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Observe o enunciado abaixo e assinale a alternativa que apresenta o termo que preenche corretamente a lacuna:
A capacidade de relacionar textos diferentes, percebendo os efeitos de sentido que surgem dessas relações, está ligada ao domínio da __________.
coerência
intertextualidade
gramática
ortografia
pontuação
Sobre a intertextualidade e a intencionalidade discursiva presentes no texto, assinale a alternativa correta.
O texto vale-se da intertextualidade ao citar episódios da vida de autores renomados, servindo à intenção de desmistificar o “gênio” literário e expor a crônica como um ofício marcado por contingências práticas e crises de inspiração.
A intertextualidade no texto é construída de forma implícita e crítica, com a intenção de esclarecer a falta de originalidade de Rubem Braga ao se apropriar de textos de Carlos Drummond de Andrade.
A intenção discursiva do autor é estritamente pedagógica, visando mostrar ao leitor as técnicas para elaborar uma crônica por meio da paráfrase.
O autor emprega a intertextualidade para estabelecer um confronto estético entre a literatura “deliciosa” do passado e a imprensa contemporânea, tendo como intenção lamentar o fim das “saídas brilhantes” no jornalismo atual.
No texto “Uma revolução sem gramática”, a construção do sentido resulta da articulação entre diferentes fatores de textualidade. Considerando esse funcionamento, assinale a alternativa em que os dois fatores indicados estão CORRETAMENTE identificados e justificados.
Coesão e intertextualidade – A progressão temática ocorre exclusivamente por conectores formais, e a presença de nomes como Chaucer e Shakespeare configura intertextualidade explícita e dependente de citação direta.
Intencionalidade e informatividade – O texto organiza-se para explicar e problematizar as mudanças linguísticas, ao mesmo tempo que apresenta informações novas ao leitor, sem recorrer a excesso de tecnicismos.
Aceitabilidade e coerência – O texto é aceito pelo leitor porque apresenta vocabulário acessível, mas sua coerência depende apenas da linearidade das perguntas e respostas.
Situacionalidade e coesão – O sentido do texto independe do contexto de circulação, sendo garantido apenas pela retomada lexical de termos como internet e língua.
Intertextualidade e informatividade – A menção a autores literários funciona como citação acadêmica formal, elevando o grau de informatividade do texto sem exigir conhecimentos prévios do leitor.
Considerando as marcas de textualidade presentes no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)Em "Enquanto esperava, resolveu fazer um café. Pôs a água a ferver e abriu a porta..." , as ações do personagem são sequenciais, mostrando a ordem dos acontecimentos.
(__)Em "Pouco depois", "enquanto isso", "desta vez", "antes de mais nada", "agora", garantem continuidade temporal e progressão narrativa.
(__)Os parágrafos e frases não se conectam, tornando impossível acompanhar o fluxo da história, pois há interrupções do narrador para comentários internos.
(__)Em "Sempre a segurar nas mãos nervosas o embrulho de pão", a expressão "sempre" é marcador de intensidade/frequência, indicando que a ação do personagem é constante ou habitual naquele momento de tensão.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
F, V, V, F.
V, V, F, V.
V, F, F, V.
V, V, V, V.
V, V, F, F.
A intertextualidade é o fenômeno pelo qual um texto retoma elementos de outros textos preexistentes. Considerando a relação entre o texto base e o ordenamento jurídico brasileiro (CF/88 e CDC), assinale a alternativa que descreve tecnicamente a modalidade de intertextualidade predominante quando o autor utiliza conceitos como "vulnerabilidade do consumidor" ou "dignidade da pessoa humana" sem citar artigos específicos.
Epígrafe, caracterizada pela inserção de uma frase curta de outro autor no início do texto para servir de tema ou mote para o desenvolvimento que se segue.
Intertextualidade Explícita, caracterizada pela menção direta à fonte e pelo uso de aspas ou citações formais que identificam a origem exata do dispositivo legal.
Intertextualidade Implícita, que ocorre quando o texto incorpora conceitos e ideologias de outros discursos (interdiscursividade) sem citação nominal, exigindo do leitor um conhecimento prévio do repertório jurídico para a plena construção do sentido.
