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A respeito desse cartum, assinale a alternativa correta.
O humor da imagem está no fato de haver implícita uma referência à atitude de determinada personalidade do mundo político atual, flagrada em assalto à mão armada.
A ironia, traço característico desse gênero textual, está no fato de a cena se passar na rua, em pleno espaço público.
O texto, destinado à publicação jornalística, exibe, sob a forma de desenho, uma anedota gráfica que satiriza um comportamento humano.
A linguagem da personagem é adequada à situação vivida no cartum.
O assaltante demonstra não dominar a linguagem própria de correspondências oficiais e comerciais, escolhida por ele para se justificar, pois comete falha no emprego do pronome possessivo — usou “seus” em lugar de vossos.
Na charge acima, texto IV, o humor é latente, e pode-se dizer que seu título permite resumir a ideia presente, predominantemente
no texto I apenas.
nos textos II e III.
no texto III apenas.
no texto II apenas.
nos textos I e III.
Cereja e Magalhães definem as variedades linguísticas como variações que uma língua apresenta em razão das condições sociais, culturais, regionais nas quais é utilizada. Assim, a variação linguística expressa na tirinha deve ser considerada:
Gíria.
Regional.
Estilística.
Sociológica.
A charge abaixo, publicada em 3 de março de 2006, no jornal Diário do Povo, Campinas, critica:

o estado de penúria em que se encontra a população mais pobre.
o aumento dos casos de assalto a veículos.
a incompetência da polícia que não consegue coibir os assaltos.
o aumento do valor dos combustíveis.
a rivalidade entre gangues.
O humor da tirinha é construído a partir:
Da irritação do locador de vídeos.
Do fato de o DVD ser do filme X-men.
Da displicência, e ingenuidade de Wolverine, em sua fala ao se defender.
Do DVD estar todo riscado.
A respeito das ideias do texto I, assinale a alternativa correta.
O prejuízo anual decorrente de erros de medição, furto e fraudes nos sistemas de medição fica acima de sete bilhões de reais.
A fatura de energia elétrica recebida mensalmente pelo consumidor não apresenta a demonstração da composição da tarifa paga.
O furto de energia resulta em prejuízo financeiro apenas para as organizações vinculadas ao setor de eletricidade.
Os furtos e as fraudes representam mais da metade das perdas no setor elétrico.
As perdas das organizações vinculadas à eletricidade fazem parte do sistema intrínseco do setor, por isso não há como reduzi-las.
Relacione a imagem associada ao texto I e os microtextos que a circundam ao texto I e assinale a alternativa correta.
A imagem refere-se aos microtextos e aos parágrafos de 4 a 10 do texto I.
A imagem refere-se aos microtextos e aos parágrafos de 3 a 9 do texto I.
A imagem refere-se aos microtextos e aos parágrafos 1, 2 e 3 do texto I.
A imagem refere-se aos microtextos e a todo o texto I.
A imagem refere-se somente aos microtextos.
A palavra “ hmmm” utilizada no primeiro balão de falas na charge acima pode ser classificada como:
Substantivo.
Conjunção.
Preposição.
Interjeição.
No segundo balão de falas, as palavras “ fino” e “ grosso” são caracterizadas como:
Adjetivos substantivados, pois toda palavra precedida de artigo se torna um substantivo, desde que já não seja um substantivo originalmente. São palavras putativas, tidas e havidas de uma categoria gramatical, mas exercendo outra função.
Substantivos adjetivados, pois toda palavra precedida de artigo se torna um adjetivo, desde que já não seja um adjetivo originalmente. São palavras putativas, tidas e havidas de uma categoria gramatical, mas exercendo outra função.
Pronomes substantivados, pois toda palavra precedida de artigo se torna um substantivo, desde que já não seja um substantivo originalmente. São palavras putativas, tidas e havidas de uma categoria gramatical, mas exercendo outra função.
Verbos adjetivados ou formas nominais do verbo, pois toda palavra precedida de artigo se torna um adjetivo, desde que já não seja um adjetivo originalmente. São palavras putativas, tidas e havidas de uma categoria gramatical, mas exercendo outra função.
No trecho: “ Impossível, só eu mexi no disco!” é CORRETO afirmar que:
Wolverine não quer pagar os danos do DVD danificado e por isso nega têlo feito.
Wolverine acredita não ter riscado o DVD, pois não mexeu no disco.
Wolverine afirma não ter riscado o DVD, pois ninguém, além dele, teve contato com o disco.
Wolverine não quer que o atendente descubra que ele tem garras.
Nos termos sublinhados: “ Ei! Você devolveu o DVD do X-men todo riscado!” temos respectivamente:
Um advérbio de modo e um verbo no presente do indicativo.
Uma interjeição e um verbo no pretérito mais-que-perfeito.
Uma interjeição e um verbo no pretérito perfeito.
Uma exclamação e um verbo no pretérito imperfeito.
