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Com relação ás estruturas sintáticas da linha 1 e da linha 2 da estrofe, pode-se dizer que:
São estruturas paralelas semânticas
São estruturas paralelas sintáticas
São estruturas paralelas semânticas e sintáticas
Não há estruturas paralelas
São estruturas paralelas morfológicas
Versificação refere-se ao conjunto de técnicas empregadas na arte de criar versos, utilizando diversos elementos que contribuem para a harmonia e beleza do gênero lírico, como ritmo, métrica, rima, entre outros. Cada linha de um poema constitui um verso, os quais são categorizados com base nas sílabas poéticas que contêm. Por sua vez, a reunião de versos forma as estrofes, as quais são classificadas de acordo com o número de versos que as compõem.
Fonte: ( https://www.todamateria.com.br/versificacao/. adaptado.)
Com base no texto fornecido sobre versificação, as estrofes são:
O resultado da reunião de versos e são classificadas de acordo com o número de versos que as compõem, desempenhando um papel fundamental na organização estrutural e na estética do poema.
Formadas pela métrica e pela rima dos versos, não influenciando a estrutura geral do poema.
Compostas pelo ritmo dos versos, desconsiderando outros elementos como a métrica e a rima, o que impacta negativamente na qualidade estética do poema.
Irrelevantes na composição de um poema, pois não contribuem para a harmonia e beleza do gênero lírico.
Leia a estrofe a seguir do poema “Violões que choram”:
“Vozes veladas, veludosas vozes,
Volúpias dos violões, vozes veladas,
Vagam nos velhos vórtices velozes
Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas...”
Analise as afirmativas a seguir e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Esse movimento reagiu contra o Positivismo: contrapôs-se à visão positivista e equilibrada referente ao pensamento científico.
( ) Trazia marcas do subjetivismo e do místico.
( ) Linguagem coerente, exata, fluida, ou seja, expôs de forma lógica o que era necessário ser dito.
( ) Seus autores manifestaram os estados de dilaceração da alma em seus escritos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
F - F - F - F.
V - V - V - V.
V - V - F - F.
V - V - F - V.
F - F - V - F.
A canção Floresta de Bétulas, composta e interpretada por Guilherme de Sá, tem como objetivo fazer memória às vítimas dos campos de extermínio de Auschwitz-Birkenau, durante o Holocausto. Sobre as possíveis interpretação da canção, analise as proposições a seguir e assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F):
( ) A primeira estrofe da canção sugere a chegada do inverno, evocando uma temática fúnebre.
( ) A segunda estrofe da canção apresenta a personificação do frio, que congela a lágrima dos inocentes mortos.
( ) A terceira estrofe da canção sugere a chegada da primavera e o descanso das árvores após o inverno.
( ) A primeira estrofe da canção apresenta uma oração subordinada adverbial temporal reduzida de particípio.
( ) A segunda estrofe da canção apresenta uma noção de passado, mesmo com um verbo no presente.
É CORRETO afirmar:
V V F V V
V V F F V
V F V F F
F F V V F
F V F V V
Observe a seguir a primeira estrofe de “Os Lusíadas”, de Luís de Camões”:
As armas e os Barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram.
Sobre os componentes dessa estrofe e sobre suas relações literárias, assinale a afirmativa correta.
Trata-se de primeira estrofe de uma epopeia, ou seja, uma narrativa em versos sobre grandes feitos heroicos; nesse caso, as conquistas dos grandes navegadores, da Antiguidade até a época da publicação do poema.
A primeira estrofe de uma epopeia apresenta geralmente a dedicatória, ou seja, a quem se dedica o poema; nesse caso, aos navegadores portugueses do século XVI.
A epopeia clássica, como os Lusíadas, mostra um rigor formal absoluto: nesse caso, um longo poema integralmente composto em estrofes de oito versos, versos decassílabos em esquema de rimas A-B-A-B-A-B-C-C.
Estruturalmente, na epopeia clássica predomina a objetividade: nesse caso, refletida na ordem direta dos versos e na preferência pela denotação.
Pela época em que foi composta, a epopeia valoriza a classe alta: nesse caso, inclusive, com uma referência direta a “Barões” e ao desempenho heroico dos nobres.
Quantos períodos há na primeira estrofe do poema?
2.
3.
4.
