Questões de Concurso sobre Charge

 
 
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A tira acima, de Luís Fernando Veríssimo, apoia seu tom humorístico na seguinte estratégia:


A

quebrar a expectativa criada pela primeira frase da tira.


B

referir-se a um tema sociológico sério por meio do pronome demonstrativo “isso”


C

indicar uma semelhança metafórica entre a vida humana e a das cobras.


D

simular uma oposição numa situação em que os personagens concordam.


E

criar um personagem caracterizado pela expressão de obviedades.

Imagem associada para resolução da questão


O texto não-verbal do chargista, cartunista e ilustrador Duke ironiza


A

a espetacularização da pobreza no Brasil, que é usada pelos grandes veículos de imprensa para denunciar a desigualdade social.


B

a alienação das camadas populares, que se mantêm conformadas à situação de desigualdade social existente no Brasil.


C

a acomodação gerada pelos programas de transmissão de renda, que não estimulam a busca por trabalho remunerado.


D

a valorização do trabalho intelectual, que é dinamizado pelas novas mídias e aplicativos digitais.


E

a popularização dos autorretratos, que são registrados por aparatos digitais móveis e publicados em redes sociais.

Analisando a charge e o texto, está incorreto afirmar que:


A

De uma forma geral, a charge faz uso da conotação e o texto de Pondé, da denotação.


B

Os animais são usados na charge para simbolizar o momento de selvageria, irracionalidade, o instinto e o impulso que tomam conta dos cidadãos que agem sem pensar e violentamente agridem os supostos condenados fazendo justiça coma as próprias mãos.


C

Tanto a charge como o texto de Pondé condenam a prática recente na sociedade brasileira de intolerância e violência nas ruas que têm chocado o país.


D

Não há uma relação coerente entre o título do texto de Pondé e sua opinião, assim como na charge não há uma relação semântica clara na repetição desnecessária do substantivo “mãos”.

Leia o texto a seguir.



Imagem associada para resolução da questão



Na frase “vou me divertir pra caramba, enquanto você fica aí sentado, bocejando e desejando estar...”, o uso das reticências sugere a:


A

Supressão de um texto;


B

Interrupção de um pensamento;


C

Transmissão de emoção e subjetividade;


D

Indicação de surpresa.

Observe a charge a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

Segundo a visão da chargista, a escola do futuro:


A

não vai contar com alunos.


B

vai ministrar cursos presenciais.


C

vai perder a relação pessoal professor‐aluno.


D

vai se utilizar corretamente da tecnologia.


E

poderá dispensar a atividade do professor.

A análise da fala do pai só não permite concluir que:


A

apresenta um vocábulo paroxítono.


B

ocorre pontuação enfática.


C

se percebe um termo determinante.


D

ocorre um encontro consonantal.

O humor provocado pela leitura da charge acima atribui-se


A

à divergência entre os pais sobre o que é importante para a família


B

à ironia causada pela solicitação da esposa a partir da leitura do esposo.


C

ao conformismo da família de baixo poder pela Constituição Federal.


D

à ambiguidade provocada pela presença das reticências no texto verbal.


E

à configuração familiar um tanto distante da realidade brasileira.

A legenda mais apropriada para a charge é:


A

As armas de fogo de hoje são sofisticadas.


B

A violência exige armas de defesa.


C

A poluição é uma arma que pode matar.


D

Fábricas controlam a poluição.


E

Diga não às armas de fogo!

A respeito das imagens presentes na charge, assinale a afirmativa incorreta.


A

A figura central representa a solidão da inteligência.


B

A cultura está representada na charge pelo ato de ler.


C

O fato de ser um só o leitor, mostra uma situação de ignorância.


D

A ignorância também é mostrada no modo de segurar o alto‐ falante.


E

A surpresa do leitor mostra a desvalorização da cultura.

O entendimento do humor da charge é possível devido à


A

fala da personagem no primeiro quadrinho


B

fala da personagem no segundo quadrinho.


C

representação da personagem feminina.


D

representação das personagens feminina e masculina.

Na interpretação da charge, está CORRETO o que se diz em:


A

A discriminação racial existe apenas em algumas profissões.


B

Apesar do fim do apartheid, a discriminação racial ainda é presente em nossos dias.


C

O serviço doméstico não é valorizado em países de língua portuguesa.


D

Os jornais noticiaram a morte de Mandela como sendo um episódio “chato”.

Leia com atenção o cartoon abaixo.


Imagem associada para resolução da questão

https://www. google.com.br/


I- O texto faz uma crítica ao uso intenso das novas tecnologias digitais em detrimento do uso da biblioteca.

II- O texto faz uma crítica aos jovens que não dispõem de celulares com acesso à internet.

III- O texto destaca a importância de se usar a internet sem fio na biblioteca da escola.


Após analisar as proposições, podemos considerar que está(ão) correta(s) apenas:


A

II


B

I


C

III


D

l e Ill


E

Il e Ill

Na charge, o humor é, como quase sempre, criado a partir da ruptura de uma expectativa

Nesse caso, a ruptura é causada


A

pela situação inusitada de transporte escolar em motocicleta, em lugar de ônibus.


B

pela atitude repressora do guarda, em lugar da compreensão da situação do trabalhador


C

pelo tamanho reduzido da motocicleta, quando a necessidade é de algo maior.


D

pela contradição entre “honestamente” e a insegurança das crianças.


E

pela desobediência à lei, em lugar de as crianças usarem capacete.

