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O texto apresenta uma metáfora sobre o conceito de alma gêmea, relacionando-o à ideia de segurança e autenticidade nas relações humanas. Com base na interpretação e na estrutura textual, assinale a alternativa correta.
O uso da metáfora das "chaves" e "fechaduras" sugere que a conexão entre almas gêmeas se baseia em um encaixe perfeito e inevitável, sem necessidade de esforço ou compreensão mútua.
O texto possui predominância expositiva, pois apresenta informações objetivas sobre a natureza das relações humanas e sua importância para o autoconhecimento.
O trecho "Cada um descobre a melhor parte do outro" reforça a ideia de reciprocidade nas relações, indicando que a autenticidade permite enxergar e valorizar as qualidades do outro.
O texto apresenta características predominantemente injuntivas, pois orienta o leitor sobre como identificar uma alma gêmea e agir para fortalecer essa conexão.
No poema Da calma e do silêncio, Conceição Evaristo explora diferentes figuras de linguagem para construir imagens poéticas expressivas.
Nos versos finais:
“[...] há mundos submersos
que só o silêncio da poesia penetra.”
A figura de linguagem PREDOMINANTE é:
Metáfora.
Prosopopeia.
Hipérbole.
Antítese.
Metonímia.
Leia os quadrinhos a seguir para responder às próximas duas questões.

RIBEIRO, Estevão. Empurrãozinho. Publishnews. 30 maio 2025.
O humor presente nos quadrinhos acima decorre da interpretação do sentido da palavra “empurrãozinho”, envolvendo a seguinte figura de linguagem:
Eufemismo.
Metonímia.
Hipérbole.
Catacrese.
Metáfora.
Durante a leitura de um artigo de opinião, um estudante encontrou a seguinte frase:
"A juventude precisa ter voz no Congresso."
Refletindo sobre os recursos de linguagem, ele percebeu que o autor não se referia a cada jovem individualmente, mas à representação da juventude como grupo social. Esse tipo de construção está relacionado a uma figura de linguagem que consiste em substituir um termo por outro, em virtude de uma relação de contiguidade (como o autor pela obra, a parte pelo todo, o efeito pela causa, o lugar pelo habitante).
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que indica corretamente a figura de linguagem utilizada:
Prosopopeia.
Hipérbole.
Metonímia.
Catacrese.
Metáfora.
Na frase: Estou morrendo de calor, encontramos a figura de linguagem:
Metáfora.
Pleonasmo.
Hipérbole.
Antítese.
As figuras de linguagem são recursos expressivos que conferem maior impacto, beleza e intensidade ao texto. Elas podem destacar relações de semelhança, substituições lógicas ou características marcantes de um ser ou objeto. Considerando essas características, analise as afirmativas a seguir:
I.A metáfora é uma figura de linguagem que substitui um termo por outro com base em uma semelhança implícita, como em "A vida é um sopro."
II.A perífrase designa um ser ou objeto por meio de uma característica marcante, como em "O rei dos animais foi generoso."
III.A metonímia é o uso de palavras com significados contrários para criar efeito de contraste, como em "Ela era o céu, ele o inferno."
Está correto o que se afirma em:
I e II, apenas.
II, apenas.
I, II e III.
I e III, apenas.
Nota-se a presença de uma metáfora em:
“Emilie reconfortada, radiante de alegria, pois para fazê-la feliz bastava que um filho devorasse quantidades imensas de alimentos, como se o conceito de felicidade estivesse muito próximo ao ato de mastigar e ingerir sem fim”.
“Havia alguma verdade nesta sentença”.
“A humilhação e a ameaça são o açoite; a comida e a integração ilusória à família do senhor são as correntes e golilhas”.
“A lavadeira me agradecia perfumando minhas roupas; depois de esfregá-las e enxaguá-las, ela salpicava seiva de alfazema nas camisas, lenços e meias, e, quando eu punha as mãos nos bolsos das calças, encontrava as ervas de cheiro: o benjoim e a canela”.
“— Aqui reina uma forma estranha de escravidão — opinava Dorner”.
Leia o texto a seguir:
Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer
Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A
doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias,
histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia
pode mudar isso
O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.
Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré-clínicos com entregas cerebrais comprovadas.
Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.
O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.
Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.
Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.
A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.
Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e antiinflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.
A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo.
Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer. html. Acesso em 08/10/2025
O autor afirma que “O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer” (1º parágrafo). O emprego dessa metáfora tem a função de:
destacar o pioneirismo mundial do Brasil no combate ao Alzheimer
sugerir que a inovação científica nacional se iguala à de países desenvolvidos
enfatizar a necessidade de investimento estrangeiro para consolidar os projetos científicos nacionais
indicar que a pesquisa brasileira é promissora, visto que tem potencial para contribuir com o avanço científico internacional
Com base no texto "A fila do mineiro", de Fabrício Carpinejar, identifique a figura de linguagem presente na frase a seguir e assinale a alternativa correta:
"Rompe-se com aquele sentimento de rebanho, conduzido pelo vaqueiro em fileira devido às trilhas estreitas e obstáculos das pastagens."