Paráfrase Estilística, que se limita à reprodução da sonoridade ou do ritmo de textos legais, sem que haja uma adesão ao conteúdo semântico ou à carga normativa dos conceitos utilizados.
Intertextualidade por Paródia, em que o autor retoma os termos técnicos do Direito com o objetivo de subverter o sentido original e ironizar as instituições normativas vigentes.


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O texto apresenta encadeamento lógico entre ideias, retomada conceitual de informações e progressão temática ao longo dos parágrafos, mantendo unidade de sentido do início ao fim.
Em relação às marcas de textualidade — coesão, coerência e intertextualidade — é correto afirmar que:
O texto constrói coerência global por progressão temática articulada e utiliza mecanismos coesivos lexicais e referenciais, sem recorrer a intertextualidade explícita.
A coerência textual é construída prioritariamente pela organização interna das ideias e pela progressão temática, dispensando o uso de referências externas diretas como requisito estrutural.
A coesão do texto depende exclusivamente do uso recorrente de conectores adversativos, responsáveis por estabelecer oposição constante entre os argumentos e, assim, garantir a coerência entre os parágrafos.
A intertextualidade é elemento predominante no texto, pois sua estrutura baseia-se na citação direta de estudos científicos, na transcrição de discursos especializados e na incorporação formal de vozes textuais externas.
A intertextualidade refere-se às relações que um texto estabelece com outros textos previamente existentes, seja por citação explícita, alusão, paródia ou retomada implícita de temas, estilos e estruturas, ampliando os sentidos produzidos na leitura e exigindo do leitor repertório sociocultural para sua plena compreensão (KOCH, 2011).
Assinale a alternativa CORRETA.
A intertextualidade consiste no diálogo entre textos, no qual um retoma, transforma ou evoca outros já produzidos, contribuindo para a construção de sentido.
A intertextualidade caracteriza-se pela simples repetição mecânica de fragmentos textuais anteriores, sem transformação semântica ou adaptação ao novo contexto discursivo.
A intertextualidade ocorre apenas quando há citação literal de outro texto, com indicação formal da fonte original, preservando integralmente o conteúdo citado.
A intertextualidade limita-se exclusivamente ao âmbito da literatura, não se verificando em gêneros discursivos como textos jornalísticos, publicitários, acadêmicos ou midiáticos.
Leia a tirinha a seguir e assinale a alternativa que apresenta o tipo de relação estabelecida com o poema “O bicho”, de Manuel Bandeira.

Fonte: https://suburbanodigital.blogspot.com/2019/07/tirinha-do-armandinho-vi-ontem-um-bicho-na-imundicie-do-patio.html
Intertextualidade.
Plágio.
Intencionalidade.
Informatividade.
A construção de sentido da tirinha baseia-se em um processo de intertextualidade, pois:
reproduz integralmente o sentido original da fala, sem alteração de contexto.
faz referência à obra Hamlet, de William Shakespeare, reinterpretando-a de forma humorística em um contexto contemporâneo.
apresenta uma crítica direta à linguagem teatral clássica, em diálogo com o texto original, pois ele perde o sentido em contextos atuais.
elimina completamente o sentido do texto de Shakespeare, criando uma mensagem independente, característica comum da intertextualidade.
utiliza linguagem técnica para explicar um conceito filosófico.
Leia o texto a seguir.
“O que encontrei lá dentro, porém, mudou tudo, deixando-me sem fôlego.”
Considere que esse enunciado, quando inserido em um texto narrativo contemporâneo, pode dialogar implicitamente com uma tradição literária que explora a descoberta súbita como elemento estruturante da narrativa, recorrente em contos de mistério, romances psicológicos e narrativas de formação. Tal construção remete a outros textos nos quais o clímax se organiza a partir da revelação de um objeto, de uma informação ou de um segredo capaz de reconfigurar a percepção do narrador sobre si mesmo e sobre o mundo. A partir dessas considerações, assinale a alternativa correta quanto ao fenômeno da intertextualidade e às relações que se estabelecem entre textos.
