Questões de Concurso sobre Comparação

 
 
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Assinale a frase em que a comparação aparece explicada.


A

Música é essencialmente inútil como a vida.


B

A moda é válida em coisas menores, como roupa. No pensamento e na arte é abominável.


C

A lei é como uma cerca: quando é forte, passamos por baixo; quando é fraca, passamos por cima.


D

Há um limite estreito entre pescar e ficar na margem como um idiota.

Sobre os valores semânticos, analise as afirmações a seguir a respeito do texto "Os sons das plantas feridas":


I.No trecho "Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na forma", temos uma exemplificação.

II.No trecho "Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta que a dos submetidos à seca", temos uma comparação.

III.Em "Os pesquisadores criaram quatro grupos [...] comparados a um grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e colocaram microfones próximo a elas", há uma explicação.


É correto o que se afirma em:


A

III, apenas.


B

I e II, apenas.


C

II, apenas.


D

I, apenas.


E

I, II e III.

Constata-se sentido de comparação na(s) frase(s) da alternativa:


A

… um número incontável de meninos e meninas madruga com o sol. (2o parágrafo)


B

… ela já tinha voltado para casa com o caderno sem um risco a mais (3o parágrafo)


C

… pulou um córrego de esgoto e ficou aguardando passar o transporte escolar. (4o parágrafo)


D

… se amontoam imprensados em pequenos poleiros feito passarinhos… (6o parágrafo)


E

Quando a prefeitura quita os atrasados e os motoristas seguem a rota… (6o parágrafo)

"A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza", no excerto, não contém:


A

zeugma.


B

prosopopeia.


C

pleonasmo.


D

comparação.

Nas frases a seguir há a ocorrência de comparações. Assinale a opção que mostra corretamente os dois termos comparados.


A

A sociedade brasileira precisa desse projeto, como os cidadãos pacíficos precisam de armas para enfrentar os inimigos traiçoeiros. / “projeto” e “inimigos traiçoeiros”.


B

Voto secreto no Congresso e casamento são um convite ao adultério. / “casamento” e “adultério”.


C

Culpar Cristóvão Colombo pelos abusos coloniais na América seria igual a responsabilizar Jesus Cristo pelos abusos da Inquisição. / “culpar” e “responsabilizar”.


D

A Bahia é o Mississipi do Brasil. / “Bahia” e “Brasil”.

As frases a seguir mostram uma estrutura de semelhança ou comparação; assinale a frase em que essa semelhança ou comparação não aparece explicada.


A

A natureza é um doce guia, mas não mais doce do que prudente e justa.


B

Os homens deste mundo são como os grãos de café na máquina de moer: um antes, um depois, outro em seguida, todos acabam indo para o mesmo destino.


C

O matrimônio é como uma ratoeira; aqueles que estão presos gostariam de sair, e os outros ficam girando em volta para serem pegos.


D

O mundo é um palco onde atuam todos os homens e mulheres.


E

O mundo é como um camponês embriagado; basta ajudá-lo a montar sobre a sela de um lado para ele cair do outro logo em seguida.

Com base no texto 1, assinale a alternativa correta.


A

O texto é de natureza narrativa, o que se evidencia pela presença de um narrador onisciente que vivencia todas as etapas temporais e recortes espaciais do evento.


B

Trata-se de um texto informativo, baseado em argumentos de autoridade, históricos, de exemplificação e de comparação.


C

Trata-se de um texto jornalístico, baseado em acontecimentos cotidianos e em relatos de pessoas comuns.


D

O texto tem um caráter injuntivo e instrucional e oferece recomendações e orientações que inspiram a mudança de comportamento dos leitores.


E

O texto apresenta uma série de elementos subjetivos, que expressam o posicionamento do autor, como uso de primeira pessoa e expressões valorativas.

Estabelece-se uma comparação na seguinte frase do texto:


A

Vendem feito picolé na praia. (1o parágrafo)


B

Eu só me pergunto uma coisa: adianta? (1o parágrafo)


C

… já configura uma iniciativa, uma atitude favorável a si mesmo... (2o parágrafo)


D

… todo mundo sabe que deve beber muita água... (3o parágrafo)


E

… a descoberta tem que se dar de dentro para fora... (3o parágrafo)

Assinale a opção que apresenta o plano que a estrutura do Texto I segue.


