Questões de Concurso sobre Comparação

 
 
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Em todas as frases a seguir há comparações.

Assinale a opção em que a comparação não é explicada.


A

“Os avarentos são como as bestas de carga: carregam o ouro e se alimentam de aveia”.


B

“Sei que meu trabalho é como uma gota no oceano, mas sem ele, o oceano seria menor”.


C

“O fim da ambição é como o horizonte: recua à medida que avançamos”.


D

“Ambição é como a fome. Sua única lei é o apetite”.


E

“Preocupações são como um cavalo bravo, dá a você alguma coisa com que se ocupar, mas não te leva a lugar nenhum”.

Marque a opção que apresenta um trecho em que há uma comparação:


A

“Saiu. Voou para o galho mais próximo. Olhou para baixo. Puxa! Como era alto.” (linha 13)


B

“Pois não é que para surpresa sua, um dia o seu dono a esqueceu aberta.” (linha 11)


C

“De sua vida o mínimo que se poderia dizer era que era segura e tranquila, como seguras e tranquilas são as vidas das pessoas bem casadas e dos funcionários públicos.” (linha 1)


D

“Somente podem gozar a liberdade aqueles que têm coragem.” (linha 29)


E

“O seu canto era aluguel que pagava ao seu dono pelo gozo da segurança da gaiola...” (linha 8)

Todas as seguintes técnicas, com as finalidades indicadas, são usadas pelo autor na estruturação de seu texto, EXCETO:


A

Comparação, para demonstrar a forma como nos comportamos.


B

Contraste, em algumas partes, para realçar as diferenças entre o que se quer e o que o se faz.


C

Enumeração, para hierarquizar os caminhos para se obter a liberdade.


D

Exemplificação, para ilustrar e explicar pontos de vista.

Em "E, a menos que se trate de um pai desnaturado ou de um barbeiro cansado da profissão, a emoção do pai será inevitável." (1°§), o fragmento em destaque sugere uma relação de sentido com a oração que encerra o período. Desse modo, tal fragmento introduz um sentido de:


A

ratificação


B

conclusão


C

comparação


D

exclusão


E

indefinição

Ano: 2015
Banca: Universidade Federal de São João Del Rei - UFSJ
Prova: UFSJ - UFSJ - Técnico Administrativo em Educação - Área: Auxiliar em Administração - 2015

Em “O mundo é como um espelho [...]” (linha 26), encontra-se uma


A

causa.


B

concessão.


C

comparação.


D

consequência.

Ano: 2015
Banca: Universidade Federal de São João Del Rei - UFSJ
Prova: UFSJ - UFSJ - Técnico Administrativo em Educação - Área: Auxiliar em Administração - 2015

Ao afirmar que “O mundo é como um espelho [...]” (linha 26), o autor


A

desfaz uma dúvida.


B

cria um contraponto.


C

descaracteriza o valor da expressão.


D

estabelece uma comparação.

“Pede um filet e recomenda que seja mais bem do que malpassado.” (§ 3)


A construção comparativa acima permite o entendimento de que a recomendação da velhinha foi feita no sentido de que o filet fosse servido:


A

ao ponto, contudo um pouco menos para malpassado.


B

bem passado tanto quanto possível.


C

ao ponto, todavia um pouco mais para bem passado.


D

o mais possível bem malpassado.

“O uso excessivo de umidificadores de ar pode ser tão prejudicial à saúde quanto o ar seco...”


As expressões destacadas estabelecem, no texto, uma relação lógico-semântica de


A

conformidade.


B

condição.


C

concessão.


D

causa.


E

comparação.

1 Quando começou a instalar a Superintendência de

Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE), o economista

Celso Furtado lançou amplo programa de remoção das

4 populações afetadas pelas estiagens periódicas. O seu destino

seria o Maranhão chuvoso. A migração seria apoiada por um

projeto de colonização, assegurando-se, a cada migrante, terra,

7 assistência técnica para modificar o padrão da agricultura

secularmente praticada, crédito rural orientado e infraestrutura

social representada por equipamentos indispensáveis como

10 escolas, postos de saúde, centros de lazer e clubes vicinais.


Idem, ibidem (com adaptações).

Em relação ao texto acima, assinale a opção correta.


A

O termo “Quando” (𝓁.1) estabelece no período uma relação de condição.


B

O emprego do futuro do pretérito nas duas ocorrências de “seria” (𝓁.5) indica que o plano foi realizado integralmente.


C

O emprego de vírgula logo após “terra” (𝓁.6) tem a mesma justificativa que a do emprego de vírgula após “escolas” (𝓁.10).


D

A palavra “técnica” recebe acento gráfico pelo mesma razão que o vocábulo “saúde”.


E

O termo “como” (𝓁.9) estabelece, no trecho, uma comparação.

