Questões de Concurso sobre Intertextualidade

 
 
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Ao inserir a narrativa de João e Maria em sua crônica, Marina Colasanti não pretende apenas estabelecer uma comparação temática entre crianças abandonadas. O recurso intertextual contribui, sobretudo, para:


A

deslocar uma história conhecida do imaginário coletivo para questionar a responsabilidade social pelo abandono de crianças.


B

reproduzir fielmente o enredo tradicional de João e Maria para facilitar a compreensão do leitor.


C

reafirmar a ideia de que o abandono infantil decorre principalmente da pobreza das famílias.


D

sugerir que o conto infantil apresenta uma realidade muito semelhante à das crianças brasileiras em situação de rua.

Considerando o fator de textualidade Informatividade, analise a construção discursiva do Texto e assinale a alternativa CORRETA:


A

O texto apresenta um nível de informatividade baixo em toda a sua extensão, uma vez que se pauta em clichês sociais sobre a pobreza e em soluções governamentais amplamente difundidas no senso comum.


B

O terceiro quadro detém o ápice da informatividade da tirinha, pois apresenta uma lista técnica de direitos fundamentais que exige do leitor um conhecimento especializado para a compreensão da mensagem.


C

A informatividade do texto é neutralizada pela recorrência de personagens fixos, o que torna o desfecho previsível para o leitor familiarizado com a obra do autor, reduzindo a carga de informação nova ao mínimo processável.


D

A informatividade é construída por meio de um processo de ruptura de expectativa, em que o último quadro subverte o esquema cognitivo de "solidariedade" evocado inicialmente, elevando o grau de originalidade e o potencial crítico do texto.


E

O texto pauta-se pela redundância informativa, uma vez que a fala de Susanita no último quadro apenas confirma o sentimento de "coração apertado" exposto no início, mantendo o fluxo de dados linear.

TEXTO I Teresinha de Jesus Terezinha de Jesus De uma queda foi ao chão Acudiram três cavaleiros Todos os três chapéus na mão O primeiro foi seu pai O segundo, seu irmão O terceiro foi aquele Que a Teresa deu a mão[...] Cantigas populares. Disponível em: https://www.letras.mus.br/cantigas-populares/984009/. Acesso em 21 de março 2026.


TEXTO II Teresinha O primeiro me chegou Como quem vem do florista Trouxe um bicho de pelúcia Trouxe um broche de ametista Me contou suas viagens E as vantagens que ele tinha Me mostrou o seu relógio Me chamava de rainha Me encontrou tão desarmada Que tocou meu coração Mas não me negava nada E, assustada, eu disse "não"

O segundo me chegou Como quem chega do bar Trouxe um litro de aguardente Tão amarga de tragar Indagou o meu passado E cheirou minha comida Vasculhou minha gaveta Me chamava de perdida Me encontrou tão desarmada Que arranhou meu coração Mas não me entregava nada E, assustada, eu disse "não"

O terceiro me chegou Como quem chega do nada Ele não me trouxe nada Também nada perguntou Mal sei como ele se chama Mas entendo o que ele quer Se deitou na minha cama E me chama de mulher Foi chegando sorrateiro E antes que eu dissesse não Se instalou feito um posseiro Dentro do meu coração HOLANDA, Chico Buarque de. 1999. Disponível em: https://www.letras.mus.br/chico-buarque/45180/. Acesso em 21 de março 2026.


A cantiga “Terezinha de Jesus”, de tradição popular, e a canção “Teresinha”, de Chico Buarque (1999), apresentam elementos em comum em sua construção. Nessa relação, a intertextualidade se estabelece por meio


A

da ressignificação da estrutura tradicional, ao deslocar a personagem feminina para uma posição ativa na escolha afetiva.


B

da retomada da narrativa tradicional, mantendo a centralidade da ação masculina e a posição passiva da personagem feminina.


