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Vera é um amor de senhora. Sempre solícita, acordava cedo para fazer sua caminhada e não economizava nas gentilezas. Cumprimentava a todos com muita alegria, uma dessas alegrias que vêm do fundo da alma. Não gostava de ser chamada de "dona". Sentia-se uma antiguidade, dizia ela, toda sorrisos. (Roberto Ferreira)
Marque a opção CORRETA:
"Sempre solícita, acordava cedo para fazer sua caminhada" é um típico exemplo de denotação e conotação.
"Vera é um amor de senhora" está no sentido conotativo pelo uso da palavra "amor".
"Sentia-se uma antiguidade, dizia ela, toda sorrisos" é uma denotação de efeito poético.
"Cumprimentava a todos com muita alegria" demonstra a conotação em sua forma clássica e lógica.
Em todas as frases abaixo há uma imprecisão nos dados numéricos, EXCETO em uma; a opção em que não há imprecisão, é:
Havia na palestra cerca de 200 assistentes;
Minha ex-namorada já tem seus 60 anos;
O Brasil tem perto de 200 milhões de habitantes;
O Havaí tem mais de 50 vulcões;
Sua certidão registra 70 anos de vida.
Considere os trechos do texto.
• ... em seu discurso anual ressaltou a ideia que tem vertebrado suas entrevistas... (1o parágrafo)
• Enquanto o mundo inteligente avança, eles prendem seus países no lodo do atraso... (último parágrafo)
As expressões destacadas estão empregadas, respectivamente,
em sentido próprio, significando permeado; e em sentido figurado, significando mantêm seus países na indiferença.
em sentido próprio, significando dominado; e em sentido próprio, significando mantêm seus países no esquecimento.
em sentido figurado, significando sustentado; e em sentido figurado, significando mantêm seus países no retrocesso.
em sentido figurado, significando impopularizado; e em sentido próprio, significando mantêm seus países na instabilidade.
em sentido figurado, significando aperfeiçoado; e em sentido figurado, significando mantêm seus países na vanguarda.
Considerando a estrutura e a construção da argumentação em “Por que ler os Clássicos”, é adequado o que se afirma em:
O autor utiliza-se de estratégias linguísticas diversas, como linguagem coloquial, expressões conotativas, verbos e pronomes predominantemente em terceira pessoa.
O autor emprega predominantemente a primeira pessoa do plural, com indícios de subjetividade, discutindo a importância de ler os clássicos.
O texto é construído de forma impessoal, com clareza e objetividade, sem a interferência de aspectos subjetivos do autor, no decorrer de toda a narração.
O texto, por meio de uma linguagem persuasiva e denotativa, revela um apelo sentimental para ações de leitura e de apreciação dos clássicos literários.
O texto é um relato de experiência com base em reflexões do autor que objetivam inspirar e incentivar o leitor para a leitura de obras literárias.
“Menos de 10% das pessoas que têm depressão no mundo buscam os tratamentos necessários.”
A informação acima foi empregada no texto 1 com sentido:
simbólico.
conotativo.
denotativo.
inespecífico.
Observe as frases que seguem:
I – Você um espelho para seu irmão.
II – Quando eu me olho no espelho, vejo o quanto envelheci.
III – Esse espelho traz as respostas assinaladas pelo candidato e qual foi a nota recebida em cada uma delas.
É correto afirmar que a palavra em destaque na frase:
I, tem sentido denotativo.
II, significa modelo.
III, tem sentido denotativo.
III, significa qualidade.
II, tem sentido conotativo.
Assinale a alternativa em que a palavra indicada não tenha sido empregada em sentido conotativo.
ruminações (linha 4)
insistentes (linha 17)
orbitar (linha 30)
subsolo (linha 35)
A expressão em destaque na linha 01 do texto, considerando-se o seu sentido literal, significa que a alfabetização científica e técnica está:
Na impopularidade.
Em risco.
Em declínio.
Em transformação.
Na moda.
'É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.'
Analisando o texto, infere-se que se trata de um texto:
Injuntivo.
Denotativo.
Prescritivo.
Conotativo.
A expressão “dar uma mãozinha”, é utilizada no sentido:
Literal;
Adverbial;
Figurado;
Vertical;
Verbal.
Assinale a alternativa correta a respeito dos trechos do texto.
Em “Muita gente vai mais para tomar sol e encontrar amigos.” e “Para ela, os feirantes são gente boa, todos saudáveis...”, a preposição para sinaliza finalidade.
Em “Compras, um pretexto.”, a vírgula indica a supressão de palavras e, no contexto, pode ser substituída corretamente por jamais são.
