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Sobre a linguagem usada pela autora, é CORRETO afirmar:
Predomina, no texto, o uso do registro informal, coloquial.
No texto, verifica-se o uso do registro formal e do registro informal.
Não se observa, no texto, o uso do registro informal, coloquial.
Ao longo do texto, verifica-se o uso da linguagem denotativa.
Com base nas ideias retiradas da tira, assinale a informação incorreta:
“A gente acorda” o valor semântico do termo sublinhado é nós.
“Pijama” é grafado com J assim como sacriléjio.
“Hostil” inicia com H assim como hedonismo.
“Até” é uma palavra dissílaba.
“Vestir” foi empregado no sentido denotativo.
Assinale a alternativa que apresenta linguagem apenas denotativa:
Estamos vivendo tempos inquietos e não faz mal que soprem ventos inquietantes sobre a terra, posto que eles já sopram na alma dos homens.
Desde que a vi, há mais de dois anos, não consigo esquecê-la, devido ao seu olhar quente e ao seu jeito insinuante de conversar.
Passamos dois meses viajando por estradas solitárias e empoeiradas, onde, só de longe em longe, aparecia alguma casa triste a nos olhar.
Um dia ainda jogarei fora este computador e, pegando uma velha máquina de escrever, me porei a narrar a saga de minha família.
Devido ao trânsito, chegamos atrasados para ver o jogo; esse fato foi suf ciente para nos deixar umas verdadeiras feras.
A expressão “língua grossa” usada no texto, deve ser tomada:
num sentido próprio, língua dilatada.
num sentido figurado, isto é, os bêbados, em geral, possuem grande dificuldade para pronunciar as palavras.
num sentido real, língua muito vermelha, com tumores inflamados.
num sentido literal
Em: "( ... ) se bem que isto também.", o termo "também" é uma palavra denotativa de:
realce.
designação.
retificação.
inclusão.
exclusão.
No texto, predomina a denotação, também evidenciada no seguinte enunciado:
No divã, o psicólogo faz o motorista navegar nos mares da vida.
Os psicólogos revelam as paixões que incendeiam a vida dos motoristas.
O amor chega aos corações dos motoristas como vendavais.
Os motoristas, à noite, observam as estrelas cintilarem no céu.
O motorista, frente ao psicólogo, fica fechado a sete chaves e blindado.
Sobre o emprego das aspas, nos três primeiros parágrafos, só não é correto afirmar:
No parágrafo 1°, as aspas dão destaque ao nome de uma obra.
No parágrafo 2°, as aspas indicam uma citação.
No parágrafo 3°, as aspas foram empregadas para indicar denotação das palavras.
Ao aspar "frescura", objetiva-se denunciar o que alguns acham da doença.
O discurso aspado, no parágrafo 2°, é de Fernando Barbosa de Freitas Silva.
Chuva: a abensonhada
Estou sentado junto da janela olhando a chuva que cai há três dias. Que saudade me fazia o molhado tintintinar do chuvisco. A terra perfumegante semelha a mulher em véspera de carícia. Há quantos anos não chovia assim? De tanto durar, a seca foi emudecendo a nossa miséria. O céu olhava o sucessivo falecimento da terra, e em espelho, se via morrer.
COUTO, M. Estórias abensonhadas. São Paulo: Cia das Letras, 2012. p. 43.
Motivado pela intenção de emocionar o leitor e não apenas de repassar a informação, o autor do texto narrativo utiliza termos e expressões de sentido denotativo e conotativo. Assinale a alternativa que contém um período do fragmento do conto que apresenta linguagem prioritariamente denotativa.
“De tanto durar, a seca foi emudecendo a nossa miséria.”
“Que saudade me fazia o molhado tintintinar do chuvisco.”
“A terra perfumegante semelha a mulher em véspera de carícia.”
“Estou sentado junto da janela olhando a chuva que cai há três dias.”
“O céu olhava o sucessivo falecimento da terra, e em espelho, se via morrer.”
Percebe-se que, em todas as alternativas, a autora faz uso das palavras em seu sentido conotativo, EXCETO em:
“Com sorte, vamos até enganar o tempo sendo sempre jovens [...].”
“O ‘ter de’ nos faz correr por aí com algemas nos tornozelos [...].”
“Ordens aqui e ali, alguém sopra as falas, outro desenha os gestos [...].”
