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A correção operatória das hipospádias deve sempre ser realizada ainda no primeiro ano de vida. Independentemente do tipo de hipospádia, a cirurgia preconizada para os lactentes é a ortofaloplastia e neouretroplastia no mesmo ato cirúrgico.
Considerando que essa paciente tenha evoluído com pseudocisto de pâncreas de 5 cm de diâmetro e que as avaliações clínicas e radiológicas sugerem que o pseudocisto apresenta cápsula imatura. Nessa situação, a conduta correta é a drenagem interna do pseudocisto por via endoscópica.
A orquiopexia pela técnica de Fowler-Stephens é com base na disposição anatômica do ducto deferente em alça longa o que propicia uma vascularização secundária pelas anastomoses entre a alça vascular do ducto deferente e a porção terminal dos vasos testiculares.
O diagnóstico de imagem da obstrução congênita do duodeno é feito pelo achado do típico sinal da dupla bolha na radiografia simples de abdome. Contudo, mesmo nos casos de obstruções completas do duodeno, pode-se identificar a presença de ar no intestino distal, pela associação com malformação das vias biliares extra-hepáticas.
O ponto mais importante nas operações das anomalias do 2.º arco branquial é a exposição do tronco principal do nervo facial e de seus ramos periféricos.
Os antibióticos profiláticos são utilizados de rotina em lactentes com diagnóstico de hidronefrose secundária, estenose da junção ureteropélvica, refluxo vesicoureteral e megaureter primário.
Nos tumores de córtex adrenal, a ressecção cirúrgica completa é a única modalidade de tratamento realmente efetiva e pode ser curativa.
No tratamento cirúrgico da hérnia inguinal em uma paciente do sexo feminino, com ovário encarcerado, é mais indicado a invaginação do saco e seu conteúdo com uma sutura em bolsa externa ao saco e manobra de Barker.
O tratamento dos hemangiomas é geralmente conservador e, caso haja indicação para seu tratamento, é correto utilizar corticosteroides locais ou sistêmicos, ressecção cirúrgica ou laser. Já as malformações arteriovenosas são abordadas com embolização ou ressecção cirúrgica.
As alterações do parênquima hepático secundárias à obstrução do fluxo biliar traduzem-se por alterações lobulares com tumefação e transformação gigantocelular dos hepatócitos, necroses focais, corpúsculos de Councilman e fibrose pericelular.
A medida da pressão da veia cava inferior mostra correlação com o nível de pressão intra-abdominal. Na prática, é a medida mais utilizada na decisão de tratamento primário ou estadiado da gastrosquise.
É comum a ocorrência de estenose do aqueduto de Sylvius associada à mielomeningocele. A hidrocefalia manifesta-se após a correção operatória da mielomeningocele.
A apendicite aguda é rara no recém-nascido e no idoso, isso porque, no recém-nascido, a base do apêndice vermiforme é larga, dificultando a obstrução, e, no idoso, o apêndice é geralmente atrofiado, sem luz.
Intussuscepções do intestino delgado ocorrem mais frequentemente associadas a anomalias congênitas do jejunoíleo, as quais funcionam como cabeças de invaginação.
Os defeitos diafragmáticos anteriores, pelos espaços embriológicos de Larrey, apresentam maior risco de bilateralidade e associação com outros defeitos do pericárdio e parede torácica, como na pentalogia de Cantrell.
Sempre que há diagnóstico sugestivo de enterite necrosante, a utilização de antibióticos é obrigatória, independentemente de, em muitas vezes, o fator etiológico ser infecção viral. O tratamento é iniciado imediatamente com antibióticos que cubram germes Gram positivos, negativos e anaeróbios.
Como nesse caso houve lesão pancreática grau II, deve-se proceder à pancreatectomia parcial para evitar pseudocistos ou complicações correlatas no pós-operatório.
A tomografia axial computadorizada é um excelente método de imagem para detecção de trauma hepático, esplênico e renal, além de detectar, em praticamente 100% das vezes, o hematoma retroperitonial.