Questões de Concurso sobre Variedades linguísticas

 
 
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Sobre a língua e suas variedades, marque (V) verdadeiro ou (F) falso assinale a alternativa correta.


( ) Gramática internalizada: sistema de regras próprias do idioma que comandam seu funcionamento e determinam se uma construção é ou não linguisticamente válida.

( ) Gramática normativa: conjunto de normas e regras que orientam o emprego da língua (escrita e falada) de acordo com os usos tradicionais do idioma.

( ) Variedade padrão (língua padrão): variedade linguística constituída ao longo do tempo e baseada no “modo de falar e escrever” das classes sociais de maior prestígio cultural, político e econômico; caracteriza-se, principalmente, pelo uso de estruturas frasais mais complexas, pelo vocabulário mais elaborado e pela observância às regras da gramática normativa.

( ) Variedade não padrão (variedade coloquial): caracterizada pela presença de estruturas frasais mais simples, pela não observância às regras da gramática normativa, pelo vocabulário mais “comum” e pelo emprego de frases feitas, expressões populares e termos de gíria.

( ) Adequação linguística: Ajustes que o falante deve fazer em sua forma de se expressar, considerando o interlocutor, o assunto, a situação de comunicação, o efeito pretendido, etc, de maneira a obter mais eficiência no ato de comunicação.


A

F – V – F – V – V.


B

V – V – V – V – V.


C

V – F – V – V – V.


D

V – V – V – V – F.

Qual a alternativa que melhor define o conceito de variedade linguística?


A

A variedade linguística refere-se à utilização adequada da norma culta da língua portuguesa.


B

A variedade linguística diz respeito à variedade de línguas existentes no mundo.


C

A variedade linguística aborda a diversidade de formas de expressão em uma língua, de acordo com aspectos regionais, sociais, culturais e históricos.


D

A variedade linguística é a mesma coisa que regionalismo linguístico.


E

A variedade linguística é uma forma de utilização correta da língua, independente do contexto social.

O português brasileiro é composto por dialetos regionais, o que possibilita que substantivos recebam outros nomes a depender da localidade em que são ditos. Essas variações podem causar situações de preconceito linguístico, que trata do juízo de valor negativo às variedades linguísticas de menor prestígio social. Normalmente, dirige-se às variantes mais informais e ligadas às classes sociais menos favorecidas. Sobre o preconceito linguístico, assinalar a alternativa INCORRETA:


A

Deriva da construção de um padrão imposto por uma elite econômica e intelectual que considera reprovável e errado tudo que se diferencie desse modelo.


B

Há uma forte aversão por parte da elite intelectual à cultura de massa e às variedades linguísticas no Brasil. Isso fica evidente, por exemplo, no preconceito contra o funk e o sertanejo.


C

O preconceito linguístico não é um problema social. A correção de variantes linguísticas é importante para a manutenção da norma culta, que deve ser aplicada como forma de padronização da língua.


D

Uma das principais consequências do preconceito linguístico é a acentuação dos preconceitos ligados a ele. A melhor forma de evitá-lo é a adequação linguística, isto é, a consciência de que não há certo e errado na língua.

Meu querido primo,


Estou te escrevendo correndo, se bem que haja algumas coisas que eu quero te falar (a respeito daquela menina que estou começando a namorar). Vem-me uma vontade danada de bater para você tudo o que estou sentindo. Mas vai demorar muito, não tenho o direito de tomar seu tempo e te aborrecer.


Assinale a frase que mostra uma variedade linguística diferente das demais.


A

Estou te escrevendo correndo.


B

que estou começando a namorar.


C

Vem-me uma vontade danada.


D

de bater para você.

Qual é a principal diferença entre a concepção sociolinguística e a concepção estruturalista da língua?


A

A sociolinguística considera a língua como um sistema estático, enquanto a estruturalista enfatiza sua dinamicidade.


B

A sociolinguística enfatiza a relação entre língua e sociedade, enquanto a estruturalista se concentra na análise dos aspectos formais da língua.


C

A sociolinguística valoriza a gramática normativa, enquanto a estruturalista a critica.


D

A sociolinguística enfatiza a importância do estudo da etimologia, enquanto a estruturalista a considera irrelevante.


E

A sociolinguística considera a língua como um fenômeno universal, enquanto a estruturalista valoriza a diversidade linguística.

Em relação às noções de variedade linguística, variante e variável sociolinguística, assinalar a alternativa CORRETA:


A

Cada um dos diversos modos de falar uma língua é uma variedade linguística. Assim, a partir da consideração de diferentes fatores sociais, é possível delimitar diferentes variedades linguísticas, tais como o modo de falar de jovens do sexo feminino, entre 20 e 27 anos, com escolaridade básica completa, que vivem na periferia da cidade do Rio de Janeiro ou o uso que mulheres com mais de 50 anos, analfabetas, agricultoras do sertão da Paraíba, fazem da língua.