C

da atualização do enredo popular, preservando sua estrutura básica, mas sem promover alterações relevantes na construção de sentidos.


D

da valorização dos elementos musicais da cantiga, com foco na repetição estrutural e na manutenção do padrão narrativo original.


E

da ruptura com a tradição popular, ao eliminar referências estruturais e temáticas reconhecíveis da cantiga.

Leia o texto a seguir de Rachel de Queiroz:


“Tanto luta e pena o bom escritor quanto o péssimo, quanto o medíocre. Quer dizer, o artista inferior dá à sua obra as mesmas horas de trabalho, o mesmo idealismo, os mesmos sacrifícios, os mesmos sonhos que dá à sua o bom artista, o grande artista. Talvez o primeiro dê até mais sacrifício, mais realismo, pois que o bom tem o seu prêmio em aplausos, e o outro trabalha à toa, só recebe em paga a indiferença ou o esquecimento.”


A ideia da tarefa de escrever nesse pequeno texto se repete na seguinte citação:


A

“É preciso escrever o mais possível como se fala e não falar demais como se escreve.” (Sainte-Beuve)


B

“Escrever é lembrar-se. Mas ler é também lembrar-se.” (Mauriac)


C

“Escrever é estar no extremo de si mesmo.” (João Cabral de Melo Neto)


D

“Todo o povo dos escritores gosta do bosque e foge da cidade, sendo, segundo o costume, cliente de Baco, amigo do sono e da sombra.” (Horácio)


E

“O escritor é um homem que luta contra as palavras diariamente procurando atingir um ideal.” (Fernando Sabino)

Em relação à intertextualidade, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.


(1) Retoma a ideia inicial e reproduz partes do texto original com outras palavras.

(2) Subverte ou distorce a ideologia do texto original, normalmente com objetivo irônico.

(3) Reproduz parte de um texto referência.

(4) Sugestão ou insinuação sobre um determinado lugar, personagem, etc., sem aprodundamento nele.


( ) Citação.

( ) Paráfrase.

( ) Alusão.

( ) Paródia.


A

2 - 1 - 4 - 3.


B

4 - 3 - 2 - 1.


C

1 - 4 - 3 - 2.


D

3 - 1 - 4 - 2.

O excerto é a introdução de um artigo de opinião, no qual se identifica a intertextualidade com um conhecido conto literário. Esse fator de organização textual é feito por meio de uma


A

epígrafe.


B

paródia.


C

bricolagem.


D

paráfrase.

Shrek, filme de animação lançado em 2001, conta a história de um ogro que vive sozinho e feliz em um pântano até o momento em que sua casa é invadida por personagens de contos de fada mundialmente conhecidos, como o Pinóquio, o Lobo Mau, os Três Porquinhos, entre outros. Após isso, a história toma seu próprio rumo, porém, sem abandonar esses personagens, que aparecem constantemente ao longo do filme, sendo parte importante do enredo e servindo como alívio cômico. Em relação a esses personagens, assinalar a alternativa que apresenta o recurso intertextual utilizado no filme.


A

Paródia.


B

Paráfrase.


C

Pastiche.


D

Epígrafe.

Além da voz do autor, outras vozes são trazidas para o texto, sob forma de citações. Essas citações ilustram um recurso de intertextualidade


A

explícita, mantendo tão somente diálogos de convergência em relação à voz do autor.


B

explícita, mantendo diálogos de convergência e de divergência em relação à voz do autor.


C

implícita, mantendo diálogos de convergência e de divergência em relação à voz do autor.


D

implícita e explícita, mantendo tão somente diálogos de convergência em relação à voz do autor.


E

implícita e explícita, mantendo tão somente diálogos de divergência em relação à voz do autor.

Assinale a opção em que o fragmento retirado do texto evidencia o fenômeno da intertextualidade implícita.


