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Em relação às figuras de linguagem, assinalar a alternativa que apresenta o recurso utilizado na oração abaixo:
-
A mulher não percebeu, mas o homem mantinha um olhar amargo.
Hipérbole.
Prosopopeia.
Catacrese.
Sinestesia.
As figuras de linguagem são recursos que contribuem para a produção de sentido de um texto. Assim, identifique a figura que sobressai no último período do texto:
Personificação.
Metáfora.
Eufemismo.
Sinestesia.
Gradação.
Em seu discurso, reproduzido no texto de Giselli Cavalcanti, Txai Paiter afirma: “A Terra está falando. Ela nos diz que não temos mais tempo”.
A fim de enfatizar a mensagem que desejava transmitir durante a COP-26, a indígena, nesse trecho, faz uso da figura de linguagem conhecida como
hipérbole, percebida no uso do exagero na expressão “mais tempo”.
comparação, ao aproximar implicitamente a Terra de um ser humano.
pleonasmo, ou seja, redundância ao utilizar os verbos “falar” e “dizer”.
personificação, associando verbos de ações humanas à Terra.
Na passagem “permanece ela até o julgamento definitivo da causa” (1º§), o emprego do pronome pessoal do caso reto deve ser entendido, de acordo com a gramática, como:
o uso de um pronome reto como objeto direto
a inversão do sujeito na ordem direta da oração
a personificação de um referente inanimado
um agente da construção passiva que o antecede
um recurso genérico de interlocução
Em Entendo bem o sotaque das águas (l. 7), tem-se qual figura de linguagem?
Eufemismo.
Metáfora.
Personificação.
Ironia.
Metonímia.
No fragmento "Mas o correio andou arisco" ocorre a seguinte figura de linguagem:
personificação.
hipérbole.
catacrese.
sinestesia.
polissíndeto.
Ao final do texto, o autor cita a seguinte frase “A ignorância é o terreno fértil para a ciência, e a curiosidade, o adubo”. Qual a figura de linguagem presente nessa sentença?
Aliteração.
Personificação.
Metáfora.
Quiasmo.
Trecho para as questões 06 e 07
Dos corpos coisificados tudo o que pode virar dinheiro é arrancado, e não há limite, porque já não é preciso ter quando o ser já não é – ou nunca foi. É a coisa-commodity. Depois de esgotados, os corpos são então abandonados, a coisa-coisa, a coisa-lixo, a coisa-dejeto, a coisa-rejeito que cobriu Mariana e Brumadinho.
Nesse trecho, para intensificar sua crítica, a autora manipula intencionalmente o sentido das palavras destacadas, provocando intensificação das ideias. A esse recurso estilístico empregado, dá-se o nome de
metáfora.
personificação.
catacrese.
gradação.
metonímia.
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.
O verso acima, se tomados os elementos concretos como entidades abstratas, constitui exemplo de
apóstrofe.
enálage.
prosopopeia.
quiasma.
O uso do modo imperativo do verbo comprar, na linha 16, pode ser analisado como uma estratégia de personificação.
Certo
Errado
Leia:
Mamãe vestida de rendas/ Tocava piano no caos/ Uma noite abriu as asas/ cansada de tanto som,/ Equilibrou-se no azul,/ De tonta não mais olhou/ Para mim, para ninguém!/ Cai no álbum de retratos. (Murilo Mendes)
Toda a linguagem poética dos versos acima retrata um fato posto em relevo pela seguinte figura de linguagem:
antítese.
hipérbole.
eufemismo.
prosopopeia.
Súbito, deu um grande salto, estendeu os braços e as pernas, até tomar a forma de um X: decifra-me ou devoro-te. (1o parágrafo)
No trecho acima, ao descrever uma ideia que lhe surgiu, o autor recorre, predominantemente, à seguinte figura de linguagem:
eufemismo.
hipérbole.
personificação.
pleonasmo.
antítese.
