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“O liberalismo, reconhecido como ideologia do capitalismo, passou por diversas transformações ao longo do tempo, acompanhando o processo de desenvolvimento do capital, sendo tensionado e reconfigurado em momentos de crise estrutural.”
ORSO, Paulino José. Liberalismo, neoliberalismo e crise estrutural do capital. Revista Katálysis, Florianópolis, v. 24, n. 1, p. 1–12, 2021.
Com base na citação, assinale a alternativa que melhor expressa a interpretação da crise do liberalismo:
As sucessivas reformulações do liberalismo expressam a diluição progressiva de seus princípios fundantes, indicando sua conversão em uma ideologia híbrida e incompatível com a lógica clássica da acumulação capitalista.
As reconfigurações do liberalismo evidenciam sua capacidade contraditória de adaptação histórica, preservando seus fundamentos centrais — como a defesa da propriedade privada e do mercado — ao mesmo tempo em que os redefine para administrar crises e assegurar a continuidade da acumulação capitalista.
As crises estruturais do capitalismo demonstram que a ampliação do papel do Estado representa uma negação teórica do liberalismo, configurando um afastamento irreversível entre essa ideologia e a dinâmica contemporânea do capital.
As transformações do liberalismo decorrem fundamentalmente da pressão exercida por forças sociais externas ao capital, como movimentos populares e projetos antissistêmicos, que impõem limites históricos à sua reprodução.
A recorrência das crises revela a insuficiência estrutural do liberalismo enquanto ideologia reguladora do capitalismo, tornando sua superação histórica uma consequência necessária do esgotamento do próprio sistema.
Dadas as afirmativas a respeito da influência e dos legados das Revoluções Liberais do século XVIII na Europa e nos EUA,
I. As Revoluções Liberais do século XVIII, com destaque para a Francesa, instituíram, de imediato, a plena igualdade de gênero, garantindo às mulheres direitos políticos equivalentes aos dos homens.
II. A Revolução Americana, embora fundamentada em princípios iluministas, preservou a escravidão como instituto jurídico, evidenciando uma tensão entre sua retórica de liberdade e as estruturas sociais então vigentes.
III. Um dos legados centrais dessas revoluções foi a propagação do conceito de soberania popular, que suplantou a noção de soberania monárquica de direito divino como base principal da legitimidade política.
verifica-se que está/ão correta/s
I, apenas.
II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
A difusão global dos ideais das Revoluções Liberais do século XVIII, notadamente a Americana (1776) e a Francesa (1789), atuou como um poderoso catalisador para os movimentos de independência na América Latina.
Entre os processos emancipatórios que emergiram no rastro dessa crise do Antigo Regime, qual que melhor exemplifica a assimilação direta e programática dos princípios liberais como fundamento ideológico de sua luta, ainda que adaptados ao contexto colonial?
Independência das Províncias Unidas do Rio da Prata (atuais Argentina e Uruguai, 1810-1818), em que as ideias liberais, embora presentes nos debates das elites revolucionárias, foram secundarizadas pelas lutas internas entre unitários e federalistas, impedindo uma implementação coerente e duradoura de um projeto político baseado, exclusivamente, nesses princípios.
Independência da Venezuela e de outras regiões da Gran Colômbia (1810-1823), lideradas por Simón Bolívar, que, explicitamente, invocaram os direitos do homem, o republicanismo e a soberania popular em seus documentos e projetos constitucionais.
Independência do Brasil (1822), caracterizada pela continuidade monárquica, pela manutenção da escravidão e por uma transição negociada que preservou as estruturas sociais e econômicas do período colonial.
Independência do México (1810-1821), cujo processo combinou, de forma tensa, as reivindicações liberais crioulas com as demandas populares e indígenas por justiça social, que se mantiveram sempre convergentes.
Independência do Haiti (1804), marcada pela revolta escrava e pela constituição de uma república negra, cujo caráter antiescravista antecedeu e superou, em radicalidade social, as propostas liberais clássicas.
