-se de regimes autoritários, ferozmente anticomunistas, baseados na existência legal de apenas um partido, além do constante recurso à censura e à repressão política contra os críticos e opositores do regime.
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O texto refere-se a quais regimes, respectivos países e datas de surgimento?
Czarismo (Rússia, 1917) – Imperialismo (Japão, 1914)
Fascismo (Itália, 1922) – Czarismo (Rússia, 1917)
Monarquia (Inglaterra, 1918) – Fascismo (Itália, 1922)
Fascismo (Itália, 1922) – Nazismo (Alemanha, 1933)
Nazismo (Alemanha, 1933) – Czarismo (Rússia, 1917)
Nazi-Fascismo é o nome dado aos sistemas totalitários surgidos, após a Primeira Guerra Mundial, na Europa. Sobre estes sistemas, assinale a alternativa INCORRETA:
O Nazi-Fascismo foi um movimento de extrema esquerda, que se tornou emergente na Alemanha e na Itália após a Primeira Guerra Mundial.
Como governo, o nazismo ascendeu ao poder na década de 1930 com a proclamação de Adolph Hitler como o líder absoluto da nação.
Líder fascista na Itália, Mussolini destituiu o Parlamento, incentivou o culto à sua própria figura, censurou a imprensa e os sindicatos.
O Nazi-Fascismo era contra o liberalismo e, ao mesmo tempo, se opunha à solução comunista ou socialista que também ascendia na Europa.
Leia o trecho a seguir: “O fascismo italiano cresceu da mesma maneira que o nazismo alemão, alimentando-se tanto do medo das classes médias e da elite diante da possibilidade de uma revolução comunista conduzida pelo movimento operário, quanto dos ressentimentos nacionais causados pelos resultados frustrantes da Primeira Guerra Mundial.”
Embora tenham raízes parecidas e pontos de convergência muito importantes, como o antiliberalismo e o anticomunismo, por exemplo, havia uma diferença crucial nas pautas de fascistas e nazistas. Qual diferença era essa?
A liberdade de imprensa, muito maior no regime fascista.
A permissão para a formação de sindicatos, presentes, sobretudo, no regime hitlerista.
O nacionalismo exacerbado, presente somente no regime fascista.
A questão racial, componente central da política nazista.
A chamada República de Weimar foi um período da história alemã ocorrido entre os anos 1919 e 1933. Sobre este período está correto afirmar:
Seu surgimento está ligado ao fim da Primeira Guerra Mundial e a derrota alemã, como forma de recuperar a economia e a crise política que se alastrou no país, obtendo bons resultados e alto grau de desenvolvimento econômico.
Até o ano de 1924, a República de Weimar foi marcada, no ponto de vista econômico, rápido crescimento industrial e produção de bens e serviços, desde o setor industrial até o simples comércio.
A estrutura da República de Weimar tornou-se então parlamentarista, dividida em duas casas de representação social: o Reichstag (Parlamento) e o Reichsrat (Assembleia).
O crescimento do nazismo e seu progressivo avanço dentro do parlamento alemão levaram a deposição de Von Hindenburg por um golpe de estado aplicado por Adolf Hitler, que se tornou chanceler do governo.
Nas eleições italianas em abril de 1924, realizadas já sob o governo de Mussolini, deram maioria no Parlamento aos fascistas. O Parlamento tornou-se um órgão sem poder, a imprensa controlada; o trabalho foi disciplinado pelas leis da:
Marcha sobre Roma
Fasces
Carta Del Lavoro
Planificação
Repressão
O período foi caracterizado pelo recrudescimento do antiparlamentarismo, o que se explica, entre outros fatores, pela herança antiparlamentar do império, pela rigidez da disciplina partidária, pelo refluxo dos partidos fundadores da república e por denúncias das limitações do Parlamento perante as demandas sociais.
Certo
Errado
No plano partidário, os social-democratas defenderam o regime parlamentar e aceitaram que fosse instituída uma presidência eletiva. Por outro lado, os liberais mostraram-se abertamente contrários à constituição de uma forma de governo dualista, pois consideravam-na tão danosa quanto uma monarquia constitucional.
Certo
Errado
“[...] é impossível negar que a ideia de superioridade em relação a um mundo de peles escuras situado em lugares remotos e sua dominação era autenticamente popular, beneficiando, assim, a política do imperialismo. [...] a sensação de superioridade que uniu os brancos ocidentais – ricos, classe média e pobres – não se deveu apenas ao fato de todos eles desfrutarem de privilégios de governantes, sobretudo quando efetivamente nas colônias. Em Dacar ou Mombaça, o mais modesto funcionário era um amo e era aceito como gentleman por pessoas que nem teriam notado sua existência em Paris ou Londres; o operário branco era um comandante de negros. [...]”
