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Leia a tirinha abaixo:
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https://wordsofleisure.com/2013/02/02/tirinha-do-dia-a-ditadura-da-felicidade/
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No trecho “Todos tomam remédios. Ninguém tem o direito de ficar triste.” temos uma oração coordenada:
Sindética.
Sindética aditiva.
Assindética.
Sindética conclusiva.
Sindética explicativa.
O elemento destacado em "Mas desejo TAMBÉM que desejes com audácia" estabelece com o restante da frase o sentido de:
concessão.
inclusão.
negação.
causa.
No trecho “Quanto maiores forem seus neurônios, mais inteligente você é”, estabelece-se uma relação:
condicional.
causal.
aditiva.
de comparação
de proporcionalidade.
Durante os últimos anos(1), ao debruçar-me sobre o tema do ensino e da aprendizagem da ortografia, fui percebendo que estava explorando um terreno árido(2), em que coexistem falsas crenças, dúvidas, sentimentos de insegurança ― e também autoritarismo ―, seja por parte de quem ensina a língua escrita, seja por parte de todos os que precisam usá-la na escola e fora dela.
Discutir ortografia é enveredar por um espaço de controvérsias, pois implica enfocar um objeto marcado por preconceitos.(3) Por um lado, existem pessoas que continuam dando à questão ortográfica um peso não só desproporcional, mas também distorcido. Refiro-me aos professores e outros cidadãos que têm uma postura persecutória ante os alunos(4) (ou usuários da língua que já saíram da escola(5)) quando comentem erros ortográficos.(6) No outro extremo, estão os educadores que, por defenderem um aprendizado e um uso da língua escrita mais úteis e significativos(7), enxergam na preocupação com a correção ortográfica um sinal de conservadorismo, de reacionarismo, algo “politicamente incorreto”. (8)
MORAIS, A. G. Ortografia: ensinar e aprender. 5 ed. São Paulo: Ática, 2009. p. 09.
Considerando os pressupostos da sintaxe e da semântica, assinale a alternativa em que as estruturas sublinhadas e numeradas foram categorizadas CORRETAMENTE.
(1)Oração subordinada adverbial temporal;
(2) Oração subordinada substantiva objetiva direta.
(3) Oração coordenada sindética explicativa;
(4) Oração subordinada adjetiva explicativa.
(5) Oração subordinada adjetiva restritiva;
(6) Oração subordinada adverbial temporal.
(7) Oração coordenada sindética aditiva;
(8) Oração subordinada substantiva completiva nominal.
No fragmento: Muitas vezes as crianças têm maior consciência do problema do que seus pais, graças às escolas. (...), há expressa uma relação de :
Contradição.
Comparação.
Adição.
Consequência.
No texto, em relação ao segmento "E o ECA ... possui instrumento de ação rápida, que permite que um adolescente possa ser sentenciado a uma medida de prestação de serviços à comunidade no dia seguinte ao ato", constitui um equívoco de leitura entender que:
NO DIA SEGUINTE AO ATO tem valor adverbial temporal.
a forma verbal POSSA está empregada no modo indicativo.
o pronome relativo QUE refere-se anaforicamente a INSTRUMENTO.
a primeira oração possui valor aditivo em relação à ideia anterior.
a palavra À obedece a uma regra do uso do acento indicativo de crase.
De acordo com a seguinte oração: “Joana não estudava, nem trabalhava.” Assinale a alternativa correta:
Coordenada sindética alternativa.
Coordenada sindética aditiva.
Coordenada assindética.
Coordenada assindética aditiva.
Leia o trecho transcrito abaixo:
“Para a ciência linguística, a língua é, primordialmente, aquilo que as pessoas falam no dia a dia, em suas interações normais, espontâneas, na construção de sua identidade pessoal e da identidade de sua comunidade. Por isso é que não se pode dizer que em Brasil e Portugal "se fala a mesma língua".” (L.17/19).
Entre os períodos em destaque, há uma relação de:
Concessão e adição
Condição e finalidade
Explicação e conclusão
Causa e efeito
LIBERDADE
Deve existir nos homens um sentimento profundo que corresponde a essa palavra LIBERDADE, pois sobre ela se têm escrito poemas e hinos, a ela se têm levantado estátuas e monumentos, por ela se tem até morrido com alegria e felicidade.
Diz-se que o homem nasceu livre, que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade de outrem; que onde não há liberdade não há pátria; que a morte é preferível à falta de liberdade; que renunciar à liberdade é renunciar à própria condição humana; que a liberdade é o maior bem do mundo; que a liberdade é o oposto à fatalidade e à escravidão; nossos bisavós gritavam "Liberdade, Igualdade e Fraternidade! "; nossos avós cantaram: "Ou ficar a Pátria livre/ ou morrer pelo Brasil!"; nossos pais pediam: "Liberdade! Liberdade/ abre as asas sobre nós", e nós recordamos todos os dias que "o sol da liberdade em raios fúlgidos/ brilhou no céu da Pátria..." em certo instante.
Somos, pois, criaturas nutridas de liberdade há muito tempo, com disposições de cantá-la, amála, combater e certamente morrer por ela.