O trecho apresentado configura exclusivamente intertextualidade explícita, uma vez que pressupõe a citação direta de um texto-fonte reconhecível pelo leitor, condição indispensável para a existência de diálogo entre textos.
O enunciado exemplifica intertextualidade formal, pois reproduz estruturas sintáticas idênticas às de textos canônicos, caracterizando imitação estilística obrigatória e consciente do autor em relação a um modelo anterior.
A relação estabelecida no trecho corresponde à paráfrase intertextual, visto que há repetição de conteúdo temático específico de um texto anterior, ainda que com alteração superficial da forma linguística.
O fragmento mobiliza intertextualidade implícita de natureza temática e discursiva, ao acionar, sem menção direta, um repertório narrativo compartilhado culturalmente, no qual a revelação funciona como eixo estruturador do sentido, exigindo do leitor competência intertextual para reconhecer esse diálogo.


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O Nascimento de Vênus
O quadro O Nascimento de Vênus, criado entre 1482 e 1485, é de autoria do pintor italiano Sandro Botticelli (1445-1510). A tela é um ícone incontornável do Renascimento.

A obra, cujas dimensões são 1,72 m x 2,78 m, está atualmente no Galleria degli Uffizi (Florença, Itália).
Disponível em: https://www.culturagenial.com/quadro-o-nascimento-de-venus-botticelli/. Acesso em: 05 fev. 2026.
Considere os excertos do romance Diva, de José de Alencar:
“surgiu mulher da espuma das ondas”
“lembrava o gracioso mito da beleza”
Essas expressões estabelecem um diálogo intertextual com O Nascimento de Vênus, de Sandro Botticelli, pintura que representa a deusa emergindo das águas. Considerando o funcionamento desse diálogo no texto literário e na obra pictórica, assinale a alternativa que melhor interpreta o efeito estético produzido.
A evocação do mito de Vênus opera como procedimento de idealização, convertendo a personagem em imagem simbólica de beleza atemporal, em consonância com o modelo clássico retomado tanto pelo Renascimento quanto pelo Romantismo.
A referência à pintura de Botticelli introduz uma tensão entre o ideal clássico de beleza e o contexto social burguês do romance, sugerindo um distanciamento crítico do narrador em relação à idealização feminina.
O diálogo interartes funciona como recurso descritivo autônomo, cuja função principal é enriquecer o repertório cultural do texto, sem interferir na construção simbólica da personagem.
A alusão mitológica desloca o foco da beleza ideal para a reação coletiva que ela provoca, aproximando a personagem mais da observação social do que do plano simbólico.
A retomada do mito clássico relativiza o valor da beleza feminina ao submetê-la à moral do pudor, o que dissolve o sentido idealizante da referência pictórica.
Ocorre intertextualidade quando um texto dialoga com outro, retomando ou transformando elementos dele para produzir novos sentidos.
Tendo por base essa explicação, compare as imagens a seguir. A primeira é a pintura “A Moça com Brinco de Pérola”, de Johannes Vermeer; a segunda é uma releitura contemporânea da obra.

Ao comparar as duas imagens, é correto afirmar que a relação intertextual estabelecida na segunda imagem ocorre por meio de
plágio, porque apropria-se integralmente da ideia alheia, apresentando-a como própria.
paráfrase, porque preserva o sentido original da obra, por meio de uma relação de fidelidade ao conteúdo.
paródia, pois mantém a forma reconhecível, mas transgride o sentido. É uma relação de ruptura intencional.
citação, por ser uma reprodução literal da obra original, assumindo explicitamente os aspectos da pintura, com identificação da fonte.
pastiche, pois imita o estilo da obra original, sem intenção crítica ou efeito de humor. O objetivo é homenagear ou recriar uma estética reconhecível.
A intertextualidade consiste na relação que um texto estabelece com outros textos. Essa relação pode ocorrer de modo direto, quando há citação explícita, ou de modo indireto, quando se manifestam aproximações por meio de ideias, estruturas ou estilos semelhantes. Com base nisso, assinale a alternativa que apresenta um trecho que evidencia intertextualidade.
