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No documento intitulado Projeto Político-Pedagógico do IFRN: uma construção coletiva (2012), a prática pedagógica deve ser orientada pelos princípios
da igualdade, da qualidade, da gestão democrática e da valorização do magistério.
da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito à diversidade.
da pesquisa como princípio pedagógico, do trabalho como princípio educativo, da cultura e da ciência.
da pesquisa como princípio pedagógico, do trabalho como princípio educativo, do respeito à diversidade e da interdisciplinaridade.
Subjacente às definições curriculares defendidas no Projeto Político-pedagógico do IFRN está a concepção de currículo sustentada em teorias críticas, numa proposta de educação politécnica voltada para a formação cidadã. Segundo Saviani (1989), a educação politécnica significa
o domínio dos fundamentos científicos das diferentes técnicas que caracterizam o processo de trabalho produtivo moderno.
o domínio dos fundamentos científicos e tecnológicos, com ênfase no mercado de trabalho, fortalecendo a dualidade entre a formação propedêutica e a formação profissional.
preparar o indivíduo, principalmente os que fazem parte das classes populares, para lidar com os saberes essenciais a sua vida profissional, com ênfase no mercado de trabalho.
promover o desenvolvimento dos conteúdos de formação geral e de formação profissional, mediante a construção de itinerários formativos individualizados e descontínuos, que propiciem o conhecimento dos princípios que regem as formas tecnológicas.
Conforme orienta o atual Projeto Político Pedagógico do IFRN (2012), a organização do trabalho pedagógico demanda rotinas acadêmicas. Nesse sentido, o Planejamento coletivo no IFRN sugere que em todos os campi sejam realizadas de forma sistêmica:
Seminários curriculares para atualização pedagógica docente; Reuniões Pedagógicas (RPs) como espaço de debate colaborativo; Reuniões por área de conhecimento (RPA) para realização do planejamento de ensino.
Semana Pedagógica, no início do semestre e/ou ano letivo institucional; Reuniões Pedagógicas (RPs) como um dos espaços de formação continuada e em serviço; Reuniões de Grupos (RGs), como espaço de possibilidades de trabalhos coletivos, entre áreas afins, interdisciplinares.
Semana Pedagógica no início de cada ano letivo institucional; Reuniões Pedagógicas em cada início e finalização de período bimestral; Reuniões de Grupo (RGs) e Reuniões de Áreas de Conhecimento (RAC) semanais para acompanhamento do planejamento de ensino.
Semana Pedagógica, no início do semestre e/ou ano letivo institucional; Reuniões Pedagógicas (RPs) como um dos espaços de formação continuada e em serviço; Reuniões do NDE (Núcleo Docente Estruturante) das áreas de conhecimento, para sistematização do plano de ensino de cada componente curricular no âmbito dos cursos em oferta no campus.de oferta.
O Regimento Geral do IFRN, aprovado pela Resolução N.º 15/2010-CONSUP/IFRN, de 29 de outubro de 2010, estabelece como órgãos colegiados, respectivamente
O Colegiado Médio e Superior, na Reitoria, e o Colegiado Técnico, na gestão de cada campus.
O Colégio Diretor, em nível sistêmico, e o Conselho de Servidores, em nível local de cada unidade.
O Conselho de Dirigentes, na Administração Central, e o Conselho Escola-Comunidade, nos campi.
O Conselho Superior, na Administração Geral, e o Conselho Escolar, na administração de cada campus.
No IFRN, defende-se que a Educação Profissional deve ter como objetivo promover a formação humana integral. Este tipo de formação compreende
a filosofia, a política, a técnica e as artes.
o esporte, as letras, a filosofia e as ciências.
o trabalho, a ciência, a tecnologia e a cultura.
a profissionalização, a pesquisa, o letramento e as artes digitais.
Além do Gabinete do Reitor, atualmente o IFRN possui cinco Pró-Reitorias, responsáveis pela gestão sistêmica institucional.São elas:
a Pró-Reitoria de Administração; a Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação; a Pró-Reitoria de Extensão; a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e a Pró-Reitoria de Administração.
a Pró-Reitoria de Ensino Técnico; a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação e Pós-Graduação; a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação; a Pró-Reitoria de Extensão e a Pró-Reitoria de Administração.
a Pró-Reitoria de Ensino; a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação; a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura; a Pró-Reitoria de Administração e Desenvolvimento Institucional e a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis.
a Pró-Reitoria de Ensino; a Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, a Pró-Reitoria de Extensão; a Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional e a Pró-Reitoria de Administração.
Como fazendo parte das ações inclusivas do IFRN, o Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE) é considerado como um grupo de trabalho e de estudo permanente, vinculado à Pro-Reitoria de Ensino e às Diretorias Acadêmicas de Ensino, no âmbito de cada Campi. Os itens a seguir listam alguns objetivos referentes a atuação do NAPNE do IFRN.