Assinale a alternativa que corresponde às atitudes de Mafalda em relação à amiga de acordo com a tirinha acima.
Mafalda está passiva assistindo ao programa. Mafalda irrita-se com a fala da amiga.
Mafalda está irritada assistindo ao programa. Mafalda ri da fala da amiga.
Mafalda está passiva assistindo ao programa. Mafalda surpreende-se com a fala da amiga.
Nenhuma das alternativas está correta.
Sobre o uso das reticências, é CORRETO afirmar que:
São utilizadas para indicar ironia na fala da senhora que manuseia o caixa eletrônico e faz referência à dificuldade que as senhoras têm sobre a maneira correta de se fazer ler o código de barras.
São utilizadas para indicar uma pausa na fala da senhora que manuseia o caixa eletrônico e faz referência à dúvida que as senhoras têm sobre a maneira correta de se fazer ler o código de barras.
São utilizadas para indicar aceleração na fala da senhora que manuseia o caixa eletrônico e faz referência à facilidade que as senhoras têm sobre a maneira correta de se fazer ler o código de barras.
São utilizadas para indicar emoção repentina na fala da senhora que manuseia o caixa eletrônico e faz referência à dificuldade que as senhoras têm sobre a maneira correta de se fazer ler o código de barras.
Considere o discurso: “Escreva na lousa a palavra ética” e assinale a opção CORRETA.
Apresenta-se a tipologia da exposição e o verbo encontra-se no presente do indicativo.
Apresenta-se uma ordem e o verbo encontra-se no pretérito.
Apresenta-se uma solicitação, com a tipologia da injunção, e o verbo está no imperativo.
Apresenta um pedido com verbo no subjuntivo.
Apresenta uma narração e o verbo no imperativo.
De acordo com a definição de Cunha e Cintra (1985, p.1), está correto afirmar que a fala de Chico Bento representa:
A língua.
A linguagem.
O discurso.
A norma.
Qual das alternativas tem, respectivamente, uma oração e uma frase?
”Isto é um absurdo.” / “Querida vamos ter um bebê”.
“Ela está fazendo tricô” / “Olha!”
“Querida” / “Minha mãe se mata fazendo pulôveres”.
Todas as alternativas estão corretas.
Texto I
CIDADANIA E EDUCAÇÃO
1.Cidadania, palavra que pode ser empregada em muitos sentidos. Desde sua origem na Roma antiga, a idéia de cidadania está vinculada ao princípio de que os habitantes têm o direito de participar da vida política da sociedade. O termo vem da palavra latina civis, que significa "habitante", e civitatis, que dava a condição de cidadão aos habitantes. Ou seja, dava-lhes o direito de participar ativamente na vida e no governo do povo.
2.Novamente, como no modelo grego de democracia, a cidadania na Roma antiga não era atribuída a todos os habitantes. Em primeiro lugar, estrangeiros e escravos não eram cidadãos, denominação garantida somente aos romanos livres. Em segundo lugar, mesmo entre os romanos livres havia uma distinção entre a cidadania e a cidadania ativa. Enquanto a primeira era uma denominação dada à maioria dos romanos, incluídas nesse grupo todas as mulheres, a segunda, que dava o direito efetivo de participar das atividades políticas e da administração pública, era destinada a um pequeno grupo de romanos (homens) livres.
[...]
3.Em seu sentido tradicional, portanto, a cidadania expressa um conjunto de direitos e de deveres que permite aos cidadãos e cidadãs participar da vida política e da vida pública, podendo votar e ser votados, participar ativamente na elaboração das leis e exercer funções públicas, por exemplo. Partindo dessas ideias, podemos fazer um questionamento importante para a compreensão atual dos significados possíveis para cidadania: Será que a garantia de participação ativa na vida política e pública é suficiente para garantir a todas as pessoas o atendimento de suas necessidades básicas? Não acredito que a cidadania pressuponha apenas o atendimento das necessidades políticas e sociais, com o objetivo de garantir os recursos materiais que dêem uma vida digna às pessoas. Do meu ponto de vista é necessário que cada ser humano, para poder efetivamente participar da vida pública e política, se desenvolva em alguns aspectos que lhe dêem as condições físicas, psíquicas, cognitivas, ideológicas e culturais necessárias para uma vida saudável, uma vida que o leve à busca virtuosa da felicidade, individual e coletiva.
4.Entender a cidadania a partir da redução do ser humano a suas relações sociais e políticas não é coerente com a multidimensionalidade que nos caracteriza e com a complexidade das relações que estabelecemos com o mundo à nossa volta e com nós mesmos. Assim, a luta pela cidadania passa não apenas pela conquista de igualdade de direitos e de deveres a todos os seres humanos, mas também pela conquista de uma vida digna, em sua mais ampla concepção, para todos os cidadãos e cidadãs, habitantes do planeta. Tal tarefa, complexa por natureza, pressupõe a educação de todos, crianças, jovens e adultos, a partir de princípios coerentes com esses objetivos, com a intenção evidente de promover a cidadania pautada na democracia, na justiça, na igualdade, na equidade e na participação ativa de todos os membros da sociedade.
5.Nessa direção é imperativo uma “Educação para a cidadania”, elemento essencial para a democracia e que remete a algumas ideias de Machado (1997). Para esse autor “educar para a cidadania significa prover os indivíduos de instrumentos para a plena realização desta participação motivada e competente, desta simbiose entre interesses pessoais e sociais, desta disposição para sentir em si as dores do mundo”. (p. l06)
6.Estamos falando, portanto, da formação e da instrução das pessoas para sua capacitação à participação motivada e competente na vida política e pública da sociedade. Ao mesmo tempo, entendo que essa formação deva visar ao desenvolvimento de competências para lidar com a diversidade e o conflito de ideias, com as influências da cultura e com os sentimentos e emoções presentes nas relações do sujeito consigo mesmo e com o mundo. Além disso, deve garantir a possibilidade e a capacidade de indignação com as injustiças cotidianas. Nesse sentido, a educação para a cidadania e para a vida em uma sociedade democrática não pode se limitar ao conhecimento das leis e regras, ou a formar pessoas que aprendam a participar da vida coletiva de forma consciente.
7.É necessário algo mais, que é o trabalho para a construção de personalidades morais, de cidadãos e cidadãs autônomos que buscam de maneira consciente e virtuosa a felicidade e o bem pessoal e coletivo.
[...]
8.Trabalhar na formação desse cidadão e dessa cidadã pressupõe considerar as diferentes dimensões constituintes da natureza humana: a sociocultural, a afetiva, a cognitiva e a biofisiológica e atuar intencionalmente sobre elas. Atuar sobre a dimensão sociocultural pressupõe propiciar uma educação que leve as pessoas a conhecer criticamente os dados e fatos sobre a cultura e a realidade social em que estão inseridas, assim como ao domínio dos conteúdos essenciais ao exercício da cidadania, principalmente a língua e as matemáticas.
9.Atuar sobre a dimensão afetiva pressupõe oferecer condições para que as pessoas conheçam a si mesmas, seus próprios sentimentos e emoções, que construam o auto-respeito e valores considerados socialmente desejáveis. No caso da dimensão cognitiva, partimos do princípio de que a construção de determinadas capacidades intelectuais ou de formas mais complexas de organizar o pensamento é importante para a compreensão da realidade e para a organização das relações das pessoas com o mundo. Por fim, temos a dimensão biofisiológica, que é nosso próprio corpo, sede de nossa personalidade. Garantir seu desenvolvimento adequado, respeitando as diferenças e características individuais, é essencial para o enriquecimento de nossas experiências e para a interação com o mundo a nossa volta.
Fonte: ARAÚJO, Ulisses F. A construção de escolas democráticas: histórias sobre complexidade, mudanças e resistências. São Paulo: Moderna, 2002. p. 32-40.
A partir do apoio da leitura do texto III, marque a opção CORRETA.
A fala do aluno no texto III reflete positivamente a discussão feita em torno de todo o texto I.
O sentido da palavra ética, pedida pela professora para ser escrita, é refletido no contexto em que se apresenta.
O fato de o giz ter sido roubado provoca um paradoxo na situação de comunicação instaurada.
É mais lícito afirmar que o aluno na charge esteja equivocado.
Aluno e professora estão equivocados.
Em seu pensamento, no segundo quadrinho, Mafalda utiliza a linguagem:
I. informal, pertencente à norma não padrão.
II. informal, pertencente ao português coloquial.
III. mais descontraída, próxima da fala, pois utiliza interjeição e locuções verbais ao invés de tempos verbais simples.
IV. mais cuidada, pois encontra-se na escola, lugar onde se deve utilizar o padrão.
Em relação às afirmações acima, estão corretas, apenas:
I e IV
II e III
I e III
II e IV
A tirinha acima demonstra que:
Mafalda considera “política” um palavrão, pois há muita discussão sobre este assunto, já que normalmente está ligado a escândalos, corrupção, enfim, fatos negativos.
Mafalda acha que falar sobre política é algo proibido para crianças.
Mafalda é uma garota que não gosta de filosofar.
Manolito usou o termo “política” para irritar a colega.
Considerando-se o contexto apresentado na charge, é correto afirmar que
se mostra a tecnologia estendida a todos os grupos da sociedade, que a utilizam bem, já que os usuários não subestimam seu potencial.
se define o avanço tecnológico do país levando em consideração, principalmente, a política pública para o acesso a esse tipo de bem.
se estabelece uma relação paradoxal entre os avanços obtidos na área tecnológica e as condições de vida a que está sujeita expressiva parcela da população.
se pode entender como positiva a nova relação do homem com as máquinas, já que elas tiram expressiva parcela da população de condições aviltantes de vida.
se veem a criticidade e o bom senso de grande parte da população menos favorecida para o uso adequado das novas tecnologias no cotidiano.