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Considere a frase abaixo:
“Se puserdes as mais sublimes virtudes e os mais profundos conhecimentos em um sujeito solitário”.
Analise as afirmativas feitas em relação à frase.
1. A frase apresenta um sujeito oculto ou subentendido no verbo, como em: “Apeteciam aos viajantes aqueles frutos da árvore”.
2. O verbo apresenta objeto direto.
3. A frase é concluída com uma expressão que sintaticamente é um adjunto adverbial.
4. A expressão “os mais profundos conhecimentos” completa o verbo da oração.
5. A frase é uma oração subordinada substantiva, em relação ao contexto em que se insere.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
São corretas apenas as afirmativas 3 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 1, 4 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 3, 4 e 5.
O tipo de sujeito que inicia o período, entenda -se primeira oração, pode ser classificado como:
simples.
elíptico
inexistente.
indeterminado.
Considerando que o sujeito é o termo essencial da oração sobre o qual se diz alguma coisa, assinale a afirmativa textual que apresenta sujeito implícito.
“Seus cachorros são insuportáveis [...]”
“Fez-se um silêncio profundo na Gávea.”
“Sei que todo mundo tem um caso com o cachorro do vizinho para contar, [...]”
“Os garotos me olhavam como se estivessem vendo alguém assim, inteiramente fora de si, [...]”
Leia o texto.
– Haveis de entender, começou ele, que a virtude e o saber têm duas existências paralelas, uma no sujeito que as possui, outra no espírito dos que o ouvem ou contemplam. Se puserdes as mais sublimes virtudes e os mais profundos conhecimentos em um sujeito solitário, remoto de todo contato com outros homens, é como se eles não existissem. Os frutos de uma laranjeira, se ninguém os gostar, valem tanto como as urzes e plantas bravias, e, se ninguém os vir, não valem nada; ou, por outras palavras mais enérgicas, não há espetáculo sem espectador.
(Machado de Assis – O segredo do bonzo. excerto)
Observe a frase abaixo e analise seu contexto no texto:
“… outra no espírito dos que o ouvem ou contemplam”.
Assinale a alternativa correta.
Os dois verbos são intransitivos.
O sujeito é inexistente nas duas orações que a compõem.
A palavra “o” refere-se ao homem que apresenta a teoria posta no texto.
A expressão “no espírito” é um termo essencial da oração.
A palavra “outra” ratifica o argumento de que há “duas existências paralelas” para a virtude e o saber.
Na linha 32, a expressão “Uma coisa colossal” exerce a função de sujeito de “ser”.
Certo
Errado
Na frase "Precisa-se de operários para a obra", há que tipo de sujeito?
Composto.
Oração sem sujeito.
Oculto.
Indeterminado.
Simples.
Leia o fragmento abaixo:
Eu quero fazer coisas que me engrandeçam para além do acúmulo de patrimônio ou da mera remuneração.
Mario Sergio Cortella. “Por que fazemos o que fazemos?”. São
Paulo, 2016, p.94.
O sujeito da oração é classificado como:
Simples.
Indeterminado.
Desinencial.
Composto.
A oração "Naquele local, havia um muro com uma frase inspiradora e um portal esplendoroso" tem o sujeito classificado como:
Inexistente.
Simples.
Indeterminado.
Oculto.
Composto.
Qual a classificação do sujeito da primeira oração do primeiro parágrafo do texto?
Sujeito Oculto.
Sujeito Inexistente.
Sujeito Simples.
Sujeito Indeterminado.
Assinale a alternativa que indica a classificação do sujeito da forma verbal “contamos” no trecho a seguir: “contamos com dispositivos de fácil ace...o, como tabletes, smartphones e internet”.
Sujeito simples.
Sujeito composto.
Sujeito indeterminado.
Sujeito oculto (desinencial).
Oração sem sujeito.
Em “Sempre que sinto na boca uma amargura crescente...” temos uma oração.
Com sujeito simples.
Com sujeito elíptico.
Com sujeito indeterminado.
Sem sujeito.
De acordo com o último verso da canção anterior: “Quando havia galos, noites e quintais”, a afirmativa correta quanto à classificação do sujeito é:
Sujeito Composto.
Sujeito Simples.
Sujeito Oculto.
Sujeito Inexistente.
Sujeito Indeterminado.
Assinale a opção em que há um sujeito oracional.
Fará um grande serviço a todos se vier amanhã.
Precisa-se de pessoas com vontade de trabalhar.
Aprendeu-se muito sobre matemática naquela época.
O propósito daqueles homens era ter um emprego.
Praticar exercícios sempre é bom para a saúde.
Na oração A rua tá cheia de poças de lama, no primeiro quadrinho, o sujeito é classificado como:
Sujeito composto.
Sujeito indeterminado.
Sujeito inexistente.
Sujeito simples.
Sujeito desinencial.
Sobre o fragmento: “... explica Cartaxo”, assinale a opção CORRETA.
A oração está na ordem direta.
O sujeito da oração é desinencial.
“explica” é verbo transitivo.
“Cartaxo” é complemento verbal.
“Cartaxo” é sujeito simples.
Qual a classificação do sujeito da segunda oração do Período: "Esse episódio demonstra a grandeza de Sócrates e porque era tão estimado"?
Simples.
Indeterminado.
Composto.
Oculto.
Inexistente.
Os 10 mil passos diários devem ser o nosso objetivo.
O núcleo do sujeito da frase mencionada é:
10.
Passos.
Diários.
Mil.
A primeira oração do período "Quando há atrito entre duas ou mais pessoas e elas não conseguem encontrar uma saída, acabam por dizer coisas que, de maneira refletida, não diriam " tem o sujeito classificado como:
Simples.
Inexistente.
Indeterminado.
Oculto.
Assinale a alternativa que indica a correta classificação do sujeito do trecho a seguir: “que tudo isso aconteça todos os dias nas creches”.
Sujeito Oculto.
Sujeito Indeterminado.
Sujeito Composto.
Sujeito Simples.
Oração Sem Sujeito.
O texto apresenta diferentes ocorrências de orações nas quais o sujeito aparece posposto ao verbo, como em: “nascem as plantas” (linha 11), “nasce o homem” (linhas 11 e 12) e “se decompõem os monturos” (linhas 16 e 17).
Certo
Errado