Em “A que frequento, a do Pacaembu, tem até areia, devido a obras da prefeitura.”, a preposição até indica inclusão e nota-se a pretensão do cronista de dar um tom humorístico ao trecho.
Em “Já na mocidade, a feira novamente veio ao meu encontro, pois instalaram uma justamente na rua onde eu morava...”, os termos destacados exprimem circunstância adverbial de lugar.
Em “São as paredes, os recintos fechados, talvez, que camuflam o mau-caratismo.”, o termo destacado está em sentido próprio, significando potencializam.
Indique se as orações abaixo apresentam o sentido denotativo (D) ou conotativo (C):
I.(__)"Entregou-lhe o bilhete no final das aulas do dia. Não falou nada e se foi." (Edson Gabriel Garcia)
II.(__)Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. (Trecho da crônica: Aprenda a chamar a polícia, de Luís Fernando Veríssimo)
III.(__)Eu a levara até o elevador, ao mesmo tempo aflito para que ela partisse e triste com a sua partida. Nossa conversa fora amarga. Quando lhe abri a porta do elevador esbocei um gesto de carinho na despedida, mas, como eu previra, ela resistiu. (Trecho da crônica Valente menina, de Rubem Braga)
IV.(__)No meio do caminho tinha uma pedra / tinha uma pedra no meio do caminho / tinha uma pedra / no meio do caminho tinha uma pedra [...] ANDRADE, C. D. Reunião Rio de Janeiro: José Olympio, 1971 (fragmento).
V.(__)"O dicionário-padrão da língua e os dicionários unilíngues são os tipos mais comuns de dicionários. Em nossos dias, eles se tornaram um objeto de consumo obrigatório para as nações civilizadas e desenvolvidas."
(Maria T. Camargo Biderman. O dicionário-padrão da língua. Alfa (28), 2743, 1974 Supl.)
Assinale a alternativa CORRETA que indica o sentido predominante que aparecem nos trechos acima:
I.D, II.C, III.C, IV.C, V.D.
I.D, II.C, III. C, IV. D, V.D.
I.C, II. D, III. C, IV.D, V.D.
I.D, II.D, III.C, IV.C, V.D.
I.D, II.C, III.D, IV. C, V.D.
A palavra ‘chavinha’ (terceiro período do segundo parágrafo) é empregada no texto em sentido denotativo, como sinônima de meio de acesso, a despeito do valor afetivo que o uso do diminutivo adquire no contexto.
Certo
Errado
Analise o trecho a seguir, retirado do texto "Hábito de leitura estimula o cérebro e promove benefícios para a saúde mental":
A leitura, por envolver imaginação, mentalização, antecipação e aprendizagem (sempre aprendemos, ao menos, palavras novas), funciona como um 'exercício' para o cérebro humano. Apesar de não ser um músculo, o nosso cérebro precisa ser estimulado", destaca o pesquisador.
A respeito dos sentidos dos vocábulos desse trecho, analise as afirmações a seguir e marque V, para verdadeiro, e F para falso:
( ) A palavra "exercício" foi empregada com o sentido denotativo, por isso está apresentada entre aspas.
( ) A palavra "aprendizagem" foi empregada com o sentido denotativo, pois se refere ao sentido real, literal.
( ) A palavra "estimulado" foi empregada com o sentido conotativo, pois não se pode realmente estimular o cérebro.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
V - V - F
F - V - V
V - F - F
V - F - V
F - V - F
Assinale a alternativa na qual NÃO haja o emprego de figuras de linguagem.
“e quebram coisas no caminho” (l. 12).
“enquanto a humanidade acelerava seus sistemas” (l. 13-14).
“com os rostos sempre enfiados nas telas de celular” (l. 22).
“mas também uma montanha imensa de sofrimento e devastação” (l. 26).
“é quase inevitável que algo dê errado” (l. 46).
A alternativa em que todas as palavras estão empregadas em sentido próprio é:
... aquelas “coisinhas” feitas no automático sem pensar que há alguém do outro lado do balcão...
A cada pequeno gesto diário, a cada decisão que tomamos, estamos interferindo na vida alheia.
Podemos até não sintonizar com alguém, mas nada impede que entendamos as razões...
... pessoas que não abrem seus horizontes tornam-se preconceituosas e mantêm-se na estreiteza da sua existência.
... vai erguendo uma parede que o blinda contra qualquer sentimento que não lhe diga respeito...
O que as aves que voam em bando nos ensinam sobre liderança
Liderança não pode ser solitária. E, para isso, precisamos exercer nossa vulnerabilidade sem moderação, abusando da rede de apoio para validar hipóteses.