A

Mostra três atividades sucessivas – jardinagem, música e leitura – partindo do mais simples para o mais complicado.


B

Estabelece uma analogia entre o ensino da leitura com o ensino da jardinagem e da música.


C

Indica uma evolução no aprendizado, traçando um paralelo entre o natural e o cultural.


D

Demonstra a superioridade da leitura em relação a outras atividades menos poéticas.


E

Destaca atividades cujo aprendizado deve partir da infância até chegar à leitura como mais uma dessas atividades.

Todas as seguintes técnicas, com as finalidades indicadas, são usadas pelo autor na estruturação de seu texto, EXCETO:


A

Citações, para tornar o texto mais próximo da realidade.


B

Exemplificação, para ilustrar como agem as pessoas interessadas em se tornar famosas.


C

Comparação, para demonstrar como a vida pode ser ruim para quem não vive o momento presente.


D

Contraste, em algumas partes, para realçar as diferenças entre a vida real e a imaginária.

Assinale a frase a seguir que possui uma comparação com valor explicativo.


A

A honra é a poesia do dever.


B

O ser humano é como um homem cego que sonha que pode ver.


C

A humanidade não é um círculo com um centro, mas uma elipse com dois pontos focais, onde os fatos são um deles e as ideias, o outro.


D

Uma mesa de escritório é um lugar perigoso de se ver o mundo.


E

Dinheiro público é como água benta.

No trecho: "O coração de um amigo é como um mapa-múndi onde cada um se encontra em algum lugar, mas todos fazem parte do mesmo globo", está presente o sentido figurado que pode ser caracterizado como uma figura de linguagem presente, conhecida como:


A

Metáfora.


B

Comparação.


C

Sinestesia.


D

Eufemismo.

Observe o seguinte texto:


“Entre as cordas do ringue, o pugilista é como o prisioneiro entre as paredes da cela: durante esse encarceramento ele sofre um castigo que lhe deixará marcas irreversíveis”.


Sobre esse fragmento de texto, a afirmação INADEQUADA à estruturação do texto é:


A

os dois termos que se comparam no texto são o pugilista e o prisioneiro;


B

o pugilista representa o mundo real, enquanto o mundo figurado é representado pelo prisioneiro;


C

a função da comparação, nesse caso, é a de tornar concreta uma ideia abstrata;


D

o fator de comparação entre os elementos comparados é o pequeno espaço que ocupam;


E

o termo que estabelece formalmente a comparação entre elementos é a conjunção como.

Ativistas europeus jogam sopa de tomate nos 'Girassóis' de Van Gogh.


A figura de linguagem presente no termo destacado é:


A

Comparação.


B

Metonímia.


C

Catacrese.


D

Perífrase.

Uma das estratégias argumentativas utilizada pelo autor para justificar a genialidade de Pelé se deu por meio de:


A

Dedução.


B

Indução.


C

Sedução


D

Comparação.


E

Alusão histórica.

Levando-se em consideração as estratégias textuais da autora, a descrição do voo das aves feita por ela configura-se como


A

uma analogia.


B

um contraste.


C

uma dedução.


D

uma exemplificação.


E

uma justificativa.

O que as aves que voam em bando nos ensinam sobre liderança


Liderança não pode ser solitária. E, para isso, precisamos exercer nossa vulnerabilidade sem moderação, abusando da rede de apoio para validar hipóteses.


Luciana Rodrigues 6 de outubro de 2021


Quem vê uma graciosa revoada no céu pode até não imaginar que, por trás daquela disposição aparentemente aleatória, estão lições muito úteis para nós aqui na terra. Além das questões relacionadas à aerodinâmica – que permitem que as aves migratórias economizem energia, por exemplo – o papel da ave mais experiente do grupo é essencial para definir a direção que o grupo inteiro deve tomar.

