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Sobre a relação do morfema e da sintaxe às produções de sentido das diversidades textuais, leia os textos a seguir.
TEXTO I
Segundo Cereja e Magalhães (2013, p. 41), “Um texto não pode ser construído com frases soltas, desconexas. Além disso, a alteração da sequência de suas partes pode modificar profundamente seu sentido. Para um texto ter unidade de sentido para ser um todo coerente, é necessário que apresente textualidade, isto é, que apresente conexões gramaticais e articulação de ideias.”
TEXTO II
“O Arquipélago de Anavilhanas, mais uma joia da Amazônia, fica a apenas 100 km de Manaus, próximo ao município de Novo Airão, no rio Negro. Trata-se de uma das paisagens mais espetaculares da região Norte, e muito rica em biodiversidade. São cerca de 400 ilhas, ou até mais. Depende do volume de água. Quando está muito baixa no período das secas, outras ilhas aparecem. Isso faz do arquipélago de Anavilhanas um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo. Ele só perde para o arquipélago de Mariuá, em Barcelos, antiga capital do Estado, que tem nada menos que 1.400 ilhas!”
Disponível em: <https://marsemfim.com.br/arquipelago-de-anavilhanas-mais-uma-joia-da-amazonia/>. Adaptado.
Considerando-se as informações apresentadas no Texto I, aplicadas ao Texto II, é correto afirmar que o (a)
conjunção subordinativa adverbial “quando” inicia uma oração que exprime ideia de condição ou hipótese.
conjunção coordenativa “ou” expressa relação de conclusão ao afirmar que existem mais ilhas no Arquipélago.
elemento coesivo “ele” retoma e mantém em foco os referentes “fluviais” e “mundo”, que são advérbios locativos.
pronome relativo “que” tem como principal propósito retomar a palavra "Barcelos”, presente em uma oração anterior.
pronome demonstrativo “isso”, por meio da anáfora, estabelece uma relação de referência à ideia anteriormente expressa.