5.
6.
O texto se inicia com uma referência direta ao tempo:
“Há 64 anos”. E se desenvolve abordando dois momentos da vida: o cronista jovem e o cronista que se aposenta, fazendo do tempo importante personagem da narrativa.
A referência ao tempo é um traço frequente na obra de Carlos Drummond de Andrade, poeta sempre em busca de respostas às angústias humanas.
Abaixo, foram transcritos trechos de poemas de Drummond.Aquele em que, inequivocamente, é mais forte a presença do tempo como elemento central de reflexão do “eu lírico” é:
Sobre os elementos de versificação das estrofes transcritas na questão 34, há informação inadequada de análise em:
“Confidência do itabirano”: quadra de versos livres e brancos, em acentuação grave, esdrúxula e aguda.
“Quero”: quintilha de versos graves, quanto à acentuação, com ocorrência de crase na última sílaba dos versos 1 e 5.
“Os ombros suportam o mundo”: terceto de versos brancos: dois versos alexandrinos e um verso hendecassílabo.
“Poema de sete faces”: quintilha de versos em redondilha maior (exceto o 3º verso), com rima emparelhada e cruzada.
“Cota zero”: terceto de versos brancos, sendo isométricos os versos 2 e 3, em redondilha menor.
De acordo com as ideias expostas pelo poeta, José poderia modificar o seu destino; tais sugestões estão expostas:
Na 5ª e 6ª estrofes;
Nas três primeiras estrofes;
Nas três últimas estrofes;
Na 2ª e 3ª estrofes;
Na 4ª e 5ª estrofes.
Observe a primeira estrofe e marque a opção correta:
A estrofe é formada por dois períodos compostos, o primeiro é formado por quatro orações e o segundo, por cinco;
A estrofe é formada por um único período composto por oito orações;
Cada verso da estrofe corresponde a uma oração;
A estrofe é formada por várias orações independentes;
A estrofe é formada por quatro períodos compostos por coordenação e subordinação.
Pode-se afirmar que a primeira estrofe é um período composto com:
três verbos.
três locuções verbais.
um verbo e uma locução verbal.
dois verbos e uma locução verbal.
dois verbos e duas locuções verbais.
Analisando a estrutura e composição do TEXTO III - Ouvir estrelas de Olavo Bilac, é CORRETO afirmar que:
É composto por dois quartetos e dois tercetos. No primeiro quarteto as rimas são alternadas (a b a b) e todos os versos são decassílabos. O segundo quarteto apresenta rimas alternadas com o seguinte esquema: (b a b a) e todos os versos também são decassílabos. Por outro lado, o primeiro terceto apresenta rimas mistas (c d c) com versos decassílabos. Da mesma forma, o segundo terceto compõe-se por rimas mistas (e d e) e versos decassílabos.
É composto por dois quartetos e dois tercetos. No primeiro quarteto as rimas são alternadas (b a b a) e todos os versos são decassílabos. O segundo quarteto apresenta rimas alternadas com o seguinte esquema: (a b a b) e todos os versos também são decassílabos. Por outro lado, o primeiro terceto apresenta rimas mistas (d c d) com versos decassílabos. Da mesma forma, o segundo terceto compõe-se por rimas mistas (d e d) e versos decassílabos.
É composto por dois quartetos e dois tercetos. No primeiro quarteto as rimas são alternadas (a b a b) e todos os versos são dodecassílabos. O segundo quarteto apresenta rimas alternadas com o seguinte esquema: (b a b a) e todos os versos também são dodecassílabos. Por outro lado, o primeiro terceto apresenta rimas mistas (c d c) com versos decassílabos. Da mesma forma, o segundo terceto compõe-se por rimas mistas (e d e) e versos decassílabos.
Nenhuma das alternativas.
A estrofe que REFORÇA a ideia de que o momento presente define o eu lírico:
Primeira;
Segunda;
Terceira;
Quarta.
O primeiro verso em cada estrofe se repete. Com isso:
O eu lírico enfatiza a sua preocupação com a identidade, reforçando sua insegurança e demonstrando seu medo de não estar se revelando como realmente ele deveria ser.
O eu lírico tenta se justificar uma vez que há uma necessidade de autoafirmação de quem realmente ele gostaria que as pessoas pensassem que ele fosse.
