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Com relação à segurança e a ataques em redes de computadores, pode-se observar que, depois que um malware alcança uma máquina hospedeira, geralmente executará uma ação conhecida como carga. O tipo de carga conhecido como "Porta dos fundos"
é um dos tipos de carga mais destrutivos, normalmente um código mal-intencionado que altera ou exclui dados, tornando as informações no computador do usuário inúteis. O criador do malware tem duas opções. A primeira é desenhar a carga para ser executada rapidamente. Embora potencialmente desastroso para o computador infectado, esse planejamento de malware conduzirá a uma descoberta mais rápida e, portanto, limitará a sua oportunidade de se replicar sem ser descoberto. A outra opção é deixar a carga no sistema local na forma de um Cavalo de Tróia por um período para permitir que o malware se propague antes da tentativa de entregar a sua carga, portanto, antes de alertar o usuário sobre a sua presença.
permite acesso não-autorizado a um computador. Ele pode permitir acesso total, mas o acesso também pode ser limitado, como a permissão de acesso ao FTP usando a porta 21 do computador. Se o ataque visara autorizar o Telnet, um hacker pode usar o computador infectado como uma área de concentração para ataques pela Telnet a outros computadores.
é um do tipo DoS, isto é, uma investida computadorizada feita por um invasor para sobrecarregar ou parar os serviços de uma rede, como um servidor da WEB ou um servidor de arquivos.
é um ataque DDoS que visa a simplesmente tornar um serviço específico temporariamente indisponível.
São somente tipos de ataque a uma rede de computadores:
cavalo de tróia, fabricação e spam.
interceptação, modificação, lentidão e aceleração.
engenharia social, interrupção e interceptação.
interrupção, modificação, engenharia social e lentidão.
interrupção, interceptação, modificação e fabricação.
No que se refere a protocolos de criptografia, considere as seguintes operações:
I. a palavra GATO, quando criptografada, resultaria em JDWR;
II. usuário criptografa mensagem em seu correio eletrônico para transmiti-la a um banco de informações na Internet;
III. usuário coloca senha para inicialização em sua máquina pessoal.
Relacionam-se às operações efetuadas I, II e III, respectivamente:
Cifra de César, criptografia assimétrica e criptografia simétrica.
Cifra de Shamir, criptografia simétrica e criptografia assimétrica.
protocolo DES, protocolo 3DES e criptografia assimétrica.
Cifra de Laspeyres, protocolo PGP e protocolo RSA.
protocolo DSA, protocolo IDEA e cripografia simétrica.
O processo de cifragem e decifragem são realizados com o uso de algoritmos com funções matemáticas que protegem a informação quanto à sua integridade, autenticidade e sigilo. Quanto aos algoritmos utilizados nos processos de cifragem, decifragem e assinatura digital é correto afirmar que
o uso da assinatura digital garante o sigilo da mensagem independentemente do tipo de chave utilizada.
os algoritmos RSA para assinatura digital fazem o uso de chave simétrica.
os algoritmos de chave simétrica têm como principal característica a possibilidade de utilização de assinatura digital e de certificação digital, sem alteração da chave.
a criptografia de chave simétrica tem como característica a utilização de uma mesma chave secreta para a codificação e decodificação dos dados.
a assinatura digital é obtida com a aplicação do algoritmo de Hash sobre a chave pública do usuário que deseja assinar digitalmente uma mensagem.
Existem muitos tipos de ataques a sistemas e muitos modos de agrupá-los em categorias. Com relação à classificação e características dos ataques, é correto afirmar que
com ataque do tipo IP scanner para serviços, o sistema de correio eletrônico de uma empresa é tirado do ar, para evitar que ela se comunique ou o servidor Web será derrubado para evitar que ela faça negócios.
o ataque de intrusão de serviços tem o objetivo de interromper a utilização dos recursos computacionais da vítima.
a engenharia social é o nome que se dá à atividade de busca de informações relevantes sem o uso da tecnologia propriamente dita, como por exemplo, ligar para o administrador do sistema e tentar, passando-se por uma pessoa autorizada, conseguir acesso a recursos reservados.
um ataque do tipo NUKE, praticado contra sistemas operacionais Linux, explora o erro na implementação do protocolo TCP/IP que trata de fragmentação de pacotes.
um ataque do tipo Land, popularmente chamado de Ping da morte, envia uma seqüência de pacotes ICMP modificados para o endereço de broadcast da rede da vítima, visando fragmentar, durante a transmissão, todos os pacotes que estão trafegando na rede naquele momento.
Em algoritmos criptográficos simétricos do tipo cifradores de bloco, os dados a serem cifrados são segmentados em blocos de tamanho predeterminado, que são processados, um a um, pelo algoritmo criptográfico. Cada bloco é processado repetidas vezes por um mesmo algoritmo. A segurança do algoritmo está no número de vezes (estágios) que um bloco é processado, já que a chave criptográfica é idêntica em todos os estágios.
