

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Em qual má formação encontramos o sinal radiológico “bico-de-seio” no bulbo duodenal?
Obstrução duodenal tipo I.
Obstrução duodenal tipo II.
Obstrução duodenal tipos III e IV.
Estenose hipertrófica do piloro.
Qual o órgão mais comumente acometido nos traumatismos abdominais fechados?
Baço
Fígado
Rim
Bexiga
Onfalocele é um dos principais defeitos anatômicos da parede abdominal, muitas vezes confundido com gastrosquise, porém possui muitas características próprias que ajudam a diferenciá-la desta e de outras doenças. Uma das alternativas abaixo traz características próprias das onfaloceles, marque-a.
Defeito à direita do cordão umbilical
Presença de saco constituído de âmnio e peritônio
Alças intestinais edemaciadas e aderidas
Não apresentam polidrâmnio
Baixa incidência de anomalias associadas
Uma das afirmações abaixo sobre cisto tireoglosso está INCORRETA. Marque-a.
Surge, em geral, após os dois anos de idade
É um cisto de linha média cervical
Durante sua dissecção, deve-se ter cuidado para não lesar o nervo hipoglosso
Seu tratamento é sempre cirúrgico
Sua fístula é sempre secundária à infecção
Válvula de uretra posterior é uma das causas mais comuns de obstrução infravesical diagnosticada no período antenatal, podendo levar a comprometimento grave da função. Marque a alternativa mais apropriada para o seu tratamento.
Acompanhamento e tratamento clínico.
Cistostomia.
Uretrostomia perineal.
Fulguração endoscópica da válvula.
Vesicostomia.
Os cistos de ovário simples são os tumores ovarianos mais comuns na infância e, quando maiores de 5cm, podem apresentar várias complicações. Qual das complicações abaixo é A MAIS FREQUENTE?
Infecção
Perfuração
Torção
Malignização
Obstrução intestinal
Lactente de 3 meses apresenta dificuldade na micção, com jato urinário fraco e micções em gotejamento, massas palpáveis nos flancos, bexiga visivelmente distendida e aumento de ureia e creatinina séricas. Marque o diagnóstico mais provável.
Obstrução pielo-ureteral bilateral
Rins em ferradura
Abdome em ameixa da síndrome de prune-belly
Rins multicísticos
Válvula de uretra posterior
Uma criança do sexo masculino de 12 anos de idade, viajando sobre a carroceria de um caminhão, sofre um acidente – uma queda a cavaleiro – e levado a um hospital, sendo atendido entre 6 e 12 horas após o trauma. Não tinha urinado desde o acidente, a bexiga era dolorosa e palpável até a cicatriz umbilical. Na região perineal, observava-se equimose e abaulamento, que podia corresponder, entre outras coisas, a um hematoma. Sobre a conduta inicial, marque a alternativa CORRETA.
Exploração cirúrgica do períneo.
Uretrografia retrógrada.
Cateterismo vesical.
Urografia excretora.
Cistotomia por punção suprapúbica.
A apresentação clínica de apendicite aguda na infância é muito ampla e de difícil diagnóstico, sendo, por isto, diagnosticada e tratada tardiamente, devendo sempre ser conduzida por um especialista, pois os cuidados diferem muito dos pacientes adultos. Sobre esta doença, marque a alternativa INCORRETA.
O principal fator desencadeante da apendicite aguda em crianças é a obstrução da luz apendicular.
É a causa mais frequente de abdome agudo inflamatório na infância.
Pode estar associado à ingestão excessiva de certos alimentos e ao esforço físico exagerado.
O diagnóstico deve sempre ser confirmado por um exame de imagem, sendo o mais indicado a ultrassonografia.
A classificação histopatológica das apendicites não difere da classificação em adultos.
Acidentes continuam sendo uma importante causa de morte em crianças até 14 anos de idade, apesar de todos os avanços conseguidos com medidas preventivas e no atendimento préhospitalar. Sobre trauma abdominal fechado na criança, marque a alternativa CORRETA.
A esplenectomia por trauma, quando realizada em crianças com menos de 14 anos, não aumenta o risco de sépsis.
Cerca de 30% das lesões traumáticas esplênicas na criança podem ser tratadas sem cirurgia.
O lavado peritonial é obrigatório para definir a indicação cirúrgica.
Nas lesões hepáticas, o tratamento da hemobilia pós-traumática pode ser feito pela embolização.
O método de imagem de maior sensibilidade para definir a presença de pneumo-peritônio é a ultrassonografia.
O trauma continua a ser a causa mais comum de sequelas e óbitos na faixa etária pediátrica. É, hoje em dia, um problema de saúde pública e um desafio a quem atende à crianças. Com base em conhecimento sobre trauma abdominal pediátrico, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. A tomografia computadorizada deve ser realizada na presença de estabilidade hemodinâmica, não deve atrasar o tratamento definitivo e deve ser usada a menor dose de radiação possível.
II. FAST deve ser usado na presença de estabilidade hemodinâmica. Sua vantagem é que não emprega radiação e pode ser repetido, quantas vezes for necessário.
III. FAST positivo, mantendo instabilidade hemodinâmica, mesmo com adequada reposição volêmica indica laparotomia exploradora de emergência para controle do sangramento.
IV. Lavado peritoneal avalia de forma confiável órgãos intra-abdominais e retroperitoneais.
V. Lavado peritoneal positivo, mas que a criança adquiriu estabilidade hemodinâmica, após reposição volêmica não indica cirurgia.
Estão corretas as afirmativas: