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Relacione a Coluna 1 à Coluna 2 conforme a NBR 9649/1986 (Projeto de redes coletoras de esgoto sanitário).
Coluna 1
1. Poço de visita.
2. Tubo de inspeção e limpeza.
3. Sifão invertido.
4. Caixa de passagem.
5. Terminal de limpeza.
Coluna 2
( ) Dispositivo não visitável que permite inspeção e introdução de equipamentos de limpeza.
( ) Trecho rebaixado com escoamento sob pressão, cuja finalidade é transpor obstáculos, depressões do terreno ou cursos d’água.
( ) Câmara visitável através de abertura existente em sua parte superior, destinada a execução de trabalhos de manutenção.
( ) Dispositivo que permite a introdução de equipamentos de limpeza, localizado na cabeceira de qualquer coletor.
( ) Câmara sem acesso localizada em pontos singulares por necessidade construtiva.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
1 – 3 – 5 – 4 – 2.
3 – 1 – 2 – 5 – 4.
2 – 3 – 1 – 5 – 4.
3 – 1 – 4 – 5 – 2.
4 – 2 – 3 – 5 – 1.
Segundo a NBR 10.004 de 2004, um resíduo é considerado perigoso quando, em função de suas propriedades físicas, químicas ou infectocontagiosas, pode apresentar risco à saúde pública, provocando mortalidade, incidência de doenças ou acentuando seus índices, ou risco ao meio ambiente, quando o resíduo for gerenciado de forma inadequada.
Segundo esse instrumento legal, um resíduo é classificado como perigoso, por ser inflamável, se:
for comprovadamente letal ao homem;
for líquido e tiver ponto de fulgor inferior a 60°C;
puro ou em solução aquosa, apresentar pH menor ou igual a 2, ou, maior ou igual a 12,5;
misturado com a água, gerar gases e vapores tóxicos em quantidades suficientes para provocar danos à saúde pública;
contiver microorganismos patogênicos, proteínas virais, ou ácido desoxirribonucleico (ADN) recombinantes.
Uma empresa que fabrica componentes mecânicos tem como processamento básico: · corte de barras redondas laminadas de aço baixa liga (ABNT 4340, ABNT 4320); · tratamento térmico de esferoidização;
· lubrificação superficial (sabão com óleo e fosfato);
· conformação a frio (extrusão e recalcamento);
· usinagem (essencialmente torneamento cilíndrico, furação, brochamento e fresamento de engrenagens);
· tratamento térmico (cementação a 960°C (4 a 8 hora s) e têmpera direta seguida de revenimento (180°C) ou cementação a 960° (4 a 8 horas) seguida de resfriamento com dupla têmpera (uma a 850°C e outra a 770°C) e revenimento (180°C) ou ainda têmpera e um revenim ento;
· retificação (eventual).
Analisando as informações acima, qual dos aços acima mencionados é um aço típico para cementação, e quais as finalidades do tratamento térmico de esferoidização e da etapa de lubrificação superficial?
Segundo a NBR 7212 o documento de entrega que acompanha cada remessa de concreto, além dos dispositivos legais vigentes, deverá conter as seguintes informações, EXCETO:
Volume do concreto.
Dimensão máxima característica do agregado graúdo.
Código de identificação do traço utilizado na dosagem do concreto.
Quantidade em massa de cada componente do concreto.
De acordo com a ABNT NBR 6118:2014, analise as afirmações a seguir:
I. Dimensão do furo de no máximo 12cm e h/3.
II. Furos em zona de tração e a uma distância da face do apoio de no mínimo 2h, onde h é a altura da viga.
III. Com cobrimentos suficientes o seccionamento pode ser de no máximo 15% das armaduras.
IV. Distância entre faces de furos, em um mesmo tramo, de no mínimo 2h.
A(s) afirmativa(s) que NÃO faz(em) parte das condições para furos que atravessam vigas na direção de sua largura são:
II apenas.
III e IV apenas.
III apenas.
I e III apenas.
Considere os esquemas de aterramento apresentados a seguir:

As figuras 1, 2, 3 e 4 mostram alguns esquemas de aterramento utilizados em instalações elétricas, conforme NBR 5410/2004 (Versão Corrigida 2008).
Assinale a alternativa que representa esses esquemas CORRETAMENTE:
Fig. 1 (TN-C-S), Fig. 2 (TN-C), Fig. 3 (TT), Fig. 4 (IT).
Fig. 1 (TN-C), Fig. 2 (TN-S), Fig. 3 (TN-C-S), Fig. 4 (TT).
Fig. 1 (TN-S), Fig. 2 (TN-C), Fig. 3 (TN-C-S), Fig. 4 (IT).
Fig. 1 (TN-S), Fig. 2 (TN-C-S), Fig. 3 (TN-C), Fig. 4 (TT).
De acordo com a ABNT NBR 14.166:1998, o elemento da rede de referência cadastral que é um ponto altimétrico é o
ponto de referência para estrutura fundiária.
ponto de esquina.
ponto de segurança.
marco geodésico de precisão.
marco geodésico de apoio imediato.
A norma ABNT NBR 15575 - Edificações habitacionais — Desempenho: estabelece as incumbências técnicas dos intervenientes. Assinale a alternativa que contém a correta correspondência entre o interveniente e sua responsabilidade.
Cabe ao usuário caracterizar o desempenho, de acordo com a ABNT NBR 15575, como também elaborar manual de uso e manutenção, ou documento similar.
O Construtor deve estabelecer a vida útil de projeto (VUP) de cada sistema que compõe esta parte; cabe ao construtor o papel de especificar materiais, produtos e serviços que atendam ao desempenho mínimo estabelecido.
Salvo convenção escrita, é da incumbência do incorporador, de seus prepostos ou dos projetistas envolvidos, dentro de suas respectivas competências, e não da empresa construtora, a identificação dos riscos previsíveis na época do projeto, devendo o incorporador, neste caso, providenciar os estudos técnicos requeridos, e prover aos diferentes projetistas as informações necessárias.
Ao construtor ou seu preposto cabe realizar a manutenção, de acordo com o estabelecido na ABNT NBR 5674 e no manual de uso, operação e manutenção, ou documento similar.
Assinale a alternativa CORRETA, considerando o disposto na NBR 9050/2015 – Acessibilidade a edificações, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos:
Considera-se o módulo de referência a projeção de 1,20x1,20m no piso, ocupado por uma cadeira de rodas.
É dispensável a sinalização de degraus de escada, já que a mesma não constitui rota acessível.
A inclinação transversal máxima da faixa livre das calçadas, ou vias exclusivas de pedestres é 3%. Eventuais ajustes de soleiras devem ser feitos dentro dos lotes ou, em calçadas com mais de 2,0m de largura, podem ser executados nas faixas de acesso.
O critério de desnível a ser atendido para se considerar uma rampa acessível é a inclinação máxima de 8,33%, independente da diferença de nível a ser vencida.
Nas travessias de pedestres em vias públicas, em calçadas estreitas, onde a largura do passeio não for suficiente para acomodar o rebaixamento e a faixa livre com largura de no mínimo 1,20m, admite-se o aumento da inclinação transversal do passeio até o limite de 8,33%.