Nem sempre o líder é aquele que está à frente do bando. Quando está fatigado, ele reveza a dianteira com a ave que está imediatamente atrás. Uma das vantagens de andar em grupo é permitir que o bando tenha mais resistência para viagens longas e difíceis, e ainda aproveitem o impulso gerado pelo deslocamento de ar do pássaro que voa à frente. A formação em V também melhora a comunicação e a coordenação do bando. Se voassem sozinhas, cada uma por si, demorariam mais tempo, e chegar ao seu destino seria uma tarefa muito mais árdua. Aqui, fique à vontade para fazer qualquer paralelo com a sociedade em que vivemos.

Sinto que estamos tão obcecados com tecnologia e para estar constantemente atualizados sobre tudo o que acontece, a todo instante (olá, FOMO), que esquecemos de reservar um tempo para observar e aprender com a natureza. Parar e simplesmente contemplar. Faça um teste: tente lembrar a última vez que você sentiu tédio. Provavelmente, esse momento foi rapidamente interrompido por um “scroll” em uma rede social ou por uma notificação no celular.

Não me entenda mal, sou fã e tenho me dedicado a aprender cada vez mais sobre tecnologia. Mas ela deveria ser uma viabilizadora de ideias e movimentos, ajudando pessoas a se conectarem com seu propósito.

Para os privilegiados, e aí me incluo, a pandemia apresentou a possibilidade do trabalho remoto. No meu caso, também proporcionou um contato maior com a natureza. Tenho passado cada vez mais tempo no campo e daí veio a minha observação sobre os pássaros, que me levou a fazer este paralelo com liderança.

Liderança não pode ser solitária. E, para isso, precisamos exercer nossa vulnerabilidade sem moderação: pedir ajuda, fazer perguntas, usar e abusar da nossa rede de apoio para validar hipóteses, e até mesmo tomar decisões erradas juntos. Bons líderes estão em constante desenvolvimento. Por isso, é normal e esperado cometer alguns erros nessa jornada.

Mais uma vez, volto a citar nesta coluna o “Livro da Desreceita”, criado a muitas mãos pelos líderes da empresa da qual sou CEO. Nele tem um capítulo inteiro dedicado a esse assunto, com o sugestivo título “Um time inteligente vale mais que um time de inteligentes”. Destaco aqui um trecho: “É provado na natureza que a inteligência coletiva supera os talentos individuais. Todavia, crescemos e aprendemos com um modelo que sempre se apoiou em exaltar talentos individuais, o brilhantismo de um indivíduo em sobreposição à competência coletiva.”

Assim como a ave líder que abre espaço para que outras sejam protagonistas, sempre tive como um dos meus mantras permitir que as pessoas ao meu redor voassem na frente. Contudo, precisei de muito tempo – na verdade, anos – para entender que por mais que você tenha a intenção genuína de fazer com que as pessoas cresçam, evoluam e sejam protagonistas da sua carreira, muitas vezes a forma que você quer aplicar – baseada na sua experiência – carrega uma história pessoal e, muitas vezes, distante da realidade de quem a recebe.

Alejandro Jodorowisky, cineasta, ator, poeta e escritor, sabiamente disse: “Entre o que eu penso, o que quero dizer, o que digo e o que você ouve, o que você quer ouvir e o que você acha que entendeu, há um abismo”.

Eu explico: quando assumi a posição de liderança em uma das maiores empresas de entretenimento do mundo para a América Latina, entendi que deveria conectar as pessoas e dar palco para elas ecoarem suas vozes. Queria encorajá-las, abrindo oportunidades para que pudessem expor suas histórias, sonhos, ideias e pudessem potencializar sua criatividade, mas poucos se animavam. Passei por outras empresas depois dessa, mas o meu objetivo nunca foi alcançado da forma que eu imaginava.

Uma das iniciativas que implementei foi um “Talent Show” para que as pessoas pudessem compartilhar seus projetos e, os que fizessem mais sentido, unindo criatividade e os objetivos de negócio da companhia, seriam produzidos. Para minha surpresa, após poucos meses, recebi um email do “headquarters” dizendo que essa iniciativa estava deixando as pessoas incomodadas, algumas, mais sêniores, por acharem que suas posições estavam sendo ameaçadas, outras, por se sentirem pressionadas, mesmo que a participação fosse totalmente opcional.

