Questões de Concurso sobre Ironia

 
 
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Percebe-se efeito de ironia no trecho:


A

"o fato, por absolutamente contrário às normas da vida, causou nos espíritos uma perturbação enorme"(L.01 );


B

" sem que tivesse sucedido um falecimento por doença"(L.06).


C

"quando a alegre irresponsabilidade e o excesso de álcool se desafiam"(L.08);


D

"desvairados, confusos, aflitos, dominando a custo as náuseas"(L.11 );


E

"e o que acontecia aqui, acontecia em todo o país"(L.20);

Mafalda, personagem criada por Quino, tem sua notoriedade justificada pelo fato de ser uma criança capaz de reflexões profundas e comentários perspicazes. Destaca-se também a linguagem empegada por ela, que geralmente faz uso do registro formal e da conotação. Assim, no primeiro quadrinho, o tema é abordado por meio de uma:


A

hipérbole


B

metonímia


C

personificação


D

sinestesia


E

ironia

Percebe-se o tom irônico da autora em:


A

“[...] temos de realizar tantas coisas, são tantos os compromissos, que nos falta o tempo para uma análise tranquila, uma decisão sensata, um prazer saboreado.”


B

“Com sorte, vamos até enganar o tempo sendo sempre jovens, sendo quem sabe imortais com nariz diminuto, boca ginecológica e olhar fatigado num rosto inexpressivo.”


C

“Ninguém pode se contentar em ser como pode: temos de ser muito mais que isso, temos de fazer o impossível, o desnecessário, até o absurdo, o que não nos agrada [...].”


D

“Precisaria, sim, ser um sujeito decente, encontrar alguma harmonia comigo mesmo, com os outros, e com a natureza [...].”

"Eu nasci há dez mil anos atrás". Esse verso da música de Raul Seixas e Paulo Coelho corresponde a:


A

Uma ironia.


B

Uma hipérbole.


C

Uma catacrese.


D

Uma ambiguidade.

Em qual das passagens do texto, citadas nas alternativas abaixo, pode-se dizer que o autor utilizou o recurso da ironia?


A

"O site em português da BBC, por exemplo, publica uma reportagem para provar que, economicamente, a Copa foi um fiasco para o país." (2º parágrafo)


B

“Também entrevista ‘especialistas’, como pessoal da notória empresa de consultoria Tendências, cujo dono é o ex-ministro da Fazenda Mailson ‘80% de inflação ao mês’ da Nóbrega” (3º parágrafo)


C

“O desastre que foi a atuação da seleção contra a Alemanha também tem sido explorado negativamente – e não poderia ser de outra forma”. (5º parágrafo)


D

“Nunca, na nossa história, o povo brasileiro e sua cultura foram tão fotografados, filmados, gravados, publicados, revelados, enfim, para tantas pessoas e tantos países” (12º parágrafo)


E

“Uma boa parte do Brasil se desnudou aos olhos do estrangeiro.” (13º parágrafo)

Assinale a alternativa em que a autora usa as aspas para marcar a ironia


A

“‘querem transformar o PMDB em um motel, com essa alta rotatividade, de entrar num dia e sair num outro’”. (Linhas 24-25)


B

“A letra do antológico ‘Vai passar’, de Chico Buarque, foi composta ao fim de ‘uma página infeliz de nossa história’, a ditadura militar.” (Linhas 46-47)


C

“[...] aqueles que um dia chamamos de ‘representantes do povo’”. (Linha 15)


D

“Não é só ‘bagunceiro’ que virou ofensa a cabra-macho em Brasília. ‘Namoradeira’ virou ofensa visceral a cabra-fêmea.” (Linhas 36-37)

Com base no Texto 4, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F).


( ) Na Tirinha A, a ironia é empregada como figura de linguagem no último quadrinho.

( ) Na Tirinha B, o Chico não compreendeu a pergunta de seu interlocutor.

( ) As duas tirinhas são uma crítica ao desmatamento.

( ) A linguagem não verbal reforça o tema comum às Tirinhas A e B.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.


A

V – V – V – F


B

F – F – F – V


C

F – V – F – F


D

V – F – F – V


E

V – F – V – V

Assinale a alternativa em que a autora utiliza uma variante linguística regional para construir uma ironia.


A

“O senhor é moleque – gritou o deputado Wellington Roberto, do PR da Paraíba, aliado de Aedes Cunha.” (Linhas 30-31)


B

“Numa festa natalina de beija-mão a Temer, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, entrou para o bloco do sanatório geral ao jogar seu vinho branco em José Serra.” (Linhas 37-38)


C

“[...] quem seria o mestre-sala e a porta-estandarte do sanatório geral. Eles são um exemplo para a ala mirim maluquete, representada pela neta de Lula fazendo gestos obscenos em rede social.” (Linhas 49-50)


D

“Aparentemente, votamos em cabras-machos, que não levam desaforo para casa.” (Linha 26)

O segmento do texto 4 que pode ser visto como ironia é:


A

“O cigarro é um dos produtos de consumo mais vendidos no mundo”;


B

“Comanda legiões de compradores leais e tem um mercado em mais rápida expansão”;


C

“Satisfeitíssimos, os fabricantes orgulham-se de ter lucros impressionantes, influência política e prestígio”;


D

“O único problema é que seus melhores clientes morrem um a um”;


E

“A revista The Economist comenta: “Os cigarros estão entre os produtos de consumo mais lucrativos do mundo”.

