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Marque a alternativa em que está configurada a figura de linguagem do tipo metáfora;
Ele morreu de rir.
A cidade acordou triste.
Seus olhos são duas estrelas.
Estou tão cansado quanto você.
O vento soprava forte.
Assinalar a alternativa em que há uma metáfora.
Ele correu muito rápido durante a prova de atletismo.
A menina chorou bastante ao se machucar.
A vida é uma estrada cheia de surpresas.
O professor explicou o conteúdo com clareza.
No trecho “Sou inquieto: ficar parado muito tempo me dá uma coceira invisível”, a expressão coceira invisível é empregada com valor metafórico. No contexto do texto, essa expressão indica:
incômodo físico decorrente de alterações dermatológicas transitórias.
estado de ansiedade clínica associado a reações psicossomáticas.
sensação de impaciência e dificuldade de permanecer em repouso prolongado.
desconforto motor provocado por fadiga muscular acumulada.
reação involuntária a estímulos ambientais não identificados.
A manipulação linguística no texto manifesta-se no uso de metáforas que transformam o passageiro em espectador. Ao descrever as estações como "arquitetura narrativa" que "disciplina o fluxo", o autor sugere que a organização do espaço atua como um instrumento de:
Controle e persuasão social.
Contestação e anarquia artística.
Segregação e exclusão econômica.
Entretenimento e lazer descompromissado.
No trecho "Recebemos um disco voador do chão, que jamais decolava, que falava inglês e ruminava a sujeira.", a construção imagética opera por meio de recursos expressivos que intensificam o efeito irônico do texto. Considerando o funcionamento semântico-discursivo dessas figuras, assinale a alternativa que identifica corretamente o procedimento predominante na caracterização do robô aspirador, sem desconsiderar a articulação entre os elementos do enunciado.
A caracterização decorre de metáfora associada à personificação, pois o objeto é comparado implicitamente a um disco voador e recebe atributos próprios de seres animados.
A construção baseia-se em catacrese sucessiva, uma vez que termos figurados substituem denominações técnicas inexistentes para o objeto referido.
O trecho exemplifica sinédoque progressiva, na qual partes funcionais do equipamento representam sua totalidade operacional de modo simbólico.
O efeito expressivo resulta de metonímia combinada com hipérbole, visto que o aparelho é nomeado por sua forma circular e exagera-se sua capacidade funcional.


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De acordo com o texto, a “teoria do quase” funciona como metáfora para
uma denúncia institucional das falhas do PIX no campus, narradas com foco administrativo e central.
uma defesa de que a cafeína determina a eficiência docente e deveria orientar toda a rotina do intervalo.
a ideia de que o “quase” e os atenuadores sustentam a pressa, até o narrador optar por parar e escutar.
uma exposição de rivalidades explícitas entre colegas, com acusações diretas e um confronto aberto.
um relato fantástico em que objetos do campus impõem decisões aos personagens, sem intervenção humana.
Identifique a alternativa que apresenta uma METÁFORA:
A professora de português explicou o conteúdo um milhão de vezes na mesma aula.
As paredes da escola pareciam ouvir as reclamações dos professores sobre os baixos salários.
A educação é o farol que guia o cidadão em meio à neblina da desinformação.
O pé da página continha as referências bibliográficas necessárias para a pesquisa acadêmica.
Na primeira estrofe do texto em estudo, o autor utiliza diversas metáforas para tratar de um tema universal. Com base na leitura, assinale a alternativa que descreve corretamente a visão apresentada sobre a morte:
A morte é apresentada como um evento previsível e exclusivo daqueles que possuem menos recursos financeiros.
O termo “caminhão derradeiro” sugere que a morte é um destino inevitável e democrático, que atinge a todos independentemente da classe social.
A expressão “qualquer rota recai sobre essa estrada” indica que é possível escolher caminhos diferentes para evitar o fim da vida.
O eu-lírico sugere que a morte traz um sentimento de sabedoria e plenitude para aqueles que ficam.
A “foice da morte” é uma imagem que simboliza a esperança e o renascimento após um período de solidão.
As figuras de linguagem são recursos empregados para dar mais expressividade às ideias no texto; entre elas, a metáfora. O trecho que se configura como metafórico é:
“questões sobre as nossas maiores dificuldades de escrever” (l. 25)
“convites para eventos que deixamos de receber.” (l. 14-15)
“o machismo galopante que transborda do mundo” (l. 4)
“o público a quem é destinada a matéria.” (l. 7-8)
Em "A Venezuela passava por uma grave crise econômica e política sob a batuta do presidente José Cipriano Castro", a expressão destacada constrói sentido por meio de uma metáfora que:
Recupera uma imagem do campo militar, sugerindo disciplina hierárquica e obediência armada.
Transpõe para o campo político a ideia de regência musical, associando o exercício do poder à condução e ao controle de um conjunto.
Recorre ao campo jurídico, equiparando o presidente a um árbitro imparcial de conflitos.
Evoca o campo religioso, atribuindo ao governante um papel de liderança espiritual.