O século XIX foi marcado pelo chamado "Século das Revoluções". A Primavera dos Povos (1848) representou um momento crucial na Europa porque:
Consolidou a aliança entre o liberalismo, o nacionalismo e as primeiras aspirações socialistas contra a ordem conservadora do Congresso de Viena.
Marcou a restauração definitiva do Antigo Regime em todo o continente, eliminando qualquer vestígio das ideias da Revolução Francesa.
Foi o primeiro movimento revolucionário liderado exclusivamente pela aristocracia agrária para derrubar a burguesia industrial.
Resultou na unificação imediata da Alemanha e da Itália sob regimes republicanos democráticos e laicos.
Caracterizou-se pela ausência de participação popular, sendo um movimento puramente burocrático de reforma de gabinete.
"Deixando de lado as condições específicas em que foi produzido esse discurso do exercício do poder, o que de mais significativo existe nele é o fato de periodizar a história do Brasil em duas etapas, sendo o divisor de águas uma revolução, a Revolução de 30. (...) Há um lugar a partir do qual deve-se ler a história – este é o passado memorizado como o domínio das oligarquias – e a partir daí, a revelação da história se dá através da ideia-chave de revolução de 30. (...) Esse discurso como exercício efetivo do poder político, além de periodizar a história, define o lugar onde ela deve ser lida – o passado memorizado como domínio das oligarquias e o presente como uma revolução sem prazo para acabar. (...) Como o discurso do exercício do poder, a Revolução de 30 oculta o percurso das classes sociais em conflito não apenas anulando a existência de determinados agentes, mas, principalmente, definindo enfaticamente o lugar da história para todos os agentes sociais" (De Decca, 1992, p. 75-107 ).
Na releitura da “Revolução de 1930”, é correto afirmar que o historiador Edgar De Decca defende a tese de que a interpretação oficial (dos vencedores) apresentou o movimento como resultado
exclusivo da luta pela afirmação do Estado Nacional contra as oligarquias, silenciando outras propostas de revolução vindas de agrupamentos políticos diferentes: o Partido Democrático, os “tenentes”, o Bloco Operário Camponês.
da confluência de interesses do movimento operário camponês e do Partido Republicano Paulista, que reivindicavam a construção de um Estado Nacional acima dos interesses específicos das classes, capaz de romper com a República do café-com-leite.
exclusivo do avanço da arregimentação operária em torno do Bloco Operário Camponês, que reivindicava a construção de um Estado Nacional que contemplasse as reivindicações por direitos trabalhistas e sociais.
exclusivo da luta da burguesia industrial para derrotar as oligarquias dominantes no cenário político republicano anterior a 1930, negligenciando as reivindicações e interesses dos operários e dos setores médios urbanos.
da confluência de interesses dos setores médios urbanos, das classes dominantes oposicionistas e governistas que romperam com o domínio oligárquico dominante na República Velha, promovendo reformas políticas e sociais.
O neoliberalismo se relaciona com a economia, mas igualmente impacta nas relações sociais e na individualidade. Sobre o neoliberalismo é correto afirmar que:
O neoliberalismo propaga a atuação rígida do Estado na economia, visando ampliar a tributação e os serviços públicos para a população, especialmente para os mais vulneráveis.
O neoliberalismo impacta as subjetividades, uma vez que na lógica neoliberal cada indivíduo é visto como um capital a ser gerido.
O neoliberalismo ocorreu somente nos países da Europa ocidental e contribuiu para a supressão das desigualdades econômicas entre as populações.
O neoliberalismo é um conceito fixo e sua implantação ocorre de forma semelhante em diversos países desde o início do século XX.
O neoliberalismo impacta as relações sociais ao preconizar a importância de resolver os problemas individuais a partir de uma perspectiva comunitária baseada na economia solidária e inclusiva.
As revoluções ocorridas no século XX, com características comuns e caráter marxista-leninista, provocaram transformações econômicas e políticas em ritmo acelerado com o objetivo de eliminação da propriedade privada. Quais são essas revoluções?
Revolução Industrial, Revolução Francesa e Revolução Russa.
