Questões de Concurso sobre Orações subordinadas adverbiais consecutivas

 
 
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Assinale o período que traz em sua estruturação uma oração consecutiva.


A

Engolimos de uma vez a mentira que nos adula e bebemos gota a gota a verdade que nos amarga.


B

Se você falar a verdade, não precisará se lembrar de nada.


C

Se você pensa que o problema está ruim agora, espere até nós o resolvermos.


D

Apenas porque você ouviu uma coisa tantas vezes que te chateia, não significa que não seja verdade.


E

O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso.

“[...] mesmo que ocorram mudanças nas circunstâncias.” 6º parágrafo.


A oração, no período em que está inserida, é classificada como oração


A

coordenada sindética adversativa.


B

subordinada adjetiva explicativa.


C

subordinada adverbial conformativa.


D

subordinada adverbial consecutiva.


E

subordinada adverbial concessiva.

O trecho destacado em “Se você começar a entrar de cabeça, estaremos todos em apuros” (3o quadro) estabelece com o restante do período apresentado uma relação de


A

condição.


B

conclusão.


C

consequência.


D

comparação.


E

concessão.

Qual é o sentido veiculado pela oração em destaque no último parágrafo do artigo?


A

Modo.


B

Comparação.


C

Tempo.


D

Proporção.


E

Consequência.

A oração 'até que, ao voltarmos, Capitu deu um grande suspiro' contém uma subordinada adverbial que expressa ideia de:


A

Consequência


B

Condição


C

Tempo


D

Concessão


E

Finalidade

Embora sua escola fosse atenciosa, Guy acredita que não havia recursos suficientes na época para identificar seu TDAH. (L.15)


A oração sublinhada no período acima se classifica como


A

subordinada substantiva completiva nominal.


B

subordinada substantiva apositiva.


C

subordinada adverbial final.


D

subordinada adverbial consecutiva.


E

subordinada adjetiva restritiva.

Posto que abastado, moço, amigo do seu único amigo, não se pode dizer que Quintanilha fosse inteiramente faliz, como vais ver. (3º parágrafo)


No contexto em que se encontra, em relação ao trecho que 6 sucede, o trecho sublinhado expressa ideia de


A

consequência.


B

comparação.


C

finalidade.


D

condição.


E

concessão.

A alternativa em que a oração sublinhada expressa uma consequência é:


A

“– Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca.” (18º§)


B

“Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles [...]” (2º§)


C

“Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, [...]” (7º§)


D

“Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama.” (18º§)

Em “Durante a campanha que termina na quinta (23), os pontos estão em estações estratégicas, com grande movimentação de pessoas” (7º parágrafo), a oração em destaque é classificada como subordinada:


A

adjetiva restritiva


B

adjetiva explicativa


C

adverbial consecutiva


D

substantiva completiva nominal

No período “[...] são os autores do estudo que avaliou a mortalidade no trânsito [...]', a oração destacada é tipificada como


A

oração subordinada substantiva objetiva direta.


B

oração subordinada adverbial causal.


C

oração subordinada adjetiva restritiva.


D

oração subordinada adverbial consecutiva

Uma diferença importante é que as nuvens venusianas são ricas não em água (que existe em quantidades limitadas), mas em ácido sulfúrico — o que sempre foi tido como um impedimento para a vida.


A segunda oração do período anterior se classifica como


A

coordenada sindética aditiva.


B

subordinada adjetiva restritiva.


C

subordinada substantiva subjetiva.


D

subordinada adverbial consecutiva.


E

subordinada substantiva predicativa.

Analise o uso do “que” no trecho da música “Minha Alma”, do grupo O Rappa, apresentado a seguir:


Mas não me deixe sentar na poltrona no dia

de domingo, domingo

Procurando novas drogas de aluguel

Nesse vídeo coagido

É pela paz que eu não quero seguir admitindo


O termo em destaque introduz uma ideia de


A

causa.


B

condição.


C

consequência.


D

comparação.

Releia este trecho do texto III.


“Para que uma alimentação seja saudável, é importante ter variedade, equilíbrio, controle de quantidade (comer o que lhe é adequado) e qualidade dos alimentos.”


Em relação ao pensamento contido na oração principal, a primeira oração desse período expressa


A

causa.


B

finalidade.


C

consequência.


D

condição.

“Quanto mais se nasce pronto, mais se é refém do que já se sabe [...].” 6º§


Percebe-se entre as orações desse período uma relação de sentido de:


A

Explicação.


B

Conclusão.


C

Comparação.


D

Proporção.


E

Consequência.

As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.

Um Brasil de cidades

Por Washington Fajardo

Em 2024, empurraremos a pedra da esperança para cima da montanha da realidade, como Sísifos urbanos, votando novamente em prefeitos. A escolha das lideranças locais deveria ser a forma mais exitosa da democracia representativa, pela proximidade entre cidadão e político, mas comumente converte-se em frustração com duração de quatro anos. O Brasil é um país de cidades, com gigantesco contingente humano dentro da urbanização, vivendo dilemas que futuros prefeitos precisarão saber manejar e equacionar. O Censo evidenciou a consolidação da interiorização do país, cuja nova geografia aponta risco de redução da complexidade econômica justamente pela eficiência das commodities extrativistas-exportadoras, incapazes, entretanto, de impulsionar o mercado de trabalho “metropolinizado” e envelhecido.