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No trecho "O vermelho representa o amor entre um casal, mas o amarelo representa o carinho, a amizade e os laços que nos unem", a organização semântica articula recursos expressivos que ultrapassam a mera atribuição cromática. Considerando os processos figurativos presentes e seus efeitos na construção de sentido, assinale a alternativa correta.
Observa-se metonímia causal, uma vez que as cores são tomadas como efeitos fisiológicos diretos das emoções descritas no período.
Atribui-se valor abstrato às cores por meio de metáfora conceptual, associando campos semânticos distintos sem indicação explícita de comparação.
Configura-se antítese estrutural, visto que vermelho e amarelo se opõem semanticamente de modo excludente no plano argumentativo.
Emprega-se sinédoque qualificativa, pois as cores funcionam como partes materiais que substituem integralmente as experiências afetivas referidas.
Qual alternativa apresenta uma metáfora?
Ela faltou com a verdade.
Comeria um boi de almoço hoje!
Ele tem um coração de pedra.
Há oitocentas cabeças de gado na fazenda.
A música "Força Estranha" apresenta uma linguagem poética marcada por recursos estilísticos e relações semânticas complexas. Considerando a frase:
"A vida é amiga da arte, é a parte que o sol me ensinou."
É CORRETO afirmar que:
A construção apresenta uma metáfora ao associar "vida" e "arte", conferindo-lhes um caráter complementar e simbólico.
O pronome "que" é um elemento de coesão que retoma "arte", atribuindo a ela o papel de sujeito na oração.
O verbo "ensinou" está empregado em sentido denotativo, remetendo a uma ação literal de aprendizagem pelo sol.
A expressão "a parte" denota fragmentação, sugerindo que a relação entre vida e arte é incompleta.
No trecho: “...só o avanço das pesquisas poderá nos dar a medida exata da atuação do ‘satanás de botas’, segundo ensina a analogia corrente entre os camponeses referindo-se à atuação dos militares daqueles tempos”, a expressão “satanás de botas” é um exemplo de qual figura de linguagem?
Hipérbole – pois exagera os atos dos militares com o intuito de causar humor.
Metonímia – porque troca o nome dos militares por uma característica de seu uniforme.
Metáfora – pois compara implicitamente os militares a uma figura demoníaca, sem uso de conectivos.
Eufemismo – por suavizar a gravidade dos crimes cometidos pelos militares na região.
Qual a figura de linguagem que aparece na última frase do texto?
Metáfora
Assonância
Hipérbole
Elipse
Zeugma


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Qual é a figura de linguagem que embasa a parte narrativa da tirinha abaixo?