“Tenho de ambicionar esses bens, esse status, esse modo de viver [...].”
A palavra sonho foi utilizada com sentido denotado em
“Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã”.
“Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado”.
“Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho [...], todo o universo conspira a seu favor”.
“Sonho é reunião das imagens, ideias, pensamentos ou fantasias que, geralmente confusas e sem nexo, se apresentam à mente no decorrer do sono”.
Assinale a alternativa que apresenta sentido próprio ou denotativo:
O calor do seu beijo me fascina.
Olhos de mel.
Instinto e atitudes felinos.
Sua vida virou cinzas.
O sol pode ser prejudicial à saúde.
Sobre as duas frases iniciais do anúncio, analise as afirmativas.
I - Na primeira frase, pode-se entender o termo cabeçada como algo tolo, uma asneira, uma bobagem.
II - Na palavra cabeçada, o sufixo –ada, expressa o sentido denotativo de “golpe dado com”, a exemplo de pernada, patada, joelhada.
III - Em ambas as frases, o sentido de cabeçada e as (cabeçadas) é denotativo, ou seja, sentido próprio, literal.
IV - O pronome as, na segunda frase, ao retomar a palavra cabeçada, o faz com o mesmo sentido denotativo empregado na primeira frase.
Estão corretas as afirmativas
II e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
I e II, apenas.
I, III e IV, apenas.
Sobre a linguagem usada no texto, é INCORRETO afirmar:
Não se verifica o uso de linguagem figurada.
Há predomínio da linguagem formal.
Não se verifica uso de linguagem informal.
Há predomínio da linguagem denotativa.
Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto empregado em sentido próprio.
Se emagreço primeiro o rosto, engordo a barriga.
A barriga masculina é teimosa.
Barriguinha de tanque, só para jovens.
Barriga das boas aproveita a primeira oportunidade para se expandir.
Basta comer um cheeseburger e a barriga vence!
A citação de Paracelso – A diferença entre um veneno e um remédio está só na dosagem. – é usada pelo autor, no texto, em sentido
próprio, pois se percebe o uso recorrente do verbo “dosar” para significar a determinação do peso das críticas.
figurado, pois ele emprega os termos “remédio” e “veneno” para se referir ao uso de substâncias químicas por políticos.
próprio, já que ele explica que Paracelso foi médico e físico, a fim de validar a citação.
figurado, ou seja simbólico, pois a citação sai do seu contexto comum para ser empregada no contexto político.
próprio, pois ele faz uso dos termos “remédio” e “veneno” para se referir às críticas políticas que ocorrem no país.
ldentifique a alternativa em que o fragmento está em linguagem denotativa (literal), no texto:
"(...) cheiro de árvores(...)"
"E cresciam árvores."
"O bonde se arrastava(...)"
"O mundo em escura sofreguidão."
"(...) sorrindo de fome(...)"
Analise as opções a seguir e identifique aquela que apresenta linguagem apenas denotativa.
A tristeza de Maria afundou-se com a chegada dos filhos.
Carlos e Paulo são arroz de festa, não perdem uma comemoração.
As encostas são muito perigosas e ninguém mora lá porque deseja.
Os meninos chegaram atrasados e não viram o gol, tal fato foi suficiente para deixá-los uma fera.
As notícias veiculadas nos jornais e na televisão cortam o coração de quem lê e de quem ouve.
Assinale a alternativa que apresenta linguagem apenas denotativa:
Ainda assim às vezes você é como um bando de sanhaços bicando os cajus de meu cajueiro
Ou então iremos descendo o rio numa canoa bem devagar (...), como se a canoa fosse um cavalo solto
Imagine um arco-íris visto na mais remota infância, sobre os morros e o rio
Mas você é como se houvesse demasiadas cigarras cantando numa pobre tarde de homem
E eu a levarei para a beira do ribeirão, na sombra fria do bambual
Texto I
Rede de ONGs ensina a deter corrupção enquanto é tempo. (Por: Daniel Jelin, 02/11/2013 às 16h27 - Atualizado em 02/11/2013 às 16h27).