Os brasileiros vivem em conurbações, deslocando-se entre municípios altamente assimétricos, desesperados por serviços públicos de qualidade, buscando oportunidades não em utópicas cidades de 15 minutos, mas em manchas urbanas com no mínimo duas horas de viagem, lidando há décadas com violência e medo. Apesar dessa conjuntura labiríntica, votamos em prefeitos que conseguem atuar em partes do problema, em governadores que não organizam as metrópoles e em presidentes que têm agendas de macroescala. Quem está de fato cuidando do chão onde o povo mais urbanizado do planeta vive?

A União vem ganhando nas últimas décadas um perigoso perfil moralista de exclusivo garantidor da cidadania, como formulador, financiador e implementador de programas e projetos, retroalimentando infatigavelmente a polarização política. Os governos estaduais são medíocres em viabilizar a integração da mobilidade metropolitana e em expandir a oferta de transporte de alta capacidade, o básico rudimentar. A insegurança brutal mostra que o escopo de trabalho dos governadores precisa ser logo revisado. Melhor seria elegermos síndicos de metrópoles. Sobram, então, na base, os prefeitos que, se não tiverem visão estratégica, serão apenas tarefeiros de programas federais. Ou bajuladores de governadores inúteis.

Os fundamentos da Nova Democracia vieram das cidades e das lutas urbanas em polinização cruzada, formando uma união pelas partes. A genialidade do Estatuto da Cidade residia no fato de ter conseguido coletar experiências locais, vislumbradas na Reforma Urbana, sistematizadas e dando-lhes relevância de política pública nacional, funcionando como metodologias que outras cidades poderiam então acessar. O desenho municipalista da nossa Constituição, exagerado até, não viabilizou em 35 anos cidades melhores. Precisamos urgentemente de resultados para o desenvolvimento urbano brasileiro semelhantes aos do Plano Real e do Bolsa Família.

Isso ocorre porque Brasília seduz e exerce um controle exagerado. O Planalto Central agressivamente amplia a tutela sobre a vida nacional, atuando de cima para baixo na forja de soluções locais, mas com rarefeita eficácia. Assim tem sido no subsídio da moradia popular racionalista e positivista, no apoio ao rodoviarismo anacrônico, no saneamento vacilante, no silêncio avassalador sobre o financiamento do transporte público. Brasília joga em todas as posições quando deveria ser um técnico orientando jogadores, observando como o jogo se desenvolve, cobrando resultados, dando broncas, valendo-se de métricas, indicadores e premiações, mas não entrando em campo, como faz com frequência.

O resultado é uma redução drástica das inovações nas cidades, ao contrário do processo que deu origem aos alicerces institucionais da gestão urbana do Brasil contemporâneo. O colossal desafio de ressignificação, revitalização e repovoamento dos centros das cidades brasileiras, uma enxaqueca para prefeitos, nem sequer é percebido como relevante pelo governo federal. Nesse quadro, os prefeitos precisam saber cocriar soluções com os cidadãos, responder efetivamente à desigualdade, à crise climática e ao ocaso da infraestrutura e da habitação, compreender e não temer o urbanismo, meio pelo qual se pode melhorar a qualidade de vida. E, aos eleitores, cabe votar na ousadia, para que nossas cidades possam ser de novo, um dia, as fontes de inspiração das políticas nacionais, e não o contrário.

*Washington Fajardo é arquiteto e urbanista

Disponível em: https://oglobo.globo.com. [Adaptado]

Analise o período a seguir.

Sobram, então, na base, os prefeitos que, se não tiverem visão estratégica, serão apenas tarefeiros de programas federais.

Nesse período, há a presença de


A

uma oração adverbial condicional e outra adjetiva restritiva.


B

duas orações adjetivas, sendo uma restritiva e a outra explicativa.


C

uma oração adverbial consecutiva e a outra substantiva subjetiva.


D

duas orações substantivas, sendo uma subjetiva e outra objetiva direta.

Machos exibem objetos vistosos para se valorizar sexualmente aos olhos das fêmeas. (3º parágrafo)


Em relação à oração que a precede, a oração sublinhada expressa ideia de


A

proporção.


B

consequência.


C

condição.


D

finalidade.


E

causa.

Analise o trecho abaixo:


A expressão “Tomou doril a dor sumiu” possui uma relação de ____________ entre as orações. O sentindo interpretativo que a oração ___________ ___________ possui em relação à oração principal é de ______________.


As lacunas podem ser CORRETAMENTE preenchidas pela sequência:


A

subordinação – subordinada – reduzida – consequência.


B

coordenação – subordinada – adjetiva – explicativa.


C

coordenação – coordenada – assindética – consequência.


D

coordenação – coordenada – sindética – consequência.


E

subordinação – coordenada – sindética – explicativa.

Os períodos compostos são formados por duas ou mais orações, que podem ser coordenadas ou subordinadas. Sabendo-se disso, analise as orações grifadas a seguir:


I. “O etarismo é prejudicial não apenas para as pessoas idosas, mas também para a sociedade como um todo(I) .”

II. “Mas lembre-se de que cada situação é única(II) , e as medidas a serem tomadas podem variar de acordo com o contexto(III) e as leis locais.”


Assinale a alternativa que classifica corretamente as orações em destaque nos itens acima.


A

As orações I e III são coordenadas sindéticas aditivas.


B

Em I, temos uma oração coordenada sindética adversativa.


C

Em II, temos uma oração subordinada substantiva subjetiva.


D

Em III, temos uma oração subordinada adverbial consecutiva.

Imagem associada para resolução da questão


https://monteazul.mg.gov.br


Na produção da campanha, o autor empregou a oração “QUE SE CUIDA”. Essa oração expressa valor semântico de:


A

restrição.


B

causa.


C

consequência.


D

condição.


E

conclusão.

   
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