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O Conselho das Escolas Municipais contribui para estabelecer um maior controle da gestão municipal de ensino e pode ser um importante pilar de uma gestão democrática, com a participação da sociedade civil nas decisões políticas relacionadas à educação no Município. A Lei Municipal nº 7.145/1992, que estabelece o objetivo, a competência e dá normas de funcionamento do Conselho das Escolas Municipais de Campinas, determina que
tem entre seus objetivos avaliar o desempenho dos servidores públicos da área de educação.
é um órgão consultivo, deliberativo e normativo do processo educativo que acontece na Rede Municipal de Ensino.
será composto por representantes do governo municipal, da comunidade escolar e da sociedade civil em geral escolhidos pelo Prefeito Municipal.
poderá fazer parte do Conselho pessoas da comunidade que não tenham vínculo com a escola, mas que se mostrem interessadas pelas questões educacionais.
deverá receber a gratificação por função os conselheiros professores, especialistas em educação e funcionários pelas horas despendidas com as reuniões do Conselho.
A Lei nº 7.145, de 1992, do Município de Campinas, dispõe que o Conselho das Escolas Municipais é um órgão consultivo, deliberativo e normativo do processo educativo que acontece na Rede Municipal de Ensino. Nos termos dessa lei, assinale a alternativa que apresenta um objetivo do Conselho das Escolas Municipais.
Ser a base de democratização da gestão do sistema municipal de ensino, com a participação ativa do munícipe, como sujeito do processo educacional.
Criar condições para que a cultura popular esteja presente no processo educativo.
Integrar todos os segmentos da unidade na discussão pedagógica e metodológica.
Garantir a democracia plena na gestão financeira da unidade, naquilo em que ela tem autonomia em relação à receita e às despesas.
Propiciar a mais ampla participação da comunidade no processo educacional da unidade, reconhecendo o seu direito e o seu dever quanto a isso.
É necessário que se saiba, baseando-se na Lei nº 7.145/92, os membros participantes do Conselho das Escolas Municipais, que é nomeado através de decreto. Sendo assim, assinale a alternativa que não apresenta um destes membros.
2 (dois) representantes do Sindicato dos Professores (SINPRO).
2 (dois) representantes da Secretaria Municipal de Educação.
3 (três) professores de ensino pré-escola.
4 (quatro) pais de alunos.
De acordo com a Lei Municipal nº 7.145/92, o Conselho das Escolas Municipais tem como competência estabelecer as diretrizes para
a organização e execução dos Congressos Municipais de Educação.
as modificações a serem introduzidas no Plano Diretor do Município no que diz respeito à Educação Pública.
elaboração do Plano Pedagógico da Escola.
os organismos auxiliares das unidades educacionais.
A Lei nº 7.145/92 do município de Campinas cria o Conselho das Escolas Municipais da cidade e explicita as suas competências. Assinale a alternativa que apresenta uma destas competências.
Assessorar a Secretaria de Educação no diagnóstico dos problemas e sugerir medidas para aperfeiçoar o sistema de ensino, especialmente no que diz respeito à integração dos seus diferentes níveis e modalidades.
Estabelecer as diretrizes: para o funcionamento das Escolas Públicas Municipais; para os organismos auxiliares das unidades educacionais; a serem seguidas na utilização dos recursos financeiros próprios da unidade educacional; a serem seguidas e as metas a serem alcançadas pela Rede Municipal de Educação; entre outras.
Acompanhar o processo de ensino e aprendizagem que se desenvolve nas unidades, de forma presencial e não presencial; analisar os documentos escolares e emitir parecer assessorando a tomada de decisão pelas autoridades competentes. Estabelecer um fluxo vertical e reflexivo de informações: unidade-poder, poder-unidade.
Analisar as estatísticas da educação municipal, anualmente, oferecendo subsídios ao Secretário de Educação. Analisar os resultados do desempenho escolar dos alunos advindos das avaliações externas e apresentar uma sugestão de plano de ação na busca da sua melhoria. Acompanhar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de cada unidade e sugerir uma política de distribuição de verbas por desempenho.


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