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As neoplasias malignas das glândulas salivares são distintamente heterogêneas, compreendem numerosos tipos de células e incidem em adultos e crianças.
Numere, por ordem de frequência, as neoplasias malignas das glândulas salivares.
( ) Carcinoma adenoide cístico.
( ) Carcinoma de células acinares.
( ) Carcinoma tipo mucoepidermoide.
( ) Carcinoma em adenoma pleomórfico.
A sequência correta dessa numeração é
(1); (3); (2); (4).
(1); (4); (3); (2).
(2); (1); (4); (3).
(2); (3); (1); (4).
O carcinoma de pequenas células do pulmão predomina na sexta ou sétima década de vida, é mais comum no sexo masculino e tem forte associação com o tabagismo. Em relação aos aspectos morfológicos, apresenta características distintas.
A esse respeito, avalie o que se afirma sobre alguns aspectos associados ao carcinoma de pequenas células do pulmão.
I. O tumor é geralmente central.
II. As células apresentam núcleo denso e citoplasma escasso.
III. As células são positivas para os marcadores cromogranina e sinaptofisina.
IV. As células são negativas para os marcadores CD56 e TTF-1 (Thyroid Transcription Factor-1).
Está correto apenas o que se afirma em
I e II.
I, II e III.
I, III e IV.
II, III e IV.
No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, com maior incidência a partir dos 65 anos de idade. A etiologia do carcinoma prostático permanece desconhecida, mas alguns fatores moleculares têm associação.
A esse respeito, avalie o que se afirma sobre alguns fatores etiológicos associados ao câncer de próstata.
I. Amplificação de oncogenes, como o MCC (Mutated in Colorectal Cancers).
II. Mutação germinativa, como no gene HOXB13 (Homeobox protein Hox-B13).
III. Deleção de genes supressores de tumor, como o PTEN (Phosphatase and TENsin homolog).
IV. Silenciamento gênico por mecanismo epigenético, como no APC (Adenomatous polyposis coli).
Está correto apenas o que se afirma em
II e III.
I, II e IV.
I, III e IV.
II, III e IV.
Proliferações mesoteliais podem representar grande desafio diagnóstico em citologia de fluidos corporais, especialmente no diagnóstico diferencial entre proliferações mesoteliais reativas benignas e mesoteliomas malignos, devido às similaridades das características citopatológicas. Nesse contexto, a imunocitoquímica pode ser decisiva.
Numere, por ordem de frequência, os anticorpos primários mais utilizados e reativos no mesotelioma maligno.
( ) Desmina.
( ) P53 (Protein 53).
( ) GLUT-1 (Glucose Transporter-1).
( ) EMA (Epithelial Membrane Antigen).
A sequência correta dessa numeração é
(1); (2); (3); (4).
(1); (3); (4); (2).
(3); (4); (1); (2).
(4); (3); (2); (1).
O carcinoma papilífero é a neoplasia maligna mais comum da tireoide e apresenta diversas variantes histológicas.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o carcinoma papilífero e suas variantes mais agressivas.
( ) A de células altas é a menos comum.
( ) A folicular tem maior risco de disseminação vascular.
( ) A sólida tem baixa atividade mitótica e infiltrado linfoide.
( ) A de células colunares é mais agressiva em pacientes mais velhos.
( ) A esclerosante difusa se assemelha ao tumor de Warthin das glândulas salivares.
A sequência correta é
(V); (F); (V); (F); (V).
(F); (V); (F); (V); (F).
(V); (F); (F); (V); (F).
(F); (V); (V); (F); (V).
A hanseníase, doença infecciosa causada pelo Mycobacterium leprae, compromete a pele e os nervos periféricos, tem evolução crônica interrompida por surtos reacionais e, do ponto de vista imunopatológico, apresenta classificação espectral.
A esse respeito, avalie o que se afirma sobre alguns aspectos histológicos da hanseníase.