Mas por que as pessoas não “querem” ser protagonistas? Timidez? Preguiça? Não querem evoluir? Ou, simplesmente, por que escolheram um caminho diferente do meu? Acreditei cegamente que tinha a responsabilidade (e obrigação) de construir pontes e abrir portas para todos, sem exceção. Depois de muita reflexão, conversas e terapia, entendi que estava colocando a minha expectativa do que é sucesso no outro, e aprendi uma lição muito importante: sucesso é pessoal. Sucesso é ter a liberdade de dizer não.

Um dos trechos do Livro “Os Quatro Compromissos”, de Don Miguel Ruiz, diz o seguinte: “Nada do que os outros fazem é motivado por você. É por causa deles mesmos. Todas as pessoas vivem em seu próprio sonho, em sua própria mente; estão num mundo completamente diferente daquele no qual vivemos. Quando levamos algo para o lado pessoal, presumimos que os outros sabem o que está em nosso mundo – aquilo que tentamos impor ao mundo deles.”

Há poucos dias, recebi uma mensagem de uma profissional muito talentosa que trabalhou comigo. A mensagem era exatamente assim: “…carrego comigo a vontade de evoluir como líder e gestora e você vem com frequência na minha cabeça… acho até que antes eu não valorizava tanto a sua presença quanto eu faço hoje…”.

Aprendo, todos os dias, que liderar não é sobre agradar e fazer o esperado, e sim, é sobre seguir com um propósito claro – Jodorowisky discordaria desse ponto sobre quão claro isso pode ser.

Sigo acreditando que este sábio provérbio africano, “se você quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá acompanhado”, é a única forma possível para nós, humanos, ou para as aves, seguirem nessa jornada chamada vida.

Luciana Rodrigues é CEO e presidente da Grey Brasil, conselheira do board da Junior Achievement, membro do conselho MMA Brasil e do comitê estratégico de presidentes da Amcham. Também é aluna de pós-graduação em neurociências e comportamento.


Vocabulário:


• scroll: rolagem (na tela do celular ou do computador)

• CEO: diretor executivo • Talent Show: show de talentos

• headquarters: sede de uma empresa


RODRIGUES, Luciana. O que as aves que voam em bando nos ensinam sobre liderança. Forbes Brasil, 06 de outubro de 2021. Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2021/10/luciana-rodrigues-oque-as-aves-que-voam-em-bando-nos-ensinam-sobrelideranca/.


Levando-se em consideração as estratégias textuais da autora, a descrição do voo das aves feita por ela configura-se como


A

uma analogia.


B

um contraste.


C

uma dedução.


D

uma exemplificação.


E

uma justificativa.

O que você fez com o seu primeiro salário?

A resposta para essa pergunta carrega sinais das motivações que cada um de nós tem para trabalhar – ou pelo menos tinha no começo da carreira.

João Branco 11 de fevereiro de 2022 Atualizado há 2 meses

Com quantos anos você começou a trabalhar? Você se lembra como foi o seu primeiro dia? Eu guardo muito bem as memórias do meu: nesse dia, o jovem Joãozinho acordou mais cedo que o normal, colocou uma “roupa mais séria” e se preparou para ir descobrir o que era esse mundo dos adultos independentes. Quando cheguei na cozinha, minha mãe e meu saudoso pai estavam me esperando com um sorriso no rosto. Ele me disse: “Parabéns filho, você está começando para nunca mais parar”. Ouvir isso me deu uma mistura de sensações. Foi como comer melancia com sal. Um emaranhado de alegria e medo. Isso parecia ser um elogio, mas ao mesmo tempo um alerta. De certa forma, ele estava certo. O trabalho é mesmo essa mistura. Ao mesmo tempo em que ele nos traz a satisfação de conquistar o sustento, ele nos desgasta. É uma rotina espinhenta.

