

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Homem, 24 anos de idade, vítima de múltiplos ferimentos por arma branca na parede abdominal, trazido à emergência em regular estado geral, consciente e com queixa de dor abdominal intensa. Ao exame físico, FC 128, FR 20, PA 80/40, Tax 35°C, SatO2 93%; abdômen distendido, com dor intensa à palpação generalizada e rigidez da parede abdominal. Após o manejo inicial e estabilização do paciente assinale a conduta terapêutica indicada.
Tomografia abdominal de urgência.
Lavado Peritoneal Diagnóstico (DPL).
Laparotomia exploradora imediata.
Laparoscopia diagnóstica.
Fast (Focused Assessment with Sonography for Trauma).
Mulher, 34 anos de idade, vítima de acidente automob . ilístico por colisão carro-carro. Ingressa ao serviço de emergência com queixa de dor abdominal. Ao exame físico, em regular estado geral, taquicárdica, normotensa e com adequado padrão respiratório. Em relação à avaliação clínica e diagnóstica do trauma abdominal, assinale a alternativa INCORRETA
A tomografia computadorizada é um procedimento demorado que deve ser indicado unicamente em pacientes estáveis hemodinamicamente nos quais não existe indicação aparente de laparotomia de urgência.
A identificação de pneumoperitônio na radiografia de tórax constitui uma indicação de laparotomia exploradora de urgência.
Em pacientes com instabilidade hemodinâmica, faz-se necessária a exclusão rápida de hemorragia intrabdominal, que pode ser realizada mediante a utilização da Ultrassonografia Focada para Avaliação de Trauma (Fast) ou da lavagem peritoneal diagnóstica (DPL).
A presença de obesidade pode interferir na qualidade das imagens adquiridas por meio da Ultrassonografia Focada para Avaliação de Trauma (Fast).
A aspiração de >7 cc de sangue na DPL é uma indicação de laparotomia exploradora.
Homem de 45 anos de idade com diagnóstico de Doença de refluxo gastroesofágico, com adequada aderência às medidas comportamentais e dietéticas para controle dos sintomas e, uso de inibidor de bomba de prótons de longa duração com necessidade de doses cada vez maiores da medicação, porém sem adequada resposta clínica. Comparece à consulta de controle com resultado de exames:
Qual a melhor conduta terapêutica a ser oferecida nesse caso?
Miotomia de Heller com fundoplicatura.
Adição de antiácidos e bloqueadores de receptores H2 para otimizar o tratamento farmacológico.
Tratamento cirúrgico com fundoplicatura parcial ou cirurgia de Toupet.
Esofagocardiomiotomia.
Supressão ácida e derivação duodenal.
Mulher, 48 anos de idade, consulta por queixa de ferida em região perianal com episódios intermitentes de edema e drenagem de secreção turva com odor fecaloide, após o qual os sintomas melhoram. Relata ter realizado drenagem de um abscesso perianal no pronto-socorro há aproximadamente 15 meses. Paciente nega sintomas do trato urinário associados. Ao exame físico, evidencia-se orifício cutâneo único anterior, a 2 cm da borda anal, em ausência de sinais inflamatórios locais, com drenagem de escassa secreção à digitopressão local e ausência de alterações ao toque retal. A principal suspeita diagnóstica e a conduta terapêutica adequada são:
Abcesso perianal e drenagem cirúrgica urgente.
Fissura anal e correção cirúrgica eletiva.
Cisto pilonidal e ressecção cirúrgica eletiva.
Doença de Crohn perianal e realização de colonoscopia diagnóstica.
Fístula perianal e tratamento cirúrgico eletivo.
Mulher, 29 anos de idade, com histórico de diabetes melito em tratamento farmacológico, consulta por achado ecográfico de colelitíase. Nega dor abdominal ou outros sintomas prévios. Traz laudo oficial que descreve vesícula biliar com paredes calcificadas e imagens no seu interior sugestivas de cálculos, a maior medindo 2,8 cm, e via biliar intra e extra-hepática com calibre conservado. Qual a conduta indicada para essa paciente?
Acompanhamento clínico e controle ecográfico regular.
Colecistectomia laparoscópica eletiva.
Colecistectomia aberta com exploração das vias biliares transoperatória.
Litotripsia extracorpórea por ondas de choque.
Terapia com sais biliares orais.