HOBSBAWM, Eric J. A era dos impérios (1875-1914). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988. pp. 106-107.
A partir da leitura do trecho, é correto afirmar que o Imperialismo
demonstrou aos grupos populares que a superioridade do homem branco europeu, até então contestada localmente, era real, visto a dominação de peles escuras em lugares remotos do mundo.
era um dos fatores de orgulho nacional quando ressaltava a crença na superioridade de ser branco e ainda dava destaque, nas colônias, a pessoas socialmente insignificantes na Europa.
foi assimilado por grupos sociais subalternos da Europa por verem, na emigração, a possibilidade de ascensão social ao ocupar lugares e papeis de reconhecimento nas colônias.
significou um movimento que, na disputa com outros países europeus, eliminou as diferenças sociais internas, criando um clamor patriótico sob a bandeira e símbolos nacionais.

Reunião das tropas SA, SS e NSKK em um Congresso do Partido NacionalSocialista Alemão, em Nuremberg (novembro de 1935)

Mussolini discursa em Gênova na Praça da Vitória com o Arco da Vitória ao fundo, construído pelo regime fascista (maio de 1938).
Assinale a opção que apresenta a característica dos regimes nazifascistas, evidenciada em ambas as imagens.
A mobilização total das massas.
A luta de classes e o combate ao liberalismo.
A participação política de vários grupos étnicos e sociais.
A vigilância do estado policial sobre toda a sociedade.
A propaganda e a censura da oposição.
TEXTO I
Associando imagens ou vídeos que chamam a atenção para frases ou palavras, os memes transmitem informação aos usuários da Internet, mas a viralização muitas vezes banaliza essa informação, tomada como algo com início, meio e fim em si.
PESSI, B. S. O uso de Internet no aprendizado de História: possibilidades e dificuldades.
Revista do Lhiste, Porto Alegre, n. 3, v. 2, jul./dez. 2015. p. 939 (adaptado).
TEXTO II

MENDES, C. A. M.; COSTA, M. A. F. O sequestro do imaginário e a escrita da História: o caso dos memes históricos e as recepções do
nazismo. Rev. Trans. Rio de Janeiro, v. 7, n. 7, ano 3, p. 54-70, set. 2016 (adaptado).
Considerando-se o texto e a imagem, é correto afirmar que os memes devem ser
empregados como meio de diversificar a historiografia mediante a apresentação de novas perspectivas.
evitados no ensino de História, uma vez que prejudicam a interpretação dos acontecimentos históricos.
aproveitados para a ilustração da temática que está sendo abordada, a fim de despertar o interesse do aluno.
utilizados pelo professor como forma de diversão, privilegiando-se uma abordagem lúdica do conhecimento.
compreendidos como forma de expressão de uma cultura digital e problematizados a partir de questões éticas e historiográficas.
“A violência do movimento nacional-socialista, com a ajuda de associações de defesa privadamente organizadas, tinha causado a quase completa dissolução do monopólio de força — sem o qual um Estado, a longo prazo, não pode funcionar — e destruiu a República de Weimar de dentro para fora (...) O plano da juventude nacionalista desses dias, que tinha frequentemente se unido para formar grupos de combate, era um tanto vago e negativamente definido. Ernst Jünger escreveu que nada tinha a ver com monarquia, conservadorismo, reação burguesa ou com o patriotismo do período guilhermino. Através da tomada do poder por Hitler, esse propósito negativo recebeu um rosto positivo. Assim, 30 de junho de 1934 foi o símbolo típico, quase paradigmático, do divisor de águas no desenvolvimento de um movimento revolucionário radical, que obteve êxito e cujos adeptos se converteram, então, de destruidores do Estado em representantes do Estado”. ELIAS, N. Os alemães. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1997, p. 208).
Denominamos de fascismo, algumas vezes mais corretamente no plural — fascismos —, o conjunto de movimentos e regimes de extrema direita que dominou um grande número de países europeus desde o início dos anos 20 até 1945. Assim, as expressões nazismo, nacional-socialismo, hitlerismo etc, recobririam uma só realidade política, os regimes de extrema direita que dominaram vários países no período em questão.