B

Cada elemento da língua que se realiza de maneiras diferentes de acordo com a variedade linguística considerada é uma variante sociolinguística. Desse modo, a transitividade do verbo “assistir”, no sentido de ver, presenciar, é uma variante.


C

Cada uma das realizações possíveis de uma variante sociolinguística recebe o nome de variável. Assim, no exemplo envolvendo a variante transitividade do verbo “assistir”, são duas as variáveis possíveis: transitividade direta (“assisti o documentário”) e transitividade indireta (“assisti ao documentário”).


D

No caso da variante sociolinguística “r” em final de palavras, há diversas variedades, conforme a variável sociolinguística considerada, a saber: a variedade retroflexa (“R caipira”) ou a variedade zero (apagamento, resultando em formas como “falá” e “fazê”).

Leia o texto a seguir.


Sou feliz pelos amigos que tenho. Um deles muito sofre pelo meu descuido com o vernáculo. Por alguns anos ele sistematicamente me enviava missivas eruditas com precisas informações sobre as regras da gramática, que eu não respeitava, e sobre a grafia correta dos vocábulos, que eu ignorava. Fi-lo sofrer pelo uso errado que fiz de uma palavra no último “Quarto de Badulaques”. Acontece que eu, acostumado a conversar com a gente das Minas Gerais, falei em “varreção” do verbo “varrer”. De fato, tratava-se de um equívoco que, num vestibular, poderia me valer uma reprovação. Pois o meu amigo, paladino da língua portuguesa, se deu ao trabalho de fazer um xerox da página 827 do dicionário (...). O certo é “varrição”, e não “varreção”. Mas estou com medo de que os mineiros da roça façam troça de mim, porque nunca os ouvi falar de “varrição”. E se eles rirem de mim não vai me adiantar mostrar-lhes o xerox da página do dicionário (...). Porque para eles não é o dicionário que faz a língua. É o povo. E o povo, lá nas montanhas de Minas Gerais, fala “varreção”, quando não “barreção”. O que me deixa triste sobre esse amigo oculto é que nunca tenha dito nada sobre o que eu escrevo, se é bonito ou se é feio. Toma a minha sopa, não diz nada sobre ela, mas reclama sempre que o prato está rachado.


Alves, Rubem. Quarto de badulaques. São Paulo. Ed. Parábola Editorial. 2003.


O texto da carta faz menção a duas variedades linguísticas, que são:


A

culta e popular / regional e nacional.


B

regional e nacional / oral e escrita.


C

oral e escrita / formal e informal.


D

formal e informal / antiga e moderna.

LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990.


Art. 3º A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.

Parágrafo único. Os direitos enunciados nesta Lei aplicam-se a todas as crianças e adolescentes, sem discriminação de nascimento, situação familiar, idade, sexo, raça, etnia ou cor, religião ou crença, deficiência, condição pessoal de desenvolvimento e aprendizagem, condição econômica, ambiente social, região e local de moradia ou outra condição que diferencie as pessoas, as famílias ou a comunidade em que vivem.


BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm. Acesso em: 25 out. 2022.


A variedade linguística usada no fragmento sinaliza


A

o pertencimento do texto a um ambiente formal de linguagem, que demanda a norma culta.


B

a opção do emissor, que poderia escolher uma linguagem mais informal para se comunicar.


C

o objetivo de restringir a compreensão desse modelo de texto a um seleto grupo de pessoas.


D

a necessidade de tornar a linguagem mais coloquial para facilitar a viralização desse texto.

Leia o poema a seguir.


E aí quando cê pergunta o que enxerga

Enxergo nada

Tô de olhos fechados


SCALAMBRINI, Isabelle. Que arde. In: SCALAMBRINI, Isabelle. Cê. Belo Horizonte: Quixote, 2020. p. 40.


A variedade linguística utilizada nesse poema é um indicativo da dinamicidade da língua, uma vez que se relaciona ao contexto linguístico


A

de épocas passadas do português brasileiro.


B

das regiões mais escolarizadas do país.


C

das prescrições da norma-padrão.


D

de determinados grupos socioculturais.

Vício da fala


Para dizerem milho dizem mio

Para melhor dizem mió

Para pior pió

Para telha dizem teia

Para telhado dizem teiado

E vão fazendo telhados


ANDRADE, Oswald. Poesias reunidas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971.


Um idioma pode ser falado de diferentes formas, registrando-se a variedade linguística em função do contexto em que a fala se realiza. Na poesia de Oswald de Andrade,


A

os termos “mio”, “mió”, “pió”, “teia” e “teiado” são utilizados para ilustrar a escrita do falante de língua portuguesa.


