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Elevador refere-se a um sistema de equipamentos com acionamento eletromecânico ou hidráulico, projetado para realizar o transporte vertical de passageiros, cargas, ou ambos simultaneamente, entre os diferentes pavimentos de uma edificação. Em relação aos procedimentos de emergência em um elevador, analise os itens abaixo:
I - Se o elevador parar entre andares e a porta abrir, o mais indicado é tentar sair pela abertura.
II – Em casos de incêndios em grandes edifícios, a forma mais segura para evacuar o edifício é utilizar os elevadores.
III – É de extrema importância que antes de entrar no elevador, deve-se verificar se a cabine do elevador está no andar. Falhas mecânicas permitem, às vezes, que a porta abra sem a presença do elevador, o que pode provocar acidentes fatais.
Está(ão) incorreto(s) o(s) item(ns)
I e II apenas.
I e III apenas.
III apenas.
I, II e III.
II e III apenas.
De acordo com o Manual de Salvamento Aquático do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo (2016), quais são as fases do afogamento na ordem cronológica de acontecimentos segundo a doutrina?
Pânico, submersão e angústia.
Submersão, angústia e pânico.
Angústia, submersão e pânico.
Pânico, angústia e submersão.
Angústia, pânico e submersão.
De acordo com o Decreto Lei nº 63.911/2018, que institui o Regulamento de Segurança Contra Incêndios das edificações e áreas de risco no Estado de São Paulo, não é objetivo do Regulamento:
proteger, prioritariamente, a vida dos ocupantes das edificações e áreas de risco, em caso de incêndios e emergências.
proporcionar, nas edificações e áreas de risco, os meios mínimos necessários ao controle e extinção de incêndios.
evitar o início e conter a propagação do incêndio, reduzindo danos ao meio ambiente e ao patrimônio.
viabilizar as operações de atendimento de emergências.
proporcionar a descontinuidade dos serviços nas edificações ou áreas de risco.
A Instrução Técnica nº 11/2019 do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo estabelece os requisitos mínimos necessários para o dimensionamento das saídas de emergência, para que sua população possa abandonar a edificação, em caso de incêndio ou pânico, completamente protegida em sua integridade física e permitir o acesso de guarnições de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas, atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança contra incêndio e áreas de risco. Com relação à Instrução Técnica nº 11/2019 é correto afirmar:
Toda saída de emergência, corredores, balcões, terraços, mezaninos, galerias, patamares, escadas, rampas e outros deve ser protegida de ambos os lados por paredes ou guardas (guarda-corpos) continuas, sempre que houver qualquer desnível maior de 40 cm, para evitar quedas.
Todas as escadas externas, inclusive as escadas de caráter monumental, quando forem utilizadas por grandes multidões, devem ter corrimãos a cada 2,20 m.
As alturas das guardas em escada de segurança, aberta externa (AE), de seus patamares, de balcões e assemelhados, devem ser de no mínimo 1,15 m.
As guardas constituídas por balaustradas, grades, telas e assemelhados, isto é, as guardas vazadas, devem ter balaústres verticais, longarinas intermediárias, grades, telas, vidros de segurança (laminados ou aramados) e outros, de modo que uma esfera de 20 cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura.
Não são aceitáveis, em saídas de emergência, corrimãos constituídos por elementos com arestas vivas e tábuas largas. Para auxílio das pessoas portadoras de necessidades especiais, os corrimãos das escadas devem ser contínuos, prolongando-se, sempre que for possível, pelo menos 0,3 m do início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa.
O Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo define unidade de passagem como sendo a largura mínima para a passagem de um fluxo de pessoas, fixada em
0,45 m.
0,55 m.
0,60 m.
1,00 m.
1,20 m.
Os tempos requeridos de resistência ao fogo (TRRF) são aplicados aos elementos estruturais e de compartimentação, conforme os critérios estabelecidos em IT (instrução técnica) específica do Corpo de Bombeiros. Para comprovar o atendimento de determinado material aos TRRF constantes desta IT, são aceitas algumas metodologias. Analise as alternativas abaixo e escolha aquela que não represente uma das metodologias aceitas pelo Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.
Apresentação de relatório de desempenho em situações reais.
Execução de ensaios específicos de resistência ao fogo em laboratórios.
Atendimento a tabelas elaboradas a partir de resultados obtidos em ensaios de resistência ao fogo.
Modelos matemáticos (analíticos) devidamente normatizados ou internacionalmente reconhecidos.