Encontramo-nos numa situação insólita: sabemos qual a prática e as consequências do fascismo e sabemos, ainda, que não é um fenômeno puramente histórico, aprisionado no passado. Assim, torna-se impossível escrever sobre o fascismo histórico — o que é apenas uma distinção didática — sem ter em mente o neofascismo e suas possibilidades.
O fenômeno se caracteriza por uma forte coerência externa, assim, muito rapidamente teceu-se, na Europa, uma eficaz teia de identidades e colaboração, inclusive de intervenção salvadora, como na Espanha e Hungria, entre os diversos regimes e movimentos fascistas, muitas vezes superando adversidades históricas e nacionais.
O fenômeno se caracteriza por uma forte coerência interna, embora exclusivamente voltada para o processo interno de fascistização de cada país, apontava seguidamente para as mesmas características: antiliberalismo, antidemocratismo e antissocialismo, com as práticas políticas repressivas daí decorrentes. Foi essa mesma coerência que permitiu o surgimento da resistência antifascista.
Canalizando, em tempo integral, a potência do indivíduo para odiar, transferindo para um estranho as causas do seu próprio mal-estar e afagando um ego aniquilado nas suas possibilidades de felicidade, em especial ao atribuir ao estranhado qualidades ambicionadas por todos (como a raça e o sangue, a virilidade, a lealdade e a força), o fascismo rompe com a tradição de participação política do Ocidente e aproxima-se tanto de posturas místicas e cultiva cerimoniais cívicos coletivos.
Considerando o contexto histórico compreendido entre 1933 e 1939, notadamente na Alemanha nazista, assinale a alternativa INCORRETA.
A primeira mudança instituída por Hitler após a aprovação da “Lei Habilitante” de 1933 foi remover todos os judeus de cargos no funcionalismo público e na área de ensino.
O Partido Nazista anunciou um boicote aos comércios cujos donos fossem judeus, o que recebeu grande publicidade fora da Alemanha. Em resposta, um comício realizado em Nova Iorque ameaçou o boicote a todos os produtos de origem alemã, o que fez com que os líderes nazistas limitassem o boicote aos judeus a um único dia.
A Gehemine Staatspolizei – Gestapo, ou Polícia Secreta do Estado na República Alemã, foi assumida pelo Partido Nazista em abril de 1933, tendo recebido autorização para seguir, prender, interrogar e deter sem dar satisfações a qualquer outra autoridade estatal.
Para aterrorizar os oponentes políticos, foram criados campos de concentração em Esterwegen e Sachsenhausen, além de Daschau. Este último, até meados de 1933, contava com pouco mais de cem prisioneiros alemães, nenhum judeu.
Em maio de 1933, os prédios dos sindicatos comerciais socialistas foram ocupados pelos nazistas, e todos os líderes sindicais alemães foram presos. Todos os jornais socialistas foram apreendidos, e os bens de todas as organizações socialistas confiscados, sendo queimados, em uma grande fogueira diante da Ópera de Berlim, livros de filosofia e psicologia, publicações de orientação comunista, socialista, democrática e humanista, livros sobre judeus e obras contra a guerra.
Em relação ao nazismo, assinale a alternativa INCORRETA.
O nazismo se desenvolveu a partir das influências de ideias pangermânicas, do movimento nacionalista alemão e de grupos paramilitares anticomunistas.
O nazismo tinha como objetivo superar as divisões sociais para criar uma sociedade homogênea em termos de raça, buscando unidade nacional e tradicionalismo.
O nazismo apoiava teorias como o darwinismo social, sendo que os povos germânicos eram descritos como os mais puros da raça ariana e eram, portanto, vistos como a "raça superior".
Normalmente é caracterizado como uma forma de fascismo que incorpora o racismo científico e o antissemitismo.
No início dos anos 1920, Adolf Hitler assume o controle do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, rebatizando-o para Partido Nazista, pautando-se em ideais inspiradas no liberalismo e na democracia.
Leia atentamente as afirmativas abaixo relacionadas ao totalitarismo nazista.
I - O regime nazista tinha como característica ideológica sua fundamentação a partir de valores tradicionais, como a etnia, tendo no racismo sua expressão mais importante.
II - Pode-se considerar o totalitarismo nazista como uma nova forma de autoritarismo ou tirania. Trata-se do velho despotismo reforçado com o nacionalismo xenófobo.
III - O nazismo mobilizava as massas a partir da propaganda estatal e pelas várias instituições que organizavam a população de baixo para cima.
IV - O nazismo configura o chamado Totalitarismo de esquerda, pois era caracterizado pelo socialismo na economia e pela abolição da propriedade privada.