Analise a charge abaixo para responder à questão 


Imagem associada para resolução da questão

Charge de Newton Silva – disponível em http://www. chargeonline.com.br/ - acesso em 06 de março de 2015. 


No que respeita aos recursos textual- discursivos, para a construção do sentido desse gênero textual, está correto o que se afirma em


A

Critica-se, por intermédio da figura de linguagem oxímoro, informações econômicas manipuladas da realidade brasileira.


B

Foi empregada a metáfora para se fazer uma alusão às expectativas ao projeto político brasileiro.


C

A figura de linguagem ironia foi empregada para gerar o humor da charge.


D

Para gerar o humor, além da personificação, também é usada a alegoria, promovida pelas imagens do homem e do seu “veículo”.


E

Usou-se figura de linguagem denominada de antítese, que emprega o recurso linguístico de oposição de ideias.

Ano: 2015
Banca: Universidade Federal de São João Del Rei - UFSJ
Prova: UFSJ - UFSJ - Técnico Administrativo em Educação - Área: Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais - 2015

O uso da expressão “Ou seja”, tanto no quarto quanto no quinto parágrafos, introduz uma


A

ironia.


B

paráfrase.


C

modulação.


D

adversidade.

A ironia é um recurso que chama a atenção nesse gênero textual, conseguida, muitas vezes, a partir da união entre o texto verbal e o não verbal. Na conversa entre as amigas, a ironia dá-se:


A

Pelo desconhecimento da joia por parte da amiga, que precisou pegar na mão da presenteada.


B

Pela forma com que foi pronunciada a última sentença do primeiro balão, causando ambiguidade.


C

Pela resposta presente no segundo balão, que não poderia ser proferida por não dizer respeito à pergunta feita em nenhuma situação.


D

Pelo fato de a amiga não saber que a presenteada era casada.

A expressão “com toda urbanidade” torna o enunciado irônico. Esse recurso é utilizado no texto para criticar a


A

popularização do uso de estruturas eruditas.


B

vulgarização do emprego de termos especializados.


C

forma como as pessoas são atendidas nas repartições.


D

maneira como os cidadãos comuns se tratam em público.

No trecho “Continuou a existir, e quem cresceu vendo desenhos animados, enlatados americanos e novelas globais não foi mais imbecilizado — ao menos não por esse motivo.” (1º§), percebe-se que a autora assume uma postura que pode ser MELHOR entendida como:


A

humorística


B

irônica


C

idealizada


D

exagerada

Nos diálogos do texto, à pergunta “Receber mil cruzeiros a troco de quê?” é dada a resposta “A troco de devolução”, para causar efeito de humor. Esse efeito decorre


A

do entendimento equivocado da instrução recebida.


B

da interpretação literal de um sentido figurado.


C

do nervosismo do público presente na fila.


D

da irritação do atendente da seção.

O autor do texto postula que o humor, na acepção por ele indicada, é qualidade distintiva de uma narrativa literária e incompatível com a ironia e o sarcasmo, recursos de uso frequente na literatura brasileira, especialmente entre os escritores com visão antinacionalista, referidos no texto como “escritores que desprezam o Brasil e seu povo” (L.25).


C

Certo


E

Errado

Analise as proposições a seguir a respeito da estruturação e construção de sentido do texto. Em seguida, assinale a alternativa que contenha a análise correta sobre as mesmas.


I. Em: “todo cidadão tem o direito de saber a qualidade da escola que seu filho frequenta”, a simples substituição da palavra “frequenta” por “estuda” não altera a correção da frase original.

II. “Por isso é perigoso (sic) uma comparação ‘fria’ dos resultados". A palavra latina foi empregada para deixar claro que o trecho foi escrito tal como no original.

III. O texto apresenta ironia em algumas passagens, o que convida o leitor a refletir sobre o tema e entender o posicionamento defendido.

IV. Em: “Hoje, esse dado está ‘escondido’ em um site do Ministério da Educação.”, a vírgula empregada é obrigatória, pois marca a antecipação de um termo, alterando a ordem direta do período.


A

Apenas as proposições I e IV estão corretas.


B

Apenas as proposições II e IV estão corretas.


C

Apenas as proposições II e III estão corretas.


D

Apenas as proposições I, II e III estão corretas.

No texto, o fato de o vocábulo milagre aparecer entre aspas significa que o termo está empregado em sentido


A

denotativo.


B

neologístico.


C

regional.


D

religioso.


E

irônico.

No trecho “E há MOTINS constantes de CONDÔMINOS que tentam de qualquer maneira atingir a LIBERDADE.” (parágrafo 17), os vocábulos destacados contribuem para consolidar o uso da seguinte ideia:


A

ironia.


B

eufemismo.


C

metáfora.


D

metonímia.

Texto I

c

Só falta a política de redução de riscos

c

Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.

A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.

Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.

Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.

Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida “cotidiana”, não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.

c

(Carlos Machado — O Globo, 01/04/2013)

c

As alternativas a seguir apresentam características do texto I, à exceção de uma. Assinale-a.


A

Predomínio do emprego de linguagem culta.


B

Preocupação com a indicação das fontes de informações.


C

Tentativa de imparcialidade, mostrando avanços e problemas.


D

Argumentação fundamentada em dados e fatos.


E

Tendência para uma velada ironia.

   
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