I. Forma indeterminada: caracteriza-se por infiltrado inflamatório mononuclear perineural.
II. Forma borderline: caracteriza-se por infiltrado inflamatório polimorfonuclear perivascular.
III. Forma tuberculoide: caracteriza-se por infiltrado inflamatório granulomatoso perianexial.
IV. Forma virchowiana: caracteriza-se por infiltrado difuso de células espumosas na derme.
Está correto apenas o que se afirma em
I e III.
I, II e IV.
I, III e IV.
II, III e IV.
Agressões são reconhecidas por meio de moléculas trazidas com o agente agressor (PAMP – Pathogen Associated Molecular Pattern) ou geradas por ação deste (DAMP – Damage Associated Molecular Pattern) em componentes do organismo.
É correto afirmar que, entre as moléculas nucleares, aquela que se comporta como DAMP é a proteína
S-100 (Soluble in 100%).
β-amiloide (Beta-amiloide).
HSP70 (Heat Shock Protein 70).
HMGB1 (High Mobility Group Box 1).
A formação de trombos envolve o processo de coagulação sanguínea e a atividade plaquetária, estando associada à clássica tríade de Virchow (lesão endotelial, alteração do fluxo sanguíneo, modificação na coagulabilidade do sangue).
A esse respeito, avalie o que se afirma sobre algumas alterações associadas à trombose.
I. Hipóxia de qualquer origem agride o endotélio e o torna pró-coagulante.
II. Fluxo turbilhonado no aneurisma favorece a ativação e a agregação plaquetária.
III. Aumento da síntese de fatores da coagulação, como fibrinogênio, acompanha inflamações localizadas ou generalizadas.
IV. Após traumatismos e cirurgias extensas, há liberação de tromboplastina (fator tecidual) e ativação da via intrínseca da coagulação.
Está correto apenas o que se afirma em
I e II.
I, II e III.
I, III e IV.
II, III e IV.
O carcinoma de células escamosas representa aproximadamente 95% de todas as neoplasias malignas do pênis e suas variantes histológicas se relacionam ou não com o Human papillomavirus (HPV).
Entre as variantes relacionadas ao HPV, é correto afirmar que aquela que se apresenta ulcerada e com massa irregular avermelhada é a
usual.
basaloide.
verrucosa.
sarcomatoide.
As histiocitoses compreendem um grupo heterogêneo de doenças proliferativas de células dendríticas e macrófagos/monócitos, cuja classificação depende de aspectos clínicos e de achados histopatológicos.
Associe corretamente a histiocitose à sua característica clinicopatológica: idade usual; sítios mais comuns; outros achados, respectivamente.
HISTIOCITOSES
(1) Granuloma eosinofílico
(2) Xantogranuloma juvenil
(3) Histiocitose multicêntrica
(4) Doença de Rosai-Dorfman
CARACTERÍSTICAS CLINICOPATOLÓGICAS
( ) 10 a 30 anos / pálpebras e região malar / linfadenopatia.
( ) 30 a 50 anos / cabeça e mãos / artrite e neoplasia.
( ) 0 a 2 anos / cabeça e pescoço / lesões oculares.
( ) 2 a 6 anos / lesões cutâneas raras / lesões ósseas.
A sequência correta é
(1); (2); (3); (4).
(1); (3); (4); (2).
(3); (4); (1); (2).
(4); (3); (2); (1).
A morfologia apócrina é uma característica comumente encontrada na prática da patologia mamária e é definida pela presença de células cuboidais ou colunares exibindo citoplasma granular eosinofílico abundante. A identificação precisa da lesão apócrina tem implicações importantes para a conduta em mastologia.
A esse respeito, avalie o que se afirma sobre algumas características das lesões apócrinas da mama.
I. Carcinoma ductal in situ apócrino alto grau caracteriza-se por células apócrinas atípicas com múltiplos nucléolos e cromatina grosseira, em foco maior que 2mm, associadas com extensa necrose.