O trecho “um sistema determinado que tem sua vida própria” (1º§) apresenta proximidade com uma das figuras de linguagem, utilizada amplamente na literatura, a personificação, que consiste na transferência de atributos humanos a seres inanimados. Pode-se reconhecer o emprego da personificação em:
“Não direi que assisti às alvoradas do Romantismo, não direi que também eu fui fazer poesia no regaço da Itália.” (Machado de Assis)
“Não rimarei a palavra sono / com a incorrespondente palavra outono. / Rimarei com a palavra carne / ou qualquer outra, que todas me convêm.” (Carlos Drummond de Andrade)
“Amor, que vence os tigres, por empresa / Tomou logo render-me; ele declara / Contra o meu coração guerra tão rara, / Que não me foi bastante a fortaleza.” (Cláudio Manuel da Costa)
“Na terra da imprevidência, em que só se tomam providências depois da porta arrombada, foi preciso mais uma tragédia para que as autoridades vissem o óbvio e pensassem em agir.” (Zuenir Ventura)
A figura de linguagem predominante no verso "O rio de minha terra é um deus estranho” é a
metonímia.
metáfora.
hipérbole.
comparação.
personificação.
Em “O documento discutirá também as implicações de segurança internacional da migração relacionada ao clima e os mecanismos para se identificar esses migrantes.”, o trecho sublinhado enfatiza a presença da figura de linguagem conhecida como:
Hipérbato.
Metáfora.
Comparação.
Prosopopeia.
No trecho “tão igual, tão igual que dá bocejos”, a repetição da expressão “tão igual” caracteriza uma figura de linguagem. Marque a alternativa que a identifica.
Anáfora.
Eufemismo.
Paradoxo.
Personificação.
Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, identificando as figuras de linguagem apresentadas.
I. Metonímia (substituição de um termo por outro, existindo entre eles uma ligação de sentido).
II. Prosopopeia (atribuição a seres inanimados ou irracionais de características humanas).
III. Sinestesia é o recurso estilístico no qual se utilizam palavras e expressões associadas às diferentes sensações percebidas pelo corpo humano.
IV. Metáfora (comparação implícita entre dois elementos).
V. Pleonasmo (repetição de uma ideia expressa na frase).
( ) Julia tinha um cheiro doce característico. Lembrava a baunilha fresca.
( ) O desentendimento entre eles é apenas a ponta do iceberg.
( ) Use a cabeça e pare de depender dos outros.
( ) “Detalhes tão pequenos de nós dois”.
( ) A bomba atômica é triste, coisa mais triste não há / Quando cai, cai sem vontade.”
Assinale a alternativa que apresenta, de cima para baixo, a resposta correta.
IV – I – II – III – V.
I – II – IV – III – V.
III– IV – I – V – II.
I – II – V -III – I- IV.
III – II- V – I – IV.
Ao escrever “eu mergulhei incrível deslocando a bola para o lado oposto”, o autor faz uso, com o verbo “mergulhei”, de uma:
antítese.
ironia.
metáfora.
personificação.
Assinale a alternativa que apresenta um trecho extraído do texto que contém a figura de linguagem personificação.
“me senti tão sozinho como se fosse uma criança perdida numa praia deserta” (linhas 6 e 7)
“quando acorda ainda tem um vago cuidado em não perturbar a sua amada” (linhas de 16 a 18)
“Que história é essa que eu invento sozinho, quando a noite já se faz tão escura?” (linhas 21 e 22)
“de longe ainda vinham melancólicos pios de pássaros, os últimos que se recolhiam” (linhas 4 e 5)
“A tarde se lembrou que era fim de maio, e esfriou” (linhas 2 e 3)
Sobre as figuras de linguagem, leia atentamente os excertos retirados do texto “Ipês amarelos” e assinale a alternativa em que a expressão sublinhada NÃO corresponde à figura de linguagem atribuída.
“Na secura do inverno, eles se despem das folhas para poupar energia.” – Personificação.
“Fingem-se de mortos, até nos surpreender com o desabrochar de uma profusão de flores [...]” – Hipérbole.
“[...] o desabrochar de uma profusão de flores com pétalas que se juntam como cálices delicados [...]” – Comparação.
“[...] pétalas que se juntam como cálices delicados que, ao despencar dos galhos, rodopiam em espiral para tecer um tapete amarelo que forra o asfalto e a calçada [...]” – Metáfora.
“Se vier uma epidemia capaz de varrer a humanidade da face da Terra, no inverno seguinte ele estará lá, frondoso [...]” – Eufemismo.