Luciana Rodrigues 6 de outubro de 2021
Quem vê uma graciosa revoada no céu pode até não imaginar que, por trás daquela disposição aparentemente aleatória, estão lições muito úteis para nós aqui na terra. Além das questões relacionadas à aerodinâmica – que permitem que as aves migratórias economizem energia, por exemplo – o papel da ave mais experiente do grupo é essencial para definir a direção que o grupo inteiro deve tomar.
Nem sempre o líder é aquele que está à frente do bando. Quando está fatigado, ele reveza a dianteira com a ave que está imediatamente atrás. Uma das vantagens de andar em grupo é permitir que o bando tenha mais resistência para viagens longas e difíceis, e ainda aproveitem o impulso gerado pelo deslocamento de ar do pássaro que voa à frente. A formação em V também melhora a comunicação e a coordenação do bando. Se voassem sozinhas, cada uma por si, demorariam mais tempo, e chegar ao seu destino seria uma tarefa muito mais árdua. Aqui, fique à vontade para fazer qualquer paralelo com a sociedade em que vivemos.
Sinto que estamos tão obcecados com tecnologia e para estar constantemente atualizados sobre tudo o que acontece, a todo instante (olá, FOMO), que esquecemos de reservar um tempo para observar e aprender com a natureza. Parar e simplesmente contemplar. Faça um teste: tente lembrar a última vez que você sentiu tédio. Provavelmente, esse momento foi rapidamente interrompido por um “scroll” em uma rede social ou por uma notificação no celular.
Não me entenda mal, sou fã e tenho me dedicado a aprender cada vez mais sobre tecnologia. Mas ela deveria ser uma viabilizadora de ideias e movimentos, ajudando pessoas a se conectarem com seu propósito.
Para os privilegiados, e aí me incluo, a pandemia apresentou a possibilidade do trabalho remoto. No meu caso, também proporcionou um contato maior com a natureza. Tenho passado cada vez mais tempo no campo e daí veio a minha observação sobre os pássaros, que me levou a fazer este paralelo com liderança.
Liderança não pode ser solitária. E, para isso, precisamos exercer nossa vulnerabilidade sem moderação: pedir ajuda, fazer perguntas, usar e abusar da nossa rede de apoio para validar hipóteses, e até mesmo tomar decisões erradas juntos. Bons líderes estão em constante desenvolvimento. Por isso, é normal e esperado cometer alguns erros nessa jornada.
Mais uma vez, volto a citar nesta coluna o “Livro da Desreceita”, criado a muitas mãos pelos líderes da empresa da qual sou CEO. Nele tem um capítulo inteiro dedicado a esse assunto, com o sugestivo título “Um time inteligente vale mais que um time de inteligentes”. Destaco aqui um trecho: “É provado na natureza que a inteligência coletiva supera os talentos individuais. Todavia, crescemos e aprendemos com um modelo que sempre se apoiou em exaltar talentos individuais, o brilhantismo de um indivíduo em sobreposição à competência coletiva.”
Assim como a ave líder que abre espaço para que outras sejam protagonistas, sempre tive como um dos meus mantras permitir que as pessoas ao meu redor voassem na frente. Contudo, precisei de muito tempo – na verdade, anos – para entender que por mais que você tenha a intenção genuína de fazer com que as pessoas cresçam, evoluam e sejam protagonistas da sua carreira, muitas vezes a forma que você quer aplicar – baseada na sua experiência – carrega uma história pessoal e, muitas vezes, distante da realidade de quem a recebe.
Alejandro Jodorowisky, cineasta, ator, poeta e escritor, sabiamente disse: “Entre o que eu penso, o que quero dizer, o que digo e o que você ouve, o que você quer ouvir e o que você acha que entendeu, há um abismo”.
Eu explico: quando assumi a posição de liderança em uma das maiores empresas de entretenimento do mundo para a América Latina, entendi que deveria conectar as pessoas e dar palco para elas ecoarem suas vozes. Queria encorajá-las, abrindo oportunidades para que pudessem expor suas histórias, sonhos, ideias e pudessem potencializar sua criatividade, mas poucos se animavam. Passei por outras empresas depois dessa, mas o meu objetivo nunca foi alcançado da forma que eu imaginava.
Uma das iniciativas que implementei foi um “Talent Show” para que as pessoas pudessem compartilhar seus projetos e, os que fizessem mais sentido, unindo criatividade e os objetivos de negócio da companhia, seriam produzidos. Para minha surpresa, após poucos meses, recebi um email do “headquarters” dizendo que essa iniciativa estava deixando as pessoas incomodadas, algumas, mais sêniores, por acharem que suas posições estavam sendo ameaçadas, outras, por se sentirem pressionadas, mesmo que a participação fosse totalmente opcional.
