A conduta inicial no paciente portador de pneumotórax aberto
é sua transformação em pneumotórax fechado, por oclusão da
lesão, e posterior drenagem pleural fechada.
Para os casos de lesão em avulsão da traqueia cervical, em que
a traqueia se comunique com o meio externo, estará indicada
a utilização da própria lesão traqueal como traqueostoma para
manutenção da via aérea no atendimento emergencial.
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Os achados positivos da tomografia por emissão de pósitrons,
nos linfonodos mediastinais, devem geralmente ser
confirmados por mediastinoscopia, devido à possibilidade de
se tratar de um falso-positivo.
A tomografia computadorizada e a ressonância magnética
de tórax são exames úteis na determinação das características
morfológicas e das relações anatômicas desses tumores.
Os pacientes com maior risco de desenvolver câncer de pulmão
estão entre aqueles que possuem de cinquenta e cinco a setenta
e cinco anos de idade e são tabagistas ou ex-tabagistas a menos
de quinze anos.
A broncoscopia está indicada nos casos de suspeita de lesões
traumáticas da via aérea. Para as pequenas lesões de traqueia,
nas quais não há a presença de pneumotórax ou outras lesões
associadas, o tratamento conservador pode ser utilizado.
O câncer de pulmão, apesar de não ser o tipo de câncer mais
comum, apresenta alta taxa de mortalidade, sendo o segundo
que mais mata os homens adultos, atrás apenas do câncer de
próstata, e o terceiro que mais mata as mulheres adultas, atrás
apenas dos cânceres de mama e útero.
O tumor de pulmão mais comum é o carcinoma de células
escamosas, e um sintoma bastante frequente desse tipo de
tumor é o escarro hemoptoico. Esse tumor raramente causa
dispneia.
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Um paciente com insuficiência respiratória aguda e em uso
de ventilação mecânica por dez dias e sem sinais indicativos de
extubação deve ser submetido a traqueostomia cervical, a fim
de se reduzirem as complicações estenóticas da traqueia.