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Assinale o método diagnóstico considerado padrão ouro no diagnóstico de má-rotação intestinal.
Exame contrastado do trato gastrointestinal superior.
Enema opaco.
Ultrassonografia com Doppler e observação da relação artéria mesentérica superior/veia mesentérica superior.
Tomografia computadorizada.
Ressonância nuclear magnética.
Um recém-nascido do sexo masculino, com diagnóstico pré-natal de hérnia de Bochdalek à esquerda na 22.ª semana gestacional, ao nascimento, apresentou Apgar de 3 e 4 no 1.º e no 5.º minutos, respectivamente. A ausculta cardíaca revelou sopro. A melhor conduta ao nascimento dessa criança é
realizar reanimação respiratória com ventilação positiva sob máscara e, posteriormente, CPAP nasal.
realizar operação imediata para a redução do conteúdo herniário e melhora da hipertensão pulmonar associada.
colocar sonda orogástrica com aspiração e entubação orotraqueal ainda na sala de parto.
realizar ecocardiograma e definição da malformação cardíaca associada, para tratamento medicamentoso da insuficiência ventricular associada.
realizar correção do distúrbio acidobásico e operação com urgência para o tratamento da hipertensão pulmonar associada.
Com relação ao diagnóstico pré-natal de onfalocele, assinale a alternativa incorreta.
O exame de ultrassonografia pré-natal é comumente feito entre 11-14 semanas de gravidez para confirmação da idade gestacional e diagnóstica de gravidez múltipla.
O ultrassom de alta frequência transvaginal tem permitido o diagnóstico de malformação congênita por imagem no primeiro trimestre de idade gestacional.
O diagnóstico pré-natal de onfalocele requer o uso de ressonância nuclear magnética.
O diagnóstico diferencial pré-natal entre onfalocele e gastrosquise pode ser feito por ultrassom de alta frequência transvaginal.
O exame de ultrassonografia pré-natal, quando permite o diagnóstico de onfalocele, orienta a equipe de assistência ao recém-nato para conduta a ser tomada logo após o nascimento.
Na avaliação de colestase prolongada, a exclusão diagnóstica o mais breve possível de atresia de vias biliares (AVB) é essencial, pois a cirurgia de Kasai, realizada antes de 60 dias de vida, é fator de melhor prognóstico. Acerca disso, assinale a alternativa incorreta.
A presença de fezes coradas (pigmentadas) exclui o diagnóstico de AVB.
Cintilografia hepatobiliar com excreção do radioisótopo para o duodeno exclui AVB.
Ultrassonografia hepatobiliar mostrando vesícula ausente faz o diagnóstico de AVB.
Biópsia hepática percutânea com achados histológicos de estase intracanalicular (bile plugs), proliferação ductular e fibrose portal e periportal é fortemente sugestiva de AVB.
Colangiografia transoperatória faz o diagnóstico definitivo e de certeza de AVB.
As indicações cirúrgicas usando abordagem vídeo assistida em crianças de 18 meses não incluem:
correção de testículo criptorquídico.
correção de hérnia inguinal.
correção de refluxo gastroesofageano.
estenose hipertrófica do piloro.
hidronefrose congênita.
A ureterocele constitui anomalia congênita com implicações e desarranjos anatômicos em nível vesical, ureteral e renal. Acerca desse assunto, assinale a alternativa correta.
Ocorre somente nos sistemas ureterais duplicados.
Apresenta-se com maior frequência no sexo feminino na relação de 7:1.
Em 80% dos casos, está associada à duplicidade do ureter do polo renal inferior.
No tratamento endoscópico, a ressecção do teto da ureterocele é o mais adequado.
No tratamento cirúrgico, com acesso transvesical, o recomendado é apenas a ressecção da ureterocele.
Entre as principais indicações de transplante hepático na criança, destacam-se as doenças colestáticas decorrentes de anomalias congênitas do trato biliar. Com relação a essas anomalias, assinale a alternativa correta.
A doença de Caroli, com herança autossômica recessiva, pode ser representada por qualquer tipo de dilatação difusa da via biliar, sem lesão parenquimatosa.
Nos cistos de colédoco com dissecção externa dificultada pelas aderências e processo inflamatório, deve-se proceder à técnica de Lilly e Todani com marsupialização do cisto.
As alterações do parênquima hepático secundárias à obstrução do fluxo biliar traduzem-se por alterações lobulares com tumefação e transformação gigantocelular dos hepatócitos, necroses focais, corpúsculos de Councilman e fibrose pericelular.
Em casos de poliesplenia, chamada malformação esplênica com atresia de vias biliares, o prognóstico é mais favorável que em casos de atresia das vias biliares isoladas.
A avaliação do resultado da operação de Kasai deve ser feita já no pós-operatório imediato e, se não houver evidências de um bom fluxo biliar estabelecido, deve-se indicar a reintervenção cirúrgica.
Uma criança de oito anos de idade, sexo masculino, sofreu acidente com trauma abdominal ao cair de sua bicicleta e bater com o guidom no epigástrio. Algumas horas após, desenvolveu dor abdominal mal localizada, evoluindo com vômitos biliosos. Nesse caso, o diagnóstico mais provável é
hematoma duodenal.
fratura pancreática.
laceração esplênica.
perfuração jejunal oculta.
laceração hepática.
Qual a causa mais comum de obstrução gastrointestinal congênita em lactente de dois meses?
Estenose de esôfago.
Membrana pré-pilórica.
Estenose hipertrófica do piloro.
Estenose de primeira porção do duodeno.
Pâncreas anular.
Com relação a cirurgias realizadas em uma criança portadora de diabetes, assinale a alternativa incorreta.
A hidratação deve ser adequada.
A glicemia deve ser mantida próxima à normal.
O estresse cirúrgico pode causar hipoglicemia.
A ocorrência de hiperglicemia aumenta a possibilidade de infecção.
O risco de infecções é maior do que em crianças normais.