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A tira acima, de Luís Fernando Veríssimo, apoia seu tom humorístico na seguinte estratégia:
quebrar a expectativa criada pela primeira frase da tira.
referir-se a um tema sociológico sério por meio do pronome demonstrativo “isso”
indicar uma semelhança metafórica entre a vida humana e a das cobras.
simular uma oposição numa situação em que os personagens concordam.
criar um personagem caracterizado pela expressão de obviedades.

O texto não-verbal do chargista, cartunista e ilustrador Duke ironiza
a espetacularização da pobreza no Brasil, que é usada pelos grandes veículos de imprensa para denunciar a desigualdade social.
a alienação das camadas populares, que se mantêm conformadas à situação de desigualdade social existente no Brasil.
a acomodação gerada pelos programas de transmissão de renda, que não estimulam a busca por trabalho remunerado.
a valorização do trabalho intelectual, que é dinamizado pelas novas mídias e aplicativos digitais.
a popularização dos autorretratos, que são registrados por aparatos digitais móveis e publicados em redes sociais.
Analisando a charge e o texto, está incorreto afirmar que:
De uma forma geral, a charge faz uso da conotação e o texto de Pondé, da denotação.
Os animais são usados na charge para simbolizar o momento de selvageria, irracionalidade, o instinto e o impulso que tomam conta dos cidadãos que agem sem pensar e violentamente agridem os supostos condenados fazendo justiça coma as próprias mãos.
Tanto a charge como o texto de Pondé condenam a prática recente na sociedade brasileira de intolerância e violência nas ruas que têm chocado o país.
Não há uma relação coerente entre o título do texto de Pondé e sua opinião, assim como na charge não há uma relação semântica clara na repetição desnecessária do substantivo “mãos”.
Leia o texto a seguir.
Na frase “vou me divertir pra caramba, enquanto você fica aí sentado, bocejando e desejando estar...”, o uso das reticências sugere a:
Supressão de um texto;
Interrupção de um pensamento;
Transmissão de emoção e subjetividade;
Indicação de surpresa.
Observe a charge a seguir:

Segundo a visão da chargista, a escola do futuro:
não vai contar com alunos.
vai ministrar cursos presenciais.
vai perder a relação pessoal professor‐aluno.
vai se utilizar corretamente da tecnologia.
poderá dispensar a atividade do professor.
A análise da fala do pai só não permite concluir que:
apresenta um vocábulo paroxítono.
ocorre pontuação enfática.
se percebe um termo determinante.
ocorre um encontro consonantal.
O humor provocado pela leitura da charge acima atribui-se
à divergência entre os pais sobre o que é importante para a família
à ironia causada pela solicitação da esposa a partir da leitura do esposo.
ao conformismo da família de baixo poder pela Constituição Federal.
à ambiguidade provocada pela presença das reticências no texto verbal.
à configuração familiar um tanto distante da realidade brasileira.
A legenda mais apropriada para a charge é:
As armas de fogo de hoje são sofisticadas.
A violência exige armas de defesa.
A poluição é uma arma que pode matar.
Fábricas controlam a poluição.
Diga não às armas de fogo!
A respeito das imagens presentes na charge, assinale a afirmativa incorreta.
A figura central representa a solidão da inteligência.
A cultura está representada na charge pelo ato de ler.
O fato de ser um só o leitor, mostra uma situação de ignorância.
A ignorância também é mostrada no modo de segurar o alto‐ falante.
A surpresa do leitor mostra a desvalorização da cultura.
O entendimento do humor da charge é possível devido à
fala da personagem no primeiro quadrinho
fala da personagem no segundo quadrinho.
representação da personagem feminina.
representação das personagens feminina e masculina.
Na interpretação da charge, está CORRETO o que se diz em:
A discriminação racial existe apenas em algumas profissões.
Apesar do fim do apartheid, a discriminação racial ainda é presente em nossos dias.
O serviço doméstico não é valorizado em países de língua portuguesa.
Os jornais noticiaram a morte de Mandela como sendo um episódio “chato”.
Leia com atenção o cartoon abaixo.

https://www. google.com.br/
I- O texto faz uma crítica ao uso intenso das novas tecnologias digitais em detrimento do uso da biblioteca.
II- O texto faz uma crítica aos jovens que não dispõem de celulares com acesso à internet.
III- O texto destaca a importância de se usar a internet sem fio na biblioteca da escola.
Após analisar as proposições, podemos considerar que está(ão) correta(s) apenas:
II
I
III
l e Ill
Il e Ill
Na charge, o humor é, como quase sempre, criado a partir da ruptura de uma expectativa
Nesse caso, a ruptura é causada
pela situação inusitada de transporte escolar em motocicleta, em lugar de ônibus.
pela atitude repressora do guarda, em lugar da compreensão da situação do trabalhador
pelo tamanho reduzido da motocicleta, quando a necessidade é de algo maior.
pela contradição entre “honestamente” e a insegurança das crianças.
pela desobediência à lei, em lugar de as crianças usarem capacete.
Texto para a questão 1:

É correto afirmar que a charge acima pretende:
incentivar o uso de tecnologias e redes sociais.
apoiar o uso da tecnologia como recurso para a qualidade de vida.
declarar o Google como modelo de organização familiar moderna.
incentivar o uso do Google como terapia aos inúmeros casos de depressão na atualidade.
criticar o uso da internet como sinônimo de companhia social e, portanto, contra a solidão.
XÓPIS
Não foram os americanos que inventaram o shopping center. Seus antecedentes diretos são as galerias de comércio de Leeds, na Inglaterra, e as passagens de Paris pelas quais flanava, encantado, o Walter Benjamin. Ou, se você quiser ir mais longe, os bazares do Oriente. Mas foram os americanos que aperfeiçoaram a ideia de cidades fechadas e controladas, à prova de poluição, pedintes, automóveis, variações climáticas e todos os outros inconvenientes da rua. Cidades só de calçadas, onde nunca chove, neva ou venta, dedicadas exclusivamente às compras e ao lazer – enfim, pequenos (ou enormes) templos de consumo e conforto. Os xópis são civilizações à parte, cuja existência e o sucesso dependem, acima de tudo, de não serem invadidas pelos males da rua.
Dentro dos xópis você pode lamentar a padronização de lojas e grifes, que são as mesmas em todos, e a sensação de estar num ambiente artificial, longe do mundo real, mas não pode deixar de reconhecer que, se a americanização do planeta teve seu lado bom, foi a criação desses bazares modernos, estes centros de conveniência com que o Primeiro Mundo – ou pelo menos uma ilusão de Primeiro Mundo – se espraia pelo mundo todo. Os xópis não são exclusivos, qualquer um pode entrar num xópi nem que seja só para fugir do calor ou flanar entre as suas vitrines, mas a apreensão causada por essas manifestações de massa nas suas calçadas protegidas, os rolezinhos, soa como privilégio ameaçado. De um jeito ou de outro, a invasão planejada de xópis tem algo de dessacralização. É a rua se infiltrando no falso Primeiro Mundo. A perigosa rua, que vai acabar estragando a ilusão.
As invasões podem ser passageiras ou podem descambar para violência e saques. Você pode considerar que elas são contra tudo que os templos de consumo representam ou pode vê-las como o ataque de outra civilização à parte, a da irmandade da internet, à civilização dos xópis. No caso seria o choque de duas potências parecidas, na medida em que as duas pertencem a um primeiro mundo de mentira que não tem muito a ver com a nossa realidade. O difícil seria escolher para qual das duas torcer. Eu ficaria com a mentira dos xópis
(Veríssimo, O Globo, 26-01-2014.)
O texto de Veríssimo fala dos “inconvenientes das ruas”, que prejudicariam o shopping. No caso da charge, esse inconveniente seria hipoteticamente
a grande presença de pessoas que nada compram.
a possibilidade de atitudes que perturbassem a tranquilidade.
a grande afluência de jovens.
o risco de saques às lojas.
a poluição sonora e visual.
O humor da charge, que é percebido pela associação entre as palavras e a imagem, reside, predominantemente, no emprego do seguinte vocábulo:
“chefe”
“sustentável”
“claro”
“retirada"
Koch e Travaglia (1997, p. 21) explicam que a coerência está: “diretamente ligada à possibilidade de se estabelecer um sentido para o texto, ou seja, ela é o que faz com que o texto faça sentido para os usuários, devendo, portanto, ser entendida como um princípio de interpretabilidade, ligada à inteligibilidade do texto numa situação de comunicação e à capacidade que o receptor tem para calcular o sentido deste texto”. Relacione essas informações à charge abaixo e assinale a alternativa correta.

(http://www.chargeonline.com.br/php/DODIA//migueljc.jpg Acesso em: 06/05/2014)
A charge não faz sentido ao leitor, isto é, trata-se de um texto incoerente, pois não é possível interpretá-la.
A ausência de elementos coesivos e de palavras na charge impede que o leitor atribua coerência a ela.
O leitor é capaz de atribuir sentido ao texto, isto é, de considerá-lo coerente, apenas se tiver conhecimento prévio sobre o assunto ao qual ela se refere.
A charge apresenta apenas uma imagem de um vaso sanitário com tinta vermelha e sobre ele, holofotes, o que não faz sentido a nenhuma situação de comunicação.
A opção que apresenta o tipo de relação estabelecida pela locução prepositiva destacada em “Fora de controle” é de:
afastamento.
conformidade.
especialidade.
destino.
conteúdo.
Em “De 16 ou 32 gigas ?!”, o uso dos pontos de interrogação e exclamação ( ?! ) justifica‐se por
reforçar a confirmação do objeto encontrado.
estar muito espantado com a descoberta do menino.
não aguentar esperar para saber as informações sobre o objeto.
questionar o item encontrado, assim como estar surpreso, não acreditando na descoberta.
O humor da tirinha foi causado devido ao(à)
alegria do filho em encontrar algo útil.
interpretação equivocada de uma palavra.
curiosidade do pai pelo objeto encontrado.
filho estar revirando o lixo enquanto o pai só observa.