B

o título “Vício de fala” registra uma ocorrência que corresponde ao uso da norma culta.


C

a linguagem ilustrada na poesia condiz com a realidade linguística da maioria das produções brasileiras escritas no século XXI.


D

a poesia explora a variedade linguística a fim de sublinhar os usos linguísticos comuns a diferentes regiões do Brasil e em diferentes níveis de escolaridade.


E

há uma representação distorcida dos usos linguísticos dos falantes de língua portuguesa no Brasil.

Ano: 2023
Prova: Instituto Verbena - Prefeitura - Assistente Social - 2023

Leia os conceitos a seguir.


1 – Cada um dos sistemas em que uma língua se diversifica, em função das possibilidades de variação de seus elementos (vocabulário, pronúncia, morfologia, sintaxe).

2 – Denominação dada à variedade linguística dos membros da classe social de maior prestígio dentro de uma comunidade.

3 – Julgamento negativo que é feito dos falantes em função da variedade linguística que utilizam.

4 – Uso específico da linguagem associado a um grupo profissional (economistas, profissionais de informática etc.).


Os conceitos acima correspondem, respectivamente, a:


A

variedade linguística; jargão; norma culta ou padrão; preconceito linguístico.


B

variedade linguística; preconceito linguístico; jargão; norma culta ou padrão.


C

variedade linguística; intertextualidade; referencialidade; jargão.


D

variedade linguística; norma culta ou padrão; preconceito linguístico; jargão.

Imagem associada para resolução da questão


Baseando-se nas variedades linguísticas presentes no diálogo acima, pode-se afirmar que os falantes


A

valorizam a linguagem profissional.


B

pertencem a classes sociais diferentes.


C

nasceram em diferentes épocas históricas.


D

interagem em uma situação comunicativa informal.

O Texto 03 apropria-se de expressões populares típicas da oralidade para construir sentido e alcançar seu propósito comunicativo. Considerando o gênero acima, o uso da variedade linguística empregada implica


A

respeito às marcas de informalidade exigidas pelo gênero.


B

emprego da norma padrão aos textos de circulação ampla.


C

desrespeito à Língua Portuguesa em uso nesses gêneros.


D

adequação das formas da língua a depender do contexto.


E

valorização das formas da língua previstas no cotidiano.

Uma língua apresenta variações porque é usada por falantes nativos em uma sociedade complexa, formada por diferentes grupos sociais, com diferentes hábitos linguísticos e diferentes graus de escolarização. Assim, ao longo do tempo, surgem as variedades linguísticas regionais, históricas, sociais e de registro. Leia o trecho extraído de uma crônica de Carlos Drummond de Andrade.


[...] os pirralhos dobravam a língua diante dos pais, e se um se esquecia de arear os dentes antes de cair nos braços de Morfeu, era capaz de entrar no couro. Não devia também se esquecer de lavar os pés, sem tugir nem mugir. Nada de bater na cacunda do padrinho, nem de debicar os mais velhos, pois levava tunda.


A linguagem desse trecho revela a variedade linguística caracterizada pelo uso de


A

jargões próprios de um grupo de profissionais, denominada social.


B

termos que variam de acordo com o local onde vivem os falantes, denominada geográfica.


C

palavras e expressões em desuso atualmente, denominada histórica.


D

gírias próprias de um grupo com interesses comuns, denominada social.


E

linguagem informal, com presença de oralidade, denominada registro.

Fake news e internet são exemplos de palavras que foram tomadas por empréstimo de outro idioma e incorporadas à língua portuguesa. A esse fenômeno damos o nome de:


A

Variedade linguística.


B

Uso do nível formal da língua portuguesa.


C

Estrangeirismo.


D

Gíria.


E

Nenhuma das anteriores.

Segundo o autor do texto, uma das formas de se evitar cair no golpe é não abrir e-mails de quem não conhecemos, verificar se a URL pertence ao site indicado, e "prestar muita atenção ao texto, que pode conter erros de português.”


No que se refere a essa última orientação (em destaque), e a respeito das variedades linguísticas, só NÃO podemos afirmar que:


A

ela evidencia um certo preconceito linguístico, que é o julgamento negativo feito aos falantes em função da variedade linguística que utilizam.


B

ao considerar as variedades urbanas de prestígio como as únicas "corretas" e estigmatizar as demais, emitimos um juízo de valor sobre os falantes dessas outras variedades.


C

nenhuma variedade linguística sobreviveria se não fosse adequada a um determinado contexto e a uma determinada cultura.


D

nem todas as variedades constituem sistemas linguísticos adequados para a expressão das necessidades comunicativas e cognitivas dos falantes.