Revolução Cubana, Revolução Francesa e Revolução Gloriosa.
Revolução Russa, Revolução Chinesa e Revolução Cubana.
Revolução Chinesa, Revolução Gloriosa e Revolução Industrial.
Entre as razões para a falta de apoio dos agricultores ao Partido Comunista na guerra civil de 1918-1920, destaca-se uma iniciativa dos dirigentes da Revolução Russa que contribuiu para o sucesso desse evento catalizador do século XX: o bloqueio do acesso à terra aos camponeses.
Certo
Errado
“Anda um espectro pela Europa — o espectro do Comunismo. Todos os poderes da velha Europa se aliaram para uma santa caçada a este espectro, o papa e o tsar, [...], radicais franceses e polícias alemães. [...] O comunismo já é reconhecido por todos os poderes europeus como um poder. Já é tempo de os comunistas exporem abertamente perante o mundo inteiro o seu modo de ver, os seus objetivos, as suas tendências, e de contraporem à lenda do espectro do comunismo um Manifesto do próprio partido.”
(MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Manifesto do Partido Comunista. Lisboa: Editora. Avante, 1997. p. 28.)
O Manifesto do Partido Comunista, publicado em 1848, tornou-se um texto fundamental. Com base nas ideias expressas nessa obra e na conjuntura do século XIX, assinale a afirmativa correta.
O Manifesto argumenta que as revoluções burguesas foram responsáveis por estabelecer um sistema econômico estável e equitativo, eliminando gradualmente as desigualdades sociais e tornando desnecessária a luta de classes.
O Manifesto afirma que o Estado burguês, mesmo que implementasse reformas sociais significativas, continuaria sendo um instrumento da classe dominante e, portanto, deveria ser conquistado pelo proletariado para realizar a transição para o comunismo.
O socialismo defendido por Marx e Engels no Manifesto era o socialismo utópico, pois eles acreditavam que a transformação social deveria ocorrer por meio de comunidades experimentais e da persuasão moral da burguesia.
O Manifesto previu que, com a expansão global do capitalismo, as contradições entre burguesia e proletariado diminuiriam, pois a industrialização traria benefícios progressivos para todas as classes sociais, reduzindo as desigualdades.
O Manifesto propõe um retorno à economia agrária e ao feudalismo, pois considera que a industrialização e a urbanização são responsáveis pela destruição das relações sociais e pela alienação do trabalhador.
As Revoluções do século XIX moldaram o cenário político da Europa e influenciaram movimentos sociais em várias partes do mundo.
Em relação às ondas revolucionárias de 1848, é correto afirmar:
Foram revoluções de caráter exclusivamente camponês que rejeitavam qualquer participação da burguesia.
Resultaram imediatamente na unificação da Alemanha e da Itália sob governos democráticos.
Representaram o auge da ordem napoleônica e o retorno ao absolutismo.
Expressaram tensões entre a burguesia liberal e o proletariado nascente, com pautas como sufrágio universal e reforma social.
As revoluções de 1848 consolidaram regimes socialistas em todos os países envolvidos.
A ascensão do neoliberalismo, a partir da década de 1980, e a subsequente globalização econômica, embora tenham intensificado a interconexão global e a difusão de ideologias de mercado, não resultaram em uma homogeneização cultural ou na erradicação de conflitos identitários, mas sim na emergência de novas tensões e na revalorização de identidades locais e regionalismos como formas de resistência à hegemonia ocidental.
Certo
Errado
Numa época em que as mulheres de “decência” não podiam sair às ruas, Anayde foi uma mulher que não se sujeitava às regras sociais. Encarou os preconceitos na provinciana cidade paraibana e, para a sociedade, aos poucos, ela se tornou alvo de inquietação. Até mesmo de alguns colegas do meio literário, a escritora Anayde sofria preconceito, não só por ser uma mulher de ideias avançadas, como também por ser mestiça. Ela percebia a existência da discriminação dupla: pelo sexo e pela cor da pele.
DA SILVA, Aureni Maria. Anayde Beiriz: mulher moderna numa Paraíba antiga. Revista de Ciências Humanas, n. 1, p. 120, 2016.