Mas por que as pessoas não “querem” ser protagonistas? Timidez? Preguiça? Não querem evoluir? Ou, simplesmente, por que escolheram um caminho diferente do meu? Acreditei cegamente que tinha a responsabilidade (e obrigação) de construir pontes e abrir portas para todos, sem exceção. Depois de muita reflexão, conversas e terapia, entendi que estava colocando a minha expectativa do que é sucesso no outro, e aprendi uma lição muito importante: sucesso é pessoal. Sucesso é ter a liberdade de dizer não.
Um dos trechos do Livro “Os Quatro Compromissos”, de Don Miguel Ruiz, diz o seguinte: “Nada do que os outros fazem é motivado por você. É por causa deles mesmos. Todas as pessoas vivem em seu próprio sonho, em sua própria mente; estão num mundo completamente diferente daquele no qual vivemos. Quando levamos algo para o lado pessoal, presumimos que os outros sabem o que está em nosso mundo – aquilo que tentamos impor ao mundo deles.”
Há poucos dias, recebi uma mensagem de uma profissional muito talentosa que trabalhou comigo. A mensagem era exatamente assim: “…carrego comigo a vontade de evoluir como líder e gestora e você vem com frequência na minha cabeça… acho até que antes eu não valorizava tanto a sua presença quanto eu faço hoje…”.
Aprendo, todos os dias, que liderar não é sobre agradar e fazer o esperado, e sim, é sobre seguir com um propósito claro – Jodorowisky discordaria desse ponto sobre quão claro isso pode ser.
Sigo acreditando que este sábio provérbio africano, “se você quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá acompanhado”, é a única forma possível para nós, humanos, ou para as aves, seguirem nessa jornada chamada vida.
Luciana Rodrigues é CEO e presidente da Grey Brasil, conselheira do board da Junior Achievement, membro do conselho MMA Brasil e do comitê estratégico de presidentes da Amcham. Também é aluna de pós-graduação em neurociências e comportamento.
Vocabulário:
• scroll: rolagem (na tela do celular ou do computador)
• CEO: diretor executivo • Talent Show: show de talentos
• headquarters: sede de uma empresa
RODRIGUES, Luciana. O que as aves que voam em bando nos ensinam sobre liderança. Forbes Brasil, 06 de outubro de 2021. Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2021/10/luciana-rodrigues-oque-as-aves-que-voam-em-bando-nos-ensinam-sobrelideranca/.
Na citação de Alejandro Jodorowisky (9º parágrafo), a palavra “abismo” foi utilizada
em seu sentido denotativo, a fim de concretizar as falhas de comunicação que existem na interação linguística.
em um sentido conotativo, no intuito de ilustrar a localização do interlocutor quando ele não entende uma mensagem.
em seu sentido denotativo, de modo a indicar para falantes e para ouvintes que a comunicação é gigantesca.
em um sentido conotativo, a fim de representar possíveis falhas de comunicação que existem na interação linguística.
em seu sentido denotativo, no intuito de precisar a localização do interlocutor quando ele transmite uma mensagem.
Sobre Denotação e Conotação, assinale a alternativa que apresenta uma INCORREÇÃO.
Vou dar um mergulho no mar (denotação)
Minha vida é um mar de tristezas (conotação)
Ainda não cheguei à casa dos meus avós (denotação)
Durante muito, aquela empresa foi minha casa (conotação)
Estudamos ontem os ossos do crânio (denotação)
Joaquim é um crânio! (conotação)
A anta também é chamada de tapir (denotação)
Aquele vendedor é uma anta (conotação)
Após jogar bola, nós comemos uma pizza.(denotação)
Carlos comprou uma bola para o torneio. (conotação)
A raposa que perdeu a cauda Uma Raposa foi apanhada numa armadilha. Conseguiu escapar, mas ficou sem a cauda porque a armadilha a cortou. Sentindo-se envergonhada e ridícula, pensou convencer as outras raposas a cortarem também as suas. Reuniu um bom número de amigas e explicou-lhes que, sem cauda, não só ficariam muito mais bonitas, mas também se livrariam de um peso inútil. Ouvindo isto, uma das raposas interrompeu-a e perguntou-lhe: - Se não tivesses perdido a tua cauda, também nos aconselharias a cortar as nossas? Moral da história: Tem cuidado com quem te dá conselhos tendo em vista os seus próprios interesses. |
Disponível em: <https://br.pinterest.com/pin/631559547714927308/>. Adaptado.
Em qual frase as palavras foram empregadas no sentido figurado?
“...ouvindo isto...”.
“...um peso inútil...”
“...ficou sem a cauda...”
“...muito mais bonitas...”
Em "Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou", é possível afirmar que o sentido da palavra sublinhada é:
polissêmico
ambíguo
literal
conotativo