Nem da infância querida, nem sequer das borboletas azuis, Casimiro.
Mas nós, como é que vamos ter saudades de um trapo velho que não nos cabe mais?
Um jovem pode nos fazer confidências de exaltação, de embriaguez; de felicidade, nunca.
Você insinua a suspeita de que talvez seja isso uma atitude.
Considere os fragmentos:
Texto I
"Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
[...]
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá."
(Gonçalves Dias - "Canção do Exílio", 1843)
Texto II
"Minha terra tem macieiras da Califórnia
onde cantam gaturamos de Veneza.
Os poetas da minha terra
são pretos que vivem em torres de ametista,
[...]
Nossas flores são mais bonitas
nossas frutas mais gostosas
mas custam cem mil réis a dúzia.
Ai quem me dera chupar uma carambola de verdade
e ouvir um sabiá com certidão de idade!"
(Murilo Mendes - "Canção do Exílio", 1925-1931)
Sobre a relação intertextual entre os dois poemas, analise as assertivas abaixo:
I. O Texto II estabelece uma relação de intertextualidade com o Texto I, retomando o tema do exílio e a estrutura inicial "Minha terra tem...", mas subverte o ufanismo romântico ao introduzir elementos estrangeiros ("macieiras da Califórnia", "gaturamos de Veneza") e uma crítica à valorização do que é importado em detrimento do nacional.
II. Ambos os poemas expressam nostalgia da terra natal, mas enquanto Gonçalves Dias idealiza a natureza brasileira com elementos nativos (palmeiras, sabiá), Murilo Mendes denuncia a perda da identidade nacional, evidenciando que até mesmo a fauna e a flora brasileiras foram substituídas por espécies e produtos estrangeiros.
III. A referência ao "sabiá com certidão de idade" no Texto II constitui uma ironia que questiona a autenticidade do símbolo nacional romântico, sugerindo que o sabiá original de Gonçalves Dias se tornou um clichê desgastado pelo tempo.
IV. O Texto II reproduz integralmente o nacionalismo ufanista do Texto I, mantendo a mesma idealização da pátria e o mesmo tom de saudade ingênua, sem qualquer crítica social ou ironia.
V. A intertextualidade presente no Texto II caracterizase como paródia, pois retoma um texto célebre para ressignificá-lo criticamente, expondo contradições da sociedade brasileira, como a exportação das riquezas nacionais e a importação de bens culturais estrangeiros.
Estão CORRETAS apenas as assertivas:
I, II e III.
II, III e IV.
I, III e IV.
I, II e V.
III, IV e V.
Considerando o fator de textualidade Informatividade, analise a construção discursiva do Texto e assinale a alternativa CORRETA:
O texto apresenta um nível de informatividade baixo em toda a sua extensão, uma vez que se pauta em clichês sociais sobre a pobreza e em soluções governamentais amplamente difundidas no senso comum.
O terceiro quadro detém o ápice da informatividade da tirinha, pois apresenta uma lista técnica de direitos fundamentais que exige do leitor um conhecimento especializado para a compreensão da mensagem.
A informatividade do texto é neutralizada pela recorrência de personagens fixos, o que torna o desfecho previsível para o leitor familiarizado com a obra do autor, reduzindo a carga de informação nova ao mínimo processável.
A informatividade é construída por meio de um processo de ruptura de expectativa, em que o último quadro subverte o esquema cognitivo de "solidariedade" evocado inicialmente, elevando o grau de originalidade e o potencial crítico do texto.
O texto pauta-se pela redundância informativa, uma vez que a fala de Susanita no último quadro apenas confirma o sentimento de "coração apertado" exposto no início, mantendo o fluxo de dados linear.


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TEXTO I Teresinha de Jesus Terezinha de Jesus De uma queda foi ao chão Acudiram três cavaleiros Todos os três chapéus na mão O primeiro foi seu pai O segundo, seu irmão O terceiro foi aquele Que a Teresa deu a mão[...] Cantigas populares. Disponível em: https://www.letras.mus.br/cantigas-populares/984009/. Acesso em 21 de março 2026.