I. Promover e participar de estudos, discussões e eventos sobre a inclusão social.
II. Participar da elaboração, avaliação e adequação dos documentos institucionais, contemplando a educação inclusiva.
III. Atuar nos colegiados dos cursos, oferecendo suporte no processo ensino-aprendizagem dos discentes.
IV. Potencializar o processo ensino-aprendizagem por meio de orientação dos recursos de novas tecnologias assistidas, inclusive mediando projetos de inovação tecnológica assistida, desenvolvidos por discentes e docentes.
V. Gerenciar e estimular o desenvolvimento de parcerias com instituições/organizações que ministrem educação profissional para Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas, órgãos públicos e outros afins.
Estão corretos, conforme o regimento interno do NAPNE do IFRN, os itens
I, II, III e IV.
II, III e V.
I, III e IV.
I, III, IV e V.
A proposta político-pedagógica do IFRN busca contribuir para uma formação omnilateral que favoreça, nos mais variados âmbitos, o (re)dimensionamento qualitativo da práxis social, promovendo uma formação pautada em uma visão humanística e ancorada em alguns princípios filosóficos como
verticalização do ensino, distanciada da pesquisa e da extensão.
natureza pública e gratuita da educação, sob a responsabilidade da União.
justiça social com igualdade, cidadania, ética, emancipação e sustentabilidade ambiental.
inclusão social quanto às condições físicas e intelectuais dos sujeitos, respeitando sempre a aprendizagem individual.
Para dar contribuições, por meio de comentários, à minuta de um documento institucional que se encontra no formato do editor de texto Word, o assistente de aluno Jeremias, do Campus do IFRN, em Caicó, tem como possibilidade:
abrir o documento; clicar em revisão; selecionar a(s) parte(s) do texto que deseja comentar e, em seguida, clicar em “novo comentário” para que se abra a caixa destinada à digitação do comentário.
importar o documento; clicar em inserir; selecionar a(s) palavra(s) que quer comentar e colocar o cursor em cima para começar a digitar o comentário.
selecionar o documento; clicar em referências; selecionar o(s) termo(s) que deseja comentar e, depois, ir em “controlar alterações” para digitar o comentário.
salvar o documento; clicar em exibição; selecionar o(s) texto(s) que quer comentar e, em seguida, clicar em “mapa do documento”; assim serão abertas as caixas para digitação dos comentários.
De acordo com a Resolução nº 7, de dezembro de 2018, a extensão, na Educação Superior Brasileira, é uma atividade que se integra à matriz curricular e à organização da pesquisa, constituindo-se em processo
multidisciplinar, político educacional, cultural, tecnológico, na perspectiva de promover a interação transformadora entre as instituições da educação básica e os outros setores da sociedade.
interdisciplinar, político educacional, cultural, científico, tecnológico, na perspectiva de promover a interação transformadora entre as instituições de ensino superior e os outros setores da sociedade.
interdisciplinar, político-educacional, cultural, científico, tecnológico, na perspectiva de promover a interação transformadora entre as instituições da educação básica e os outros setores da sociedade.
multidisciplinar, político-educacional, científico, tecnológico, na perspectiva de promover a interação transformadora entre as instituições de ensino superior.
Considerando o atual Projeto Político Pedagógico do IFRN (2012), bem como a Organização Didática do IFRN (2012), o ensino, a pesquisa e a extensão são atividades
indissociáveis, articuladas na formação acadêmica-profissional, exclusiva, das ofertas do ensino superior.
indissociáveis, articuladoras da formação acadêmico-profissional com a educação integrada.
indissociáveis, porém independentes, pois as prioridades na formação acadêmico-profissional, devem se coadunar aos arranjos produtivos locais relacionados a cada campus.
indissociáveis e se ajustam aos cursos e programas ofertados, em que as prioridades são definidas por modalidade de ensino, priorizando a pesquisa na educação superior.
Com a transformação do Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte (CEFET-RN) em Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), houve a necessidade da reelaboração de diversos documentos regulatórios da instituição, demandando, portanto, a revisão e a reconstrução de documentos que conduziam as ações institucionais. Entre eles, compreendido como o planejamento global de todas as ações da instituição, encontra-se o
Projeto Político Pedagógico do IFRN, que sistematiza concepções, princípios e diretrizes norteadoras dos programas e projetos educativos, em âmbito regional, e constitui-se em um processo e em um documento de caráter normativo.
Plano de Desenvolvimento Institucional do IFRN, que delineia a cultura da instituição, traçando direcionamentos pedagógicos, administrativos e financeiros, em âmbito nacional, e constitui-se em um processo e em um documento de caráter identitário.
Projeto Político Pedagógico do IFRN, que sistematiza concepções, princípios e diretrizes norteadoras das práticas e das políticas educativas, em âmbito local, e constitui-se em um processo e em um documento de caráter identitário.
Plano de Desenvolvimento Institucional do IFRN, considerado um instrumento de gestão democrática que oportuniza o processo de reflexão crítica e contínua a respeito das práticas, dos métodos e da identidade institucional.
A gestão democrática implica a efetivação de novos processos de organização e gestão baseados em uma dinâmica que favoreça os processos coletivos e participativos de decisão. De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional do IFRN (PDI 2019-2026), a estrutura organizacional funcional de gestão compreende níveis hierárquicos de planos de atuação. Em relação a esses níveis, considere as afirmações a seguir.