Ser livre como diria o famoso conselheiro, é não ser escravo; é agir segundo a nossa cabeça e o nosso coração, mesmo tendo de partir esse coração e essa cabeça para encontrar um caminho... Enfim, ser livre é ser responsável, é repudiar a condição de autômato e de teleguiado, é proclamar o triunfo luminoso do espírito. (Suponho que seja isso.) Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida. É não estar acorrentado. É não viver obrigatoriamente entre quatro paredes. Por isso, os meninos atiram pedras e soltam papagaios. A pedra inocentemente vai até onde o sonho das crianças deseja ir. (Às vezes, é certo, quebra alguma coisa, no seu percurso...)
Os papagaios vão pelos ares até onde os meninos de outrora (muito de outrora!...) não acreditavam que se pudesse chegar tão simplesmente, com um fio de linha e um pouco de vento!
Acontece, porém, que um menino, para empinar um papagaio, esqueceu-se da fatalidade dos fios elétricos e perdeu a vida.
E os loucos que sonharam sair de seus pavilhões, usando a fórmula do incêndio para chegarem à liberdade, morreram queimados, com o mapa da liberdade nas mãos!
São essas coisas tristes que contornam sombriamente aquele sentimento luminoso da LIBERDADE. Para alcançá-la estamos todos os dias expostos à morte. E os tímidos preferem ficar onde estão, preferem mesmo prender melhor suas correntes e não pensar em assunto tão ingrato.
Mas os sonhadores vão para a frente, soltando seus papagaios, morrendo nos seus incêndios, como as crianças e os loucos. E cantando aqueles hinos, que falam de asas, de raios fúlgidos linguagem de seus antepassados, estranha linguagem humana, nestes andaimes dos construtores de Babel...
(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho: Crônicas)
Quanto à classificação das orações, é correto afirmar:
...que o homem nasceu livre – 2º parágrafo; ...somos, pois, criaturas nutridas de liberdade há muito tempo – 3º parágrafo são:
Orações subordinadas adverbiais de tempo e de causa.
Orações coordenadas sindéticas aditiva e explicativa.
Oração subordinada substantiva objetiva direta e oração coordenada sindética explicativa.
Oração subordinada substantiva subjetiva e oração coordenada sindética conclusiva.
Orações subordinadas substantivas predicativa e objetiva direta.
Tomando a leitura dos dois primeiro períodos do parágrafo 01, depreende-se que o segundo período estabelece com o primeiro uma relação de:
conclusão;
oposição;
proporcionalidade;
adição;
explicação.
“Sim, isso é amor no sentido de suprir as necessidades básicas. No entanto não substitui a necessidade de afetos carinhosos de intimidade, compreensão, tolerância e proximidade.” (l. 29-33)
O conectivo “No entanto”, em negrito no trecho destacado, introduz uma oração que tem valor
temporal.
aditivo.
explicativo.
adversativo.
consecutivo.
“[...] porque estamos perdendo a capacidade de...”, apresenta uma relação de
adição.
concessão.
finalidade
consequência
causa
No fragmento “E Amélia, quanto mais refletia no caso, tanto mais se revoltava contra a reserva do irmão.” as orações estabelecem entre si uma relação de:
contraste.
adição e preterição.
consequência e finalidade.
quantificação e qualificação.
causa e efeito.
No trecho “Pedi pra chover, mas chover de mansinho”, temos uma:
Oração coordenada sindética adversativa.
Oração coordenada assindética.
Oração coordenada sindética aditiva.
Oração coordenada sindética conclusiva.
Oração coordenada sindética explicativa.
No trecho “– Bilac, preciso vender minha chácara, que só dá dor de cabeça.” (3o parágrafo), a oração em negrito expressa sentido de
adição, assim como a destacada em: Minha filha trabalha que trabalha sem parar naquela loja.
consequência, assim como a destacada em: Falou tanto durante a festa que saiu de lá rouca.
comparação, assim como a destacada em: Ela é uma pessoa mais mal-humorada que o Zangado.
explicação, assim como a destacada em: Viajei para Goiás de avião, que é bem mais rápido.
restrição, assim como a destacada em: Ela comprou todos os vestidos que estavam em liquidação.
“[...] Mas não para por aqui”, estabelece, com o que foi dito, uma relação de
explicação.
adição.
contrariedade.
causa.
conclusão.
“Vírus Zika e o grande surto de microcefalia” Sobre o título do texto, pode-se afirmar que
trata-se de uma oração.
é um período simples.
tem oração coordenada sindética aditiva.
trata-se de uma frase.
é um período composto.
Em “A ideia é que máquinas inteligentes (...) não só serão uma realidade como nos sobrepujarão.” (linhas 09-11), as expressões correlatas em destaque expressam uma relação de:
tempo.
causa.
adição.
contraste.
comparação.
Em relação a classificação das orações, marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
( ) Ambos são necessários para que se formule a trama de um país mal letrado. (1º parágrafo) – Oração subordinada adverbial final.
( ) Só pôde fazê-lo da maneira que o fez. (3º parágrafo) – Oração subordinada adverbial consecutiva.
( ) Ambos nos dão a impressão de render as condições que os geraram. (1º parágrafo) – Oração subordinada adjetiva explicativa.
( ) Ele figura como redenção e como falha irresolvida. (4º parágrafo) – Oração coordenada assindética aditiva.
V – F – F – F.
F – V – V – V.
F – V – F – V.
V – V – F – F.