Um dos principais métodos de criptografia assimétrica é o DES (Data Encryption Standard) desenvolvido pela IBM e adotado pelo governo dos EUA, como método de criptografia padrão.
O sistema de criptografia de chave pública, desenvolvido em 1976, por Diffie e Hellman, revolucionou os sistemas de criptografia até então existentes.
O algoritmo de criptografia RSA, cujo nome deriva das iniciais dos autores Rivest, Shamir e Adleman, constitui-se em um importante método de criptografia simétrica
A eficiência do método de criptografia simétrica baseia-se na dificuldade da fatoração de produto de números primos muito grandes.
Para criar uma assinatura digital, deve-se aplicar uma função baseada na chave pública de um usuário sobre o resultado de uma operação de uma função de hash, sem, no entanto, utilizar sua chave privada.
O método de criptografia por chave assimétrica, entre dois pontos em comunicação, baseia-se somente na utilização de
uma chave secreta única para as duas pontas.
uma chave pública única para as duas pontas.
duas chaves secretas, uma para cada ponta.
duas chaves públicas, uma para cada ponta.
uma chave secreta individual e uma chave pública comum para cada uma das pontas.
Certificados digitais têm normalmente um prazo de validade associado, além de poderem ser revogados por diversos motivos. Uma vez que um certificado tenha perdido sua validade, por tempo ou revogação, as chaves por ele certificadas devem ser destruídas, para evitar que possam ser utilizadas de forma fraudulenta.
Quando as áreas A1, A2 e A3 são clicadas com o mouse, algumas informações criptografadas trafegam entre o computador do usuário e o computador cujo nome é www.security.cespe.unb.br.
Funções de hashing são elementos importantes em diversas aplicações criptográficas. Em particular, funções de hashing são utilizadas em procedimentos de geração de assinaturas digitais para impedir que um oponente possa tomar conhecimento do documento assinado, já que essas funções devem ter a propriedade de serem não-inversíveis.
A cifração baseada em identidade (CBI) ou IBE (identity based encryption) é uma técnica moderna de gerar um par de chaves — públicas ou privadas — a partir de uma cadeia qualquer de caracteres. Por outro lado, a criptografia de chaves públicas tradicional baseia-se em chaves formadas por cadeias binárias difíceis de serem memorizadas por um usuário humano. Dessa forma, a CBI facilita o uso de chaves públicas, permitindo que se envie uma mensagem cifrada para um usuário antes mesmo deste ter seu par de chaves.
Protocolos de conhecimento-zero (zero-knowledge protocols) são protocolos criptográficos em que uma parte pode provar a uma segunda parte que detém o conhecimento de um determinado segredo, sem revelar o segredo.
Algoritmos criptográficos podem ser usualmente classificados em simétricos ou assimétricos. No primeiro caso, o segredo (chave) criptográfico é o mesmo na cifração e na decifração, enquanto no segundo caso, o algoritmo de decifração utiliza uma chave criptográfica matematicamente diferente da chave criptográfica utilizada na cifração.
Em algoritmos criptográficos simétricos do tipo cifradores de fluxo, a chave criptográfica é usada para gerar uma seqüência pseudo-aleatória de período longo. Assim, os dados são cifrados seqüencialmente (em fluxo), chaveados pelos elementos da seqüência gerada. A segurança do algoritmo reside, portanto, no processo de geração da seqüência.
Diversos modos de operação são definidos para cifradores de bloco. Entre eles, tem-se destacado ultimamente o modo contador, que permite implementações de alta velocidade por meio de paralelização e(ou) pré-processamento, mas que apresenta a desvantagem de ser menos seguro em relação a outros modos, pois o conhecimento do valor inicial do contador simplifica a determinação da chave utilizada.
O sistema Kerberos, um sistema de autenticação e distribuição de chaves simétricas em ambiente de rede, é embasado no compartilhamento de uma chave secreta distinta entre um servidor Kerberos e cada usuário. Nesse sistema, o conhecimento da chave secreta é equivalente a uma prova de identidade.
Usualmente, cada usuário de uma PKI necessita de 2 pares de chaves, um para assinatura/conferência e outro para cifração/decifração. Tal necessidade deriva do fato de que a chave privativa para decifração pode necessitar ser copiada para fins de backup, mas a chave privativa de assinatura somente pode ser de conhecimento único do próprio usuário, não podendo as duas, nesse caso, serem as mesmas.
Os denominados sistemas simétricos são mais adequados para processamento online ou de grandes quantidades de dados, enquanto os sistemas assimétricos são mais adequados em protocolos usados no estabelecimento seguro de chaves em sistemas simétricos.