A

“O cheiro é de uma maresia tonteante que a desperta de seus mais adormecidos sonos seculares.” 6°§


B

“Avangando, ela abre o mar pelo meio. Já não precisa da coragem, agora já é antiga no ritual.” 8°§


C

"E era isso o que lhe estava faltando: o mar por dentro como o líquido espesso de um homem.” 9°§


D

“Mergulha de novo, de novo bebe, mais água, agora sem sofreguidão pois não precisa mais (...)". 10°§


E

“Não está caminhando sobre as águas - ah nunca faria isso depois que ha milênios já andaram sobre as águas (...)”. 11°§

Leia com atenção o texto a seguir.


“O mito de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma pedra até o alto da montanha, apenas para vê-la rolar de volta, tem sido usado como metáfora da condição humana. Para Albert Camus, esse esforço inútil simboliza a busca incessante por sentido em um mundo indiferente. No entanto, a lição camusiana não está no fracasso da tarefa, mas na consciência da liberdade: é preciso imaginar Sísifo feliz. Assim, o gesto repetitivo deixa de ser punição e transforma-se em resistência.”


Com base no texto e nos conhecimentos acerca de paráfrase, de fidelidade aos segmentos de origem, de intertextualidade e de leitura de informações implícitas e explícitas, analise as afirmativas abaixo.


I - Uma paráfrase fiel do texto poderia ser: “O mito de Sísifo, reinterpretado por Camus, representa o esforço humano diante da ausência de sentido universal, mas também a possibilidade de liberdade e resistência na repetição.”

II - A frase “é preciso imaginar Sísifo feliz” constitui uma referência intertextual, já que retoma literalmente a reflexão final de Camus em sua obra “O mito de Sísifo”.

III - Está implícito no texto que a repetição, mesmo absurda, pode adquirir valor positivo se for ressignificada pelo sujeito.

IV - O texto afirma explicitamente que a punição de Sísifo é anulada pela decisão consciente de encarar a tarefa como liberdade.

V - A fidelidade a um segmento de origem permite ao leitor reescrever com outras palavras, desde que preserve o sentido essencial, sem reduções ou acréscimos que desvirtuem a mensagem.


Assinale a alternativa correta:


A

Estão corretas apenas as afirmativas I, II, III e IV.


B

Estão corretas apenas as afirmativas II, III e IV e V.


C

Todas as afirmativas estão corretas.


D

Todas as afirmativas estão incorretas.

O título do texto e a frase “Ajudar não dói” constituem um recurso de intertextualidade empregado pelo autor.


C

Certo


E

Errado

A intertextualidade é um dos fatores de textualidade e desempenha papel fundamental na construção de sentidos. Acerca desse assunto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.


I. A intertextualidade ocorre quando, em um texto, está inserido outro texto (intertexto) anteriormente produzido, que faz parte da memória social de uma coletividade ou da memória discursiva.

II. A intertextualidade explícita ocorre, por exemplo, por meio de citações, referências, menções, resumos, resenhas e traduções.

III. O plágio é um tipo particular de intertextualidade explícita, com valor de captação, no qual o produtor do texto espera (ou deseja) que o interlocutor não tenha na memória o intertexto e sua fonte.

IV. Nos casos de intertextualidade implícita, o produtor do texto espera que o leitor/ouvinte seja capaz de reconhecer a presença do intertexto, pela ativação do texto-fonte em sua memória discursiva, visto que, se tal não ocorrer, estará prejudicada a construção do sentido, particularmente no caso da subversão.

V. A canção Sabiá, de Chico Buarque e Tom Jobim, estabelece uma intertextualidade explícita com o poema Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, ao evocar, em novo contexto histórico e poético, o desejo de retorno e pertencimento à terra natal.


A

Apenas I, II e IV.


B

Apenas I, II e III.


C

Apenas I, IV e V.


D

Apenas II, III e IV.


E

I, II, III, IV e V.

Assinale a frase que apresenta intertextualidade com uma outra frase muito conhecida.


A

Não apreciamos bem nos outros senão as qualidades que julgamos possuir.