LEITE, Will. Anésia #767. Disponível em: http://www.willtirando.com.br/anesia-767/. Acesso em: 05 jan. 2025.
Metáfora.
Metonímia.
Comparação.
Hipérbole.
Leia atentamente o trecho abaixo:
"Naquele instante gelado, as palavras fugiam-lhe da boca como pássaros que, uma vez soltos, já não aceitavam retorno. Seu coração, endurecido pelo tempo, pulsava com o mesmo vigor de uma rocha inerte."
Considerando o uso estilístico da linguagem, a figura de linguagem predominante na última frase do excerto é:
metáfora.
hipérbole.
ironia.
prosopopeia.
metonímia.
Leia o texto a seguir:
AUTORRETRATO
Até hoje, quando me olho ao espelho, fico assombrado. Então, eu sou aquilo que aparece escovando os dentes, fazendo a barba, verificando o estrago do tempo nos meus olhos? Sempre fui assim? Ou fui pior ou melhor? Quando escovo os dentes, por exemplo, sinto o gosto da infância que nunca foi embora, que me persegue e, em certo sentido, me ameaça.
Não pedi para nascer e muito menos para crescer. Não tenho nada com o adulto que substituiu a criança espantada diante do mundo, gostando e temendo o mundo. Fugindo e querendo ser do mundo. Não sou nostálgico, tenho até aversão aos nostálgicos. Sou melancólico — o que é outra coisa, apesar de parecida. Em criança, gostava das histórias em que um menino partia para conhecer o mundo, envolvia-se com os outros, o gigante que morava no castelo, o duende que morava na floresta, a bruxa de olhos verdes que tinha uma cesta de maçãs (como na história da Branca de Neve), a fada que não tinha rosto, silhueta apenas, e que, apesar de tudo, me protegia.
Gostando ou não dessa gente, eu não perdia a noção de que estava cumprindo um destino, uma missão: conhecer o mundo. Um dia voltaria para dentro de mim, farto dos outros, farto de mim mesmo. A busca transformou-se num retorno — por isso, talvez, minha atividade mais constante é escrever. Um gesto tão infantil como o de escovar os dentes, sentir na boca o gosto da espuma crescendo.
Um rito infantil que talvez nunca tenha mudado, é sempre o mesmo. Daí a pouca ou nenhuma importância que dou ao adulto que me sucedeu. É um farsante. Finge levar a vida com a seriedade possível, mas está louco para que a missão acabe e ele possa voltar a ser o menino que cresceu contra a vontade. Por isso, foi mudo até os cinco anos, não conseguia pronunciar nenhuma palavra, nenhum som articulado. E quando falou, falou errado. Trocava as letras, até os 15 anos tropeçava nas palavras. Fez testes (científicos na época) para avaliar o grau de sua dormência mental. No fundo, ele até que se distraía: falar errado ou nada falar era um recurso para não assumir a vida que não quis nem pediu. Até que fingiu bem. Entre mortos e feridos, teve seus momentos. Mais do que merecia ou precisava. Mesmo assim, nunca soube aproveitar esses momentos. Aos outros, sempre deu a impressão de não estar ali, de estar indo para outro lugar, aflito para ir embora e chegar a um lugar indeterminado onde não é esperado. Mas não importa. A convulsão de ir e de nunca chegar é um truque que ele aprendeu sem querer. Seria impossível viver sem esse truque.
O menino mudo até os cinco anos só falou quando levou um susto. Sua primeira palavra foi um grito. Prometeu-se nunca mais gritar, ainda que o preço do não grito fosse a palavra finalmente falada ou confusamente escrita. O menino encontrou um ofício, mas não um destino.
(Carlos Heitor Cony, do livro O harém das bananeiras)
Leia atentamente o trecho abaixo e indique qual foi a figura de linguagem utilizada:
"Quando escovo os dentes, por exemplo, sinto o gosto da infância que nunca foi embora, que me persegue e, em certo sentido, me ameaça."
Prosopopeia.
Anacoluto.
Hipérbole.
Eufemismo.
Metáfora.
Na frase retirada do texto “A corrupção mina a confiança nas instituições”, a palavra “mina” expressa o uso de qual figura de linguagem?
Hipérbole.
Metáfora.
Personificação.
Comparação.
Pleonasmo.
Analise o seguinte enunciado do texto IV:
“A loucura, objeto de meus estudos, era até agora uma ilha perdida no oceano da razão. Começo a suspeitar que é um continente [...]” (l. 22 - 24)
Considerando o enunciado acima, no que se refere ao seu (con)texto, o locutor empreende relações entre alguns elementos, por meio de figuras de linguagem, para atribuir sentido ao termo loucura, cujos termos correspondentes são
metonímia – ilha / oceano.
metáfora – ilha / continente.
comparação – oceano / razão.
eufemismo – universo acanhado / Itaguaí.


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