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Dentre as alternativas abaixo, o sintoma ou sinal mais comumente presente no câncer de nasofaringe é:
O espaço submandibular é geralmente infectado por contaminação originada de:
Glândulas sublinguais.
Incisivos mandibulares.
Segundos e terceiros molares mandibulares.
Dentes mandibulares bicúspides.
Paciente de 40 anos, sexo masculino e feirante apresenta o diagnóstico de um granuloma recorrente na corda vocal direita, pediculado sobre a apófise vocal. O paciente foi submetido a duas cirurgias anteriores com recidiva da lesão. O paciente negava antes do aparecimento da doença intubação orotraqueal anterior ou tabagismo. A conduta mais adequada é:
Videoestroboscopia da laringe.
Eletromiografria da laringe.
Investigar na anamnese sobre queixas de esofagite de refluxo e solicitar pHmetria de esôfago.
Radiografia de seios da face.
Com base nesse caso clínico, assinale a opção em que é apresentada a abordagem mais completa para esse paciente, no que se refere a estadiamento e diagnóstico clínico e laboratorial.
exame físico; biópsia incisional da lesão de língua
exame físico; tomografia computadorizada com contraste de cavidade oral e pescoço; raio X de tórax; biópsia excisional da lesão de língua
exame físico; videonasofaringolaringoscopia; tomografia computadorizada com contraste de cavidade oral e pescoço; raio X de tórax; biópsia incisional da lesão de língua
exame físico; laringoscopia direta; tomografia computadorizada sem contraste de cavidade oral; biópsia incisional da lesão de língua
exame físico; videonasofaringolaringoscopia; tomografia computadorizada com contraste de cavidade oral e pescoço; biópsia excisional da lesão de língua
Com base nesse caso clínico, assinale a opção em que é apresentado o provável diagnóstico do tumor durante os cinco anos que antecederam ao seu crescimento.
tumor de Wartin
tumor de células claras
adenoma pleomórfico
carcinoma adenoide cístico
carcinoma mucoepidemoide
Assinale a opção em que são apresentados o tempo mínimo e o tempo máximo descrito na maioria dos trabalhos, em que se dá a autonomização de um retalho, com a formação da neovascularização entre o retalho e o leito receptor, após a cirurgia de reconstrução.
4 a 6 semanas
3 a 6 semanas
3 a 7 semanas
1 a 2 semanas
2 a 3 semanas
Considere que o cirurgião de cabeça e pescoço, ao examinar o paciente, tenha observado grande tumefação do músculo esternocleidomastoídeo do lado referido pelo paciente, com calor, dor e rubor. Assim sendo, assinale a conduta mais correta que deve ser tomada de imediato para o diagnóstico e estadiamento desse caso.
Não se deve realizar nenhuma conduta e retornar o paciente para o clínico.
Deve-se observar o paciente por 24h para tomar uma conduta.
Deve-se somente tratar com antibioticoterapia.
Deve-se repetir a tomografia computadorizada com contraste, pois esta tem sinal patognomônico para o diagnóstico e estadiamento.
Deve-se realizar ultrassom cervical.
Com base no caso descrito, e sabendo que o primeiro sítio de drenagem linfática são os linfonodos parotídeos, assinale a opção que descreve como deve ser a abordagem do tumor, na região parotídea e do pescoço nesse caso.
Deve-se realizar profilaticamente a parotidectomia ipsilateral e o esvaziamento supraomohioideo. Deve-se observar mensalmente o pescoço nos primeiros 6 meses. A partir de então, deve-se observar de 3 em 3 meses até 2 anos e, após esse período, a cada 6 meses.
Deve-se realizar profilaticamente a parotidectomia e o esvaziamento cervical funcional clássico à direita. No primeiro ano, deve-se observar o pescoço a cada 3 meses e, após esse período, a cada 6 meses.
Deve-se realizar profilaticamente a parotidectomia bilateral e observar de 2 em 2 meses no primeiro ano de seguimento.
Deve-se somente ressecar a lesão primária e observar mensalmente o pescoço nos primeiros 6 meses. A partir de então, deve-se observar de 3 em 3 meses até 2 anos e, após esse período, a cada 6 meses.
Deve-se realizar profilaticamente a parotidectomia ipsilateral e observar mensalmente o pescoço nos primeiros 6 meses. A partir de então, deve-se observar de 3 em 3 meses até 2 anos e, após esse período, a cada 6 meses.
Tendo em vista o provável diagnóstico, a conduta adequada que o cirurgião deve adotar é
realizar uma enucleação.
realizar uma maxilarectomia de infraestrutura.
indicar analgésicos.
realizar um desbridamento.
realizar uma curetagem.
Considere que seja confirmado o diagnóstico de neoplasia maligna de língua, pela histopatologia. Nessa situação, o estadiamento TNM desse paciente será
T4N0M0.
T2N1M0.
T1N0M0.
T3N0M0.
T2N0M0.
Assinale a opção que contém a classificação histopatológica do tipo de carcinoma que acomete a pele de pacientes com caso clínico semelhante ao apresentado.
bem diferenciado, moderadamente diferenciado e pouco diferenciado
bem diferenciado, moderadamente diferenciado e papilar
bem diferenciado, medular e pouco diferenciado
oxilílico, moderadamente diferenciado e pouco diferenciado
medular, oxifílico e papilar
Se a paciente descrita no caso tivesse chegado ao consultório médico com diagnóstico de carcinoma papilar da tireoide, o tratamento adequado seria
acompanhar com ultrassons seriados.
realizar tireoidectomia parcial.
realizar lobectomia e istmectomia.
realizar tireoidectomia total e esvaziamento cervical central profilático ipsilateral.
realizar tireoidectomia total e esvaziamento cervical níveis II, III e IV, ipsilateral.
O local de fratura mais frequente na mandíbula é o côndilo mandibular.
Dor e má-oclusão associados a trauma na região do terço inferior da face são sinais fortemente sugestivos de fratura.
Trismo é um achado relativamente comum em indivíduos com fratura mandibular, embora ocorra também em casos de fratura do complexo zigomático maxilar.
Fraturas subcondilianas baixas raramente se deslocam devido à inserção dos músculos pterigóideos medial e lateral internamente e proteção externa pelo músculo masseter.
O ramo externo do nervo laríngeo superior envia fibras para o músculo:
Dos seguintes fatores o mais importante preditor de recorrência tumoral no pescoço e a distância após dissecção radical do pescoço é:
A localização do tumor primário.
O número de linfonodos histologicamente positivos.
A presença de linfonodos positivos em mais de um nível do pescoço.
A presença de extensão extra-capsular do tumor nos linfonodos.
O risco de radionecrose de mandíbula pode ser reduzido com a apropriada profilaxia dentária, realizada antes do início da radioterapia.
O risco de xerostomia pode ser reduzido utilizando radioterapia conformacional 3D ou radioterapia IMRT para minimizar a dose de radiação as glândulas salivares contralaterais.
A radioterapia não é empregada no tratamento destas neoplasias porque estas são geralmente radiorresistentes.
Radioterapia pós-operatória parece reduzir o risco de recorrência loca/ regional em muitos casos e pode também oferecer um pequeno aumento na sobrevida.
Deve-se realizar sempre anamnese e exame otorrinolaringológico, incluindo laringoscopia indireta.
É necessário solicitar exame de tomografia computadorizada ou ressonância magnética para avaliar extensão da lesão primária na cabeça e pescoço, assim como tomografia de tórax para avaliar adenopatia hilar ou mediastinal.
É necessário realizar laparotomia para estadiamento por causa da baixa acurácia do estadiamento clínico.
Paciente de 53 anos com queixa de ferida na garganta e odinofagia há 3 meses. Como antecedentes, refere tabagismo 1 maço de cigarros/dia há 20 anos e foi etilista durante 15 anos, sendo que há 5 anos está abstinente do consumo de bebidas alcoólicas. A avaliação inicial adequada do paciente inclui as seguintes opções exceto:
Exame clínico do pescoço para pesquisa de linfonodos cervicais.
Biópsia incisional da lesão.
Pesquisa de metástases com Tomografia computadorizada de pescoço e tórax.
Tomografia por emissão de pósitrons (PET- scan).
Os insucessos da cirurgia primária são devidos à exploração incompleta com a não identificação da glândula doente, dois adenomas ou doença multiglandular.
A exploração adequada e a utilização do paratormônio intraoperatório pode facilitar identificar doença multiglandular ou suspeita da não remoção da glândula doente.
O sucesso da cirurgia no tratamento do hiperparatireoidismo primário, na maioria dos casos se traduz pela normalização do nível do cálcio em 48hs de pós-operatório.
A cirurgia minimamente invasiva da paratireoide é caracterizada por pequena incisão e pode ser empregada tanto em cirurgias primárias como revisionais e com evidência de doença multiglandular, portanto não apresenta contraindicações evidentes.
De acordo com a provável hipótese diagnóstica, do ponto de vista epidemiológico e da carcinogênese, o provável evento que deu origem à formação do tumor no referido paciente é
a mutação nas bases T-C.
a mutação do tipo C-T no P63.
a inclusão de DNA no interior da célula normal.
a quebra do núcleo com translocações e transversões.
a exclusão de DNA no interior da célula.