Texto para a questão 1:


Imagem associada para resolução da questão


É correto afirmar que a charge acima pretende:


A

incentivar o uso de tecnologias e redes sociais.


B

apoiar o uso da tecnologia como recurso para a qualidade de vida.


C

declarar o Google como modelo de organização familiar moderna.


D

incentivar o uso do Google como terapia aos inúmeros casos de depressão na atualidade.


E

criticar o uso da internet como sinônimo de companhia social e, portanto, contra a solidão.

XÓPIS

Não foram os americanos que inventaram o shopping center. Seus antecedentes diretos são as galerias de comércio de Leeds, na Inglaterra, e as passagens de Paris pelas quais flanava, encantado, o Walter Benjamin. Ou, se você quiser ir mais longe, os bazares do Oriente. Mas foram os americanos que aperfeiçoaram a ideia de cidades fechadas e controladas, à prova de poluição, pedintes, automóveis, variações climáticas e todos os outros inconvenientes da rua. Cidades só de calçadas, onde nunca chove, neva ou venta, dedicadas exclusivamente às compras e ao lazer – enfim, pequenos (ou enormes) templos de consumo e conforto. Os xópis são civilizações à parte, cuja existência e o sucesso dependem, acima de tudo, de não serem invadidas pelos males da rua.

Dentro dos xópis você pode lamentar a padronização de lojas e grifes, que são as mesmas em todos, e a sensação de estar num ambiente artificial, longe do mundo real, mas não pode deixar de reconhecer que, se a americanização do planeta teve seu lado bom, foi a criação desses bazares modernos, estes centros de conveniência com que o Primeiro Mundo – ou pelo menos uma ilusão de Primeiro Mundo – se espraia pelo mundo todo. Os xópis não são exclusivos, qualquer um pode entrar num xópi nem que seja só para fugir do calor ou flanar entre as suas vitrines, mas a apreensão causada por essas manifestações de massa nas suas calçadas protegidas, os rolezinhos, soa como privilégio ameaçado. De um jeito ou de outro, a invasão planejada de xópis tem algo de dessacralização. É a rua se infiltrando no falso Primeiro Mundo. A perigosa rua, que vai acabar estragando a ilusão.

As invasões podem ser passageiras ou podem descambar para violência e saques. Você pode considerar que elas são contra tudo que os templos de consumo representam ou pode vê-las como o ataque de outra civilização à parte, a da irmandade da internet, à civilização dos xópis. No caso seria o choque de duas potências parecidas, na medida em que as duas pertencem a um primeiro mundo de mentira que não tem muito a ver com a nossa realidade. O difícil seria escolher para qual das duas torcer. Eu ficaria com a mentira dos xópis

(Veríssimo, O Globo, 26-01-2014.)



O texto de Veríssimo fala dos “inconvenientes das ruas”, que prejudicariam o shopping. No caso da charge, esse inconveniente seria hipoteticamente


A

a grande presença de pessoas que nada compram.


B

a possibilidade de atitudes que perturbassem a tranquilidade.


C

a grande afluência de jovens.


D

o risco de saques às lojas.


E

a poluição sonora e visual.

O humor da charge, que é percebido pela associação entre as palavras e a imagem, reside, predominantemente, no emprego do seguinte vocábulo:


A

“chefe”


B

“sustentável”


C

“claro”


D

“retirada"

Koch e Travaglia (1997, p. 21) explicam que a coerência está: “diretamente ligada à possibilidade de se estabelecer um sentido para o texto, ou seja, ela é o que faz com que o texto faça sentido para os usuários, devendo, portanto, ser entendida como um princípio de interpretabilidade, ligada à inteligibilidade do texto numa situação de comunicação e à capacidade que o receptor tem para calcular o sentido deste texto”. Relacione essas informações à charge abaixo e assinale a alternativa correta.


Imagem associada para resolução da questão


(http://www.chargeonline.com.br/php/DODIA//migueljc.jpg Acesso em: 06/05/2014)


A

A charge não faz sentido ao leitor, isto é, trata-se de um texto incoerente, pois não é possível interpretá-la.


B

A ausência de elementos coesivos e de palavras na charge impede que o leitor atribua coerência a ela.


C

O leitor é capaz de atribuir sentido ao texto, isto é, de considerá-lo coerente, apenas se tiver conhecimento prévio sobre o assunto ao qual ela se refere.


D

A charge apresenta apenas uma imagem de um vaso sanitário com tinta vermelha e sobre ele, holofotes, o que não faz sentido a nenhuma situação de comunicação.

A opção que apresenta o tipo de relação estabelecida pela locução prepositiva destacada em “Fora de controle” é de:


A

afastamento.


B

conformidade.


C

especialidade.


D

destino.


E

conteúdo.

Em “De 16 ou 32 gigas ?!”, o uso dos pontos de interrogação e exclamação ( ?! ) justifica‐se por


A

reforçar a confirmação do objeto encontrado.


B

estar muito espantado com a descoberta do menino.


C

não aguentar esperar para saber as informações sobre o objeto.


D

questionar o item encontrado, assim como estar surpreso, não acreditando na descoberta.

O humor da tirinha foi causado devido ao(à)


A

alegria do filho em encontrar algo útil.


B

interpretação equivocada de uma palavra.


C

curiosidade do pai pelo objeto encontrado.


D

filho estar revirando o lixo enquanto o pai só observa.

   
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