II. Carcinoma ductal in situ apócrino não alto grau caracteriza-se por células apócrinas atípicas com arquitetura micropapilar e cribriforme, em foco maior que 2mm, com inflamação periductal associada.
III. Hiperplasia apócrina atípica é caracterizada por uma proliferação de epitélio apócrino com nucléolos proeminentes e figuras de apoptose preenchendo os espaços de ductos com arquitetura cribriforme, em foco de 1mm.
IV. Atipia apócrina associada à lesão esclerosante caracteriza-se por células com discreta cariomegalia e nucléolos inconspícuos, associadas com adenose esclerosante ou cicatriz radial, sendo comuns necrose e atividade mitótica.
Está correto apenas o que se afirma em
I e II.
I, II e III.
I, III e IV.
II, III e IV.
O estômago é a sede mais comum de tumores mesenquimais no trato digestivo, principalmente o tumor do estroma gastrointestinal ou GIST (GastroIntestinal Stromal Tumor). O GIST apresenta fenótipo e genótipo peculiares.
A esse respeito, avalie o que se afirma sobre algumas características do GIST.
I. Expressão da proteína CD34 em cerca de 75% dos casos.
II. Expressão da proteína CD117 em cerca de 95% dos casos.
III. Mutação no gene c-KIT (KInase Tyrosine-protein) em cerca de 80% dos casos.
IV. Mutação no gene PDGFRA (Platelet-Derived Growth Factor Receptor A) em cerca de 90% dos casos.
Está correto apenas o que se afirma em
II e III.
I, II e III.
I, III e IV.
II, III e IV.
Nas lesões celulares por hipóxia, alterações eletrolíticas e na síntese das proteínas e lipídeos agridem as membranas citoplasmática e de organelas e a célula morre por necrose ou apoptose.
Na transição das lesões reversíveis para irreversíveis, é correto afirmar que a alteração celular que representa o chamado ponto de não retorno é caracterizada por
formação de bolhas na membrana citoplasmática.
interrupção da atividade da enzima ATP sintetase.
acúmulo de água no citoplasma (degeneração hidrópica).
acúmulo de triglicerídeos no citoplasma (esteatose vacuolar).
Atualmente, classifica-se o adenocarcinoma endocervical tanto por características morfológicas quanto por fatores etiológicos baseados na relação com o Human papillomavirus (HPV).
Acerca dos tipos de adenocarcinoma endocervical, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.
( ) O mucinoso caracteriza-se por células em anel de sinete e não está associado ao HPV.
( ) O seroso caracteriza-se por células com núcleos altamente atípicos, relativa falta de adesão intercelular e está associado ao HPV.
( ) O endometrioide é constituído por células colunares, com núcleos pseudoestratificados, atipia de leve a moderada e não está associado ao HPV.
( ) O estratificado invasor produtor de mucina apresenta células globosas, com morfologia de cálice, atipia moderada a acentuada e não está associado ao HPV.
( ) O gástrico apresenta células com citoplasma eosinofílico, bordas citoplasmáticas distintas, núcleos irregulares localizados na base e não está associado ao HPV.
A sequência correta é
(V); (F); (V); (F); (V).
(F); (V); (F); (V); (F).
(V); (V); (F); (V); (F).
(F); (F); (V); (F); (V).
O disgerminoma é o tumor de células germinativas maligno mais comum do ovário, principalmente entre crianças e mulheres jovens, com idade média de 22 anos. Em relação aos aspectos morfológicos, apresenta características distintas.
A esse respeito, avalie o que se afirma sobre alguns aspectos associados ao disgerminoma.
I. A lesão é geralmente grande (> 10cm) e sólida.
II. Ao corte, apresenta superfície lobulada e brancacenta, podendo ter cistos.
III. As células tumorais são predominantemente grandes, com citoplasma claro, núcleo arredondado, nucléolo evidente e mitoses frequentes.