B

O que mais besteiras ouve no mundo é, talvez, um quadro de museu.


C

Um quadro só vive graças àquele que o olha.


D

Tudo é puro para os que são puros.


E

Parece um projeto adequado, mas nem tudo que reluz é ouro.

As frases machadianas a seguir mostram a presença da intertextualidade textual; a exceção de uma. Assinale-a.


A

“E foi assim que cheguei à cláusula dos meus dias; foi assim que me encaminhei para o undiscovered country de Hamlet.”(Memórias Póstumas de Brás Cubas)


B

“A ocasião faz o furto; o ladrão nasce feito.” (Esaú e Jacó)


C

“Dizem que falta à autoridade força precisa. Ao que parece, trata-se de propor uma lei que dê mais força à autoridade, contra os ladrões e malfeitores.” (A Semana)


D

“Ladrão que furta ladrão vem anos de perdão, adágio imoral é verdade, mas grandemente útil.” (Papéis Avulsos)


E

“Camacho era um homem político. O que se pode crer é que queria ser ministro, mas entre a espiga e a mão, está o muro de que fala o poeta.” (Quincas Borba)

Assinale a opção que indica corretamente o uso de intertextualidade no texto.


A

O uso de exemplos concretos sobre desmatamento para elucidação do tema.


B

As estratégias de paráfrases de modelos de divulgação científica.


C

A referência ao relatório com a quantidade de pessoas ligadas às florestas.


D

A alusão a um estilo de escrita próximo aos textos jornalísticos.


E

A citação direta da voz de uma antropóloga referenciada.

A intertextualidade, conceito cunhado por Julia Kristeva nos anos 1960, abarca diferentes fenômenos literários, como a citação, a alusão, o pastiche, a paródia, entre outros. O conceito de intertextualidade, para autores como Leila Perrone Moisés (2016), seria suficiente, inclusive, para abarcar ou substituir a noção de metaliteratura/metaficção.


Em relação à metaliteratura/metaficção, examine as afirmações abaixo, marcando V, para as Verdadeiras, e F, para as Falsas.


( ) Embora frequentemente definido como um fenômeno da pós-modernidade, a metaliteratura/metaficção é uma constante na história da literatura de todos os tempos.

( ) O conceito de metaliteratura/metaficção é corretamente aplicado às obras produzidas pela crítica literária, uma vez que elas dedicam-se à análise e à interpretação de obras literárias.

( ) Qualquer obra literária pode ser considerada metaliterária porque pressupõe a existência de obras literárias anteriores, visto que os escritores são, primeiramente, leitores.

( ) Como toda obra literária é sempre metaliterária, esse conceito é fundamental para distinguir as obras que fazem desse procedimento temática central daquelas que apenas o utilizam pela essência do processo literário.

( ) Na literatura de cunho metaficcional, ao invés de o escritor tomar como tema a representação do mundo, ele elege a própria literatura como temática, em um processo autorreferencial.


Qual a sequência correta, de cima para baixo?


A

V - V - F - F - V.


B

F - F - V - V - F.


C

F - V - V - F - F.


D

V - F - V - F - V.

Leia os textos a seguir.


Texto I


Imagem associada para resolução da questão


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Texto II


“Porque tem esse rio no meio do caminho dessa gente. No meio dessa gente tem esse rio Doce. Mineiro que sou, como o Drummond de quem empresto os versos, não posso deixar de desejar uma visão como essa para as retinas tão fatigadas de Deia”.


A leitura dos dois textos permite perceber o fenômeno linguístico da intertextualidade, isto é, o diálogo entre eles, em que o Texto I é o texto-fonte, ou seja, a referência que serve de modelo para a criação de um novo texto, no caso, o Texto II, chamado intertexto.


É correto afirmar que, no Texto II, a principal marca de intertextualidade ocorre


A

devido à imitação feita do texto original com finalidade irônica.