O eu lírico reforça seu egocentrismo, se colocando único e superior a todos que fazem parte de seu meio.
O eu lírico enfatiza a própria identidade e as características que o definem, consciente de si mesmo, aceitando-se dessa forma.
Texto III
Tecendo a manhã
Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito que um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.
E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.
A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que tecido, se eleva por si: luz balão.
João Cabral de Melo Neto.
O poema é dividido em duas estrofes, referindo cada uma delas, respectivamente:
Ao nascimento da manhã, que surge pelo canto de vários galos; e o resultado dessa ação conjunta.
À manhã tecida, ou seja, o resultado da manhã; e o nascimento de uma nova manhã através do canto dos vários galos.
Em ambas as partes a referência é feita ao nascimento da manhã através do canto dos galos.
Em ambas as partes a referência é feita à manhã já tecida através do canto dos galos.
As estrofes em que aparecem informações sobre o fazer poético, são:
A quarta e a sexta estrofes excetuando o refrão.
A terceira e a quarta estrofes excetuando o refrão.
A oitava e a décima estrofes incluindo o refrão.
A quinta estrofe e a sexta incluindo o refrão.
A respeito do significado da última estrofe do poema, podemos afirmar que :
Os risonhos sonhos são muitos e ardentes, como as plantas.
Aceita-se a condição da donzela e também viver como seu escravo.
A mente ardente e a inspiração do céu alegram o escravo.
As plantas santas são a inspiração e o abatimento da donzela bela.
O escravo da alma é altivo e busca inspiração do céu .
Abaixo foram transcritas cinco estrofes de poemas de representativos escritores brasileiros e portugueses. Ao lado de cada transcrição, o texto foi repetido com as alterações gráficas previstas no novo Acordo. A repetição em que o texto foi redigido rigorosamente de acordo com as novas normas é:
“As águias no céu corriam, / E os areais se volviam, / E horrendas feras bramiam / No imenso da solidão; / Mas vozes do deserto / Se erguiam como um concerto / E vinham saudar-me perto: / - Tu és, senhor, Napoleão!” (Fagundes Varela) -> As águias no ceu corriam, / E os areais se volviam, / E horrendas feras bramiam / No imenso da solidão; / Mas vozes do deserto / Se erguiam como um concerto / E vinham saudar-me perto: / - Tu és, senhor, Napoleão!
“Quem te disse ao ouvido esse segredo / Que raras deusas têm escutado - / Aquele amor cheio de crença e medo / Que é verdadeiro só se é segredo?... / Quem to disse tão cedo?” (Fernando Pessoa) -> Quem te disse ao ouvido esse segredo / Que raras deusas tem escutado - / Aquele amor cheio de crença e medo / Que é verdadeiro só se é segredo?... /Quemto disse tão cedo?
“Olhai! hoje o trigal é mais verde e mais forte! / O chão foi adubado a carne e sangue... / Que importa haja caído um exército exangue, / se deu a vida ao trigo tanta morte!” (Mário de Andrade) -> Olhai! hoje o trigal é mais verde e mais forte! / O chão foi adubado a carne e sangue... / Que importa haja caido um exército exangue, / se deu a vida ao trigo tanta morte!
“Já não sei o que vale a nova ideia, / Quando a vejo nas ruas desgrenhada, / Torva no aspecto, à luz da barricada, / Como tocante após lúbrica ceia...” (Antero de Quental) -> Já não sei o que vale a nova ideia, / Quando a vejo nas ruas desgrenhada, / Torva no aspeto, à luz da barricada, / Como tocante após lúbrica ceia...
“A gente da cidade, aquele dia, / (Uns por amigos, outros por parentes, / Outros por ver somente) concorria, / Saudosos na vista e descontentes. / E nós, co'a virtuosa companhia / De mil Religiosos diligentes, / Em procissão solene, a Deus orando, / Para os batéis viemos caminhando.” (Luís de Camões) -> A gente da cidade, aquele dia, / (Uns por amigos, outros por parentes, / Outros por ver somente) concorria, / Saudosos na vista e descontentes. / E nós, coa virtuosa companhia / De mil Religiosos diligentes, / Em procissão solene, a Deus orando, / Para os bateis viemos caminhando.
Leia as afirmações abaixo.
I.
II.
III.
I e II.
I e III.