IV. As células formam massas entre septos fibrosos com focos de diferenciação neuroectodérmica primitiva e com formação de rosetas neuroblásticas.
Está correto apenas o que se afirma em
I e III.
I, II e III.
I, III e IV.
II, III e IV.
O sarcoma de Ewing e os sarcomas do tipo Ewing são neoplasias mesenquimais de células redondas, altamente agressivos, ocorrendo mais frequentemente em crianças e jovens adultos. A identificação de novas alterações moleculares tem contribuído enormemente para a classificação morfológica desses sarcomas, com impacto clínico.
A esse respeito, avalie o que se afirma sobre algumas características do sarcoma de Ewing e dos sarcomas do tipo Ewing.
I. O sarcoma CIC (Capicua Transcriptional Repressor) é o sarcoma do tipo Ewing mais frequente e caracterizado pela alteração molecular t(4;19)(q35;q13) associada à fusão dos genes CIC-DUX4 (Double homeobox 4), e, morfologicamente, por apresentar células organizadas em padrão de crescimento lobular.
II. O sarcoma de células redondas ETS (Erythroblastosis vírus Transforming Sequence) não fundido é caracterizado por células redondas, com pleomorfismo nuclear e nucléolo discretos e tem a alteração molecular t(4;x)(p11;q31) associada com a ocorrência desse sarcoma em tecido mole profundo das paredes torácica e abdominal.
III. O sarcoma de células redondas rearranjo BCOR (BCL-6 corepressor) envolve mais frequentemente a pelve, os membros inferiores e a região paraespinhal; tem células arredondadas ou fusiformes com núcleos angulados e hipercrômicos e com nucléolos não proeminentes na maioria dos casos, e apresenta forte e difusa positividade nuclear para CCNB3 (G2/mitotic-specific cyclin-B3) e a alteração inv(x)(p11;p11) molecularmente.
IV. O sarcoma de Ewing incide predominantemente (cerca de 80% dos casos) na metáfise de ossos longos, apresenta forte imunopositividade para CD99, além de reatividade para os marcadores não específicos desmina, proteína S-100, CD57 e PAX7 e, molecularmente, apresenta a alteração t(11;22) (q24;q12) associada à fusão dos genes EWSR1 (Ewing Sarcoma Breakpoint Region 1) - FLI1 (Friend Leukemia virus Integration site 1) em 85% dos casos.
Está correto apenas o que se afirma em
I e III.
I, II e IV.
I, III e IV.
II, III e IV.
Sobre as neoplasias pancreáticas é CORRETO afirmar que:
O adenocarcinoma ductal do pâncreas, sem outra especificação, bem diferenciado, pode ser de diagnóstico microscópico muito difícil, apresentando usualmente concordância entre o grau de atipia citológica e arquitetural, ambos de baixo grau.
Pancreatoblastoma é a forma mais comum de neoplasia pancreática na infância, mas também pode ocorrer em adultos. Microscopicamente, são tumores muito celulares, compostos de células epiteliais uniformes dispostas em mantos e ninhos sólidos, misturados com estruturas acinares bem formadas e estruturas ductulares ocasionais dilatadas. Corpúsculos escamóides são um achado constante e característico.
O modelo de progressão genético do carcinoma ductal do pâncreas inclui progressão do epitélio histologicamente normal para neoplasia intraepitelial pancreática de baixo grau, alto grau, até carcinoma invasor. As anomalias moleculares são classificadas como precoces (mutação do DPC4/SMAD4 e TP53), intermediárias (perda do p16/CDKN2A) e tardias (mutação KRAS e encurtamento da telomerase).
Microscopicamente há diferença significativa entre os adenocarcinomas ductais da cabeça e cauda do pâncreas, sendo os da cabeça pancreática, em sua maioria, moderadamente ou pouco diferenciados.