Há dois caminhos para combater a corrupção. Um deles é o de punir os malfeitos - e todos sabem como é difícil obter condenações no Brasil, e mais ainda reaver os valores desviados. O outro caminho é o da prevenção, o de se antecipar aos corruptos. É a isso que se dedica o Observatório Social do Brasil (OSB), uma rede de ONGs que se alastrou por 14 estados. O ponto de partida é a constatação de que boa parte das fraudes pode ser adivinhada nas entrelinhas das licitações. Basta ter acesso à papelada, o olho treinado e (muita) paciência para desenredar suas tramas. O mesmo método evita que erros que não envolvem má fé, mas saem caro para o contribuinte, sejam cometidos. Em 2012, a OSB conseguiu impedir que 305 milhões de reais escoassem dos cofres municipais.
A ideia nasceu em Maringá, no Paraná, na esteira de um escândalo de corrupção que estourou na gestão do prefeito Jairo de Moraes Gianoto, tendo por pivô seu secretário de Fazenda, Luiz Antonio Paolicchi. Gianoto se afastou do cargo em 2000, perdeu a reeleição e se retirou da política - e da cidade. Em 2006, foi condenado a 14 anos de prisão por desvio de verbas públicas, sonegação e formação de quadrilha. Em 2010, em nova sentença condenatória, a Justiça cobrou o ressarcimento de estratosféricos 500 milhões de reais em ação por improbidade administrativa. Gianoto recorre em liberdade. Paolicchi foi assassinado em 2011.
Enquanto os processos se arrastavam na Justiça, um grupo de moradores indignados resolveu, em vez de vandalizar as lojas da cidade ou incendiar caminhões, organizar um sistema de fiscalização do poder público que prevenisse futuras tramoias. O marco zero é 2005. Naquele ano, a prefeitura lançou um edital para a compra de 2.918.000 comprimidos para dor de cabeça. Na licitação, foi fixado o valor de 0,009 centavos por drágea. Na hora do empenho, "esqueceram" um zero, e o preço saiu por 0,09. Esse singelo "descuido" teria então o efeito de multiplicar por dez o gasto total (de 26.262 mil reais para 262.620 mil reais). Revelada a trapalhada, o processo foi suspenso.
A experiência em Maringá deu tão certo que começou a ser reproduzida por outras cidades. Com o tempo, ganhou um amplo leque de apoios institucionais: Ministério Público, OAB, Federações da Indústria e do Comércio, Receita Federal, Tribunais de Contas, universidades e, principalmente, as Associações Comerciais, que abrigam 70% dos Observatórios Sociais (OS). Atualmente, 77 municípios contam com seus próprios observatórios. Na próxima segunda-feira, Curitiba sedia o quarto encontro nacional, para que as boas práticas de cada unidade sejam compartilhadas pelas demais.
(Disponível em: >http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/rede-de-ongs-ensina-a-deter-corrupcao-enquanto-e-tempo/<. Data da consulta: 27/11/2015.)
Com relação ao enunciado “Em 2012, a OSB conseguiu impedir que 305 milhões de reais escoassem dos cofres municipais.” (Texto I, inicial), assinale a alternativa CORRETA:
A palavra assinalada está utilizada no sentido denotativo e refere-se à ideia de recursos que se perderam, foram desviados ilicitamente.
A palavra assinalada está utilizada no sentido denotativo e refere-se à ideia de se perderem, terem sido desviados.
A palavra assinalada está utilizada no sentido figurado e refere-se à ideia de recursos que se perderam, foram desviados, sempre de forma lícita, jamais de forma ilícita.
A palavra assinalada está utilizada no sentido figurado, neste contexto, e refere-se à ideia de recursos que se perderam, foram desviados.
A sigla OSB está utilizada de forma equivocada no contexto, já que teria que vir obrigatoriamente acompanhada de seu significado nesta posição do texto.
No fragmento: “Aos olhos do mundo o Cristo Redentor preparava a sua grande decolagem”, o sintagma sublinhado está empregado em sentido _____________(conotativo ou denotativo) e retoma:
Está empregado em sentido conotativo, retomando de forma ampla, o Brasil e, de forma restrita, o Rio de Janeiro.
Está empregado em sentido denotativo, retomando o monumento mais importante do Rio de Janeiro.
Está empregado em sentido conotativo, retornando simplesmente a referência a um monumento qualquer do Brasil.
Está empregado em sentido denotativo e retoma um lugar turístico.
Está empregado em sentido conotativo, retomando o sul do Brasil e os imigrantes italianos.