A utilização dessa personagem feminina como protagonista no contexto da Revolução de 1930 remete a uma afirmação de
apagamento histórico.
sexualização dos corpos.
empoderamento feminino.
subalternização da mulher.
“No decorrer de 1848, a Europa foi sacudida por uma nova onda de revoluções. Como em todo processo social, as causas desse movimento não podem ser reduzidas a fatores econômicos ou políticos apenas. Na realidade, as revoluções de 1848 resultaram de combinações de diversos processos, tendências e ações que variaram de país para país. Ponto comum entre os diversos movimentos, em maior ou menor grau, foi o embate de três diferentes projetos sociais: o ______________________, contrário às limitações propostas pela monarquia absoluta; o _______________________, que procurou unir politicamente as populações de mesma origem e cultura; o ___________________, força nova, que ganhou destaque a partir de 1830 e pregava a igualdade social e econômica mediante reformas radicais” (Piletti, 2003).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Mercantilismo – Romantismo – Comunismo
Liberalismo – Federalismo – Anarquismo
Liberalismo – Nacionalismo – Socialismo
Positivismo – Nacionalismo – Anarquismo
Ao longo do século XIX, distintas ideologias passaram a disputar espaço no cenário europeu, refletindo os impactos das revoluções políticas e da industrialização. As divergências envolviam concepções opostas sobre a função do Estado, os direitos sociais e os modelos de produção.
Dentre as proposições apresentadas, assinale aquela que traduz com precisão um dos aspectos centrais desse embate de ideias.
O socialismo científico, formulado por Marx e Engels, propunha a manutenção do sistema de classes sociais para garantir o progresso industrial.
O anarquismo pregava a valorização do Estado como instrumento de proteção aos trabalhadores.
O socialismo utópico defendia a competição econômica como forma de alcançar a justiça social.
O liberalismo defendia a intervenção estatal ampla nos meios de produção e no controle salarial.
A doutrina social da Igreja Católica buscava conciliar os valores cristãos com a justiça social, sem aderir nem ao liberalismo nem ao socialismo.
“Se decorreu um espaço de tempo de cerca de meio século entre a industrialização da GrãBretanha e a do continente [europeu], transcorreu um espaço ainda maior a organização da unidade nacional. A Itália e a Alemanha só chegaram ao estágio da unificação durante a segunda metade do século XIX, unificação essa que a Inglaterra já alcançara séculos antes [...]. As classes trabalhadoras desempenharam um papel vital nesse processo de construção do Estado [na Europa Continental], o que fortaleceu ainda mais a sua experiência política.”
Texto extraído de: POLANYI, Karl. A grande transformação: as origens de nossa época; tradução: Fanny Wrobel. 2ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000, p. 211.
Sobre as relações entre a classe trabalhadora e a consolidação dos Estados Europeus, conforme análise de Polanyi, é CORRETO afirmar:
Ao não incluir uma legislação social, a unificação alemã diferenciou-se do processo de centralização do Estado que acontecia no resto do continente europeu.
Ao dispensar o apoio das classes trabalhadoras, a centralização política do Império AustroHúngaro diferenciou-se do processo de fortalecimento do Estado que acontecia no resto do continente europeu.
Como na Inglaterra, a industrialização da Europa Continental teve como uma de suas principais consequências o depauperamento das condições de vida dos trabalhadores.
Na Europa continental, a associação entre a aristocracia e a burguesia (inclusive por uniões matrimoniais) fez com que a classe trabalhadora não participasse das lutas burguesas contra o feudalismo e das conquistas de direitos.
O trabalhador da Europa continental ascendeu de servo feudal para a condição de operário e, depois, para o de operário sindicalizado com participação política, escapando da catástrofe social que acompanhou a Revolução Industrial inglesa.
O liberalismo econômico, inicialmente, consistia em criticar a origem divina do poder. Posteriormente, passou a lutar para dar aos cidadãos maior poder de decisão política, incluindo a escolha de seus representantes.