Mas, no meio dessa jornada, há um dia que sempre traz boas notícias: o dia do pagamento. Para alguns, ele acontece na data combinada. Para outros, depende do dia em que o cliente deposita. E ainda há os que têm que esperar mais do que deveriam. Mas o momento em que finalmente seu serviço foi remunerado provoca boas sensações. Não apenas a alegria de ver uma “chuva na sua horta”, mas também um sentimento de “hoje estou podendo”. Você se recorda quando isso aconteceu pela primeira vez? Como você se sentiu?

Lembro claramente da minha reação quando alguns reais foram depositados e estrearam a minha conta bancária. Fiz algo que sempre quis, mas nunca tinha conseguido: comprei um “engradado” de Yakult e tomei inteirinho, sozinho, de uma vez. Engraçado, não? Mas também fiz algo para agradecer a Deus pelo meu emprego. E você, o que fez com o seu primeiro salário? Já ouvi histórias incríveis sobre isso. Entre coisas divertidas e emocionantes, percebi que essa resposta também carrega sinais das motivações que cada um de nós tem para trabalhar – ou pelo menos as que tínhamos no começo da carreira.

Com o passar dos anos, nossa relação com o “ganhar dinheiro” vai se aprofundando. Para algumas pessoas, o salário se transforma em uma dose de algo viciante que entra direto na veia todo mês e provoca um forte instinto de “quero mais”. No outro extremo estão as pessoas que só reparam nas finanças quando o extrato bancário está no vermelho. Há os que querem ficar milionários antes dos 30 anos e os que só se lembram de se preocupar com o patrimônio quando estão pensando em aposentadoria. E, entre eles, milhares de diferentes relações com os cifrões.

Saber interagir de maneira saudável com as suas receitas financeiras é um desafio. Talvez por isso esse seja um dos assuntos mais abordados nos canais do Youtube, nos livros mais vendidos do Brasil e até na Bíblia – que registra um grande conselho: “Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com os seus rendimentos”.

Dinheiro não é por si só uma coisa ruim e eu desejo que você consiga ganhar bastante. Mas desejo ainda mais que você tenha uma porção de dias mais felizes do que o dia do pagamento ao longo da sua jornada. Como diria Dorothy L. Sayers: “o trabalho não é o que se faz para viver, mas o que se vive para fazer”. Do primeiro ao último salário.

João Branco é CMO do McDonald’s. linkedin.com/in/falajoaobranco / Instagram @falajoaobranco

BRANCO, João. O que você fez com o seu primeiro salário? Forbes Brasil, 11 de fevereiro de 2022. Colunas. Disponível em:

https://forbes.com.br/colunas/2022/02/joao-branco-oque-voce-fez-com-o-seu-primeiro-salario/.

Para explicar o que a fala do pai causou em si, no trecho “Foi como comer melancia com sal. Um emaranhado de alegria e medo. Isso parecia ser um elogio, mas ao mesmo tempo um alerta.” (1º parágrafo), o autor se vale de


A

analogias e contrastes.


B

causas e consequências.


C

alusões e citações de autoridade.


D

causas e contrastes.


E

citações de autoridade e deduções.

Esta questão avalia conhecimentos sobre diferentes itens do conteúdo previsto para a prova. Assinale a alternativa que contém a informação correta.


A

Em "o que não sabe", a palavra "o" é artigo definido.


B

Em "tanto o caráter como a cultura", há uma relação de comparação.


C

A oração "de quem ensina" é subordinada substantiva objetiva indireta.


D

A oração "de quem ensina" é subordinada substantiva completiva nominal.


E

No último período, infere-se que a ocorrência do primeiro fato exclui a possibilidade de ocorrência do segundo.

No parágrafo de conclusão, Célia Xakriabá estabelece uma comparação entre a pintura e a escrita.


Na comparação, a semelhança entre a pintura e a escrita se justifica pelo seguinte elemento em comum:


A

“as memórias dos antepassados” (linhas 20-21)


B

“um ritual, um preparo do espírito” (linha 19)


C

“o desenho que se escreve na pele” (linhas 19-20)


D

“narrativas simbólicas portadoras de subjetividades” (linha 18)

   
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