No sexto parágrafo, o primeiro período estrutura-se por


A

uma relação de oposição.


B

uma relação de comparação.


C

causa e efeito.


D

análise e classificação.


E

apresentação de fatos.

Nos dois textos, os leitores abordam o problema das favelas; comparando-os, podemos dizer que esses textos:


A

defendem a mesma tese com argumentos diferentes;


B

apresentam argumentos diferentes para teses diferentes;


C

mostram teses idênticas com argumentos idênticos;


D

indicam posições opostas diante do mesmo problema;


E

mostram argumentos contraditórios dentro de cada texto.

ADULTÉRIO E A DESONESTA


É comum ouvir que o Brasil é um país onde há leis que pegam e leis que não pegam, como se isso fosse uma originalidade brasileira como a jabuticaba. É uma injustiça. Há muitos países que sofrem com o mesmo problema. Na Grécia, apenas para ficar num exemplo notório por causa da atenção, dedicada ao país devido às Olimpíadas, existe uma lei óbvia segundo a qual os motoqueiros precisam andar de capacete. Conforme se viu em inúmeras cenas do centro de Atenas, transmitidas pela televisão, os motoqueiros andam por todos os lugares, circulam nas barbas dos guardas de trânsito, mas raramente usam capacete. Na Grécia, a tal lei do capacete não pegou. As leis, principalmente as que interferem na vida cotidiana dos cidadãos, requerem uma sintonia fina entre vários componentes: aparato policial, comportamento coletivo, grau de escolaridade etc. Do contrário, elas tendem a não sair do papel. No Brasil existe muita lei que não pega por falta dessa sintonia. Ou não há polícia suficiente para fazê-la ser cumprida. Ou a lei destoa fortemente de arraigados hábitos coletivos. E assim por diante.

O Congresso Nacional, a casa das leis, é mestre em embaralhar essa sintonia. Acaba, por exemplo, de avançar mais um passo no sentido de fazer com que o adultério deixe de ser considerado um crime. No Código Penal em vigor desde os anos 40 do século passado, adultério é crime sujeito a penas que podem chegar a seis meses de prisão. O comportamento e os valores da sociedade brasileira ultrapassaram esse dispositivo legal e tornaram-no obsoleto. Condenar alguém, homem ou mulher, por adultério, virou uma piada, embora ainda existam condenações desse tipo de vez em quando nos rincões do país. O Congresso também está se preparando para eliminar do Código Penal a expressão “mulher honesta”, que vem a ser aquela que poderia ser considerada vítima do rapto com propósitos libidinosos – sim, porque a mulher desonesta não poderia ser considerada uma vítima de tal crime... Na década de 40, “mulher honesta” provavelmente queria dizer mulher virgem ou casada e dona-de-casa. Hoje, isso não passa de preconceito tacanho.

(....) Nesse ritmo, o Congresso vai aprovar o casamento homossexual perto da entrada do quarto milênio, talvez. Sim, porque avanços de comportamento social, tal como o casamento entre pessoas do mesmo sexo, são inexoráveis. São só uma questão de tempo. Mais cedo ou mais tarde tornam-se aceitos – mas o Congresso Nacional, como uma ilha boiando no passado, parece não se dar conta disso. Eis um dos motivos pelos quais há leis que pegam e leis que não pegam.


(André Petry – Veja, 22/09/2004)


A comparação realizada entre o Congresso Nacional e uma "ilha boiando no passado" destaca:


A

insignificância e isolamento


B

inadequação e obsolescência


C

distanciamento e atraso social


D

isolamento e distância espacial


E

distância temporal e incomunicabilidade

Na primeira linha do texto, o autor compara as lesões músculo-esqueléticas a um "novo fantasma"; essa comparação se apóia no fato de que:

A
as lesões referidas só apareceram recentemente, com os computadores;

B
os fantasmas, como as lesões, produzem medo e preocupação;

C
as lesões não aparecem nos exames médicos de rotina;

D

lesões e fantasmas trazem dor aos pacientes;


E

os fantasmas são criações da mente infantil.

Para evidenciar o papel dos economistas no mundo contemporâneo, regido pelo mercado, recorre o autor, como principal estratégia argumentativa, a uma:

A
ironia;

B
antítese;

C
perífrase;

D
analogia;

E
hipérbole
O texto é uma reflexão sobre a solidariedade, motivo de um movimento – o Movimento da Ação da Cidadania criado por Betinho, autor do texto, alguns anos atrás. O primeiro parágrafo do texto é construído numa estrutura comparativa, em que só NÃO correspondem:

A
a miséria / a negação da miséria;

B
foi sendo construída / começa a se realizar;

C
indiferença / prática;

D
exclusão, destruição / solidariedade;

E
das pessoas / ampla e generosa.
   
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