B

por ter sido criado a partir de fragmentos de vários outros textos.


C

face à presença de um tom crítico, mas sem referência ao texto-fonte.


D

pela reescrita, com outras palavras, mas mantendo-se a ideia original.


E

porque há o propósito de subverter a temática do texto de Drummond.

As marcas de textualidade são elementos linguísticos e discursivos responsáveis por garantir que um texto seja compreendido como uma unidade de sentido. Elas asseguram não apenas a ligação lógica e coesa entre as partes do texto, mas também sua coerência semântica, permitindo que o leitor identifique um propósito comunicativo claro (FIORIN, 2022).


Acerca das marcas de textualidade presentes no texto, especialmente coesão, coerência e intertextualidade, assinale a alternativa correta.


A

O texto é estruturado com clara progressão temática e unidade de sentido, fazendo uso de coesão referencial e retomadas lexicais, além de incorporar conceitos do campo científico de maneira implícita, o que revela intertextualidade com discursos especializados.


B

A coerência textual é favorecida pelo uso exclusivo de sequências narrativas, que asseguram ao leitor uma visão cronológica precisa dos acontecimentos descritos.


C

A intertextualidade é fortemente marcada pela presença de citações diretas de artigos científicos, o que enriquece a credibilidade do texto e fortalece o vínculo com o saber acadêmico.


D

O texto apresenta organização clara e linguagem acessível, destacando-se pela ausência de termos técnicos, o que facilita a identificação das informações sem exigir conhecimento prévio do leitor.


E

O texto desenvolve suas ideias de maneira coesa e fluida, evitando retomadas vocabulares e preferindo sempre a introdução de novos termos para manter o dinamismo argumentativo.

O fenômeno da intertextualidade ocorre quando há um “diálogo” entre textos. Essa “conversa” entre os textos não apenas se refere apenas ao emprego verbal, ao uso de palavras ou expressões, mas também à temática.


Abaixo há dois trechos da Literatura Brasileira que estabelecem esse diálogo, contudo com emprego de linguagens diferentes:


Trecho 1 Patativa do Assaré (A Triste Partida):


Setembro passou

outubro e novembro

Já estamos em dezembro.

Meu Deus, que é de nós?

Assim fala o pobre

Do seco Nordeste,

Com medo da peste,

Da fome feroz.


(…)


Rompeu-se o Natá, porém barra não veio,

O só, bem vermeio,

Nasceu munto além.

Na copa da mata, buzina a cigarra,

Ninguém vê a barra,

Pois barra não tem.


Trecho 2 Graciliano Ramos (Vidas Secas):


“A paisagem era a mesma, o sol escaldante, a terra rachada, os bichos magros. Fabiano caminhava com a família, fugindo da seca.”


Com base nos trechos acima, assinale a alternativa que representa corretamente a intertextualidade entre as obras e a linguagem empregada.


A

Ambos os textos utilizam linguagem formal para retratar o progresso do sertão nordestino.


B

As obras ignoram o sofrimento humano e focam apenas na paisagem árida do sertão.


C

As obras abordam a temática da seca, contudo Graciliano emprega variação regional.


D

As obras compartilham a temática da seca, mas divergem na linguagem mais formal e outra popular.


E

Patativa do Assaré utiliza linguagem técnica, enquanto Graciliano Ramos adota linguagem conotativa.

Analise as passagens do texto, tendo em vista o uso do recurso da intertextualidade.


I- “Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar.”

II- “Claro, a primeira forma mental que surge é: ‘A perfeição não existe!’, ou ainda: ‘Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!’”

III- “[...] que ele possa dizer do meu trabalho: ‘Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!’, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.”

IV- “Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade.”

V- “Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: ‘Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!’”


Estão CORRETAS as afirmativas


A

I, II e III, apenas.


B

I, II, III, IV e V.


C

I, II, III e V, apenas.


D

II, IV e V, apenas.


E

III, IV e V, apenas.

   
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