Sobre a doença inflamatória intestinal idiopática é CORRETO afirmar que:
Fissuras, granulomas sarcoídicos e envolvimento transmural são a tríade típica da doença de Crohn no cólon. Das características a serem observadas em uma biópsia endoscópica encontam-se além dos granulomas, a preservação da população de células caliciformes. Se um cólon envolvido pela doença de Crohn contiver divertículos, o processo inflamatório geralmente poupa as formações diverticulares. Uma biópsia retal microscopicamente normal, em um caso definido de colite, favorece fortemente a doença de Crohn sobre a colite ulcerativa.
Na colite ulcerativa é característico o envolvimento inflamatório superficial, abscessos de cripta, diminuição do muco intracitoplasmático, preservação da arquitetura das criptas, atrofia, metaplasia de células de Paneth, formação de pseudopólipos e em algumas vezes transformação vilosa da mucosa remanescente.
Uma das principais complicações tardias da colite ulcerativa é o desenvolvimento de neoplasia. Entre os fatores de risco para o surgimento de displasia que precede o desenvolvimento da neoplasia estão doença rapidamente evolutiva, envolvimento predominante do cólon esquerdo, gravidade maior da inflamação ativa e a concomitância com colangite esclerosante.
Diversos genes associados à doença inflamatória intestinal idiopática sobrepõem-se aos genes envolvidos na resposta às microbactérias. Isso apoia a ideia de que as interações hospedeiro-microbianas são essenciais para a patogenia dessa condição.
Em relação aos tumores tireoidianos é CORRETO afirmar que:
A variante folicular encapsulada do carcinoma papilífero tem prognóstico geralmente favorável e exibe características biológicas e moleculares distintas das do carcinoma papilífero convencional.
Em casos de carcinoma folicular tireoidiano, a presença de êmbolos carcinomatosos em vasos intratumorais, intracapsulares e externos à capsula tumoral, têm grande significância prognóstica.
A descrição de uma neoplasia tireoidiana formada por células poligonais com citoplasma anfofílico e granuloso, com aspecto plasmocitoide, podendo formar ninhos, trabéculas ou estruturas tubulares, é consistente com o diagnóstico de carcinoma insular.
O diagnóstico diferencial morfológico entre adenomas e carcinomas foliculares se dá pela presença de invasão capsular e/ou vascular nos últimos. Deve-se concluir como invasão da cápsula tumoral quando a área em questão parece fissurada, contém focos de hemorragia recente ou antiga e exibe alterações reparadoras estromais, mesmo com histórico de punção por agulha fina prévia.
Sobre neoplasias colorretais é CORRETO afirmar que:
Os adenocarcinomas colorretais são positivos para a citoqueratina (CK). O padrão mais comum é representado pela negatividade para CK20 e positividade para CK7, enquanto o reverso é extremamente raro. A reatividade para o CEA também é a regra. O CDX2 é encontrado por imunohistoquímica na maioria dos carcinomas colorretais, mas também pode ser expresso em carcinomas primários de ovário, bexiga e pulmão, produtores de mucina, bem como adenocarcinomas pancreatobiliares.
Os genes que comumente apresentam mutação nos carcinomas colorretais são APC, TP53, KRAS, BRAF, SMAD2, SMAD4. A mutação do oncogene RAS está correlacionada com a boa resposta à terapia com bloqueador de receptores do fator de crescimento epidérmico.
A ß-catenina, é desregulada como consequência da mutação do APC ou da mutação do CTNNB1 (gene ß-catenina), resultando em localização membranosa aberrante da molécula como demonstrado por imunohistoquímica em uma alta proporção de casos .
São características sugestivas de adenocarcinoma colônico associado a instabilidade de microssatélites a presença de infiltrado linfoide intratumoral (mais de 5 linfócitos para cada 10 campos, grande aumento), reação linfoide Crohn-símile, padrão de crescimento medular, diferenciação mucinosa ou carcinoma de células em anel de sinete e lesão situada no colón direito.