I. No IFRN, o plano estratégico compreende as políticas, diretrizes e planejamento multicampi elaborados pela Reitoria, Pró-Reitorias e Direção dos campi, tendo como órgãos superiores o Colégio de Dirigentes (Codir) e o Conselho Superior (Consup).
II. A estrutura organizacional funcional da gestão do IFRN compreende os planos estratégico, tático, operacional e político-pedagógico.
III. O Plano Tático diz respeito à implementação das decisões estabelecidas no nível estratégico, que atingem o campus e estão sob a responsabilidade das diretorias, dos departamentos e e das coordenações gerais do campus.
IV. O Plano Operacional consiste na execução e no acompanhamento, tanto das políticas gerais do Instituto quanto das diretrizes de cada campus.
V. O plano político-pedagógico se constitui no planejamento, na coordenação e no acompanhamento das atividades de ensino e de pesquisa.
Em conformidade com o PDI vigente, estão corretas as afirmativas presentes nos itens
I, II, IV e V.
I, III e IV.
II, III e IV.
II, III, IV e V.
De acordo com o Art. 178 da Organização Didática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, aprovada pela Resolução 38/2012-CONSUP/IFRN, as ações de acompanhamento da frequência e do desempenho acadêmico dos estudantes devem ser desenvolvidas
de forma periódica e sistematizada, sob a coordenação do Coordenador de Curso, em conjunto com os professores e a equipe técnico-pedagógica.
por meio de estratégias de acompanhamento devidamente coordenadas pela equipe técnico-pedagógica com a finalidade de garantir aos estudantes a permanência com êxito e a conclusão do curso.
de forma semestral, sistematizada sob a coordenação da Direção Acadêmica, em conjunto com a equipe técnico-pedagógica.
por meio da equipe técnico-pedagógica, profissionais da assistência estudantil e os professores, utilizando-se de estratégias que sistematizam as dificuldades com relação a permanência do estudante.
De acordo com o Projeto Político-Pedagógico – PPP do IFRN, uma proposta educativa que vise articular educação profissional e tecnológica, educação básica e educação de jovens e adultos na perspectiva do currículo integrado deve fundamentar-se, teórico-metodologicamente, nos princípios da politecnia, da formação omnilateral, da interdisciplinaridade e da contextualização.
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Uma ação educativa pautada por princípios dessa natureza pressupõe um perfil esperado de discentes que abarque, dentre outros, o seguinte aspecto:
capacidade de domínio dos conteúdos conceituais e de seus significados nos mais diversos contextos, visando a articulação curricular e a adequação às características inerentes ao desenvolvimento cognitivo, afetivo, físico e psicológico.
interesse pelo trabalho dos docentes, portando-se como agente interativo da prática educativa e demonstrando autonomia individual frente à construção do conhecimento.
interesse por aprendizagens realizadas no ambiente coletivo da sala de aula com fins de desenvolver autonomia intelectual integrada ao exercício profissional.
capacidade de inserção nos processos educacionais, como agente participativo e crítico da prática educativa, demonstrando autonomia intelectual e responsabilidade quanto ao que se refere à construção de seu próprio conhecimento.
Em sua dimensão pedagógica, o Projeto Político-Pedagógico ̶ PPP do IFRN prevê princípios e diretrizes norteadores de ações pedagógicas a serem desenvolvidas em sintonia com a pedagogia crítica.
Ancorando-se nesse documento institucional, são princípios orientadores da prática pedagógica do IFRN
O IFRN, de natureza jurídica de autarquia e detentora de autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-pedagógica e disciplinar, declara e assume oficialmente a função social de
transmitir e gerar conhecimentos científicos e tecnológicos que possibilitem ao estudante um padrão de competência técnico-profissional, atuando no desenvolvimento de tecnologias relativas ao processo produtivo e na prestação de serviços à população, visando, dessa maneira, a compreensão do meio como condição para interferir na sociedade e transformá-la em função dos interesses coletivos.
orientar os processos de formação – com base na integração e na articulação entre ciência, tecnologia, cultura e conhecimento específico – no intuito de desenvolver a capacidade de investigação científica como dimensão essencial à manutenção da autonomia e dos saberes necessários ao exercício da laboralidade, que se traduzem no conjunto das ações institucionais de ensino, pesquisa e extensão.
desenvolver o estudante como ser historicamente situado, com capacidade de interferir na sua realidade para aceitá-la, rejeitá-la ou transformá-la e com capacidade de pensar e de adquirir conhecimentos que o instrumentalizem para uma compreensão mais elaborada de sua realidade individual, tornando-se, no futuro, capaz de assumir, com autonomia, a gestão social do seu entorno.
ofertar educação profissional e tecnológica – de qualidade referenciada socialmente e de arquitetura político-pedagógica capaz de articular ciência, cultura, trabalho e tecnologia – comprometida com a formação humana integral, com o exercício da cidadania e com a produção e a socialização do conhecimento, visando, sobretudo, a transformação da realidade na perspectiva da igualdade e da justiça sociais.