Metáfora, pois a frase associa de forma implícita o comportamento das pessoas a um rebanho, criando uma relação de semelhança.
Metonímia, pois utiliza o termo "rebanho" para representar um grupo de pessoas que forma uma fila.
Hipérbole, pois há uma exageração intencional ao comparar o comportamento em filas ao de animais em pastagens.
Prosopopeia, pois atribui características humanas ao sentimento de rebanho, como ser conduzido pelo vaqueiro.
Qual a figura de linguagem é utilizada quando o protagonista se refere ao Brasil como "um Brasil imbecil e burocrático."
Metáfora
Antítese
Hipérbole
Ironia
Considerando o trecho “A sala de aula, sozinha, não dá conta de reparar esse abismo” (l. 05), analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. Percebe-se o emprego de personificação no trecho ao atribuir-se à sala de aula a capacidade humana de reparar algo.
II. A expressão “reparar esse abismo” constitui-se como uma metáfora, tendo em vista que não se trata de reparar um abismo literalmente, mas, sim, de reparar a situação de desigualdade mencionada no mesmo parágrafo.
III. Seria possível reescrever o trecho, sem causar alterações significativas ao sentido expresso pela autora, como: “Os professores, sozinhos, não dão conta de reparar esse abismo”.
Todas as assertivas estão corretas.
Todas as assertivas estão incorretas.
Apenas as assertivas I e II estão corretas.
Apenas as assertivas I e III estão corretas.
Apenas as assertivas II e III estão corretas.
“É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração”
Baden Powell, Marcelo Peixoto e Vinicius De Moraes
“Minha alma canta
Vejo o Rio de Janeiro
Estou morrendo de saudades
Rio, teu mar, praia sem fim
Rio, você foi feito pra mim”
Tom Jobim
Nos versos “É melhor ser alegre que ser triste” e “Estou morrendo de saudades” nas estrofes, acima, foram empregados, respectivamente, as figuras de linguagem:
antítese e hipérbole.
metáfora e eufemismo.
antítese e metáfora.
comparação e sinestesia.
pleonasmo e antítese.
Considerando as figuras de linguagem, assinalar a alternativa que apresenta metáfora.
João é tão frio quanto o gelo.
Ontem terminei de ler Machado de Assis.
A Maria é um doce de gente.
Ele bebeu toda a lata de refrigerante.
Ninguém suportava todo aquele blá-blá-blá.
Em relação às figuras de linguagem, assinale a única alternativa que apresenta um exemplo de metáfora:
Ellen subiu para cima várias vezes.
Alexandre, quando adolescente, costumava ler Machado de Assis.
Não suporto o tic-tac desse relógio.
Aquele garoto é um pavão de tão exibido.
No trecho “No estudo, há também outras características do renascentista que batem com o possível diagnóstico tardio”, o uso do verbo “bater” revela a figura de linguagem:
anacoluto.
polissíndeto.
metáfora.
elipse.
sinestesia.
Assinale a alternativa que apresenta um trecho retirado do texto em que NÃO se identifique a presença de metáforas.
“abre mão de si, se dissolve em demandas alheias” (l. 06-07).
“O brilho se apaga” (l. 07).
“você se torna um vulto de si mesmo” (l. 08).
“é abrir caminho para o abismo” (l. 09).
“ainda fazem sentido nos dias de hoje?” (l. 19).
Na frase “ela só sabia mesmo era chover”, a autora utiliza um recurso expressivo, denominado:
hipérbato
prosopopeia
metáfora
hipérbole
No excerto “Vocês são os dançarinos no palco e não enxergam a plateia no escuro”, é predominante a figura de linguagem denominada:
perífrase.
sinestesia.
comparação.
metáfora.
metonímia.
“Estas histórias do psicanalista de Bagé são provavelmente apócrifas (como diria o próprio analista de Bagé, história apócrifa é mentira bem educada) mas, pensando bem, ele não poderia vir de outro lugar.” (6º§) O autor utiliza recursos estilísticos para criar humor e dar um tom crítico ao texto. A figura de linguagem presente na expressão “história apócrifa é mentira bem educada” é:
Hipérbole, pois exagera o conceito de mentira para dar um tom humorístico ao texto e reforçar a ideia principal.
Metáfora, porque compara história apócrifa e mentira bem educada de forma implícita, sem usar palavras literais.
Eufemismo, porque suaviza o impacto da palavra mentira ao substituí-la por uma expressão mais amena e educada.
Antítese, já que contrapõe os conceitos de história apócrifa e mentira bem educada, criando um contraste significativo.
Observe a seguinte passagem do texto: “Nada de ser como tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.” A expressão acima contém uma figura de linguagem.
Assinale a alternativa que a identifica corretamente.
Metáfora.
Hipérbole.
Eufemismo.
Antítese.