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Paciente do sexo feminino, 37 anos, apresenta-se com queixas de fadiga, ganho de peso inexplicável, constipação intestinal e pele seca. Ao exame físico, nota-se aumento difuso da glândula tireóide. Os exames laboratoriais revelam:
TSH (hormônio estimulante da tireoide): 12 mUI/L (valor de referência: 0.4-4.0 mUI/L).
T4 livre (tiroxina livre): 0.8 ng/dL (valor de referência: 0.8-1.8 ng/dL).
Anticorpos antitireoperoxidase (anti-TPO): positivo.
Baseado nos achados clínicos e laboratoriais, qual é o diagnóstico mais provável desta paciente?
Adenoma tóxico.
Tireoidite subaguda (de Quervain).
Tireoidite de Hashimoto.
Doença de Graves.
O hormônio do crescimento (GH) é um hormônio peptídico, de 191 resíduos de aminoácidos, com meia-vida relativamente curta. Atua nos tecidos alvo por meio de receptores com atividade tirosina quinase não-intrínseca, regulando metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas, promovendo crescimento do sistema ósseo, renovação celular etc. Diferentes fatores participam da regulação da secreção de GH pelas células somatotróficas hipofisárias. Dos fatores apresentados a seguir, qual exerce potente ação inibitória na secreção de GH?
Somatostatina.
Grelina.
Hipoglicemia.
Sono REM.
As opções a seguir apresentam manifestações clínicas do hiperaldosteronismo primário, à exceção de uma. Assinale-a.
Hipertensão arterial
Hipocalemia
Acidose metabólica
Supressão de renina
Ausência de edema periférico
Assinale a opção que não apresenta componente clínico da síndrome dos ovários policísticos.
Infertilidade
Hiperplasia endometrial
Dislipidemia
Resistencia insulínica
Rarefação de pelos corporais
Quanto aos aspectos diagnósticos, de monitoramento clínico e/ou tratamento da neuropatia diabética periférica, é relevante considerar que:
o monofilamento e diapasão são instrumentos úteis para rastrear neuropatia periférica e avaliar fibras finas
deficiência de vitamina B12, etilismo, hipotireoidismo, síndrome do túnel do carpo e excesso de vitamina B6 são diagnósticos diferenciais
todos os pacientes com diabetes mellitus devem ser examinados para pesquisa da neuropatia periférica diabética no momento do diagnóstico de DM1 e 5 anos após o diagnóstico de DM2
além do controle glicêmico e dos fatores de risco cardiovascular, como tratamento da hipertensão, microalbuminúria, dislipidemias, controle do peso, cessação do etilismo e tabagismo, pregabalina e ácido alfa lipoico são a primeira linha de tratamento
em situações específicas, vitamina B1, vitamina B12, clonidina tópica, carbamazepina, lamotrigina, oxcarbazepina, clonazepam e creme de capsaicina (0,075%) são utilizados e os dados de eficácia do tratamento sintomático são robustos e bem consolidados.