E

esse juízo de valor linguístico negativo é, por vezes, usado como um pretexto para discriminar socialmente as pessoas.

Para Wanderley Geraldi, a escola deve


A

considerar fundamental conhecimentos gramaticais para o aprendizado da variedade linguística tida como padrão, sem os quais a comunicação fica prejudicada.


B

considerar que a variedade linguística utilizada pelas classes populares deve não apenas ser respeitada mas ter seu uso estimulado nas várias situações de comunicação.


C

oportunizar aos alunos o domínio do dialeto padrão, rompendo com certos bloqueios sociais, oriundos da falta de conhecimento da utilização da norma culta.


D

oportunizar a expansão da variedade linguística das classes populares para melhorar as suas condições de vida, já que a norma-padrão depende das classes privilegiadas.


E

preservar e privilegiar a variedade linguística de cada comunidade, já que ela é eficiente para a comunicação, não existindo necessidade de que seja substituída.

“Tenho muita pena de não usarmos a palavra javardo. Trata-se de um sinônimo pra javali, mas que nunca será usado pra designar o animal propriamente dito”.


É correto afirmar que na passagem transcrita do texto manifesta-se uma variedade linguística


A

agregadora de regionalismos, jargões e vocábulos gírios na sua composição.


B

isenta de traços de oralidade, embora seja de construção aparentemente simples.


C

compatível apenas com a norma culta, prestigiada em âmbitos sociais privilegiados.


D

aceitável pela utilização de algumas palavras empregadas em contextos informais de escrita.


E

marcada pela presença de construções sintáticas de vocabulário chulo, virtualmente conhecido.

Ano: 2021
Banca: Instituto Municipal de Desenvolvimento de Recursos Humanos - IMPARH
Prova: IMPARH - Prefeitura de Fortaleza - Professor Substituto - Área: Língua Portuguesa Bilíngue - 2021

A asserção feita por Luís Fernando Veríssimo sobre seu desempenho nas aulas de língua portuguesa – “Sempre fui péssimo em Português” (l. 17) – pode ter sua base no conflito que “está justamente no embate entre a norma padrão – idealizada e de tradição lusitanizante – pretendida como objeto de ensino pela maioria de professores de LP, a norma culta – forma de realização da norma padrão usada pelos falantes socio-lingüisticamente cultos, utilizada por alguns professores de LP, e as normas vernáculas – o português popular (ou não-padrão) brasileiro – usadas amplamente no Brasil, embora extremamente estigmatizadas” (ALMEIDA e ZAVAM, 2004)*; dado tal conflito, o aluno, no contexto escolar, vê-se exposto a uma situação em que:



ALMEIDA, Nukácia Meyre Araújo de; ZAVAM, Áurea Suely. Variação Linguística: uma questão de sala de aula. In: ALMEIDA, Nukácia Meyre Araújo de; ZAVAM, Áurea Suely (Org.). A língua na sala de aula: questões práticas para um ensino produtivo. Fortaleza: Perfil Cidadão, 2004.


A

inúmeras variedades linguísticas se colocam ao alcance do aluno para ele estabelecer comparações entre elas.


B

a variante por ele dominada não está no mesmo nível em que se encontra aquela constante dos planos de aula.


C

ele é levado a elaborar textos na tentativa de incorporar na sua produção escrita traços da variante que domina.


D

o estudo com base na variação contribui para a formação da consciência linguística e sua competência discursiva.

Leia a canção O poeta da roça, de Patativa do Assaró, e responda à questão 12:


Sou fio das mata, cantô da mão grossa

Trabaio na roça, de inverno e de estio

A minha chupana é tapada de barro

Só fumo cigarro de paia de mio


Sou poeta das brenha, não faço o papé

De argum menestrê, ou errante cantô

Que veve vagando, com sua viola

Cantando, pachola, à percura de amô


Não tenho sabença, pois nunca estudei

Apenas eu seio o meu nome assiná

Meu pai, coitadinho! Vivia sem cobre

E o fio do pobre não pode estudá


Meu verso rastero, singelo e sem graça

Não entra na praça, no rico salão

Meu verso só entra no campo da roça e dos eito

E às vezes, recordando feliz mocidade

Canto uma sodade que mora em meu peito


As variedades linguísticas são as variações que uma língua apresenta, de acordo com as condições sociais, culturais, regionais e históricas em que é utilizada.

Fonte: CEREJA, W.; MAGALHÃES, T. C. Gramática reflexiva: texto, semântica e interação, 1990. p. 9.


De acordo com a leitura da canção podemos afirmar que a variedade linguística predominante no texto é:


A

Padrão.


B

Culta.


C

Regional.


D

Histórica.

   
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