Certo
Errado
– “Na primeira metade do século XIX, na Europa, houve uma tentativa de afirmação das forças de conservação sobre as forças de transformação. Mas era impossível mudar o rumo da História e a ideia do Nacionalismo surgiu como afirmação dos princípios liberais aplicados à Nação. Esta, sendo compreendida como um conjunto de indivíduos dotados de liberdade "naturais" e unidos por interesses e língua comuns, constituía também uma "individualidade política" com direito de autodeterminar-se” (Aquino, 2005). A respeito do processo de unificação italiana, assinale a alternativa INCORRETA.
O processo de unificação foi conduzido por Cavour, Chefe do Gabinete dos Reinos Piemonte-Sardenha.
Um dos maiores obstáculos para a unificação italiana foi o controle da Áustria (domínio Habsburgo) sobre a região da Lombardia-Veneza.
Napoleão III adere à causa italiana movido por compensações territoriais, como a anexação de Nice e Savóia ao território francês.
A cidade de Roma e os Estados Pontifícios aderiram aos plebiscitos, assim como os ducados de Luca, Parma, Modena e Toscana, aderindo à anexação dessas regiões à monarquia piemontesa.
O revolucionário Giuseppe Garibaldi desempenhou papel importante na unificação, invadindo e conquistando os Reinos de Nápoles e das Duas Sicílias.
Em fevereiro de 1848, houve um protesto em Paris contra a proibição dos banquetes, ordenada pelo Ministro François Guizot. Os tradicionais banquetes pela ampliação do sufrágio eram a forma da oposição driblar a proibição de comícios, mas, dessa vez, tudo desaguou numa onda popular. Os soldados abriram fogo e mataram dezenas de manifestantes no Boulevard des Capucines. Os motins não diminuíram, a Guarda Nacional passou ao lado dos rebeldes e no dia 24 de fevereiro a Monarquia Orleanista (1830-1848) caiu.
(RUDÉ, 1991, p. 183.)
As manifestações populares da Primavera dos Povos acabaram servindo à burguesia, pois:
Consolidaram, naquele período, um novo regime jurídico com o acesso a cargos públicos e o fim dos privilégios dos nobres.
A partir de então, com as ideias comunistas, foi consolidada a vitória burguesa na luta de classes, diante do conflito explícito entre burguesia e proletariado.
Desprivilegiados de toda ordem, perderam os seus empregos e passaram a ser a mão de obra barata e excedente de que o capitalismo precisava para emergir.
Na França, depôs-se um rei e instaurou uma república, que permanece até os dias atuais, cristalizando o capitalismo como sistema e a burguesia como classe hegemônica.
Leia o trecho: foi uma revolta provincial que ocorreu em Salvador, entre novembro de 1837 e março de 1838. Essa revolta foi conduzida pelas classes médias soteropolitanas insatisfeitas com o governo do Rio de Janeiro, sobretudo em virtude do enfraquecimento da pauta federalista. Sobre qual momento histório da Bahia o trecho faz referência:
Revolta dos Malês.
Guerra dos Canudos.
Conjuração Baiana.
Sabinada.
Invasão Holandesa.
Algumas revoluções são facilmente identificadas no tempo e no espaço tamanha sua importância na História. Sobre as revoluções já ocorridas, assinale a alternativa correta:
Revolução Puritana: o nome dado pelo movimento ocorrido na Inglaterra entre 1688 e 1689 no qual o rei Jaime II foi destituído do trono britânico.
Revolução Gloriosa: foi um conflito ocorrido na Inglaterra na década de 1640 entre a monarquia e o parlamento
Revolução Francesa: é o nome dado ao conjunto de acontecimentos que, entre maio de 1689 e novembro de 1789, alteraram o quadro político e social da França.
Revolução Americana: foi a revolta das colônias inglesas na América do Norte ocorrida entre 1775 e 1783, que resultou na separação entre o sul e o norte.
Revolução Russa: foi uma série de eventos políticos na Rússia, que eliminou a autocracia russa e o Governo Provisório (Duma) e estabeleceu no poder o partido bolchevique.