Marque a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
III e IV, apenas.
II e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Sobre o Fascismo na Espanha (1939 – 1975), é correto afirmar que:
O partido fascista, Falange, foi formado por grupos das elites e da classes média espanholas.
Hitler evitou enviar tropas para apoiar o general Francisco Franco, pois temia uma represália por parte da Inglaterra.
Socialistas e comunistas se negaram a apoiar o Parido Republicano durante a guerra civil, pois acreditavam que a consciência de classe seria tomada após o conflito.
Inglaterra e França apoiaram as tropas do general Franco, pois temiam que com a vitória da Frente Popular um regime socialista fosse implantado na Espanha.
O governo republicano se negou a realizar as reformas agrária e militar, o que gerou revolta populacional e apoio aos grupos fascistas.
“As duas potências fascistas fizeram, num alinhamento formal, o Eixo Berlim-Roma, enquanto Alemanha e Japão faziam um pacto “Anti-Comintern”. Em 1937, sem surpreender ninguém, o Japão invadiu a China. (...) Em 1938, a Alemanha também achou que chegara a hora da conquista. A Áustria foi invadida e anexada em março (...) o acordo de Munique despedaçou a Tchecoslováquia e transferiu grandes partes dela para Hitler, mais uma vez pacificamente. O resto foi ocupado em março de 1939, encorajando a Itália (...) a ocupar a Albânia. Quase imediatamente, uma crise polonesa mais uma vez resultante de novas exigências territoriais alemãs paralisou a Europa. Disso veio a guerra europeia de 1939-1941, que se tornou a Segunda Guerra Mundial.”
(Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX. 1914-1991)
A chamada II Guerra Mundial teve seu início em setembro de 1939, primeiramente na Europa. Um dos motivos para sua deflagração foi
o fracasso da chamada política de apaziguamento, que permitiu aos governos nazi-fascistas relativa liberdade de movimento em suas manobras de anexação territorial antes de setembro de 1939, originando tensões que desembocaram na guerra.
o sucesso do isolamento político e econômico dos movimentos fascistas e sua relativa tolerância às manobras militares dos liberais que antecederam o início da guerra, em 1939, em aliança com os países socialistas.
a alta das exportações alemãs para parceiros comerciais que estavam fora da Europa ocidental, que impulsionou o governo nazista a imprimir uma política imperialista que visava estabilizar as tensões na Ásia e norte da África.
a expansão cultural alemã motivada, em parte, pelo tratado de Versalhes, que se mostrou capaz de refrear o conflito até meados da década de 30, quando o partido nazista foi expulso do poder após romper acordos com os liberais.
o apoio estratégico das democracias liberais aos regimes totalitários que se aliavam para combater o socialismo soviético em franca expansão no leste, ameaçando o capitalismo ocidental de cunho liberal e intervencionista.
Acordo de Mussolini, com a Igreja Católica que fez surgir o Estado do Vaticano:
Pacto Anti-Kominterm.
Tratado de Brest-Litovski.
Tratado de não agressão.
Tratado de Latrão.
Tratado de Madrid.
"O fotógrafo húngaro Brassaï certa vez perguntou a Pablo Picasso por que ele inscrevia obsessivamente uma data em cada trabalho. Picasso respondeu: 'Por que você acha que faço isso? Porque não é suficiente conhecer as obras de um artista - é também necessário conhecer quando ele as fez, por que, como, em que circunstâncias. É por isso que ponho uma data em tudo que faço'. Esse diálogo aconteceu em 6 de dezembro de 1943, mais de seis anos depois de Picasso ter terminado Guernica, a mais documentada pintura não apenas da carreira de Picasso, mas provavelmente da história da arte ocidental. A pintura de Picasso comemorava um acontecimento sanguinolento: o bombardeio da pequena localidade por um enxame de aviões alemães (e alguns italianos).A localidade fora arrasada; cerca de 2 mil civis haviam sido mortos."
FONTE: Adaptado de GINZBURG, Carlo. "A espada e a lâmpada" In: Medo, reverência, terror: quatro ensaios de iconografia política. São Paulo: Companhia das Letras, pp.101-103.
O quadro Guernica faz referência a qual conflito do século XX:
Guerra Civil da Espanha e o conflito entre os republicanos e os sublevados.
Primeira Guerra Mundial e o conflito entre o império russo e o império alemão.
Segunda Guerra Mundial e o conflito entre a França e a Alemanha nazista.
Revolução Alemã e o conflito entre a liga espartaquista e o império alemão.