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As figuras de linguagem são usadas como recursos estilísticos para dar maior valor expressivo à linguagem.
Qual a figura de linguagem é predominante ao trecho "E de repente, bum!"?
Catacrese.
Metáfora.
Hipérbole.
Onomatopeia.
A frase abaixo em que ocorre uma metáfora acompanhada de sua explicação é:
O mundo é um livro e aquele que não viaja lê apenas uma página.
Fantasia é um troço que o cara tira no Carnaval.
A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana.
Um bar é um lugar onde a loucura é vendida em garrafas.
O whisky é o melhor amigo do homem, ele é o cachorro engarrafado.
Leia o texto para responder as questões 01, 02, 03, 04, 05, 06 e 07.
Falta de educação e velocidade
Os anjos da morte estão cansados de nos recolher, a nós que nos matamos ou somos assassinados no tráfego das estradas, cidades, esquinas deste país. Os anjos da morte estão exaustos de pegar restos de vidas botadas fora. Os anjos da morte andam fartos de corpos mutilados e almas atônitas. Os anjos da morte suspiram por todo esse desperdício.
Não sei se as propagandas que tentam aos poucos aliviar essa tragédia ajudam tanto a preservar vidas quanto as intermináveis, ricas e coloridas propagandas de cerveja ajudam a beber mais e mais e mais, colaborando para uma parte dessa carnificina. Mas sei que estou no limite. Não apenas porque abro jornais, TV e computador e vejo a mortandade em andamento, mas porque tenho observado as coisas em questão. Recentemente, dirigindo numa autoestrada, percebi um motorista tentando empurrar para o canteiro central um carro que seguia à minha frente na faixa esquerda, na velocidade adequada ao trajeto. Chegava provocadoramente perto, pertinho, pertíssimo, quase batia no outro, que se desviava um pouco lutando para manter-se firme no seu trajeto sem despencar.
[...]
Atenção: os jovens são – em geral, mas não sempre – mais arrojados, mais imprudentes, têm menos experiência na direção. Portanto, são mais inclinados a acidentes, bobos ou fatais, em que a gente mata e morre. Mas há um número impressionante de adultos – mais homens do que mulheres, diga-se de passagem, porque talvez sejam biologicamente mais agressivos – cometendo loucuras ao dirigir, avançando o sinal, quase empurrando o veículo da frente com seu parachoque, não cedendo passagem, ultrapassando em locais absurdos sem a menor segurança, bebendo antes de dirigir, enfim, usando o carro como um punhal hostil [...].
Cada um se porta como quer – ou como consegue. Isso vem do caráter inato, combinado com a educação recebida em casa. Quando esse comportamento ultrapassa o convívio cotidiano e pode mutilar pais de família, filhos e filhas amados, amigos preciosos, ou seja, lá quem for, então é preciso instaurar leis férreas e punições comparáveis. Que não permitam escapadelas nem facilitem cometer a infração com branda cobrança. Que não admitam desculpas e subterfúgios, não premiem o erro, não pequem por uma criminosa omissão.
Precisamos em quase tudo de autoridade e respeito, para que haja uma reforma generalizada, passando da desordem e do caos a algum tipo de segurança e bem-estar. Os motoristas americanos e europeus impressionam pela educação. Não por serem bonzinhos ou melhores do que nós, mas porque temem a lei, a punição, a cassação da carteira, a prisão por coisas que aqui entre nós são consideradas apenas “normais”, menos detalhes, “todo mundo faz assim,”
Autoridade justa, mas muito rigorosa, é o que talvez nos deixe mais lúcidos e mais bem-educados: em casa, na escola, na rua, na estrada, no bar, no clube, dentro do nosso carro. E os fatigados anjos da morte poderão, se não entrar em férias, ao menos relaxar um pouco.
(Lya Luft – adaptado)
Qual é a figura de linguagem destacada no fragmento, a seguir?
“Os anjos da morte estão exaustos de pegar restos de vidas botadas fora.”
Oxímoro.
Metáfora.
Perífrase.
Anacoluto.
Em relação ao excerto “Mas como são esses processos de pensamento? Por que, afinal de contas, temos a habilidade de pensar metaforicamente?”, assinale a alternativa correta.
“Mas” expressa uma relação de contraste entre as duas perguntas.
A expressão “afinal de contas” está inadequada. A forma adequada é “ao final das contas”.
As perguntas são feitas com vistas ao recebimento de uma resposta dos leitores.
“Metaforicamente” modifica o verbo “pensar”
Não é possível identificar o sujeito do verbo “temos”.
No trecho “Entre os que assumiram as “alegrias e agruras” de um animalzinho no período da pandemia...”, identifica-se a seguinte figura de linguagem:
metáfora.
antítese.
hipérbole.
catacrese.
perífrase.
Sobre o período: "O falar é a prata das emoções, enquanto o calar representa o ouro no peso do seu quilate, logo, tem maior valor", marque a alternativa INCORRETA.
A primeira oração está escrita com metáfora.