TEXTO II Teresinha O primeiro me chegou Como quem vem do florista Trouxe um bicho de pelúcia Trouxe um broche de ametista Me contou suas viagens E as vantagens que ele tinha Me mostrou o seu relógio Me chamava de rainha Me encontrou tão desarmada Que tocou meu coração Mas não me negava nada E, assustada, eu disse "não"
O segundo me chegou Como quem chega do bar Trouxe um litro de aguardente Tão amarga de tragar Indagou o meu passado E cheirou minha comida Vasculhou minha gaveta Me chamava de perdida Me encontrou tão desarmada Que arranhou meu coração Mas não me entregava nada E, assustada, eu disse "não"
O terceiro me chegou Como quem chega do nada Ele não me trouxe nada Também nada perguntou Mal sei como ele se chama Mas entendo o que ele quer Se deitou na minha cama E me chama de mulher Foi chegando sorrateiro E antes que eu dissesse não Se instalou feito um posseiro Dentro do meu coração HOLANDA, Chico Buarque de. 1999. Disponível em: https://www.letras.mus.br/chico-buarque/45180/. Acesso em 21 de março 2026.
A cantiga “Terezinha de Jesus”, de tradição popular, e a canção “Teresinha”, de Chico Buarque (1999), apresentam elementos em comum em sua construção. Nessa relação, a intertextualidade se estabelece por meio
da ressignificação da estrutura tradicional, ao deslocar a personagem feminina para uma posição ativa na escolha afetiva.
da retomada da narrativa tradicional, mantendo a centralidade da ação masculina e a posição passiva da personagem feminina.
da atualização do enredo popular, preservando sua estrutura básica, mas sem promover alterações relevantes na construção de sentidos.
da valorização dos elementos musicais da cantiga, com foco na repetição estrutural e na manutenção do padrão narrativo original.
da ruptura com a tradição popular, ao eliminar referências estruturais e temáticas reconhecíveis da cantiga.
Em relação à intertextualidade, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Retoma a ideia inicial e reproduz partes do texto original com outras palavras.
(2) Subverte ou distorce a ideologia do texto original, normalmente com objetivo irônico.
(3) Reproduz parte de um texto referência.
(4) Sugestão ou insinuação sobre um determinado lugar, personagem, etc., sem aprodundamento nele.
( ) Citação.
( ) Paráfrase.
( ) Alusão.
( ) Paródia.
2 - 1 - 4 - 3.
4 - 3 - 2 - 1.
1 - 4 - 3 - 2.
3 - 1 - 4 - 2.
O excerto é a introdução de um artigo de opinião, no qual se identifica a intertextualidade com um conhecido conto literário. Esse fator de organização textual é feito por meio de uma
epígrafe.
paródia.
bricolagem.
paráfrase.
Shrek, filme de animação lançado em 2001, conta a história de um ogro que vive sozinho e feliz em um pântano até o momento em que sua casa é invadida por personagens de contos de fada mundialmente conhecidos, como o Pinóquio, o Lobo Mau, os Três Porquinhos, entre outros. Após isso, a história toma seu próprio rumo, porém, sem abandonar esses personagens, que aparecem constantemente ao longo do filme, sendo parte importante do enredo e servindo como alívio cômico. Em relação a esses personagens, assinalar a alternativa que apresenta o recurso intertextual utilizado no filme.
Paródia.
Paráfrase.
Pastiche.
Epígrafe.
Além da voz do autor, outras vozes são trazidas para o texto, sob forma de citações. Essas citações ilustram um recurso de intertextualidade
explícita, mantendo tão somente diálogos de convergência em relação à voz do autor.
explícita, mantendo diálogos de convergência e de divergência em relação à voz do autor.
implícita, mantendo diálogos de convergência e de divergência em relação à voz do autor.
implícita e explícita, mantendo tão somente diálogos de convergência em relação à voz do autor.
implícita e explícita, mantendo tão somente diálogos de divergência em relação à voz do autor.


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