O núcleo do sujeito de cada uma das orações: "O falar é a prata das emoções" e "O calar representa o ouro" está representado por substantivo formado por derivação imprópria.
Dentre os termos que compõem o período, temos exemplos de: encontros consonantais, encontros vocálicos e dígrafo.
No trecho: "o ouro no peso do seu quilate", temos contrações prepositivas impostas pela regência verbal.
É possível identificar no poema o emprego de expressões metafóricas na produção de sentidos que refletem a intencionalidade textual proposta. Em relação à assertiva anterior, é correto afirmar que:
A forma do poema é apontada como uma característica fundamental para a percepção da poesia e da linguagem metafórica.
O último verso do poema é construído a partir do uso de uma figura de linguagem que indica a relação entre poesia e subjetividade.
As comparações feitas entre o trem e o pêndulo dos relógios demonstram o emprego da metáfora pelo poeta com o propósito de explicar conceitos referentes à prosa.
A referência à sonoridade no poema como o uso da “rima” indica a necessidade de que a linguagem poética tenha um sentido metafórico, distinto da linguagem empregada na prosa.
Acerca da conceituação da metáfora, a discussão proposta no terceiro parágrafo formula uma:
generalização da ideia
relação de causa e efeito
divergência entre autores
narrativa individual
Na conclusão do trecho selecionado, o autor argumenta que, sem a mulher, “o mundo será um ermo melancólico”. Marque a alternativa que indica a figura de linguagem empregada nessa oração.
Catacrese.
Ironia.
Metáfora.
Paradoxo.
Com base no trecho, marque a alternativa CORRETA.
A respeito do fragmento acima é possível inferir que ao utilizar a metáfora da máquina, o autor visa refletir acerca da dura vida do homem trabalhador.
As principais características do trecho são: a presença da linguagem culta, imparcialidade, tendência à objetividade e ausência de figuras de linguagem.
A comparação do homem com uma máquina revela a satisfação do autor com o trabalho excessivo do homem trabalhador.
A figura de linguagem utilizada no trecho é a ironia, pois o autor quer afirmar exatamente o contrário do que fala.
Para o autor, o homem trabalhador tem muitas regalias, e isso precisa ser revisto pelo o sistema vigente.
No enunciado Os dois bonitos e os dois feios, título de uma crônica de Rachel de Queiroz, observa-se a configuração de uma operação semântica denominada
sinonímia.
metonímia.
eufemismo.
metáfora.
antonímia.
Assinalar a alternativa em que ocorre metáfora:
A vida é uma colcha de retalhos.
O tique-taque do relógio irritava-o.
A pele da moça era lisa como a seda.
O corredor era veloz como um puma.
Ao utilizar a expressão “estrelas cadentes” para se referir a uma espécie de artistas, o autor do texto emprega uma figura de linguagem. Marque a alternativa que indica o nome dessa figura de linguagem.
Cacófato.
Ironia.
Metáfora.
Paradoxo.
Sinestesia.
A metáfora usada pelo homem, galinha e milho, ambas representam, respectivamente:
O palestrante e o ouvinte;
O ouvinte e a palestra;
A palestra e o palestrante;
A palestra e o ouvinte.
Em Ele faltou com a verdade, tem-se qual figura de linguagem?
Ironia.
Hipérbole.
Hipérbato.
Eufemismo.
Metáfora.
Em Moro no campo e como do meu trabalho, tem-se qual figura de linguagem?
Metáfora.
Ironia.
Metonímia.
Eufemismo.
Personificação.
Como a ficção científica ilumina a realidade pandêmica? (título)
com base na leitura do texto, a metáfora presente no título estabelece o seguinte tipo de associação entre as expressões sublinhadas acima:
causalidade
similaridade
ambiguidade
homogeneidade
Observe os períodos e suas respectivas análises. Marque a que foi feita corretamente:
"Nunca a raposa curtira tanta sede em dias de sua vida”. A forma verbal curtira encontra-se no pretérito imperfeito do subjuntivo.
O sujeito da oração “Todos os bichos vieram olhar a defunta.” é classificado como composto.
No trecho “...fazendo correr a notícia de que tinha morrido...” pode-se afirmar que há uso da figura de linguagem metáfora.
Na oração “— Quanto bebes, Folharal!”, a pontuação foi utilizada para indicar o discurso direto e o espanto do locutor.
Na oração “a raposa escapou, fugindo às gargalhadas” a crase foi utilizada pois faz referência direta a uma personagem feminina: a raposa.
De acordo com as alternativas listadas abaixo, classifique o trecho destacado na frase: "Precisei chamar um profissional para instalar o pé da cama."
Metáfora
Prosopopeia
Metonímia
Catacrese
Ao afirmar que “uma parte de mim é multidão”, o poeta emprega uma figura de linguagem que envolve a noção de comparação. Marque a alternativa que indica qual é essa figura de linguagem.
Cacofonia.
Eufemismo.
Metáfora.
Pleonasmo.